Ho ho ho… o natal já está batendo na porta, o trânsito já está parado, as listas já começaram, os cabelos brancos surgiram e a preocupação de como achar o presente de natal ou amigo secreto começa a causar rugas na testa.
Hoje o Ola me mostrou uma boa saída para facilitar a compra de presentes, todos bacanas e baseado no gosto da pessoa que será presenteada. Claro que para isso, as redes sociais ajudaram um bocado, ou seja, se quem você deseja presentear ainda está parado no Orkut já era. A Etsy criou uma integração com o Facebook, que se baseia nos likes que os usuários dão na plataforma. A partir daí seleciona presentes baseados nessa lista. O bacana é que, além da chance de acertar ser maior, há presentes bem inusitados.
Problema: estando no Brasil, sabemos que ele só chega no ano que vem e olha lá, mas não custa tentar.
Após a minha viagem para testar o Volvo V60, S60 e visita à fábrica da montadora, acabei sendo convidada para ser uma das embaixadoras da marca no Brasil. Claro que aceitei com imenso prazer, afinal eu realmente voltei fã da Volvo, após conhece-la a fundo. Mensalmente contribuirei com textos relacionados à design, moda e viagem tudo dentro do universo sueco, que também é parte do meu universo.
Para comemorar o prêmio, a Volvo vai lançar um concurso no blogDesign Atento. Fiquem de olho também no Twitter e Facebook, para acompanhar as novidades e saber mais sobre o concurso.
Finalmente eu & Phelipe Cruz vamos fazer uma edição fora da festa PostiT fora de São Paulo. E estamos ansiosíssimos, pois essa promete. Como disse ele “é por lá que nossa festa perde a virgindade“, então se estiver pela cidade, já anota aí e se manda pra lá amanhã, porque vamos chacoalhar tudo.
A festa rola no dia 26 de novembro, numa sexta-feira. Desta vez, eu de parzinho com o Ola, o @phelipe vamos nos unir com os amigos Cleycianne, Ladie KheKhe e Dani Arrais pra tocar o melhor da pop music de todos as décadas nesse lugar lindo-paradisíaco-charmoso-deste-nordeste-maravilhoso-e-cheio-de-magia.
Não rola nome na lista desta vez. O ingresso (R$ 15) só será vendido no local que rola a PostiT, no Vapor 48 – Praça das Cinco Pontas no Recife Antigo.
O festival Planeta Terra chegou na sua 4ª edição e se consagra como um dos melhores festivais brasileiros de música. Line-up, estrutura, local e organização impecáveis a preço acessível. Público estimado: 20.000 pessoas.
Cheguei no Planeta Terra às 18h, depois de largar o carro no estacionamento vip e seguir numa van para o Playcenter. Até esse momento posso dizer que a organização estava impecável e ágil. A entrada também aconteceu sem problemas, o parque já estava com um tráfego intenso de pessoas e a tarde se encerrava nos presenteando com um belo por do sol.
Seguimos para o show do Holger, que fez um show empolgante com muita gente cantando junto e pulando. Eles falaram bastante, agradecerem infinitamente o convite para tocarem no festival, fizeram brincadeiras. Enfim, percebia-se claramente a emoção da banda em estar ali (também pudera).
Aproveitei para experimentar a montanha russa ao lado, enquanto assistia ao show. De cara encontrei muitos amigos na fila. Lá fomos nós para nosso primeiro momento de adrenalina, deslizar pelos frenéticos trilhos da montanha. Emoção, pernas bambas, rosto pálido, foi assim que eu, Ola, Caio e a Anny saímos do nosso carrinho e iniciamos nossa presença no Planeta Terra. Voamos para o main stage (festival é sempre correria, o fato de “ter que escolher” é com certeza o charme de qualquer festival).
O show do Of Montreal começou pontualmente às 19h. A banda tinha declarado que esse foi o maior palco em que já tocaram na vida, mas fizeram bom uso do espaço. Admiro artistas que são do tamanho (ou maiores) que o palco, independente do tamanho deles. Fizeram um show decente, animado e com direito a performances (que eu fiquei com inveja e queria fazer parte). Esse show marcou a final da turnê em que estão há um bom tempo.
Eu nunca tinha visto ao vivo e ao assisti-los, concluí “se Empire of the Sun” fosse bom, seria o “Of Montreal”. Confesso: a única atração que fiz careta ao conferir o line-up, foi o “Empire of the Sun”, que eu gostava até conferi-los ai vivo há alguns meses atrás e senti vergonha alheia.
