Archive for setembro, 2010

Rio, feriado, amigos e os achados gastronomicos

terça-feira, setembro 7th, 2010

Nada me agrada mais que uns dias livres para uma fuga planejada. O Rio foi um lugar que cogitamos há uns 2 meses pelo menos, mas a sensação que eu tinha é que na hora H a gente acabaria mofando em São Paulo.

Dessa vez meu lado “polvo Paul” (afinal Mãe Dinah virou coisa do século passado) errou, felizmente!! O azar foi que o sol estava em dias nebulosos e mal deu as caras.

Confesso que isso não atrapalhou muito nossos planos. Aproveitamos para comer bastante, colocar a leitura em dia, assistir TV e ficar jogados no sofá, o que eu acho puro luxo.

Como acabei tendo boas experiências gastrônomicas, eu resolvi compartilha-las por aqui.

No domingo ainda conseguimos aproveitar o dia, mesmo estando ele de cara feia, pedalando por toda a orla de Copacabana depois de um brunch mega caprichado no Cafeína, do Leblon. Acabamos a tarde experimentando vários drinks no Astor, na Av. Vieira Souto, 110. Nossa nota 10 foi para o caldinho de feijão, caipiroska de lichia, bloody mary e a lula a dorê, que vem cortada bem fininha e seca.

À noite demos uma espiada no quarto de um amigo fino que se hospedou no Fasano, demos a pinta na varanda para apreciar a fantástica vista e depois ainda paramos para tirar foto na poltrona assinada pelo Gaetano Pesce.

foto by @rseefo

foto by @rseefo

Depois de um grande dilema de onde jantar, acabamos decidindo pelo Felice Café, mas a espera sem qualquer previsão de tempo fez com que encarássemos uma ida até a Gávea para conhecer o Guimas. Diga-se de passagem: a escolha foi ótima e só saímos de lá porque já eram 2 horas da matina e estávamos sendo expulsos pelos garçons. A delícia já começou no chopp bem tirado e no couvert caprichado com pães quentinhos, patês, manteiga e azeitonas. Como a boa do lugar é o pastel, fomos numa porção de queijo e outra de camarão. Meu prato foi um frango recheado com brie envolto num molho de lamber os beiços.

foto roubada do http://restaurantesdorio.com.br/restaurante-guimas-gavea/

foto roubada do http://restaurantesdorio.com.br/restaurante-guimas-gavea/

O lugar é bacana, o atendimento primoroso (o que no Rio é uma dádiva) e o clima de bistrô no meio da agitação do Baixo Gávea, traz um ar nostálgico ao lugar. Reserve um tempinho para conhece-lo caso dê uma passada sem pressa pelo Rio.

Na segundona o tempo não colaborou e todo mundo se rendeu ao seu próprio mundo particular. Só por volta das 16h30 é que tiramos as bundas do sofá e resolvemos encarar uma verdadeira empreitada: almoçar no famoso Bira, que fica na distante Barra de Guaratiba, que tem uma natureza ao seu redor de tirar o fôlego. Quem nunca se perguntou que lugar era aquela extensa linha fina de areia branca no meio do nada quando estava chegando no Rio de avião? Pois bem, trata-se da Restinga da Marambaia, que possui 43km de extensão.

restingamarambaia

O Google Maps nos pregou uma peça, que eu até acho que valeu a pena. Ele nos levou ao caminho errado, já que para chegar ao Bira, a estrada era pelo outro lado. Acabamos percorrendo uma estrada estreita até chegar na Prainha, que como eu li é a fronteira final da Cidade Maravilhosa. Infelizmente acabamos indo para lá tarde demais e pouco pudemos apreciar a beleza local. Com certeza é uma região que vale o retorno e uma visita mais demorada.

Fizemos o caminho de volta, tomamos o caminho correto, encaramos um congestionamento, passamos pelo famoso Sítio Roberto Burle Marx e finalmente chegamos ao restaurante. O relógio marcava 18h05 e o restaurante havia fechado há exatamente 5 minutos. A noite já caía, a fome tomava conta de todos, o que causou um mal humor generalizado, depois da odisséia que foi chegar lá. Acabamos dando meia-volta e retornando.

O Bira é conhecido não apenas pela sua cozinha dedicada aos frutos do mar, mas pela bela vista que oferece, tanto que foi mais por ela que decidimos ir até lá. Pela pesquisa rápida que fiz, a boa pedida do local é o filé de robalo com arroz de camarão, mas não foi dessa vez que eu pude conferi-lo.

