Archive for outubro, 2010

Red Bull Thre3style – final Brasil

sábado, outubro 23rd, 2010

3style2 Hoje rola no Rio de Janeiro, na Varanda do Vivo Rio, a grande final nacional do Red Bull Thre3style. Já falei dela aqui no blog, trata-se de uma batalha de DJs que tem que mostrar em 15 minutos o quanto manda bem. Detalhe: tem que tocar com vinil.

São avaliados repertório, técnica e resposta do público. E o time que foi pra final é de primeira, ou seja, a batalha vai pegar fogo hoje.

Quem representa São Paulo são Dubstrong, Bruno Belluomini, DJ C.Nuñez, além dos cariocas Phabyo, Saddam e Nino, e os DJs Jeff Bass (Curitiba) e DJ Nedu Lopes (Belo Horizonte). O ganhador da noite de hoje vai enfrentar uma grande final internacional, que rola em Paris.

Quem será que vai daqui, hein? Eu tenho meus favoritos, mas não vou contar! hehehehe Super queria ir pra essa final, mas acabou caindo bem no dia da #crew3anos.

Fico feliz que dos finalistas, 2 foram indicações minha (Carlos & Bruno). Quem estiver no Rio, não deixe de ir, porque a noite promete.

Tem todas as infos aqui.

CREW 3 anos

sexta-feira, outubro 22nd, 2010

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Mal posso acreditar que estamos fazendo 3 anos, indo totalmente contra muita previsão feito por quem torcia contra a festa. Como eu joguei no Twitter da @festacrew ontem, “nós éramos new ravers e cafonas, agora somos só cafonas”, mas evoluímos musicalmente. Claro que temos nossos momentos farofas, porque sem eles a festa pode se tornar cabeçuda demais. Todos gostamos também de pop, mas cada um tem ao longo desse tempo caminhado para estilos diferentes, mas que conversam entre si. Ou seja, continuamos misturando tudo, trazendo músicas saídas do forno ou bem requentadas, mas que todo mundo ama.

Eu já desisti da CREW umas 5 vezes pelo menos, porque ser responsável por 15 homens não é uma tarefa fácil. E eu sou brava. Sempre reclamo, encho o saco porque quero fazer coisas, que na maioria das vezes ninguém tem tempo pra fazer (inclusive eu), mas amo cada um deles. Eu me apeguei a CREW de uma forma bem fora do comum. É uma festa apenas, mas para mim é muito mais que isso. Tem a ver com amizade, com diversão, com colaboração entre várias outras coisas. Por isso eu sempre volto atrás na minha decisão e fico (tinha desistido da CREW na última terça-feira! hahahaha).

Já não fazemos mais planos de quanto tempo a CREW deve durar. No final das contas, queiram acreditar ou não, a CREW acabou virando uma festa despretensiosa. Vários dos nossos residentes despontaram e estão com uma agenda lotadíssima, outros não deram conta e partiram. A CREW virou a nossa celebração e reencontro, é uma festa que eu cheguei à conclusão que fazemos para nós. Somos super fãs dos nossos fãs e sentimos falta quando um deles não aparece em uma edição. É na CREW que conseguimos reunir todos: os que fazem parte da nossa história, seja perto ou distante, mas saibam, temos total consciência de quem são essas pessoas e somos gratos a cada uma delas. São elas as responsáveis para que a festa dê tão certo, por isso a festa é para nós: residentes & frequentadores.

Estou bem feliz que completamos 3 anos e no ritmo bacana que a festa continua rolando. Fazer festa não é fácil, festas vêm e vão. Eu já comecei e terminei várias. Gosto dos meus projetos, mas tento não me apegar a eles. Se deixa de rolar, melhor parar e investir a energia no que está dando certo. Não sei se vamos ter a festa de 4 anos, mas sim, nós torcemos para isso, mas melhor deixar assim, fluindo, procurando por atrações bacanas e pirando um pouco em coisas que queremos muito fazer, mas ainda não rolou.

