Archive for outubro, 2010
Annie Lennox: Por que sou uma ativista na luta contra a AIDS?
sábado, outubro 9th, 2010Sinceramente eu não sabia muito a respeito do trabalho que a Annie Lennox, o SING, faz para combater a AIDS na África do Sul, para arrecadar fundos para tratamentos destinados a mulheres & crianças.
Em julho, Annie falou no TED Global, que rolou em Oxford, na Inglaterra. Arrepia ouvi-la e no final não tem como não se emocionar. No site tem algumas formas de poder ajudar o SING. Corre lá!
Parabéns Annie Lennox…
The Flaming Lips: The Sparrow Looks Up At The Machine
sábado, outubro 9th, 2010Para acalentar a noite sabática o novo vídeo do Flaming Lips, para a música The Sparrow Looks Up at the Machine, do álbum Embryonic:
South Park: You have 0 friend
sexta-feira, outubro 8th, 2010Como se produz um carro seguro?
quarta-feira, outubro 6th, 2010Na minha odisséia em torno do lançamento do Volvo V60, eu tive a sorte de ter sido convidada para ir até Gotemburgo conhecer a marca mais de perto.
Claro que pulei de alegria, pois é a cidade do Ola, então eu poderia dar uma esticadinha até lá para visitar a família dele, rever a Suécia depois de 6 meses e, quem sabe ainda carregar o namoradão pra lá. Acabou dando tudo certo. O Ola seguiu para o norte, enquanto eu dava uma flanada pela parte baixa (França & Itália), atrás de arte, ócio, vinho, comilança e, claro, para curtir o evento que me levou até a Europa, o lançamento do V60.
Cheguei às 23h55 da quinta-feira na Suécia. Ao contrário do calor italiano, Gotemburgo fez eu tirar o uniforme de inverno da mala. Encontrei o Ola, matamos as saudades e às 8h30 da matina, tomávamos um típico café da manhã sueco no Hotel Elite Plaza, onde ficamos a primeira noite.
Às 9h30 seguimos para Torslanda a bordo de um Volvo, claro. Jabá a parte, vamos ao que interessa, porque eu estava bem preocupada em como seria o meu dia enfiada numa fábrica de carros. Estava um pouco cansada, afinal quem disse que o ócio só nos faz relaxar? Mas surpresas vieram atrás de boas surpresas. Eu me senti uma criança acompanhada pelo pai visitando o local onde ele trabalha.
Já lá dentro fomos levadas até o “meeting point”, que é de onde sai o trem que percorre toda a fábrica para que possamos contemplar como se produz um carro. No local tinha o novo Volvo S60 exposto e uma roda de americanos tricotando, olhando folhetos e esperando o trenzinho. Também tem uma loja. Para quem não sabe, a Volvo tem uma coleção de roupas, bolsas, cacarecos e até uma linha de esmalte (com cores horríveis)!!!!!
O passeio pela fábrica é aberto a qualquer um. No caso dos americanos, a história é mais interessante e acho que ela deveria valer também para o Brasil. Quem compra um Volvo 0km nos Estados Unidos, é levado para a Suécia para ver seu carro sair do forno.
Embarcamos no trenzinho e entramos na fábrica, que surpreende em números. Eu nunca tinha visto um carro ser fabricado e poucas vezes na vida eu entrei em uma fábrica. A fábrica da Volvo é repleta de robôs, mas infelizmente é proibido fotografa-la. Eu me senti no reino dos Transformers, pois são 900 robôs, muitos deles gigantes, com braços longos e movimentos similares aos nossos. Levanta o bracinho, encaixa uma peça, abaixa o bracinho, pega outra peça….
Fiquei maravilhada. Se um dia as máquinas se rebelarem e quiserem dominar o mundo, essa revolta pode começar por lá. Percorremos o processo completo da fabricação de um carro, em que pouco mais de 20% tem intervenção humana, e sempre nos detalhes. Outro dado interessante, é que 23% das pessoas que trabalham na fábrica são mulheres (e sim, todas loiras e bonitonas). Eu mal conseguia prestar atenção na guia, pois meus olhinhos saltavam diante das peças se encaixando, percorrendo os trilhos para seguir para outra fase de acabamento. Gostei também de uma área chamada “Wedding Point”, que é onde a parte de cima do carro se encaixa na parte debaixo. Nome perfeito!