Hoje finalmente o sol apareceu timidamente. Os mais animados que tinham virado a noite no 00, pularam cedo da cama e lá fomos nós tentar pelo menos ganhar uma marquinha que nos garantisse uma lembrança de um feriado carioca. Não conquistamos, mas a terça-feira rendeu.

eu posando de phyna em ipanema by @rseefo

eu posando de phyna em ipanema by @rseefo

No meio da tarde quando a fome bateu, eu pedi dicas de algum lugar bacana para almoçar em Santa Teresa, pois da turma que estávamos, apenas eu já tinha percorrido o charmoso bairro. Foi quase unanimidade: deu Aprazível na cabeça. Seguimos para lá e depois de discutir com o host que não existe fuso horário de 5 ou 8 minutos (ele jurou que há uma diferença de hora entre Brasília e Rio de Janeiro, que aqui são 5 minutos de diferença a menos… hehehehe). Acabamos acomodados numa mesa para 8 pessoas, numa extensa varanda, que nos rendeu finalmente uma bela vista.

vista da nossa mesa by @rseefo

vista da nossa mesa by @rseefo

Gostamos bastante da escolha. Os pratos são bem servidos e, apesar de ir contra todos na mesa, acabei saboreando um suculento medalhão. Dessa vez o drink campeão foi o “Piscinão”. O creme brule também entrou para a lista dos melhores que já comi.

Foram 4 dias engordativos, com pouco sol, mas que nos deixou rendidos ao Rio de Janeiro como sempre. Agora é aquela vontadezinha louca de ter um novo feriado para aterrissar por lá novamente.

Quanto mais tweets, menor o preço

terça-feira, setembro 7th, 2010

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É até redundância falar “a Uniqlo novamente inovou”, porque ela inova o tempo inteiro. A boa da vez é uma ação em que a marca disponibilizou 10 produtos que vão tendo seus preços em queda conforme as pessoas vão tuitando. No dia 09 de setembro todas as peças serão vendidas pelo preço especial que elas alcançarem.

Corre lá no Lucky Counter e dê sua contribuição também.

O impacto da Lei Cidade Limpa na propaganda

terça-feira, setembro 7th, 2010

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Recentemente fui convidada a conversar com o Financial Times, sobre o impacto que a Lei Cidade Limpa teve em São Paulo, especialmente na propaganda.

O artigo saiu no jornal impresso de hoje, mas é possível ler o artigo na íntegra aqui. Entrevistaram também o Nizan Guanaes, o próprio Kassab, Marcio Oliveira (VP de Operações da Lew Lara), Marcio Santoro (co-Presidente da África), entre outros.

Como conversamos durante a entrevista, tivemos que buscar outros meios para preencher essa lacuna deixada pela retirada dos nossos outdoors. Os investimentos foram destinados a outras estratégias e acredito que isso tenha contribuído para o aumento de guerrilhas e projetos em Social Media. Não foi crucial, afinal o mundo todo está há um bom tempo de olho nas mídias sociais, mas com certeza teve sua contribuição para as empresas que estão localizadas em São Paulo.

(me chamaram de “ele”, mas tudo bem, corrigi no texto abaixo)

Meu trechinho:

Lalai Luna, co-founder of Remix, a new agency specialising in digital and social media strategies, often focusing on music culture, says this opened up opportunities and cash flow for young creatives with experimental models to develop their craft.

“Companies had to find their own ways to promote products and brands on the streets,” she says. “São Paulo started having a lot more guerilla marketing [unconventional strategies, such as public stunts and viral campaigns] and it gave a lot of power to online and social media campaigns as a new way to interact with people.”

Pré-lançamento Royksopp: parceria entre Hype Machine & Soundcloud

segunda-feira, setembro 6th, 2010

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O namoro entre o Soundcloud e Hype Machine, minhas atuais plataformas de música favoritas, já rola há longa data. Ouvi recentemente uma afirmação de que o Soundcloud teria chegado com tudo e ameaçava o Hype Machine, o que veio de alguém que mal se informou do que estava falando. Ao contrário, uma complementa a outra e juntas unem forças para disponibilizar um serviço exclusivo e bem seleto aos usuários.

Hoje pela manhã fizeram o pré-lançamento do novo álbum do Royksopp, Senior, que será lançado oficialmente dia 16 de setembro. É possível ouvi-lo na íntegra e fazer uma pré-compra do álbum em vários formatos: cd, vinil, mp3, além de combinações como vinil + mp3 ou cd + mp3.

