Archive for fevereiro, 2009

Brit Awards, melhores momentos.

sexta-feira, fevereiro 20th, 2009

Só fico pensando nesse tipo de prêmio rolando aqui no Brasil, tipo o VMB, a tosqueira das duplas que se formam e tal. Aqui, só dois momentos fudidos:

The Tin Tings + Stelle

Pet Shop Boys comemorando prêmio pela carreira com Lady Ga Ga e Brandon Flowers do The Killers

Sabado de carnaval

sexta-feira, fevereiro 20th, 2009

Amanhã vamos fazer a segunda edição da festa Carnewrave, que é o carnaval da Crew. O convidado da vez é o DJ e produtor Larry Tee e os brasileiros Sexistalk e Montage, que faz pocket show. Nas pickups tem também: Killer on the Dancefloor, Roots Rock Revolution, Tchiello K, Fabrizio Martinelli, Rebel DJs. E desta vez caprichamos e convidamos o VJ Spetto para fazer uma vinheta para nós. A trilha é do Database, que desta vez participa só na vinheta, pois eles tocam em Brasília.


Carnewrave com Larry Tee @ Gloria from lalai luna on Vimeo.

E hoje também está no ar o Podcast da Crew – Vol. 2.

Trocando livros pela internet

sexta-feira, fevereiro 20th, 2009

Vi no blog “Desculpe a Poeira” uma dica de uma comunidade para trocas de livros, inclusive já tem livros disponí­veis em português. É o BookMooch que tem como slogan “vida nova para os seus livros”.

BookMoch

A idéia é ótima e já tem se replicado por aí, tanto que temos uma versão nacional que é a comunidade “Trocando Livros“, que já tem mais de 5.000 usuários e 7.000 livros cadastrados.

Trocando Livros

Gostei bastante da idéia e já vou começar a separar meus livros aqui! Aguardem!

Update: Depois que o André comentou no blog sobre a compra de créditos no site “Trocando Livro”, eu fui até lá averiguar o funcionamento. Infelizmente um projeto que poderia dar certo, está com grandes chances de naufragar porque o que era uma comunidade para troca de livros, virou um comércio em que apenas o dono do site é quem ganha.

1) Não há muita explicação no site sobre o funcionamento da compra de créditos. Você clica em “solicitar” em um livro e ele acusa que você não pode fazer a solicitação sem ter crédito
2) Ao ir na área “Comprar créditos”, o site apenas mostra quantidade de créditos e preços, sem sequer especificar o que valem tais créditos. Se um livro vale um crédito, vá até um sebo, que com certeza a compra da maioria dos livros sairá muito mais em conta. Na área de ajuda também não há qualquer menção sobre o significado dos créditos. O mais estranho é que não é o site quem está colocando os livros à venda, mas sim os usuários.

Update 2:  Houve de fato um mal entendimento da minha parte quanto ao funcionamento do site. Provavelmente isso se deve pela ressaca que está me derrubando por aqui.  Segue explicação do Dencker deixada no comentário, que aí fui checar e é exatamente essa:

1 crédito = 1 livro.

Se vc disponibiliza um livro e alguém “solicita” ele, voce ganha um crédito para poder solicitar outro livro. O foco então está na troca.

Agora, se você só quiser conseguir um livro sem contribuir com seus próprios livros na comunidade, ai sim você  precisa pagar R$14 pelo crédito. E quando você usar esse crédito que pagou, o cara que te passar o livro vai ganhar um crédito que vale a mesma coisa.

Me parece uma forma interessante de incentivar a troca e se defender dos usuários que só entram na comunidade para sair ganhando.

Larry Tee in da house

quinta-feira, fevereiro 19th, 2009

Conheci o Larry Tee em uma das várias vezes que ele veio tocar no Brasil. Se estou certa, isso foi no final de 2006 quando ele tocou 3 vezes no Glória num período de 1 mês, sendo uma das vezes na festa Alelux.