A partir daí me dei conta de que me concentraria no Main Stage, pois no Indie Stage eu queria mesmo era ver Passion Pit e rever Girl Talk. Como já tinha conferido Yeasayer 2 vezes, resolvi ver Mika do começo ao fim. Assim como a maioria, eu me surpreendi. Achei o Mika O cara. O show foi divertidíssimo, a performance dele no palco é impecável. Tocou por uma hora e meia como se não houvesse amanhã, entoando seus hits animados e dançantes como Take it Easy, Grace Kelly, We are Golden e Relax, surpreendendo o público com sua simpatia, fazendo a mulherada delirar (só via tweet “mika, quero casar com você”).
Eu ouso dizer que o Mika fez a melhor apresentação do festival, pois surpreendeu a todos com uma produção impecável. Parabéns Mika, virei fã!!!!
Claro que a maior expectativa estava no Phoenix. Eu vi duas vezes e acho que os caras são realmente bons ao vivo, mas o show não é dos mais empolgantes. É show calminho, pra ver coladinho, mas não decepcionam mesmo (ao contrário). Teve gente que não gostou. Eu me empolguei a ponto de perder Passion Pit, que nunca vi ao vivo (me arrependi um cadinho). Fiquei por lá, curtindo, dançando, cantando. Parte do público debandou para o outro palco, perdendo a segunda parte, que foi muito mais animada, com direito ao Mars se jogar no meio da galera e ser carregado por boa parte da platéia, levando todos ao delírio (eu queria ter encostado um tiquinho pelo menos).
Acabei fugindo e pegando uma parte do Hot Chip, que apesar de gostar bastante do trabalho deles, nunca me empolgaram ao vivo, mas dessa vez não teve jeito: Over and Over, One Life Stand e Ready for the Floor fizeram eu me animar e dançar feliz. O som estava bom, a platéia animadíssima também, todo mundo cantando. Parecia uma baladona. Valeu a passada por lá.
Aí foi a vez de voltar para o Main Stage e conferir o Pavement, que eu estava bem curiosa. Gostei do começo, mas Stephen Malkmus não é das pessoas mais simpáticas. Fez um show pontual e bem feito, mas cumprindo seu papel. Claro que os hits como Gold Soundz, Silence Kid, Stereoe Cut Your Hair fizeram seus fãs saírem satisfeitos (pelo menos para mim foi bem ok).
E finalmente chegou a atração mais esperada: Smashing Pumpkins, que eu gosto bastante, mas como já tinha dito por aqui, andava meio de bode do Billy Corgan depois dele atacar o Pavement em seu twitter, ao saber que a banda abriria para eles.
Não tive dúvidas, corri para um dos meus artistas favoritos do Planeta Terra: o Girl Talk!!! E não me decepcionou, ao contrário, continua na minha lista de melhores performances ao vivo. Ver os amigos pulando no palco e o Gregg pulando e tocando como um retardado, fechou a noite com chave de ouro. Encostei na grade e só saí quando o show se encerrou. Escolha perfeita: Girl Talk não decepciona nunca! Pena que boa parte do pessoal já tinha zarpado sem dar chance a esse show, que é imperdível. Quem não viu, senta e chora (com gosto, por favor), porque é para mim a melhor tradução de “felicidade”. Adoro show feliz, que faz eu pular, gritar, fechar os olhos e não querer nunca que o show acabe. Como definiu o próprio Terra, Girl Talk leva a selvageria ao palco e só fica parado quem não está lá. Eu conferi os seguranças remexendo os quadris. Ninguém segura esse homem e quem o assiste!!!!
O saldo final foi que o Planeta Terra fez a escolha certa do line-up. As bandas que acabaram não agradando, eram esperadíssimas e alguém tinha que trazer. Que venha a 5ª edição…. porque dessa eu não tenho nada a reclamar.
foto por andré ligeiro
Epílogo: domingo às 2h20 da manhã eu fui puxada pelo Kevin Barnes (vocalista do Of Montreal) para ser sua bailarina, enquanto discotecava no Clube Glória, na festa BSide. Eu fui muito animada, até me dar conta de que a música que ele tocava era ruim de chorar. Como ele não queria parar de tocar e o público começava a debandar (ele é melhor vocalista do que dj), eu sugeri que tocaríamos juntos. Ele concordou animado, mas fiquei com medo dele emendar qualquer música que eu tocasse, com um heavy metal já pesado demais ao meu velho ouvido. Soltei “Beach Boys”, num remix lindo de morrer. Ele riu feliz e começou a dançar comigo. Quando a pista encheu novamente, ele sorriu e fugiu, finalmente deixando a pista para mim. Achei fofo da parte dele, que fui reencontrar horas depois sendo tirado do telhado do clube pelo segurança.