De acordo com Anthony, fundador do Hype Machine, eles já estão trabalhando em futuros lançamentos no mesmo formato, porém com uma seleção bem criteriosa. Vamos aguardar!!

Aproveitem e ouçam Senior e compartilhem

Mais é nada

segunda-feira, setembro 6th, 2010

Lembro-me  da minha adolescência em que eu tinha paz ao ler calmamente os meus livros, as minhas revistas, ver os meus filmes, ouvir meus discos. Tudo chegava aos poucos, o dinheiro era ainda mais curto, então a lentidão aumentava, o que contribuía para não dar vazão à minha ansiedade.

Era uma coisa de cada vez. Tudo fluía ordenadamente, até o surgimento da web como a conhecemos, que se por um lado contribuiu em muita coisa na minha vida, por outro arruinou completamente a minha paz.

Nada é mais “uma coisa de cada vez”. Agora é “tudo ao mesmo tempo”. Claro que isso incomoda a minha paz, arruina o meu estômago e colabora imensamente para a minha ansiedade.

A vida deixou de ser tão simples. Quando eu encerrava meu dia já esgotada e completamente vesga pelo excesso de informações, surgiram os feeds. Lá fui eu feliz da vida juntar os poucos links que na época me interessavam. Diariamente eu conseguia facilmente dar conta de todas as novidades, mas elas foram aumentando. Cada dia surgia um novo link para agregar aos meus favoritos. De repente meus favoritos faziam parte de uma lista tão extensa, que nem um dia dedicada a ela eu teria a capacidade de dar conta.

Criei então a listinha do que eu considerava os melhores feeds, que, por sua vez, foi aumentando também. A impressão que eu tenho atualmente é que não dou conta de mais nada, que estou ficando pra trás, que as novidades rolam e quando chegam até mim, elas já são coisas do passado.

O que era minha terapia diária, virou meu pesadelo constante. Abrir meus feeds me causa uma dorzinha terrível de que não dou conta do excesso de informação. Não consigo ler meus livros, mal consigo terminar de folhear minhas revistas e a informação vai se acumulando. Fico cansada e frustrada.

Imagino-me discutindo com uma terapeuta qualquer que o meu drama é, simplesmente, não conseguir ler meus feeds. Hoje ao pular de alegria com novidades, e querer compartilha-las, eu recebo olhares enfadonhos (de que eu estou bem atrasada e todo mundo já está sabendo aquilo há dias!!!!), fez eu clamar de volta a minha vida em que o “menos é mais”, porque no momento meu sofrimento é apenas com o excesso, do “mais que não é nada”.

Concordo com o título desse estudo “o excesso de informação, a neurose do século XXI”. Eu super sofro desse mal!!!

Radiohead em Praga

segunda-feira, setembro 6th, 2010

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Em agosto de 2009, o Radiohead fez um show em Praga no Výstavišt? Holešovice Hall. Um grupo de fãs se reuniu para captar imagens do show com os mais diferentes ângulos possíveis. O trabalho coletivo resultou num material magnífico, bem feito, bem editado, que poderia render um documentário exclusivo da passagem da banda por Praga, produzido em um formato bem diferenciado. As músicas foram cedidas pelo próprio Radiohead.

É possível baixar o show completo em vários formatos ou assisti-los na íntegra no Youtube.

Assistam a versão de There There:

via

The love is in the air

segunda-feira, setembro 6th, 2010

ola&eu

Na última sexta-feira (03/09) eu e o Ola resolvemos inovar.

Acordei passando mal e decidi que trabalharia em casa e depois iria ao Poupa Tempo fazer meu RG.

Enrolei-me de tal maneira, que melhorei sem perceber. Fomos almoçar num japa, tomar café, resolver coisas no banco, que consumiu meia hora nossa sem qualquer culpa. Quando saímos de lá, resolvemos resolver uma pendenga nossa: declarar nossa união estável para que o nosso país permita que o Ola more em paz comigo.

Essas idas e vindas à Polícia Federal já deu no saco. Ensaiamos fazer essa declaração várias vezes, mas acho que sempre rolou um medinho dessa decisão interferir psicologicamente na nossa relação. Bobagens. Uma declaração de união estável não é exatamente um casamento, mas você vai lá no cartório e assume assinando um papel que sua relação é séria.

Nãoo que a nossa não fosse, afinal moramos juntos há quase 2 anos entre idas e vindas do Ola para o Brasil.