Confesso que me derreti pela pessoa divertida que o Larry Tee é. Acabamos nos tornando amigos e sempre que posso eu dou um jeitinho de arrastá-lo para tocar aqui com a gente. Tive a grande sorte de ter sido abrigada por ele em Nova York e pude conhecer um pouco dos seus lugares favoritos. Atualmente ele passa a maior parte do dia produzindo, depois se dedica a passeios com o cachorro e no verão ele faz questão de tomar sol pelo menos 1 hora por dia, tanto que esticou sua estadia no Rio para poder atualizar o bronze, já que em NY o sol não passa por lá faz tempo.

E agora ele aterrissa por aqui novamente para tocar em Belo Horizonte amanhã no Velvet Club (Belo Horizonte), no sábado ele toca com a gente no Carnewrave, que é o carnaval oficial da Crew, ao lado do Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Tchiello, Rebel DJs, Montage, Fabrizio e Sexistalk. Na próxima semana ele desembarca no Rio e toca duas noites no Dama de Ferro.

Estou animadíssima e já convido todo mundo para ir pular com a gente no sábado no Clube Glória. E claro, solte as fantasias e abuse das cores, afinal é nosso carnaval new rave.

Com exclusividade seguem dois sets que o Larry Tee me enviou ontem. Já vai fazendo o esquenta:

Larry Tee Club Badd Megamix

Larry Tee PumpinMix

21.02 Carnewrave com Larry Tee @ Gloria

21.02 Carnewrave com Larry Tee @ Glori

Bubble wave

quarta-feira, fevereiro 18th, 2009

O que aconteceria se você entrasse em uma doceria e encontrasse dentre inúmeros doces iguais, um colorido e inusitado?? No mínimo despertaria sua atenção,não?? Pois é com essa singela observação que escrevo sobre o desfile de inverno 2009/10 de Marc Jacobs para sua linha homônima na semana de moda novaiorquina.

A semana ainda segue e o site segue afinco para fazer ao final um apanhado geral de uma semana que  já à tempos não é a maior referência em tendências mas sim em “bussiness”. Ao longo de inúmeros, prevísiveis e comerciais desfiles, Marc Jacobs nos supreendeu com uma cartela de cores cintilantes, enérgica, alegre e até em certos momentos exagerada. Fundamentos como ombreiras (Montana, Mugler), opulência, contraste e anos 80 (Dinastia/Movimento PunK), Jacobs “acordou” a imprensa presente do seu sonambolismo contínuo, fazendo com que o classificasse como o “it show” da temporada, mesclando assim, seu virtual feeling para sacar o melhor das ruas com um “divisor de águas” da temporada.

Sinceramente, observando o desfile e considerando certas características de seu “oficio”, Jacobs não fez nada mais do que seria esperado pelo “mercado”. Explica-se: Jacobs tem uma equipe eficiente e bem sintonizada com o que os jovens usam nas ruas (considerando também os insiders e fashion victins); Jacobs vive praticamente “full-time” em Paris e os elementos apresentados no seu desfile já são encontrados nas ruas de Paris e Milão há pelo menos um semestre. Não devemos esquecer que ele desenha para um dos maiores conglomerados de moda do mundo, o que lhe dá estrutura e foco comercial no seguimento de alto luxo possibilitando portanto que em sua marca homônima Marc possa assim como dizer, “relaxar” e ser mais “edge”, tendo assim mais repercussão e audiência em site especializados e TV.

Não foi o “descobrimento das Américas”, tampouco a reencarnação de um gênio da moda, mas vale ressaltar sua esperteza e até certo ponto “audácia” que lhe conferiu nesse semana de moda verdadeiramente “correta”, um sabor diferente, inusitado e de gosto até duvidoso.

The Toxic Avenger

quarta-feira, fevereiro 18th, 2009

Hoje estou na correria e não vou conseguir escrever o texto que gostaria sobre o francês The Toxic Avenger. Então compartilho com todos um set exclusivo que ele me enviou ontem (acabou de sair do forno):

The Toxic Avenger minimix – fev/2009

Ocelot – Our Time ( Toxic – Vocals stuck on repeat – edit )
Joachim garraud – Are u ready ( Roman Salzger remix )
D-Bag Feat Naan – Up to the boy ( The toxic avenger remix )
Destroy Disco – Fly or bounce ( Bart B more remix )
Project Bassline – Drop the pressure ( Jack Beats remix )
Federico Franchi – Cream ( Arcade remix )
The toxic avengerToxic is dead!
Zoo Brasil – Technik
Yuksek – Deladeu 2
Surkin – Kid gloves ( Bobmo remix )
A-Trak – Shake it down
Late of the pier – Bathroom gurgle ( Duke dumont remix )
Ghostbuster theme ( Don Rimini remix )

Have fun!