Debatemos muito sobre como seria a nossa festa de 3 anos. Cogitamos alguns djs internacionais, mas os que queríamos não tinham agenda. Aí caiu a ficha que temos um “crew” incrível e tivemos pessoas ainda mais incríveis que passaram pelo projeto, mas seguiram por outros caminhos. Acho que nossos djs não devem pra ninguém. Admiro o trabalho de muitos ali. Trazer gringo só para ter um gringo no line-up não vale a pena. O que vale é trazer quem faz diferença, quem acrescenta e quem faz todo mundo ficar de queixo caído. Esses são mais difíceis de achar.

Hoje tenho a certeza que tomamos a decisão certa em convidar o Mixhell, Zegon, Gil Barbara e o Gorky. Tenho também a certeza que amanhã vai ser uma noite incrível. Como todos já sabem, decidimos presentear nosso público com uma edição extended, com direito a café da manhã. E vai ser no capricho: frutas diversas, misto frio em mini-pão francês, croissant, manteiga, sucos, etc. Quem chegar após às 5h, paga R$ 15,00 de entrada e não haverá lista. É só chegar, pagar e entrar. :-)

Quem chegar mais cedo paga R$ 25,00 com nome na lista e já pode ter certeza que valerá cada centavinho. O café é na faixa para todos os animados que sobreviverem até ele, que começa a rolar às 7h da matina. Confiram o line-up completo, mandem os nomes para festacrew@gmail.com e colem lá. Vamos celebrar com a gente!!!

0 – 1h – Schutz
1h – 1h30 – Fabrizio
1h30 – 2h – Killer on the Dancefloor
2h – 2h30 – Lalai & I’m the Machine
2h30 – 3h10 – Gorky
3h10 – 3h50 – Gil Barbara
3h50 – 4h30 – Zegon
4h30 – 5h10 – Mixhell
5h10 – 5h50 – Roots Rock Revolution
5h50 – 6h30 – Fabilipo
6h30 – 7h10 – Tchiello K
7h10 – 7h50 – Chernobyl
7h50 – 8h30 -Kbça
8h30 em diante: jam session com os sobreviventes

MC Xis
VJ Robson Victor – que traz o melhor dos 3 anos da CREW para a nossa tela

Dia 12 de novembro, teremos a parte 2 das comemorações, que se encerram na noite de natal. Já vai separando energia, porque comemorações não vão faltar e muita surpresa ainda vai rolar.

Obrigada a todos que tem contribuído ao sucesso da CREW: Thais (Glória); André Hidalgo; Dave; Kbça; todo o staff do Glória; os residentes que amo; Mixhell; Gil Barbara; Gorky; Zegon; Sany Pitbull; Larry Tee; Daniel Peixoto; Felipe Tofani, que faz nossos flyers; Vitor Pavão, que registra tudo com suas lentes abusadas; I Hate Flash, que vai lá e fotografa porque gostam da festa;  ao trio Bruna Cabanne, Bronko e Guimel, que nos presentearam com um documentário da festa, que sai no ano que vem; aos animadíssimos Ju Zandavali, Renata Ritcher, Danielle Cruz, Ferdi Gi, Renato Martins, Thiago Sabota, Zero (Discokillah); Rúbia; Gaía Passarelli; Marcão (Blend); Fernando Moreno (Entourage); Edu K; aos meus amigos que sempre me acompanham a cada edição; às namoradas dos residentes, que sempre estão lá apoiando os moçoilos e todo mundo que do seu jeito ajudou a CREW a se manter do jeito que se manteve.

Aqui tem um post super no capricho feito pelo rraurl. Confira um pouco a visão de cada um sobre esses 3 anos.

E para fechar, aproveito para lembra-los, que a CREW toca na xxxperience abrindo para o Calvin Harris. :-)

Peter Horbury e o design escandinavo

quinta-feira, outubro 21st, 2010
minha cara feia era de tão nervosa que eu tava

minha cara feia era de tão nervosa que eu tava

Na minha última viagem à Europa, em decorrência do lançamento do V60, eu fui uma grande sortuda de conseguir 30 minutos de bate-papo com o guru do designer de carro, o Peter Horbury.