Como para nós era mais resolver uma questão burocrática, não avisamos ninguém. Quando nos demos conta, estávamos diante de uma senhora à moda antiga no cartório nos declarando marido e mulher. Rimos, nos beijamos e quase fomos aplaudidos por uma pequena platéia.

No meu twitter, como eu falo pelos cotovelos, eu já tinha anunciado que estava no cartório casando com o Ola sem qualquer requinte e amigos à nossa volta.

Só nos demos conta do que tínhamos feito quando meu twitter começou a bombar com parabéns pelo casório. Foi aí que ambos transbordamos de emoção e decidimos assumir que, de alguma forma, estamos casados.

Foi uma comoção coletiva. De repente foi como se eu tivesse casado escondida e queria fazer surpresa. A verdade é que nada foi planejado. Falei com meu melhor amigo 15 minutos antes e sequer comentei, logo eu que não consigo esconder um segredo.

No final ganhamos até presente dos amigos, que com certeza tiveram que correr atras de algo só para não deixar passar batido.

Agora estamos nos sentindo casados, mas sequer conseguimos ter uma lua de mel. Acordamos no dia seguinte às pressas, depois de uma rápida brindada no Vegas com poucos amigos, nos olhamos, rimos e nos perguntamos “tá sentindo alguma coisa diferente?”.

Quem nos casou foram os amigos, os conhecidos e até alguns desconhecidos que me seguem no Twitter. Acabamos nos divertindo um bocado com a reação dos amigos proximos que ficaram chocados e, de alguma forma, se sentiram traídos por nao termos contado nada e muito menos convidado para nossa “cerimonia”, que teve uma escrivã como testemunha.

Claro que isso nos animou a querer uma festa, que para nós vai ser para celebrar nossa relação que fará 2 anos no proximo dia 14 e, de forma bem cafona eu digo: relação que so tem trazido alegria.

Agendem aí: dia 23 de outubro e ja vai pensando no modelito, porque queremos ver todos num traje de gala celebrando toda essa história com a gente.

Chromeo chacoalha a festa do New Fiesta

sexta-feira, setembro 3rd, 2010

chromeoooooo

As expectativas estavam altas, afinal vi show do Chromeo 2 vezes, no Lollapalooza 2008 e na edição desse ano, ou seja, há 3 semanas atrás.

Eu gosto bastante de Chromeo. Não lembro exatamente quando foi a primeira vez que os ouvi, mas lembro de ter passado 2007 ouvindo o álbum “Fancy Footwork” no repeat e de ter tocado muito o remix de Needy Girl, feito pelo Lifelike, nos meus sets.

Chromeo brilhou bastante nos meus playlists e nos meus ouvidos.

Quando convidaram a Remix para trabalhar na ação de lançamento do New Fiesta, no Brasil, e cogitaram a vinda dele para a festa, eu quase caí para trás. Busquei todas as defesas possíveis para ajudar a provar que Chromeo é bacana, faz música boa e muita gente, mas muita gente, gosta (e ainda tem gente por aí que disse que ouvimos Chromeo ontem pela primeira vez, vai vendo!).

Ontem pela manhã tivemos um encontro com o duo para um bate-papo. Fomos eu, Ana Laura, Christel Escosa (representando o rraurl), o Alex Correa (Move that Jukebox), o Matias (Trabalho Sujo) e o Ola, que gravou toda a entrevista (ou seja, logo mais teremos vídeo com a entrevista na íntegra).

O bate-papo girou em torno de como ganhar dinheiro com música, distribuição, novo álbum (que contaram que vazou hoje), mídia, shows e um pouco sobre como tudo começou. Dave e P-Thugg são amigos de infância, enquanto o primeiro era o nerd da turma e árabe, o segundo era o palhaço e judeu, combinação que se fez acertada.

Sobre o novo álbum, Business Casual, a dupla respondeu que talvez não passaria dessa semana quando comentamos que ele ainda não tinha vazado. No dia seguinte surgiram tweets com link para o álbum, mas que já não está mais no ar (eu já estou ouvindo por aqui!). Outra discussão foi sobre acordos com marcas para poder faturar com música (e viver dela). O Dave falou sobre os comentários negativos acerca desse tipo de acordo, mas que com esse atual formato de distribuição de música cada vez mais independente, é necessário encontrar formas criativas de poder viver de música.

Afirmou também que atualmente para eles o billboard da música é o Hype Machine; enquanto eles figuram o 1º lugar na plataforma, na Rolling Stone, aparece Eminem, mas quem aqui conhece alguém que tenha comprado o álbum dele? Também são a favor da distribuição gratuita da música, inclusive quando o novo álbum sair, vão achar ótimo se alguém quiser comprar, mas também não vão se importar se as pessoas baixarem via torrent (obrigada, porque eu já baixei o meu).