Adorei essa nova plataforma em que você consegue visualizar hashtags em imagens. Basta digita-la sem o # e dar enter. O site cria um link direto só com aquela hashtag e você vê tudo que o povo anda postando. Simples e bacana:
O line-up do Planeta Terra está impecável para ninguém botar defeito. Pode ter faltado nome, mas nenhum que foi convidado, decepciona (só o Empire of the Sun, que para mim é muito mico ao vivo num banda só… #prontofalei).
Eu chego pra ver Holger. Adoro a banda, os meninos e estou bem feliz por eles estarem num palco que é maior que a casa deles (como dito no twitter pela própria banda). Holger é banda para ficar de olho faz tempo! Fazem um show muito bom e consistente ao vivo. Vale a investida.
Of Montreal é a primeira atração internacional do dia, tocando às 19h, no main stage. Pelo que li, a banda faz um ótimo e divertido live, com direito a encenações, jogação no meio da galera e, ainda, abrem o bis com Thriller, do Michael Jackson. Como aqui é festival, não tem bis, é torcer para que a música entre de outro jeito. Aproveitando o momento, no domingão, eu discoteco com o Kevin Barnes, no Clube Glória.
Dessa vez o Girl Talk vem com banda, o que é novidade para mim que já vi 2 shows ao vivo dele (e como eu super amo relembrar, fui quase uma go go dancer dele em NY, numa das experiências mais incríveis da vida). Estou mega curiosa e vai ser foda, ainda mais coincidindo com o lançamento do novo álbum “All Day”, que foi disponibilizado gratuitamente essa semana para download.
Até o Daft Punk, que nunca esteve no line-up, passou a ser a sombra da dúvida. Será que vem? Será que são boatos? De onde surgiu? Fiz até uma super pesquisa sobre isso, que vai valer um post de como as coisas se espalham na web, sendo verdadeiras ou não. Eu fiquei surpresa com o tamanho que a história do Daft Punk ontem ganhou, com direito a discotecagem no Secreto divulgada por fontes, aparentemente, confiáveis.
Phoenix, que também já se apresentou por aqui, volta para um show num momento que a banda tem uma outra proporção, conquistou o coração de todos os indies e pop. O primeiro show, no falecido Nokia Trends, foi incrível, num lugar pequeno, num palco pequeno, que se tornou pequeno para o tamanho deles. Nesse ano pude conferir um trecho no show no Lollapalooza, num palco gigante, num lugar gigante, tão grande quanto eles. Ou seja, se preparem, porque com certeza Phoenix vai figurar como um dos shows inesquecíveis dessa noite.
A lista só começa por aqui, pois com certeza um dos mais aclamados da noite é o Smashing Pumpkins, que vai ter que aguentar o Pavement (nada contra Pavement, ao contrário, eu super curto) abrindo para eles. Para quem não sabe, o Billy Corgan destilou veneno em seu twitter quando soube que tocariam juntos por aqui. Eu quero ver os dois! Mas vou ter que dividir Smashing com Girl Talk (odeio momento de escolhas em festivais).
Estou curiosa para ver o show do Mika, mas que vai ganhar somente meia-hora da minha atenção, pois o show acontece quase no mesmo horário do Passion Pit, que é outra banda que quero conferir ao vivo. Ou seja, correria nessa hora. Tenho a sensação de que ambos fazem bons shows e vai valer a ginástica toda.
Yeasayer eu já vi e vou passar dessa vez, até porque estarei no Mika. Eu adoro o Hot Chip, mas não me empolguei em nenhuma das duas vezes que vi eles ao vivo (aliás, dizem que eles discotecam depois no D-Edge, #ficaadica). Mas tudo bem, nesse horário estarei curtindo Phoenix e emendando Pavement e Smashing Pumpkins, sem qualquer pressa, pois a volta ao indie stage será só no meio do Girl Talk (se bem que a entrada dele no palco é sempre apoteótica e dói o coração perder).
Enfim, apesar de ter apenas dois palcos, o Planeta Terra vai conseguir promover horas de maratona de shows, com gente correndo pra cá e pra lá para conferir de tudo um pouco. Claro que tem os shows que a gente quer ver inteiro e não abre mão por nada desse mundo.
Lembrando: hoje a partir das 15h30 rola transmissão ao vivo, com 4 canais, direto do Planeta Terra em HD.
Depois de uma contagem regressiva de meses, chegou o esperado festival Planeta Terra, que traz hoje em seus dois palcos nomes como Smashing Pumpkins, Passion Pit, Phoenix, Girl Talk, Hot Chip, Pavement entre outros. O Playcenter já está prontinho e o pessoal já começando a chegar (especialmente os fãs do Smashing Pumpkins).