Peter tem uma jornada bem longa no assunto. Ele é inglês com todas as formações possíveis em design automobilístico. Na nossa conversa ele disse que aos 7 anos sacou que era isso que ele queria fazer: desenhar carros.

Um parenteses: eu morro de inveja de quem sabe cedo o que quer e depois tem a certeza de que fez a escolha certa.

Ele começou a carreira dele na Chrysler. Em 1977 ele já era designer senior na Ford, tendo se envolvido em projetos de peso no desenvolvimento da segunda geração do Granada, Cortina e Sierra só para citar alguns. Logo depois foi trabalhar na Holanda para ajudar no desenvolvimento do design interior dos Volvos 480, 440 e 460.

Depois disso muita história rolou até ele ir no início dos anos 90 para a Volvo, onde se tornou responsável pela área de Design, liderando o desenvolvimento do S40, V40, V70, S80, S60 e o XC70, entre outros. Aí foi pra Ford e depois retornou pra Volvo, onde está no momento.

Eu fiquei vidrada nele desenhando para me explicar o porquê o Volvo era tão quadradão, comparando-o com o design sueco da época. Foi uma aula incrível de design. Também foi interessante entender como um inglês se adaptou tão bem ao mercado escandinavo, suas referências e a própria adaptação, que tem a ver não só com o design, mas com a cultura local.

O C30 tem aquela traseira linda de morrer com muito vidro, porque a Suécia é um país que vive no escuro metade do ano. Quanto maiores as janelas dos carros, mais luz interna e por aí vai. Tudo tem uma explicação como todos sabem.

Até chorei no final para ele dar uma palhinha e contar como seria um carro desenvolvido especialmente para o Brasil, mas acho que ele me achou abusada… :-) Falou um pouco do conceito que utilizaria, mas obviamente não riscou um pedacinho sequer no papel. Também perguntei o que ele sabia sobre designers brasileiros, mas ele não soube citar nenhum, nem mesmo o clichê irmãos Campana, que é sempre quem todo mundo cita.

Peter é daqueles caras apaixonantes quando falam. Ninguém pisca, ninguém se mexe. Você quer captar cada palavra, quer aprender, quer saber as histórias dele, quer saber o que ele acha disso e daquilo, quer mais tempo para conversar.

Em decorrência ao Salão de Automóveis, Peter Horbury aterrissa em São Paulo nessa segunda-feira para uma aula (magna) sobre design escandinavo. Eu estou ansiosa, porque eu virei super fã do Peter e tenho certeza que qualquer designer que bater um papo com ele, vai sair impressionado como eu.

E tenho um convite de primeira especial para apaixonados por designer: quem quer ir comigo no café da manhã para assistir a palestra do Peter Horbury, que acontece na segunda-feira, às 10h da manhã, na Scandinavian Design?? O tema, como falei acima, vai ser design escandinavo. Para não perder o costume, quem me convencer aí nos comentários que deve ir, eu levo a tiracolo. Amanhã no final do dia eu digo quem levou.

Assistam aí dois trechos do meu bate-papo com ele:


Interview with Peter Horbury from Ola Persson on Vimeo.


Peter Horbury entrevista pt2-alt from Ola Persson on Vimeo.

Também tenho 3 pares de convites para o Salão de Automóveis, concedido pela Volvo Brasil. Quem estiver afim de ir, fala aí nos comentários. :-)

*Filmagem & edição por Ola Persson

Caribou in da house

quinta-feira, outubro 21st, 2010

caribou

Ontem eu estava lendo a última edição da revista Void, em que um dos colunistas contou sobre o Field Day, um festival que rola em Londres. Ele faz uma lista com os destaques (bons e ruins), que inclui o Caribou nas 4 atrações que ele mais curtiu. Então como ele mesmo disse no final do post “Tocam no Brasil em outubro, entãoseligamano.”

