Archive for julho, 2009

Johnny Cheuk

sexta-feira, julho 31st, 2009

Adorei o trabalho do designer e  ilustrador Johnny Cheuk, que é de Hong Kong. Ele começou a carreira em 2001 e utiliza diferentes materiais para criar o seu trabalho. Já assinou várias capas de revistas, entre elas a Computer Arts, Movmnt Magazine entre outras. Dá uma olhada especial nos retratos que ele fez.

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Mika – We are golden

sexta-feira, julho 31st, 2009

O Mika lançou hoje o novo vídeo para o single “We are golden”, que sai oficialmente só em setembro. Junto com o vídeo foi lançado também um concurso para vídeo-resposta, em que ele pede para você gravá-lo no seu quarto, pulando, enlouquecendo e se divertindo. Até me animei!

Aí  é subir o vídeo até o dia 5 de agosto no site www.wearegolden.com e cruzar os dedinhos. Ele é quem vai escolher os 5 melhores vídeos e os ganhadores vão encontrar com o Mika no show que ele for fazer no país de quem produziu o vídeo, além de ter o vídeo hospedado no site oficial dele. Ele passa pelo Brasil?

A música, que já ganho edit do Calvin Harris e remix do Don Diablo. O vídeo fica hoje hospedado no site da Island Records e a partir de amanhã no site oficial do Mika.

Assista…. é bem alegre e ótimo para começar o final de semana:

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França e eu, eu e França

quinta-feira, julho 30th, 2009

Eu amo a França. Ponto. Sou fã da literatura, do cinema, da filosofia, do teatro, da música, da moda e amo o país. Resisti em admitir que a França é um dos meus países favoritos. Ponto. Admiti.

Esse ano meu plano era passar meu aniversário em Berlim, que é uma das minhas cidades favoritas no mundo e adoraria voltar lá no verão, mas quando vi, eu estava marcando minha passagem para 10 dias em Paris. Eu vou, eu volto, eu vou. Paris é a cidade que eu queria estar sempre. Adoro Londres, mas Paris é quem me derrete. Eu entendo a cidade, tenho meus cantos favoritos e quase suporto o mau humor dos franceses. Não é a toa que eu tenho uma única tatuagem e essa seja em francês. Poesia. Rimbaud. Poucas palavras resumindo o que sou.

eu&rimbaud

Meu apartamento atualmente tem referências francesas em todos os cantos. Não é pretensão. É paixão. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que eu pisei em solo francês. Não foi em Paris. Foi numa pequena estação no sul do país, em que eu saí do trem e bem caipiramente fiquei pulando e gritando para a minha amiga: ESTOU NA FRANÇA! Bem caipira mesmo.

A primeira cidade em que me estabeleci na França foi Nice. Depois disso passei por pequenas cidades e claro, várias vezes por Paris. Cada vez (não foram tantas, ok?) que vou à Europa, Paris é minha parada obrigatória e é sempre onde gasto mais tempo. Apenas por um motivo. Eu amo estar em Paris. Por isso sou adepta do ano da França no Brasil e tenho feito disso meu evento particular. Fiz a festa “ano da França na Lalai”, em que quase 40% dos presentes eram franceses. Tenho alugado diariamente meus filmes prediletos e outros que não conheço de produções vindas de lá. No cinema minhas escolhas tem se reduzido à França e assisti todos os filmes que tem PARIS no título.

Na terça-feira fui na livraria Martins Fontes, que aliás, eu confesso que é minha favorita e saí de lá com 5 livros novos de autores franceses, sendo na maioria autores contemporâneos.

Reparei que a maioria dos artistas que tenho trazido para tocar aqui são franceses. São meras coincidências. Thieves Like Us não é francês, mas sua base é na França. E tem uma lista infinita que quando analiso, me dou conta de que mais do que 50% também vem de lá. Chego a acreditar que a França deveria era me patrocinar! hahahaha…

Para quem, assim como eu, tem uma queda pela cultura francesa, aí vão pequenas dicas de como aproveitar um pouquinho do que a França tem a nos oferecer aqui em São Paulo. Claro, que se você é obsessivo como eu, já foi em tudo, mas caso a França não é exatamente o lugar que mais lhe diga alguma coisa, aproveite e curta um pouco. Vale a pena.