The Pirate Bay Trial

quarta-feira, fevereiro 18th, 2009

Começou na segunda-feira o jugamento dos fundadores do The Pirate Bay, Gottfrid Svartholm Warg (aka Anakata), Peter Sunde Kolmisoppi (aka Brokep) e Fredrik Neij (aka TiAMO). Eles são acusados de facilitar a infração de Copyright pela  Warner Bros, MGM, EMI, Colombia Pictures, 20th Century Fox, Sony BMG e Universal.

O TPB é o maior tracker de torrents no mundo e existe desde 2003. Em 2006, teve seus servidores invadidos pela policia sueca, o que deixou o site fora do ar por 3 dias. Eles são acusados de facilitadores porque nenhum arquivo fica hospedado lá, os verdadeiros infratores no caso seriam os 22 milhões de usuários que usam o site.

Este é o maior julgamento no caso de compartilhamento de arquivos da história, tanto que fora do tribunal ingressos para entrar estão sendo vendidos por cambistas. Todo o áudio do caso está sendo transmitido ao vivo aqui – a idéia era de que houvesse um webcast, mas a justiça sueca não permite cameras no tribunal – e uma tag – #spectrial – foi criada especialmente para isso. Ontem foram tiradas 50% das acusações contra os caras, e o Brokep mandou uma mensagem que dizia: “Como eles acharam que iria ser outra coisa que não um EPIC FAIL? Estamos ganhando de longe. “. Vida longa ao The Pirate Bay.

pirate-flags1

Se você quiser se informar mais:

O canibalismo está entre nós. De novo? Ainda?

terça-feira, fevereiro 17th, 2009

A notícia mais chocante da semana passada pra mim, e que demorou uns dias pra eu conseguir digerir (ops!!!) foi que 5 índios da tribo Fulina, do Amazonas, na divisa com o Acre (sim, o Acre existe), mataram um rapaz de 21 anos, deficiente mental, não índio, e, pelas características do resto do corpo encontrado, é possível que tenha havido canibalismo. Sim, os 5 índios, dentre eles uma mulher, provavelmente mataram o rapaz, esquartejaram o corpo e ainda comeram pedaços do jovem.

Pelo que eu li, o povo da Funai e todo mundo que cuida dos índios nega veementemente que tenha havido canibalismo. Vi o chefe da tribo na tv esses dias dizendo que as partes “comidas”do corpo foram devoradas por cachorros do mato, depois que os índios mataram, esquartejaram e estriparam o corpo.

Ah, e claro que apesar de todas as negativas, os índios estão sumidos, dizem que escondidos pela floresta.

canibalismo2

Não tô aqui julgando ninguém, quero com esse post apenas mostrar que certas coisas acontecem ainda no nosso século XXI bem debaixo dos nosso narizes sem que muitas vezes a gente fique sabendo.

Dando uma pesquisada bem rápida pela net encontrei textos que dizem que o canibalismo era uma forma até que usual na Europa até o século XVIII, onde em fórmulas de remédios era comum achar carne e sangue humano. Até o Iluminismo, acreditava-se que o corpo humano tinha um “período de validade”. Assim, pessoas mortas de forma não-natural tinham ainda um “resto” que poderia ser usado, daí os cadáveres de execuções eram muito disputados por médicos e farmacêuticos. Numa receita de um farmacêutico alemão do séc. XVII Johann Schröder, ele misturava pedaços de carne de um cadáver (morto em execução violenta porém sem sinal nenhum de doença) em rodelas misturados a mirra e aloe: seria um ótimo remédio para o estômago. Já na Dinamarca na mesma época, acreditava-se que beber sangue humano curava a epilepsia e que a gordura humana era boa para reumatismo e artrite.

Isso tudo sem falar em religião em geral, onde alguns protestantes bem antigos usavam o sangue humano como eucaristia e alguns monges faziam uma marmelada cozida a base de sangue humano.