Se liga mesmo, porque com essa agenda de shows disputadíssima e que tem levado cada um de nós a falência, adiantamento de 13º ou mesmo empréstimo bancário, tá fácil perder o que vale a pena. Caribou vale a pena e muito.

Quem também coloca Caribou na lista de show imperdível é o rraurl, que conferiu ao vivo no Sonar e voltaram maravilhados com a apresentação deles. Não só eles, mas o show foi um dos mais elogiados do festival.

Caribou é a banda de um homem só, o Dan Snaith, multi-instrumentista, que compõe todas suas faixas sozinho e conta com uma banda para apresentações ao vivo. Para quem gosta de experimentalismo musical com pitadas psicodélicas, não deixe de ouvir Swin, o último álbum lançado em abril desse ano. O álbum é um deleite sonoro, daqueles que se encaixam em qualquer momento. Seja numa estrada, seja jogado no sofá folheando uma revista, seja no fone de ouvidos circulando em plena Av. Paulista. O álbum tem 9 faixas de pop eletrônico recheado de uma percussão bem marcante.

Quem completa o line-up é o Gold Panda, que também vem ao Brasil pela primeira vez e o Renato Cohen. Ainda rola um dj set depois com o Dan Snaith (aka Caribou). Ou seja, dose dupla!

Anota aí e não perca por nada desse mundo: dia 27 de outubro, na primeira edição do Fourfest, na Clash. Assista o clipe abaixo para Odessa, a música mais deliciosa de Swin:


CARIBOU – Odessa from Caribou on Vimeo.

Para saber mais sobre o Fourfest: Twitter, Facebook, Soundcloud e o Site Oficial.

Serviço:
Fourfest @ Clash Club
27 de outubro de 23010 – a partir das 20h
R. Barra Funda, 969 – Santa Cecília
Info: (11) 3661-1500

Coachella em miniatura

segunda-feira, outubro 18th, 2010

Eu conhecia a técnica tilt-shift feita com fotos, que transforma imagens reais em miniaturas, mas acho que em vídeo foi a primeira, que

dica da @biagranja

the passenger

sexta-feira, outubro 15th, 2010

o australiano chris jones demorou 6 anos para fazer, sozinho, esta animação, e o resultado é fantástico.

Alice abre oficialmente as portas do seu brechó

quinta-feira, outubro 14th, 2010

Para quem ainda não tem programação diurna para o sabadão, convidamos para uma passada no brechó Cristiania, comandado pela Alice (HBO).

O brechó está instalado dentro do Super Cool Market, com um acervo incrível de roupas à venda (já separa os tostões). Vão rolar bebidinhas e o Pomada (Funhell e Balada Mixta), nas pickups para animar a tarde, a partir das 15h30.

Vamos esperar todo mundo por lá!! :-)

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Para saber o que a Alice anda aprontando por aí (e não é pouco), sigam a moça no Twitter, Facebook, Blip e não deixem de espiar o delicioso tumblr dela.

Phoenix: retuite e ganhe uma música

terça-feira, outubro 12th, 2010

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Ultimamente tuitar para ganhar algo tem se tornado uma prática bem comum, seja na área que for. Eu adoro, afinal tuitar não custa nada quando se trata de algo que você realmente gosta.

São livros, músicas, descontos, viagens, etc…

Agora é a vez do Phoenix. A iniciativa faz parte da promoção do show que rola no dia 20 de outubro, no Madison Square. A música é para fechar a trilogia de “Love like a sunset”, que em Wolfgang Amadeus Phoenix, já contava com as duas primeiras partes.

Para baixar gratuitamente a parte III, basta tuitar. A música se estende por pouco mais de 8 minutos num clima bem etéreo com bases eletrônicas influenciadas pelo techno. Ouça aqui e depois baixa .

Phoenix – “Love Like A Sunset Part III” by Some Kind of Awesome

Se você está atrás de coisas novas e gratuitas, dá um pulo nesse post da NME, que selecionou os 10 melhores downloads gratuitos da semana.