Leia “O convidado surpresa”, de Gregóire Boullier, que é o autor da fatí­dica carta de rompimento a Sophie Calle, que desencadeou a exibição “Sophie Calle: Cuide de você”, que está em cartaz até 7 de setembro no Sesc Pompéia.

O livro, apesar de narrar a história da noite em que Gregóire conhece Sophie Calle, não é exatamente sobre ela que ele fala, mas talvez pela exposição estar por aqui, o que a mídia tem explorado é que o livro é sobre a noite em que ele a conheceu. Não é verdade. Sophie é mera coadjuvante na história. Gregóire narra com paixão a tentativa de esquecer um grande amor e tentar entender o rompimento. Ou melhor, a fuga do seu amor sem qualquer explicação. Ele fala da sua angústia de anos em tentar entender o porquê. Na oportunidade que tem para o confronto, ele se encolhe na sua blusa de “malha rulê” e na sua dor-de-cotovelo e acaba tendo uma noite não muito confortável. A parte boa é que o desfecho traz conclusões inesperadas, que traz um entendimento do rompimento que ele procurava (ou se consolou com o que achou para fechar a sua história).

Eu recomendo a leitura, pois isso muda um pouco a ótica de quem analisa a exposição da Sophie Calle, que para mim é resultado bonito de um final de relacionamento em que ela transformou quase em novela mexicana. Não quero tirar os méritos da Sophie, afinal ela é uma grande artista e a exposição é grandiosa em todos os sentidos (fiquei quase 2 horas por lá), mas não deixa de ser uma “punhetação” de alguém que levou um fora e não conseguiu entendê-lo. A sua escolha foi ter mais de uma centena de mulheres interpretando a tal carta de rompimento e achei várias das conclusões bem feministas. Para mim as mais sensatas foram da Victoria April, palhaça, mãe da artista, adolescente (que resume a carta e um sms “ELE SE ACHA”) e da escritora. Algumas soaram cansativas e dramáticas demais. Admiro quem consegue transformar sua dor em arte e foi o que ela fez. Mas, ah… não dá para desmerecer seu sofrimento, afinal parece que ela realmente amou demais mr. X, ou Gregóire Boullier, que foi quem dividiu a mesa com ele no Flip, em Parati, para autografar seus respectivos livros. Basta olhar para a foto e sacar que mr. Boullier, apesar de todas suas angústias com a vida, não passa muito de um Don Juan.

Claro que a exposição abre para participação do público, que pode enviar sua própria releitura da carta para, quem sabe, fazer parte da exposição em algum momento. Vale a leitura do livro e vale a visita à exposição.

Filmes obrigatórios: 2 Dias em Paris, Dans Paris e Paris. Todos tem a cidade como participante da história de alguma forma, sendo que em “Paris”, ela praticamente ganha o papel de protagonista. Afinal Paris tem história suficiente para o papel. Dos três, o meu favorito é “Paris”, pois achei o filme despretensioso, agradável e filme para sentir e não pensar.

E claro, para entrar no clima, nada como ir jantar e/ou almoçar em algum restaurante francês na cidade. Tem vários e alguns a preços bem acessí­veis. Aproveita e dá uma passada no post que eu fiz sobre eles e não deixe de ir no Robin des Bois comer mexilhões de entrada.

Produção musical francesa está em alta há algum tempo. Vide Kitsuné e EdBanger, que nos trouxeram os mais variados tipos e vários deles aterrissaram no último ano no Brasil. Sábado tem Thieves Like Us, que apesar de ser uma mistura de nações, tem residência na França. Em setembro tem Jane Birkin, que toca com Caetano Veloso nos dias 3 e 4 no Sesc Pinheiros. No dia 17 quem toca no Sesc Pompéia e no dia 19 no Circo Voador (RJ) é o Sebastian Tellier, além de tocar no Coquetel Molotov (em Recife) com Zombie Zombie e François Virot. As 3 atrações são obrigatórias. Anota aí e entre todos os dias no site do Sesc para não perder o início da venda dos ingressos, que costuma esgotar sempre no máximo no segundo dia.

E a lista de músicos franceses bons para ouvir é gigante: Serge Gainsbourg, Françoise Hardy, Charlotte Gainsbourg, Dat Politics, Yelle, SebastiAn, Yuksek, Daft Punk, Air, m83 entre outros.