Saí de lá empolgada. Tudo pareceu tão simples e rápido.
A próxima parada foi no Branding Experience Centre. Um guia com a cara do apresentador do American Idol nos conduziu para mostrar como se fabrica um carro seguro.
Primeiro assistimos um filme que apresenta a marca, conta rapidamente a história dela e aí seguimos para falar um pouco sobre sustentabilidade. Nessa área vemos os estudos que eles fazem relacionados a consumo e ao futuro do combustível, opções menos poluentes, com direito a teste no final da aulinha para ver se você prestou atenção. Claro que eu fui reprovada.

Para mim a parte mais interessante foi a segurança, afinal a marca é conhecida por fabricar os carros mais seguros do mundo. Nesse centro se vê todos os estudos e análises que são feitas para garantir o máximo de segurança possível.
Além de saber mais sobre os estudos que fazem, há também boas demonstrações, não só em vídeos, mas experiências emocionantes que você acaba vivenciando por lá. Não só isso, mas também se conscientizando sobre alguns cuidados que deveríamos tomar e não tomamos. Quer um exemplo básico? Quem no Brasil usa cinto de segurança no banco traseiro? Eu não uso por pura preguiça e por ele me impedir de ficar largadona no banco de trás. O Ola desde sempre, quando senta na parte traseira de um carro, a primeira coisa que faz é colocar o cinto de segurança.
Essa parte, apesar de parecer chata, afinal SEGURANÇA, foi bem interessante. Tenho certeza que todas as grandes montadoras tem uma preocupação grande com esse quesito. Porém, quando se fabrica um carro barato, as limitações aumentam. Basta olhar o estado que qualquer carro popular fica em qualquer batidinha. Encostou com mais vontade, amassou.
Claro que conforme as categorias dos carros vão aumentando, eles vão ficando mais caros e, provavelmente, mais seguros. A Volvo abraçou esse item, que hoje é um dos principais pilares da marca e onde, provavelmente, deve investir mais dinheiro.
Começamos pelo básico (e voltamos ao item que mencionei acima): o cinto de segurança. Para entender a diferença que faz utiliza-lo: há um trilho com um banco de carro munido de cinto de segurança, em que você senta bonitinha, se sente com 6 anos de idade e aí o apresentador do American Idol o solta. Você desce a uma velocidade impressionante, chega no final e bate com a sensação de que vai voar no carro cortado pela metade que está bem em frente a esse trilho.
Claro que não voei. A velocidade impressionante, que me assustou e fez eu abrir o sorrisão aliviada, era de apenas 8km/h. Nada!!! Mas você tem a sensação do que uma batida nessa velocidade pode causar. Obviamente nada sério, mas com certeza um grande susto.
Lá vamos nós para a chamada oral. Sigo em direção a uma balança, que marca meu peso e onde eu incluo minha altura. Escolho uma velocidade e, então, o apresentador do American Idol pede para eu adivinhar qual é o peso equivalente num acidente, em que meu corpo é jogado para frente (no caso, ele queria de fato me assustar, e disse que eu estava sentada atrás do motorista). Escolhi 50km/h e tripliquei meu peso. Novamente eu fui reprovada no teste.
Caso eu esteja no banco traseiro e aconteça uma colisão com o carro a 50km/h, o meu peso pode chegar ao equivalente a 1200kg, se eu voar pra cima do passageiro e/ou motorista à minha frente. Ou seja: PERIGOSO! Usem cinto atrás!!! Sempre!
Saí um pouco atordoada do teste. Queria ficar apertando os botõezinhos para ver o quanto era possível pesar. Próximo jogo. Esse era mais bacana e pudemos jogar os três juntos (eu, Ola e a Cris). O jogo era simples: tinha uma tela na frente com uma estrada, que ficavam aparecendo alces (comuns na Suécia) atravessando-a. O único desafio era não atropela-lo. O objetivo era avaliar quem de nós três dirigia de forma mais segura. Eu acabei sendo eliminada logo no início, matei todos os alces e só não fui chochada pelo apresentador do American Idol, porque ele é sueco e educado.
Daí pra frente eu comecei a temer os testes, afinal eu já estava chegando à conclusão que sou um grande perigo na direção (o Ola diz que eu sou uma motorista agressiva). Depois disso veio uma parte bem conceitual, com carros recortados, em que era possível ver todos os seus detalhes internos e explicações de segurança. Por exemplo: a Volvo costuma comprar os carros que tiveram perda total em acidente. O objetivo é estudar o acidente, os amassos, o corpo do ser humano (o que machucou, como o corpo se movimentou, para que lado ele bateu, como os air bags funcionaram, o que amassou internamente, o quanto amassou, etc).
Assisti à uma reconstituição de um acidente bem feio que aconteceu em uma estrada sueca. Aparentemente o motorista cochilou, mudou de pista sem perceber e foi parar na pista contrária. Outro carro vinha em alta velocidade e entrou de frente na porta direita.
A porta estava completamente destruída (foto acima). Ao lado dela o banco repousava sem muitos danos, que fez eu demorar um pouco para entender como a entrada da porta não tinha destruído o banco. O passageiro teve apenas uma pequena lesão, que é surpreendente nesse caso. Aí veio a explicação: ao fazer um carro, a Volvo tem a parte interna da carcaça, que sobe até o teto com uma porta interna. Acoplado nessa porta de ferro, há 3 barras de ferro colocadas na diagonal, preenchendo parte dela. Depois é colocada a porta externa. Ou seja, a porta tem 2 camadas separadas. Numa colisão, a porta entra, porém as barras de ferro não permitem que ela atravesse a segunda camada da porta. Isso também explica o porquê do design largo, mas a sensação de um carro mais compacto quando você está dentro de um.
Na parede se vê escrito em letras garrafais “Segurança é muito mais do que número de airbags” e sim a segurança que ele oferece além dos seus airbags.
Os estudos feitos para melhorar e garantir a segurança do carro, eles recriam a realidade nos menores detalhes. Por exemplo: simulam acidentes para testarem componentes individuais e todo o sistema de segurança sem precisar destruir um carro inteiro. Eles possuem uma tecnologia que única na indústria de carros, que consegue recriar os movimentos exatos que um carro fez numa colisão.
Para concluir esse assunto de segurança, a Volvo criou uma comunidade com relato de pessoas que sobreviveram a acidentes a bordo de um, para reunir diversos relatos que já circulavam na Internet e também emails que eles recebiam, agradecendo a Volvo por terem suas vidas salvas. Pode conferir aqui!
Claro que nesse ponto eu consegui compreender o custo alto de qualquer modelo Volvo, que no Brasil é vendido a partir de R$ 80.000,00 (o bonitão esportivo C30, o menor carro que a marca possui).
Eles tem como objetivo não ter mais morte em acidentes com Volvo até 2020, o que parece totalmente pertinente. Acho só difícil se livrar de morte em caso de explosão, porque aí não tem jeito….
Já aviso que ainda faltam 2 posts com a minha cobertura feita na viagem: a entrevista com Peter Horbury, o VP de Design da Volvo e, por fim, o test-drive que fiz com o novo S60, que será lançado aqui no Salão de Automóveis.
O segredo da Big Apple
terça-feira, outubro 5th, 2010A Louis Vuitton lançou uma série de mini-guias de viagem no Youtube, e um dos de Nova Iorque explica o porque da cidade ser conhecida como Big Apple. Explicar, na verdade, ele não explica, porque são apenas conjecturas a respeito. Sobre até para o Steve Jobs na história. Eu prefiro a versão das tortas, porque as apple pies que aparecem no video são de babar.
Minha única grande dúvida é: por que raios então existe uma gigantesca maçã dourada em plena Park Avenue, bem no meio da rua? Se alguém souber, por favor me conte.

Vivendo a arte: Marina Abramovic
terça-feira, outubro 5th, 2010Sempre gostei muito de pessoas que entregam seus corpos à arte, seja em performance, body art, dança, etc. Não conhecia o trabalho da iugoslava Mariana Abramovic (ou não lembrava dela), que é uma das pioneiras na arte da performance. Em 1973 ela estreava com seu primeiro trabalho, Rhythm 10 e depois disso não parou mais.
Na Monocle desse mês ela conta toda sua experiência e também faz uma análise bem crítica sobre o trabalho do artista, em que defende veemente que artista não tem que produzir obra pra ganhar dinheiro. A partir do momento que ele produz algo como um produto, isso deixa de ser arte.

Claro que quando você analisa todas as conquistas dela, que hoje tem 3 propriedades em NY, você fica com aquele ponto de interrogação na testa. E não são quaisquer 3 lugares: são um loft no SoHo, um teatro na Hudson (é, um teatro!!!) e uma casa no formato de estrela, onde vive, na Upstate NY. Parece um tanto contraditório depois de entender sua crença, mas pelo que acabei pesquisando sobre ela, posso dizer que não é, suas conquistas são apenas consequencia do trabalho que tem feito.
Ela acredita que acabou se tornando uma marca. Assim como as pessoas ouvem Coca-Cola e sabem do que se tratam, quando elas ouvem “Marina Abramovic”, elas sabem que é sobre performance e não sobre pintura. Por isso almeja abrir em 2012 um instituto de performance no teatro que possui, com seu nome.
Ela conta que depois de formada, ela (entre 75 e 80) viveu por 5 anos dentro de um carro, pois não tinha dinheiro, ninguém pagava pelo trabalho dela, mas ela acreditava no que fazia e persistiu. Hoje tá aí… fazendo o que acredita e faturando.
Esse ano muita gente falou sobre ela, pois rolou uma retrospectiva do seu trabalho no MoMa no primeiro semestre, a exposição “The Artist is Present”, que recebeu 700.000 visitantes. A performance totalizou 736,5 horas de trabalho da artista durante o tempo que ficou em cartaz e causou reações diversas. Algumas personalidades passaram por lá como James Franco, Rufus Wainwright, Matthew Barney, Björk e sua filha, Isadora, que conseguiu ficar 3 minutos encarando a artista.
Para essa retrospectiva, ela fez teste com 100 pessoas e selecionou 39 para trabalhar com ela. Ela mesmo afirma que o trabalho não foi fácil. Eles ficaram trancados na casa dela como sardinhas, ou seja, sem qualquer conforto; sem comer e falar por 3 dias (eu teria despirocado). Eles tomavam banho num rio geladíssimo e passavam o dia fazendo exercícios diversos (e severos). Um deles era separar areia de gergelim e depois conta-los. Ela também levou-os vendados para uma floresta e eles tiveram que encontrar o caminho de volta. Depois de 3 dias, parte da galera já andava desmaiando pelos cantos. Ela perguntou se eles queriam desistir, mas todo mundo quis ir em frente.
Ela diz que seus espaços favoritos são mosteiros e sanatórios, porque nesses lugares se lida com a regularidade. O corpo para ela é uma ferramenta de trabalho, como uma máquina. Ela acredita que o corpo tem que ter essa regularidade, como um relógio suíço, pois assim se consegue a almejada libertação da mente.
Gostei também do que ela fala sobre ideias, que surgem sempre como uma surpresa. Se temos uma ideia, gostamos dela, temos certeza de que a ideia é boa e é só executar, ela diz que provavelmente a ideia não é boa o suficiente. Marina afirma que uma boa ideia faz você ficar obcecado por ela, causando sensações diversas no estômago. Um misto de medo e pânico. Aí sim, pode levar a sério porque a ideia é boa. E é assim que ela vive, sempre atrás de ideias que a deixam atormentada, para só então se transformarem em algo concreto. Sua casa é cheia de blocos de anotações espalhados para que ela não deixe uma ideia escapar caso tenha uma.
Para a exposição “The Artist is a Present” ela teve uma preparação no nível de treinamento do programa espacial da NASA. Ela tinha uma nutricionista, que criou uma dieta com o mínimo que ela poderia comer, pois teve que regular o organismo para dias seguidos sem almoço, já que a performance durava 7 horas ininterruptas e às sextas-feiras, eram 10 horas! Ou seja, horas e horas sem comer e beber absolutamente nada.
Ela termina a entrevista falando sobre a última obra do Damien Hirst, o “Fim de uma era”. Ela enxerga como o fim da arte como mercadoria, o que ela considera insano. Para a artista, dinheiro não tem nada a ver com arte. Os artistas ficam ricos e a sociedade não vê nada de errado nisso. Mas não é a proposta de um artista: ser famoso e rico. Então a arte não funciona se o objetivo do artista é esse.
(*aliás, essa obra está exposta atualmente no Byblos Art Hotel, que coincidentemente vi no dia que comprei a Monocle e li a entrevista com a Marina Abramovic)
Byblos Art Hotel
segunda-feira, outubro 4th, 2010Para quem gosta de hotel design, o Byblos Art Hotel Villa Amista, que fica em Corrubio, no coração de Valpolicella, é um desbunde bem exótico aos olhos. O local fica a apenas 7km de Verona.
O local beira ao extravagante, num clima bem divertido, já logo na entrada. Lá o mais é mais e ponto. São 60 quartos, cada um com sua particularidade, além de uma exposição de arte contemporânea particular. Os quartos estão disponíveis para casal entre 300 e 1.100 euros, dependendo do quarto (e luxo) escolhido.
O hotel está numa casa construída no século XV pelo arquiteto renascentista Michele Sanmicheli, que ficou largada às traças por anos, até ser comprada pela Byblos, que foi adaptada pelo arquiteto Alessandro Mendini e conseguiu unir harmoniosamente o passado e o presente.
Para quem gosta de arte contemporânea, o hotel abriga uma imensa exposição com nomes como Damien Hirst, Cindy Sherman, Marc Quinn, Tom Wesselman, Jim Dine, Richard Stipl, Yasumasa Morimura, Robert Indiana, Jean-Michel Othoniel, Beatriz Millar, entre outros somando cerca de 300 obras assinadas espalhadas entre a área externa, lobby, corredores, quartos e restaurante.
Fiquei hospedada por 3 dias para o evento da Volvo e não houve uma andada pelo hotel que eu não descobri algo novo. Tudo ostenta humor, desde as sinalizações, onde é possível encontrar direção para “hell” ou “paradise”, até a instalação barulhenta e iluminada, que dá uma sensação de estar no meio de uma balada, do Enrico Tommaso de Paris, ao descer para o restaurante.
A piscina, fica na parte detrás da casa num ambiente isolado e perfeito para tardes ensolaradas como as que tivemos por lá. Pena que era o local que abrigava o evento, portanto ninguém ousou colocar o biquinão e ir mostrar o corpicho na piscina que inspira até mesmo que teme a água (aka eu).
O hotel conta também com um restaurante de comida internacional de lamber os beiços, atendimento impecável e o café, incluso em qualquer quarto, é um dos mais generosos que já tive. No final da noite, não deixe de dar uma passadinha no bar, porque tomei por lá um dos melhores bloody mary da vida.
Se você tem planos de ir pra Itália e está afim de gastar uns trocados a mais, eu super recomendo esse hotel, pois tenho certeza de que a chance de encontrar algo similar no quesito hospedagem vai ser difícil. O hotel é uma boa pedida para início de uma viagem, pois seu visual ajuda a melhorar qualquer humor arruinado por dias estressantes de trabalho.
Voyage voyage
segunda-feira, outubro 4th, 2010Gostei dessa ação de lançamento do Voyage (VW). Simples, direta e funcional. Gosto muito de ações que acabam também prestando um serviço ao consumidor.
Foi fechada uma parceria com um ponto de táxi de grande movimento em São Paulo. Quando alguém liga lá para solicitar um táxi, o passageiro é informado que a Volkswagen está oferecendo uma alternativa para a sua locomoção. Ao invés do passageiro pagar pela corrida, ele é convidado para dirigir o novo Voyage até seu destino final por conta da VW. Ou seja, ganha uma corrida e ainda faz um test-drive.
Para divulgar a ação e gerar conteúdo em torno dela, o passageiro faz seu percurso com uma atriz que vai batendo um papo sobre o novo carro. No trajeto o engenheiro responsável pelo projeto, liga para instigar o motorista a experimentar as features do Voyage para mostrar todo o seu diferencial.
Todo o trajeto é filmado e, posteriormente, postado no hotsite da ação, que é possível conferir por aqui: www.vw.com.br/voyage.
Se alguém descobrir o ponto de táxi, me conta, porque eu não me importaria muito em ter uma corrida por conta da VW, ainda mais nesse momento em que ando num momento super test-drive.
A ação foi desenvolvida pela agência AlmapBBDO.
Day for Night by Vanessa Bruno
segunda-feira, outubro 4th, 2010Adoro marcas que tem feito clipes ou mesmo curtas para apresentarem suas coleções. A marca francesa Vanessa Bruno lançou “Day for Night” com Lou Douillon, filha da Jane Birkin, e Valentine Fillol Cordier. O resultado é uma delícia sonora inspiradora e poética:
(dica dada pelo meu amigo Domingos, um brasileiro que virou espanhol, mas agora está quase francês)










