Ontem foi o dia final do desespero para quem ainda não tinha conseguido ingressos. Restaram promoções e do nada, surgiram muitas pessoas vendendo convites no Twitter, o que proporcionou a alegria de muitos.
Ainda assim muita gente chupou o dedo e resta a mínima esperança de comprar na porta. Mas se ainda assim você vai ficar em casa por qualquer razão, a nossa dica é juntar quem também ficou na mão, encher a geladeira de cerveja e conferir o festival via streaming, que será feito em HD (é o primeiro a ser transmitido assim por aqui). A transmissão começa a rolar a partir das 15h30 no http://noticiasaovivo.terra.com.br/diversao/planetaterra/466-br/#330836. Quer uma dica? Pluge o computador na TV e divirta-se.
O festival também será exibido no Iphone, smartphones e Ipad – basta acessar o site m.terra.com.br. Kid Vinil, Bárbara Thomas, Gastão Moreira, Patrícia Travassos e Jonas Almeida comandam a transmissão, que será realizada também para a América Latina e EUA.
Gillette Hands Up \o/ Indie Stage: 16:00 / 16:40 – República
17:00 / 18:00 – Hurtmold
18:30 / 19:30 – Holger
20:00 / 21:00 – Yeasayer
21:30 / 22:30 – Passion Pit
23:00 / 00:00 – Hot Chip
00:40 / 01:40 – Empire of the Sun
02:00 / 03:30 – Girl Talk 3rd band
PS: sobre o concurso que rolou no blog, informo que não houve qualquer “truque” como afirmaram, pois não conheço a ganhadora (truque seria dar para amigos, não?). E a escolha foi feita em grupo, que achou que houve um baita esforço para ela ganhar e acabamos nos comovendo com o vídeo. Assistam até o final, a menina fez quase um clipe para a música. Sorry aos demais, gostaria de ter para todos, mas infelizmente foram apenas 2.
O primeiro país que visitei na Ásia, depois de Cingapura, foi o Cambodia, mais específicamente a cidade de Siem Reap, conhecida como a cidade dos templos.
O Cambodia é um país pobre, mas que conservou todos os templos construidos entre os séculos IX e XV, o maior deles é o Angkor Wat, alias, o primeiro que visitei. A arquitetura impressiona, o grande jardim é lindo e muito bem cuidado. Uma das vistas mais bonitas de Angkor Wat é no pôr-do-sol:
(Angkor Wat)
Depois deste templo, fui para Angkor Thom (que significa “Grande Cidade” e fundada no século XII), para chegar lá é preciso cruzar o portal “South Gate” que fica no caminho entre alguns templos. Com uma arquitetura incrível, há 54 esculturas enormes que representam no mito hindu “Churning of the Ocean” os “anjos” do lado esquerdo e os “demônios” lado direito; com certeza é o portal mais preservado de toda região, e percebe-se que a manutenção local é constante.
( South Gate – Angkor Thom)
O ultimo templo que conheci foi Ta Prohm, um dos mais famosos por terem filmado algumas cenas de Tomb Raider (2001). O marco deste templo é a árvore com raízes enormes que cresceu do lado de fora e tomou conta da arquitetura do local:
( Ta Prohm)
No segundo dia fui conhecer o Old Market, ou mais especificamente o mercado público da cidade. Muita sujeira, bagunça, cheiros desagradáveis e um pouco de tudo: frutas, verduras, chás, peixes e vários tipos de pimentas e temperos, sem contar o “açougue” a céu aberto com cabeça de porco pendurada, e todo tipo de carne que o freguês desejar. Haja estômago!
E na minha última noite em Siem Reap, fui no mais popular restaurante do centrinho da cidade para assistir a tradicional Apsara Dance cambodiana. Incrível como hipnotiza pela música e os suaves movimentos coreografados, sem contar o olhar fixo e cativante das dançarinas. As meninas são treinadas desde cedo e sabem exatamente como se comportar transmitindo para quem assiste uma certa tranquilidade e naturalidade.
(Apsara Dance)
Depois da Apsara, encerrei com chave de ouro e fui jantar no restaurante francês do Hotel Victoria Angkor, considerado um dos melhores da região. Afinal de contas, uma das melhores lembranças que a França deixou no país foi a influência gastronômica.
Clipe lindo, música linda, ótimo para embalar essa terça-feira chuvosa e cinza. As the stars fall é uma banda francesa, que cai como uma luva para quem gosta de Sigur Ros, Explosions in the Sky:
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.