Isso tudo só falando em Europa, sem citar povos indígenas como os Aztecas que arrancavam e comiam o coração de seus prisioneiros. Tomara, por favor, que essa moda não volte!

O futuro da música

terça-feira, fevereiro 17th, 2009

O futuro da música é com certeza uma das grandes discussões do nosso século com a revolução que a Internet trouxe à indústria fonográfica. Bandas como Radiohead, Nine Inch Nails liberam seus albuns gratuitamente pela rede e cada um vai usando sua criatividade para encontrar meios de sobreviver da música. Não é novidade nenhuma que nos novos formatos que tem se desenhado, os artistas tem chances de faturar mais do que debaixo de um guarda-chuva da indústria fonográfica. Não é regra e ainda tem muito artista penando para conseguir seu lugar ao sol, mas essa ralação nunca foi muito diferente e hoje é muito mais fácil se sobressair com tantas ferramentas disponíveis e num mundo que se consome cada vez mais música.

No último Campus Party eu partiticipei de uma discussão promovida pelo Sesc TV com Ronaldo Lemos e mediação do Carlos Prado sobre reflexos da revolução tecnológica na cultura. Um dos pontos altos da discussão foi os direitos autorais e o Carlos Prado me colocou na parede para saber como eu lido com os direitos autorais das músicas que toco quando eu discoteco, afinal estou infringindo a tal lei de direitos autorais. Eu e a maioria dos DJs que conheço.

Para quem se interessa pelo assunto, há um bom material disponível para download que discute a música após a morte do CD. Há um capítulo que discute o impacto da tecnologia na música e o quanto isso pode favorecer o setor independente e outro que discorre sobre a música na época de sua reprodutibilidade digital:

Nunca foi tão fácil reproduzir uma música. Em nenhum outro momento da história, as pessoas tiveram tamanho acesso às gravações sonoras. A distribuição da música nas redes digitais permitiu que artistas desconsiderados pela indústria fonográfica pudessem expor sua pro­dução para milhares de pessoas, ultrapassando os limites impostos pelos controladores do mercado de bens artístico­culturais e pela in­dústria do entretenimento. Um dos fenômenos mais impressionantes da digitalização foi a ampliação da oferta de bens musicais na internet, resultante da crescente facilidade de gravar, editar e divulgar um álbum a custos baixíssimos.(Sergio Amadeu da Silveira).

E de vez em quando nos surpreendemos com os formatos que vão surgindo como citei acima. Recentemente o Groove Armada se juntou com a Bacardi num projeto chamado B-Live Share, que funciona no esquema passed-along-payed-for, ou PAP4, que quanto mais você indica o CD para outras pessoas, mais você vai tendo acesso as outras faixas do disco. Eles criaram várias ferramentas para auxiliar o usuário promover a ação: aplicativo para blog/myspace/site/facebook, além de criar um ranking com os usuários que mais tem conseguindo trazer mais amigos para o site. O que eu achei bem interessante foi

Na entrevista que eles deram a NME, eles contaram que a idéia original era dar as músicas de graça, mas que eles tem um problema com música de graça, pois tem tanta que já ficou sem graça. Ao buscarem um jeito de fazer música de graça, acabaram chegando a este esquema.

Hoje li no rraurl que o Deadmau5 lançou uma parceria com a Touch Mix criando um aplicativo para o iPhone, em que se paga US$ 2,99 e recebe 10 faixas exclusivas do artista para mixar, remixar e aplicar variados efeitos , além de um sistema de scratch sensível a tela do iPhone. E também tem utilizado redes sociais como Facebook para divulgar o novo aplicativo. Veja o vídeo de como o Touch Mix Deadmau5 Edition funciona:

Trompe l’oeil descolado

segunda-feira, fevereiro 16th, 2009

Charlotte Mann faz o tipo de arte que você vê e quer urgente convidá-la para ilustrar sua imensa sala de paredes brancas. Ela não tem se limitado a paredes, mas assinou trabalhos para a revista Dazed & Confused, ambientação de desfiles, lojasvitrines e até tênis. Tudo muito bem feito que não tem como não alegrar qualquer ambiente.

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