Archive for março, 2008

Brinquedo do dia

segunda-feira, março 31st, 2008

No words to express myself at this moment. Não consigo parar de brincar no hobnox… e as várias janelinhas piscando aqui no msn também não.

hobnox.jpg

O post foi rápido porque vou voltar para o brinquedinho… depois falo melhor a respeito!!

Idéias: DJs anonymous

segunda-feira, março 31st, 2008

Nada como idéias simples e funcionais. Hoje meu amigo Manuca me mandou o link do blog “DJs anonymous“, que é um blog com sets de, aparentemente, djs desconhecidos. Fuçando eu achei até Shir Kan por lá com um set de 2006 ainda disponível para baixar.

A apresentação é simples: o dj se apresenta na “contra-capa” do cd e na “capa’ as músicas que compõe o set com seus respectivos links.

DJs Anonymous

Os melhores festivais de verão

segunda-feira, março 31st, 2008

Hoje lendo meus feeds eu me deparei com a dica dos 20 melhores festivais de verão da Grã-Bretanha feito pela Times de Londres. E claro, tem todo mundo que se possa imaginar (e querer ver) espalhados nesses festivais: de Vampire Weekend, Happy Mondays, Goldfrapp, The Verve, Hot Chip, Amy Winehouse a Kiss, Judas Priest e The Offspring. Os festivais começam em maio e vão até setembro. E aí somos nós que começamos a nossa odisséia por aqui (tomara!!).

Glastonbury Festival

Via a desculpe a poeira

Depeche Mode

domingo, março 30th, 2008

Para quem curte Depeche Mode e ama remixes, vai babar neste site que tem uma coleção interminável de remixes da banda.

E aí vai o vídeo de uma das músicas que eu mais amo do Depeche e que tem remix feito pelo Boys Noize que eu não canso de ouvir (e tocar), que aliás foi a trilha para este post:

Dica via Superbacana DJs

29.03 – Batalha de iPod III @ Glória

sexta-feira, março 28th, 2008

Criada, com referências na IPod Battle que acontece em Paris, pela Surface to Air ao lado de Iggor Cavalera e Laima Leyton, a terceira Batalha de IPods acontecerá no Clube Glória. A idéia é promover uma batalha na qual os times utilizam músicas de seus IPods para derrotar o adversário em uma dinâmica competição em que o publico decide o vencedor de cada rodada.As edições anteriores tiveram em seus times Surface to Air, MixHell, Beto Lee, Amapô, Neon, Lalai & Yaya Pagh, Edu K., Max Blum, Lucas Palomino entre outros nomes.

Nesta nova edição a festa ganha uma versão compacta da batalha contando com 4 times: rraurl.com, Erika Palomino, Supergas e Mixhell & Surface to Air e o MC da noite é o rapper Xis que marca num decibelímetro (marcador de decibéis) qual time consegue animar mais o público. Quem alcançar a maior marca leva o cinturão de campeão customizado pelo artista Stephan Doitschnoff.

A festa começa às 23h30 com os DJs Sergio Amaral e Juliana Andrade, Gil Barbara e Mixhell.

Clube Glória
Rua 13 de Maio, 830 – Bela Vista

$15 – com nome na lista – colocar no assunto “lista batalha”

Xix marcando os decibéis na última batalha

Festivais

quinta-feira, março 27th, 2008

Nada me excita tanto quanto a idéia de ir em um festival com bandas que eu gosto. Além disso ainda tem a outra parte boa que é reunir os amigos. Hoje estava conversando com um amigo que mora em Londres e a reclamação dele foi não ter amigos por lá, o que o desanima um pouco a encarar várias ótimas empreitadas por falta de companhia. Há não muito tempo atrás eu não conseguia entender porque para mim bastava ver bandas que eu amo e pronto.

No ano passado eu senti isso na pele. Fui ao ilovetechno em Gent, na Bélgica, que é o maior festival de música eletrônica do mundo e reúne 35.000 pessoas. Quando embarquei para a Europa o que mais me animava (depois do Interpol) era ir ao ilovetechno. Mal me continha, afinal o line-up era recheado de todos os maximalistas que adoro: Justice, MSTRKRFT, Boyz Noise, Klaxons, Goose, Digitalism, SMD entre outros.

Tive que esperar uma semana até a chegada do festival e no dia 10 de novembro eu embarquei sozinha num trem que me levou até lá. Já no trem eu senti falta dos amigos, afinal à minha volta rolava um fuzuê danado, pois o trem era exclusivo aos que estavam indo para o ilovetechno. Passei 9 horas lá entre um show e outro. Conheci algumas pessoas, mas no geral eu fiquei sozinha. Curti bastante os shows, mas descobri que eles são totalmente diferentes quando você está sem companhia. Os intervalos parecem ainda mais longos, a cerveja demora mais para acabar. Neste mesmo dia acontecia o Planeta Terra aqui em São Paulo e meus amigos foram em peso. Morri de saudades e no fundo eu quis estar aqui com eles, tanto que gastei todo o crédito do meu celular mandando sms para eles.