Leia Rimbaud, Baudelaire, Flaubert, Proust, Racine entre tantos outros clássicos, além de Muriel Barbery (o ótimo “A elegância do ouriço“), Raymond Queneau (com Zazie no Metrô, que virou filme), Olivier Dam com A Salvo de Nada, Paris de Colin Jones e Paris é uma Festa de Hemingway e A Sombra da Guilhotina de Hilary Mantel. A lista de escritores franceses de tirar o fôlego é interminável.

E ainda tem o vinhos, os queijos, as artes plásticas e mais uma infinidade de coisas em que eu poderia gastar dias aqui escrevendo loucamente.

E eu assumo, esse é um post de declaração de amor à França, onde eu espero voltar muitas vezes e quem sabe, viver um pouquinho por lá.

eu, robo.to

quinta-feira, julho 30th, 2009

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Tem novidade na rede: ROBO.TO.

Sabe a boa e velha 3×4? Imagine se ela pudesse carregar em si um vídeo de 3 segundos que mostrasse o seu humor, que fosse o seu avatar. Pois é, a agência de criação Praticle – da qual Justin Timberlake é investidor – colocou o ROBO.TO na rua justamente para preencher essa lacuna.

Sob o slogan “all your face are belong to us”, o site também tem aquela proposta agregadora de reunir em uma página-perfil bem simples todas as suas caras no web: seu twitter, facebook, flickr albuns, blogs etc.

O garoto propaganda da coisa não podia ser outro se não o Mr. Timberlake. O perfil dele, bem humorado e meio nonsense, você acessa aqui. Eu também tô lá… e você?

Bolsas ecológicas

quinta-feira, julho 30th, 2009

Hoje caí num site de design que faz umas bolsas ecológicas incríveis, mas que infelizmente não entrega no Brasil. Eu mandei email para eles, mas o problema é que perderam muito produto em extravios de entregas. Até me perguntaram se eu não conhecia alguma loja que poderia ter interesse em vender tais bolsas. Confesso que deu uma pontadinha de vontade de eu mesma sair vendendo bolsas para as amigas.

A loja é a “flip & tumble” e eles tem adoráveis bolsas a partir de US$ 7,00.

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Eu moro ao lado do Pão de Açúcar e é lá que faço minhas compras mensais de supermercado. Adoro chegar com minhas sacolas (lindas) ecológicas, que além de me causarem bem-estar, porque eu acredito que estou contribuindo com a natureza, como também me dão pontos no meu cartão mais, justamente para incentivar que o consumidor leve sua sacola. Outra iniciativa bacana do Pão de Açúcar é colocar suas compras em caixas ao invés de sacolas.

Estive na Ikea no mês passado e duas coisas me surpreenderam. A primeira foi que a loja, apesar de gigantesca, tem no máximo 4 caixas, pois o restante são caixas automáticos, em que você passa o código de barra, INFORMA SE VAI PRECISAR DE SACOLA, que são pagas, a máquina informa o valor e você faz o pagamento com seu cartão de crédito. Claro que nesse caso existe uma cultura que, infelizmente, não funcionaria no Brasil. O que eu notei foi que várias pessoas saíam da loja com os produtos na mão para não ter que levar uma sacola, seja pelo motivo ecológico ou econômico.

Guias de viagem no celular

quinta-feira, julho 30th, 2009

Enquanto o Ola estave aqui em São Paulo, a gente utilizou muito o guia Unlike, que foi desenvolvido para celular para uso offline, o que é o mais bacana. Apesar de eu ser da cidade e conhecê-la razoavelmente bem, o guia me surpreendeu com dicas deliciosas de lugares que eu não conhecia. Utilizamos ele posteriormente em Paris e também foi uma ótima referência para novas descobertas. O guia não é gratuito para baixá-lo, mas vale cada centavinho. Foi nele, por exemplo, que eu descobri que o Calvin Harris tocaria no Social Club exatamente no meu aniversário.