SWU: dia 3

terça-feira, outubro 12th, 2010
Foto: Divulgação / In Press

Foto: Divulgação / In Press

Ontem me rendi ao SWU, promovi carona no Twitter para não ir sozinha até Itu e às 17h40 eu conseguia finalmente estacionar meu carro e correr para tentar pegar o final do show do Yo La Tengo, que acabou não dando tempo.

Estava curiosa com o festival, que foi comentado com amor e ódio por um grande público no Twitter, blogs, etc. Queria ver de perto para poder dar minha opinião também.

Nunca escondi de ninguém que o papo de Sustentabilidade nunca me convenceu nesse festival. Eu louvo a iniciativa de criar um novo festival de música desse porte, em São Paulo, e não acho que um festival de música precisa de uma desculpa qualquer para acontecer.

O local, apesar de muito longe, foi perfeito para abrigar um festival como o SWU. Ao contrário dos primeiros dias, que tiveram grandes problemas com o som, ontem ele estava perfeito.

O problema foi convencer sobre ser um festival “sustentável” com erros tão básicos:

1) estacionamento a R$ 100,00? Gostei do incentivo de quem chegava com 4 pessoas no carro e o estacionamento saía pela metade, mas ainda não consegui entender o valor abusivo. Se era incentivo para as pessoas irem de transporte público, falharam em não organizarem melhor essa parte, que ficou a desejar e como todos sabem, houve caos no primeiro dia, pois não tinha ônibus do evento para a rodoviária de Itu.

2) cerveja a R$ 6,00, que era entregue em copo de plástico. Lata e copo de plástico num evento sustentável? Com a marca da cerveja patrocinando o evento, que custo de cerveja de balada era esse? Sei que as pessoas pagam esse valor numa balada, mas uma balada não dura 12 horas. Festivais sempre tem bebidas a um preço um pouco mais acessível. Fora a ficha que só era válida no dia em que era comprada. Como assim? Até os clubes mais antigos mantém seus créditos comprados numa festa para serem usados em outra.

3) água a R$ 4,00!!! Um festival sustentável deveria ter estandes só para distribuição de água filtrada, em que cada um chegaria com sua garrafa e a enchesse. Pronto, simples assim.

4) Não podia entrar com comida!!! Essa parte beira o absurdo, pois um festival que tem o preço que o SWU tem, que tem a duração que o SWU tem, em que muita gente junta tudo que tem para poder ir e chegar lá, ter que ser obrigado a consumir somente a comida que eles vendem? Qualquer festival no mundo você pode chegar com sua marmita que você vai entrar feliz com ela e ainda vai ter lugar adequado para degusta-la.

Iniciativas que gostei:

1) gostei bastante do formato que a Oi criou sua presença no festival: o trocadores e a celularia. O trocador era um lugar que você poderia trocar sua roupa com a de alguém. Claro que tinha que levar uma roupa limpinha e escolher outra para troca-la. Vi fila rolando o tempo inteiro. Já a celularia servia para os participantes recarregarem seus celulares. Ficaram 10 tipos de carregadores disponíveis e a energia utilizada era solar. Ok, eu trabalho com a Oi e me orgulhei dela sim. :-)

Foto by Oi Moda

Foto by Oi Moda

2) gostei também do UoD abrigar shows paralelos, que manteve o estande deles lotado o tempo inteiro, entre outras iniciativas que fizeram.

3) gostei do local, mesmo com toda a “lonjura”, para abrigar o festival.

Ontem a minha ida foi para ver duas bandas que gosto muito: o QOTSA, que iniciou o show com cerca de 1h de atraso, mas soube que foi o único dia que tiveram atrasos nos shows. E o Pixies, que já foi minha banda num repeat eterno por anos.