Finalizaram a entrevista deixando no ar que podemos esperar uma turne caprichada pela América do Sul. E dessa vez as Chromettes vem a tiracolo. Para saber mais sobre o bate-papo, leiam a entrevista na íntegra no rraurl. Logo mais soltaremos o vídeo com a entrevista completa também (só falta editar).

Depois de contar os dias, a festa chegou finalmente na quarta-feira. Confesso que eu estava uma pilhaaaa de nervos. Uma porque é um projeto que eu me joguei de cabeça; porque sofri muita pressão dos amigos e conhecidos em busca de convites com direito a ameaças e muita chantagem emocional; porque sonhei com a festa por 10 dias seguidos; porque gaguejei e corei quando encontrei o Chromeo ao vivo de tanta emoção (me senti uma adolescente!!!!).

deboraaaaa

A festa foi impecável. A produção ficou nas mãos da Aktuell e aconteceu no Espaço do Bosque, no Piqueri, um lugar incrível, arborizado, amplo. Na entrada haviam 2 New Fiestas (eu babei no modelo vermelho!!!!), em que a maioria dos convidados não resistiu e foi lá fuçar, curtir e tirar fotos com eles.

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Para quem não sabe, a JWT, a grande responsável por toda a campanha do New Fiesta, preparou um sequestro de fãs do Chromeo, que não tinham conseguido convites e seguiram para outro canto. Acabaram sendo convidados para dar uma volta no novo carro e foram levados para a festa sem saberem. Lá, quando estacionaram, o Chromeo entrou no carro para dar as boas-vindas. Nada mal, hein?

New Fiesta Stories com Chromeo 05991

A noite começou ao som do Glocal, que fez um bom warm-up enquanto a galera ia chegando. O que eu achei bem bacana, foi que a dupla (Dave & P-Thugg) ficou circulando durante a noite toda entre os convidados, tirando fotos com fãs, batendo papo. Nada de estrelismos, que independe do tamanho da atração (já conheci artista que tem menos nome e só consegue olhar pra cima!!!). Por volta da 0h30, já com 90% dos convidados no local, o Chromeo deu início a um show que, com certeza, atendeu a qualquer expectativa.

chromeooooooo2

Confira o playlist que rolou no show:

Intro
Outta Sight
Tenderoni (que, obviamente, fez a pista tremer com todo mundo cantando)
Call me up
Opening Up
Needy Girl
Bonafied Lovin
Hot Mess
Don’t turn the lights on
You’re so gangsta (lembrei dos meus queridos djs crew)
Night by Night
Fancy Footwork
Momma’s Boy
100%
My Girl is Calling Me (a liar)

O show foi animado, com algumas faixas novas como se vê acima, e que só provou que o Chromeo continua evoluindo nas produções e fazendo todo mundo dançar. Se tinha alguém que não os conhecia na festa, com certeza se rendeu completamente.

New Fiesta Stories com Chromeo 06033

A noite fechou com Killer on the Dancefloor e Database nas pickups (ou Data on the Dancefloor… hehehehe), que animou o povo até às 4h.

Agora é torcer para que eles retornem ao Brasil para o mega show esperado. Para quem ainda não conferiu ao vivo, vale a pena a espera.

Mais sobre o New Fiesta aqui no Facebook.

Arcade Fire + Google Chrome

quarta-feira, setembro 1st, 2010

Screen shot 2010-09-01 at 10.57.34 AM

The Arcade Fire + Google + Html5 + Chrome + um monte de gente fodona = isso aqui.

Imortalize-se em um bolachão

quarta-feira, setembro 1st, 2010

Screen shot 2010-09-01 at 10.18.16 AM

Então, a idéia é a seguinte: quer ser cremado mas não tem grana pra mandar suas cinzas pra lua? Ou se sentiria mal sabendo que seus restos mortais seriam jogados na terra? Seus problemas acabaram! A empresa britânica And Vinyly oferece um serviço, no mínimo, inovador e freak. Você paga 3 mil dólares e transforma suas cinzas em um VINIL! Ou caso não se sinta inspirado, você pode pagar um pouco mais e uma banda inglesa (que cool!) pode escrever uma música só pra você!

São 30 bolachas com 24 minutos de gravação. E aí, qual seria sua trilha sonora post-mortem?