O famoso guia “Lonely Planet“, que para mim é um dos melhores e nunca me deixou na mão, também se rendeu às novas mídias e lançou sua versão para iPhone, em que você faz a compra diretamente no iTunes App Store. São 20 cidades contempladas nessa versão: Londres, NY, Melbourne, Dublin, Barcelona, Roma, Toquio, Paris, Praga, Amsterdam, São Francisco, Bangkok, Madri, Miami, Seoul, Dubai, Berlim, Cidade do Cabo, Cingapura e Cidade do México, mas prometem lançamento de novas cidades em breve.

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Eu troco na boa o meu livrinho a tiracolo por um aplicativo no meu celular quando se trata de viagem.

Seja parte do game

quinta-feira, julho 30th, 2009

Nos últimos dias tem surgido várias campanhas utilizando integração fantástica com o Facebook. E são integrações que chegam numa personalização que exploram seu perfil num nível muito mais detalhado, do que apenas pescar uma foto ou seu nome.

Nessa semana a mais comentada foi a Summer MoMa, que de acordo com suas informações dadas no Facebook, ele traça a programação sob medida para sua visita ao museu.

No início da semana, enquanto eu pesquisava algumas outras integrações, teve uma que chamou minha atenção em particular e não é recente, foi feita para um lançamento de um game em junho.

O jogo é o “The Prototype experience” para XBox, PS3 e PC. É bem divertido ver suas informações no meio do trailer num formato bem mais dinâmico. Se você é atrasado como eu e não viu, corra e divirta-se!!!

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Se o twitter fosse 100 pessoas

quinta-feira, julho 30th, 2009

Genial!!!

by David McCandless

by David McCandless

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1.8: Show do Thieves Like Us no Clube Glória

quarta-feira, julho 29th, 2009

O Thieves Like Us foi outra banda que estamos conversando desde fevereiro para que eles venham tocar aqui, mas só agora é que rolou e, além de tocarem em São Paulo, tocam também no Beco em Porto Alegre na sexta-feira.

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Para quem não conhece a banda, o Thieves Like Us transita entre o indie e a música eletrônica. Eles se auto-definem uma “banda de rock com instrumentos eletrônicos” e estouraram com o hit “Drugs in my body”, que foi lançado pela Kitsuné e ganhou remixes de Designer Drugs, Just a band, Teenagers, The Tewelves, 80Kidz, The Bang Gang Deejays, Database entre outros. De acordo com eles também, o nome não foi tirado do nome da música do New Order e sim do filme do Robert Altman de 1974, que são duas referências ótimas de qualquer forma.

O Thieves Like Us foi formado em 2002 pelos suecos Bjorn Berglund e Pontus Bergue e o vocalista norte-americano Andy Grier. Eles farão LIVE (não é dj set) no dia 1º de agosto na festa Crash of Colors, no Clube Glória. Se quiser saber mais, dá uma lida na entrevista que eles deram para o FiberOnline.

A Crash of Colors é uma festa idealizada por mim e pelo artista plástico Rick Castro, que é responsável pela concepção visual do projeto. O line-up se completa com Fabilipo, eu, Roots Rock Revolution (num set beeem mais longo que o normal feito na Crew) e o Kbça. A entrada custará R$ 45,00, mas com nossa super lista amiga, o valor cai (muuuitooo) para R$ 25,00. Email para crashofcolors@gmail.com até às 18h de sábado.

Clube Glória – Rua 13 de Maio, 830 – Bela Vista
1/8 – sábado – a partir das 23h30
DJs: Lalai, Fabilipo, Roots Rock Revolution, Kbça
Show: Thieves Like Us
R$ 45,00 porta e/ou R$ 25,00 com flyer ou lista

Mulheres Barbadas na MICASA

quarta-feira, julho 29th, 2009

Um pouco atrasada: O Mulheres Barbadas, em parceria com a Micasa e o estúdio 2087, estão desde segunda-feira preenchendo todos os espaços brancos de uma sala com suas ilustrações fodas. Além das paredes, eles irão ainda customizar geladeiras, cadeiras, mesas e até um carro. Tudo está sendo transmitido ao vivo no site dos caras: http://www.mulheresbarbadas.com, das 11 até as 20 horas, até a próxima sexta-feira, dia primeiro. Você ainda pode fazer sugestões via twitter, só colocar a hashtag #mulheresbarbadas. Dá uma olhada no videozinho do primeiro dia para ver que foda está ficando.

Live at MiCasa | Day 01 from tenisvermelho on Vimeo.