O saldo foi positivo, pois gostei muito da maioria dos shows que vi, mas faltou esse “quê” a mais e tratei de arrumar companhia para todos os shows que fui durante a minha viagem para poder compartilhar o momento com alguém. E é sempre outra coisa.

Agora estou aqui programando minhas próximas férias e novamente estou movida por shows, só que decidi levar alguém a tiracolo, pois definitivamente não sou uma pessoa que se diverte muito sozinha. E agora que começam a surgir os line-ups dos festivais de verão, eu começo até a ficar meio perdida nas minhas escolhas, então decidi que elas serão feitas de acordo com o conjunto: cidade, line-up e se há alguém que eu conheço que vá.

A princípio começo a decidir encarar o Lollapalooza que está com um line-up matador que tem Rage Against, NIN e Radiohead. De lá é rumar para NY para o APW que também está com um line-up bacana incluíndo Radiohead na sexta e no sábado. E nos dois tem também nossos brazucas CSS, que eu ainda não vi ao vivo depois que estourou mundo afora.

Felizmente tenho companhia para os dois festivais, mas se alguém mais se animar em se jogar na empreitada com a gente, está convidadíssimo.

E você, curte assistir show sozinho(a)?

A coroa da rainha

quarta-feira, março 26th, 2008

Saiu o resultado do concurso da comemoração dos 120 anos da mundialmente famosa Torre Eiffel, proposto pela Société d’Exploitation de la Tour Eiffel. O vencedor foi o escritório Serero Architects, com um projeto que não poderia ser mais surpreendente e ao mesmo tempo polêmico, considerando que estamos mexendo no âmago do orgulho francês.

Nova cara da Torre Eiffel

A torre, que hoje é o maior emblema do turismo arquitetônico mundial, foi concluída em 1889 pelo engenheiro Gustave Eiffel como uma base para comportar os mais diversos equipamentos para estudos relacionados à gravidade e à força do vento, sendo portanto, capaz de abarcar inúmeras vezes o peso suportado hoje. Tanto que até a Primeira Guerra Mundial, a torre servia de suporte para inúmeras antenas de rádio com transmissão para todo o país. Com seu sucesso do seu potencial turístico, a estrutura centenária foi despida de suas capacidades físicas e científicas, mas se viu refém de seu próprio sucesso, e hoje opera em capacidade máxima, deixando seus visitantes esperando até mais de uma hora por uma viagem ao topo.

Vista inferior

Tendo estas premissas em mãos, unindo tecnologia de ponta e uma boa dose de ousadia, o escritório vencedor propõe uma plataforma temporária que dobra a área do terceiro andar da torre (de 280 para 580m2), e com isso reduz as filas no térreo. A estrutura é feita em Kevlar, uma fibra polimérica da Dupont cinco vezes mais resistente que o aço, que além de ser apenas amarrada e não interferir na estrutura original, pesa absurdos 1.200kg (você pensou certo, o peso de um carro médio).

Para mim, como velho e cansado brasileiro, o fato mais chocante deste projeto é o custo previsto da obra, em míseros 1,3 milhões de euros, dinheiro que aqui seria suficiente para TALVEZ construir um ponto de ônibus. E dos mais simples, nada de sofisticação, hein? Por isso vou começar a guardar minhas moedinhas para ver se consigo conferir de perto o aniversário da ‘dama de ferro’.

Bauhaus – Go Away White

domingo, março 23rd, 2008

Em apenas cinco anos de atividade, de 1978 a 1983, os Bauhaus conseguiram a rara proeza de deixar uma das mais influentes obras da sua geração, marcando o seu tempo, ditando várias descendências. Apesar do rótulo “gótico”, a mais importante das suas contribuições para a história do pop/rock aponta antes uma opção por recursos minimalistas a serviço da escrita e interpretação, num curioso contraponto a composições de grande intensidade emocional.

O que mais espanta nas dez canções que escutamos em Go Away White é, precisamente contra essa memória formal, uma certa (e inesperada) complexidade textural que serve de cenário aos temas mais contemplativos. Assim como, face à memória dos primeiros tempos, os arranjos para eletricidade e bateria das canções menos pacatas revelam tudo menos à velha contenção minimalista.

A voz de Peter Murphy continua sendo a marca mais característica, contudo recriando apenas nos momentos mais sombrios, frestas de ligação ao que até aqui conhecíamos na música dos Bauhaus. O disco reflete ainda, apesar do desejado entusiasmo de quem grava temas ao primeiro take, uma relativa falta de inspiração. Muito longe, novamente, da memória dos “velhos” Bauhaus.

Há precisamente dez anos, o regresso dos Bauhaus fazia-se numa digressão que, salvo uma única “nova” versão de um velho tema dos Dead Can Dance, apostava essencialmente na interpretação, tão fiel como possível, dos temas que haviam feito a história “original” do grupo, de 1978 a 1983. A opção de não acrescentar nada ao que era quase perfeito valeu-lhes inteligente preservação de uma memória de referência.

Go Away White confirma que nem tudo o que foi volta a ser como antes: dez anos depois de sábia decisão de evitar o regresso à composição, a edição de novo álbum de originais nada acrescenta à obra dos Bauhaus, apenas junta à discografia com o posto  de pior disco.

Sacolas ecológicas

domingo, março 23rd, 2008

Pegando carona com o Eric Messa, lanço aqui a minha campanha das eco-bags. São elegantes, baratas e ainda protegem nosso meio-ambiente contra as sacolas de plásticos.

Vivi na Suécia por um tempo há quase 10 anos atrás e na época essa preocupação já era visível. Nos supermercados você paga pelas sacolas de plásticos, então cada um vai com a sua e faz a sua parte para proteger o planeta. Quando retornei ao Brasil eu tentei por um bom tempo evitá-las.

Para se ter uma noção do prejuízo das sacolas plásticas, estima-se que os americanos utilizam 100 bilhões por ano, sendo que apenas 1% é reciclada.

Na minha última viagem de férias eu trouxe várias sacolas ecológicas de presentes aos amigos. Cada uma custou 0,50 euro e todo mundo adorou o presente, já que além de charmosa, ela comporta um bom volume de compras.

Além das minhas sacolas para fazer supermercado, eu tenho também a que saio com intenções de compra de livros e/ou revistas e foi o que eu fiz hoje surpreendendo o caixa da Livraria Cultura ao dizer “não quero sacolas plásticas, pois sou contra elas” e enfiei tudo no meu sacolão para tal ocasião.

Entre nessa campanha também e faça a sua parte.

Sobre a proposta via Eric Messa:

- Escolha a sacola que preferir, pode ser destas que encaixam direitinho no carrinho do supermercado ou outra que você mesmo inventou, basta tirar uma foto e publicar no seu blog;

- Aproveite e indique também em seu post links para outros blogs que fizeram o mesmo e ajude a montarmos uma corrente das mais diferentes ecobags!

- Se você não tem blog, pode postar no flickr, no picasaweb, fotolog ou onde preferir;

- Atualmente a consciência ecológica pode ser apenas modismo ou estratégia de marketing, mas no futuro pode ser algo obrigatório para nossa sobrevivência. De fato, porquê no futuro? Porquê não adquirir hoje um hábito “sustentável” no seu cotidiano?

- E NÃO ESQUEÇA! Deixe aqui um comentário, indicando o link do seu post!

Aí vão minhas sacolas e para o que cada uma serve:

Essa foi dada pelo Flickr no lançamento deles no Brasil. Ótima para feira e supermercado:

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Essas são vendidas em todos os supermercados em Paris. A branca é ela dobrada dentro do envelope, que facilita carregá-la o tempo inteiro na bolsa ou no carro. Custou 0,50 de euro cada uma:

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Essa é para as saídas para devastar livrarias como hoje com 3 revistas e 2 livros. Custou 8 euros na H&M e cabe muita coisa:

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Compartilhando seu iTunes

sexta-feira, março 21st, 2008

O que mais me fascina em tecnologia é a quebra de tempo e espaço que ela permite.

Não preciso discorrer muito a respeito, afinal hoje isso faz parte da nossa rotina e mal nos damos conta dos benefícios, especialmente os que nasceram conectados.

Para quem é da velha guarda como eu e acompanhou de pertinho a ascensão da internet, ainda há aquele embasbacamento quando alguma barreira online é quebrada.

O meu último suspiro foi o MOJO, que é um programa que permite você compartilhar seu iTunes com outras pessoas. Neste momento eu estou ouvindo músicas do computador do meu amigo que está em outra parte da cidade. Eu só acho uma palavra para descrever o que acho disso: AMAZING!

Sei que temos programas para compartilhar nossos arquivos, mas ter o iTunes do outro no seu computador como se fosse o seu, é fantástico. Estou me deliciando aqui.

Parece que ele ainda não está disponível para windows, mas aqui fala tudo a respeito e tem o link para baixar. O meu login lá é lalai.

Se você não utiliza o Leopard, baixe aqui o mojo para versões anteriores.

Aliás, como nem tudo é fácil na vida, a versão gratuita permite que você visualize a biblioteca apenas das três pessoas que você adicionou.