Foto: Divulgação / Aeroplane by In Press

Foto: Divulgação / Aeroplane by In Press

Antes, porém, pude dançar até o quadril doer com o BNegão e os Seletores, que rolou no Oi Novo Som, que emendou (Funk) Até o Caroço, Prioridades e Dorobo. Ninguém arredou o pé, ninguém parou de dançar, o palco estava lotado. No paralelo (palco Heineken) rolava o Aeroplane, que também fez uma apresentação primorosa e me fez ficar dividida entre os dois palcos. Fiquei indo e vindo para curtir os 2 shows, que foram impecáveis e um ótimo momento para encontrar os amigos, que também estavam entre um palco e outro.

Foto: Divulgação / Incubus by In Press

Foto: Divulgação / Incubus by In Press

Depois seguimos para ver Incubus, que eu conheço pouco, mas que me convenceu com um show em que todos à minha volta cantavam em coro, especialmente quando soltaram Drive, que animou mais que a conhecida Megalomaniac, que abriu o show.

Foto: Divulgação / QOTSA by In Press

Foto: Divulgação / QOTSA by In Press

O QOTSA fez um show vigoroso e não decepcionou. Abriu com Feel Good Hit of Summer emendando com The Lost Art of Keeping a Secret, seguindo num repertório impecável e interagindo com o público na maior parte do tempo. Foi o que eu chamo de show “quebradeira”, porque com certeza entrou no Top 3 de melhores shows do festival. O som também estava perfeito e bem alto, aparentemente mais do que o normal em relação aos outros shows. A apresentação foi encerrada com as músicas Go with the Flow, No One Knows e A Song for the Dead, todas do álbum Songs for the Deaf, que levou todos ao delírio absoluto. Só por esse show, já fez valer a ida. Tenho certeza de que não houve um fã decepcionado nesse show.

Foto: divulgação / CSS by In Press

Foto: divulgação / CSS by In Press

Não vi o show do CSS, mas queria muito ter visto. Quem viu disse que eles arrasaram, como tem arrasado nos últimos anos. Mesmo depois de umas boas férias do palco, a banda parece não ter esfriado ou dado uma enferrujada. Tocou para um público grande, animadíssimo que teve até Superafim e os hits Alala, Art Bitch, Let’s Make Love and Listen to Death From Above eLeft Behind. Juro que fiquei com vontade, mas tive que optar entre eles e o QOTSA, como já vi show do CSS, optei pelo primeiro que era inédito para mim.

Enquanto aguardava minha amiga para seguirmos para ver Pixies, eu acabei espiando o Erol Alkan, que não me animou continuar por lá, assim como no Lollapalooza, e fez eu seguir feliz para ver o Pixies.

Foto Divulgação / Frank Black by In Press

Foto Divulgação / Frank Black by In Press

Quando cheguei no Pixies, o show já tinha começado. Assim como o show que vi há anos em Curitiba, a banda toca sem muita interação entre os integrantes. Frank Black praticamente não se comunica com a platéia e a simpatia fica nas mãos da Kim Deal, que agradeceu várias vezes e comentou que era a primeira vez que tocavam em São Paulo. Tocaram todos os hits, que a gente adora, fez todo mundo cantar Debaser, Here comes your Man, Wave of Mutilation, Velouria, Dig for Fire. Foram 21 músicas e surpreenderam com um bis com 3 músicas, provavelmente o único bis que rolou em todo o festival, terminando com Planet of Sound, Where Is My Mind e Gigantic. Kim teve alguns ataques de risos, comentou com o público que iria direto pra cama depois do show e conseguiu a proeza de fazer o Frank Black falar e tirar os óculos escuros. Enfim, encerraram a minha  noite de uma maneira que eu não esperava. Eu dancei e cantei como se não houvesse amanhã ao lado de um público super animado (provavelmente todos com minha faixa etária), que vibravam a cada acorde.

Depois foi encarar a volta, nada fácil, pois o cansaço já tinha tomado conta da alma, os olhos queriam fechar para se entregarem a um sono profundo, mas felizmente conseguimos sair de lá sem nenhum problema e chegar em SP em menos de 1h para um merecido descanso (afinal sábado tem de novo!!!).

Banksy & Simpsons

segunda-feira, outubro 11th, 2010

Genial essa abertura feita pelo Banksy para o Simpsons: