Archive for janeiro, 2011

Fleet Foxes: Helplessness Blues

segunda-feira, janeiro 31st, 2011

Fiquei feliz com a notícia do novo álbum do Fleet Foxes, que marcou meu ano em 2008 com o álbum homônimo, lançarão em maio o “Helplessness Blues” com 12 canções e embarcam numa turnê, depois de mais de um ano longe dos palcos.

Hoje liberaram a primeira, que já dá uma ideia do que vem por aí. Eu que já fiquei de 4 pela banda, provavelmente ficarei novamente.

Fleet Foxes – Helplessness Blues by subpop

I need a dollar

segunda-feira, janeiro 31st, 2011

Talvez eu já tenha postado esse clipe por aqui, mas não tem importância. Acabei de vê-lo lá no The Curious Brain e me bateu uma nostalgia danada. Essa música fez parte da minha trilha sonora da vida de 2010, além de ter marcado uma das sérias mais bacanas que rolaram “How To Make It In America” (que estou esperando notícias até agora sobre a 2ª temporada).

By the way, essa música é foda, tem um clima bom e a Ana Laura, que foi no show, disse que é super incrível ao vivo. Então dá play aí para embalar deliciosamente um pedaço do seu dia:


Aloe Blacc | I Need A Dollar | A Take Away Show – Part 1 from La Blogotheque on Vimeo.

Japaratinga, um paraíso perdido em Alagoas

sexta-feira, janeiro 28th, 2011

Finalmente fiz minhas pazes com a vida praiana. Por muito tempo eu evitei, mas nas minhas super resoluções de virada de ano, decidi que venceria em 2011 meu pânico d’agua, que me faz estremecer quando olho um marzão sem fim à minha frente.

Búzios já amenizou bastante o meu temor, mas a paz veio mesmo em Japaratinga. Olha eu aí embaixo tentando vencer o medo:

vencendo meu medo do mar

No ano passado ouvi falar sobre Japaratinga pela primeira vez. Um amigo tinha tido a promessa de que seria levado para esse paraíso para uma pequena lua-de-mel; depois encontrou outro amigo que contou entusiasmado sobre sua virada de ano por lá.

Resolvemos pesquisar, logo achamos uma casa para alugar, com 4 suítes, ao lado da praia a um preço animador. Não titubeamos, há 4 meses atrás já garantíamos um merecido descanso pós-reveillon, pois vamos concordar que por mais que a gente fuja nesse período, sempre tem o stress pela busca da virada de ano perfeita.

Depois de muito contar os dias e tentar fechar um grupo maior, acabamos indo em 4 pessoas.

Japaratinga fica no litoral alagoano, logo após Maragogi. Para chegar lá tem que ir até Recife ou Maceió, alugar um carro e se munir de mapa ou gps, pois Japaratinga é minuscula e achar a casa que alugamos foi digno de uma aventura a la Indiana Jones. Sao 140km de Recife e 120km de Maceió.

Acabei chegando somente no dia seguinte e optei em pegar um ônibus para Maceió, via litoral. Nao recomendo, pois o valor do taxi do aeroporto ate a rodoviaria + ônibus ja é metade do valor e dobro do tempo do que uma boa negociação de taxi.

O “centro” da cidade ja é logo na entrada da BR para Japaratinga, que é povoada rusticamente na costa litoranea. Há algumas poucas opções de hoteis e pousadas, mas o melhor é alugar uma casa.

Para chegar na nossa tivemos que atravessar quase todo o município, pois o local ficava no outro extremo, sem acesso à BR, o que garante 20 minutos dirigindo à beira mar, com famílias reunidas nas portas de suas casas observando o pouco movimento que rola por lá.

No dia da minha chegada a chuva havia castigado um pouco a região, bloqueando com um lamaçal um trecho da única estrada que dava acesso à nossa casa. Acabamos tendo que arregacar as calças, tirar os tenis e mergulhar os pés na lama, com uma plateia aplaudindo o ato, enquanto o Ola, acostumado a dirigir na neve, ia driblando o carro para conseguir atravessar o trecho com lama ate a porta, contando com a ajuda de locais empurrando o carro no trecho mais dificil.

momento tratamento natural para os pés

A essas alturas essa já era minha segunda aventura do dia (a primeira foi a viagem de ônibus). Choveu o sabado todo e eu ja estava certa de que passaria 4 dias deitada numa rede com o nariz enfiado no livro que levei comigo.

Para comemorar a travessia da lama e tambem a nossa chegada, decidimos nos presentear com um mergulho no mar. Para espanto dos meninos, a praia de orla larga tinha desaparecido e as ondas alcançavam o tortuoso caminho da casa até a praia.

Depois disso foram dias seguidos de sol, maré baixa, formando piscinas naturais (era possível fincar o guarda-sol no lugar em que a água no dia anterior chegava a quase 2m de profundidade). No final do dia a maré sobe novamente, mas à noite ela baixa novamente.

Japaratinga é de fato um paraíso isolado, de acesso trabalhoso e pouco habitado. Sao, na maioria, casas de veraneio de pessoas que moram em Maceió. A praia tem um total de 15km de litoral dividido em 5 praias em meio a águas claras, arrecifes, areia fina e fileiras intermináveis de coqueirais.

Ficamos na praia do Boqueirão, já quase no Pontal. A atividade pesqueira é a mais ativa da região, o que garante pedir uma lagosta num bom restaurante por R$70 (vem duas + acompanhamentos). Nossas refeições diurnas foram feitas na Cia. da Lagosta e Bicas, que ficam de frente para o mar. A Cia. da Lagosta ainda oferece um deck com redes para contemplarmos deitados a incrível vista. Tambem há mesas na praia que sao retiradas por volta das 17h, quando a maré começa a subir engolindo toda a areia.

É comum a caipirosca nevada por R$6, porção de macaxeira bem crocante por R$8 e pratos a partir de R$23 para duas pessoas.

O lugar é tranquilo além da conta e a praia quase deserta. Pode-se deixar as coisas na areia e esquecer do tempo na água sem se preocupar com elas.

Apesar de ser uma região pobre, as casinhas, na maioria muitos simples, nao tem muros ou cercas e sao todas coloridas, dando um aspecto alegre à região. Mesmo as casas feitas de barro, são enfeitadas com imensas antenas parabólicas e roupas sempre coloridas penduradas no varal. No quintal se vê galinhas, gato, cachorro, pato, etc.

A praia é bem extensa e cercada de palmeiras, comuns na região. Sinceramente nao vale nem sair de la se a viagem foi feita para se isolar do mundo e recarregar as baterias.

À noite vale uma fuga para a praia, que praticamente nao tem luz, a não ser a da lua e estrelas. No dia que arriscamos, o céu estava estrelado e a lua cheia, refletindo no oceano a nossa frente. Deu até uma vontade de chorar de emoção por tamanha beleza. O único som era o do mar e das nossas vozes. Nada mais.

Fugimos apenas um dia para Maragogi atrás das famosas piscinas naturais de Galés, que custa em média R$50/pessoa e dura cerca de 2:30/3h.

O local é de tirar o fôlego. Fica a mais ou menos 4km da costa. Há dias em que a água fica a apenas meio metro de altura e o jeito é enfiar o snorkel na cara e fugir pras cavernas que tem nas proximidades de 5m de altura. No dia em que fomos, a água estava a 2m de altura.

A vida passa devagar, os dias são longos. Às 4:30 o sol já está nascendo para se por às 17:30. Por lá não tem horário de verão.

Japaratinga é um dos lugares mais lindos e encantadores que conheci. É um lugar para esquecer as horas, as preocupações, as nossas agonias. É lugar para contemplar, esvaziar a mente, colocar o bronzeado em dia, caminhar sem se preocupar em que momento parar.

Eu recomendo anotar a dica e planejar uma fuga para lá. Eu fiquei apenas 4 dias e foi tranquilo, ja que como eu falei, o tempo não passa.

O custo da viagem entre passagem aérea, aluguel de carro, comida, bebida (com direito a champagne & lagosta no restaurante), aluguel da casa para 8 pessoas, dá cerca de R$900/pessoa ou R$228/pessoa/dia. Vale cada centavinho. Coloca aí na lista “lugares para conhecer” e depois me agradeça pela dica. Hehehehe….

Revista Colaborativa

sexta-feira, janeiro 28th, 2011

Todo mundo sabe que sou uma louca por revistas. Compro tudo que vejo na frente, tenho um monte de assinaturas e agora estou no meu momento “análise de revistas para iPad”, que em breve eu vou publicar aqui, pois até uma tendência no formato da revista feita lá fora e na feita aqui eu já saquei (é que costumo ser uma pessoa inteligente em assuntos não tão complexos).

Nesse feriadão eu fui pra Japaratinga via Recife num vôo da Tam. Como de costume, procurei pela revista da companhia, que eu sempre surrupio também (tenho um monte de revistas de companhia aérea e também tenho minhas favoritas). Acabei me deparando com a Red Report, que é uma revista bimestral da Tam distribuída em vôos internacionais, ou seja, aparentemente estava no meu vôo por engano; é bilingue português e espanhol. A revista é beeeem mais bacana que a “Tam nas Nuvens”, inclusive na impressão, que é com papel com maior preocupação ecológica. O foco dela é viagem e dividida entre 3 grandes temas: rotas, experiência e destinos.

O que me chamou mais atenção foi o fato dela ser colaborativa. Todos os viajantes da Tam podem contribuir contando uma experiência em destinos Tam e Star Alliance. Caso o seu conteúdo seja publicado, você ganha pontos no programa de fidelidade. Vale enviar foto (tem que ser em alta resolução), dar uma dica de um lugar bacana ou contar uma história, que pode virar reportagem.

Eu nem sou uma assídua viajante Tam, mas me animei super em ter mais um jeitinho bacana de ganhar milhas. Se você se animou, tem programa de fidelidade e ótimas histórias na mala para compartilhar, manda lá para eles no info@redreport.com.br, com nome completo, RG, CPF, profissão, telefone, cidade onde mora, número dos países que conhece e o número do Tam Fidelidade.

Adivinha para onde estou enviando meu super post sobre Japaratinga?? Que venham pontos…. :)

***e esse post não é jabá, não me deu milhas e nem uns trocados….

Party people

sexta-feira, janeiro 28th, 2011

Hoje começou meu circuito Volvo R-Design e logo mais eu vou compartilhar por aqui um guia “One Day in São Paulo”, com algumas dicas bacanas para se deleitar um pouco com nossa paulicéia desvairada que amo tanto.

O circuito se encerra numa festa no D-Edge, que tem a noite DFA Records e eu e o Ola Persson abriremos a noite no lounge, a partir da 1h. Colem lá!

tem o @olapersson tocando comigo

E amanhã, sabadão, tem festa também. A CREW faz sua primeira edição do ano no Clube Glória e traz seu residente honorário, o Sany Pitbull, para fazer o baile pegar fogo. Prometemos começar 2011 botando pra quebrar e colocando todo mundo pra dançar. No line-up ainda tem: eu & Ola Persson, Roots Rock Revolution, Database, Fabilipo, DJ Mulher & C-Nuñez, Tchiello K e os VJs Robson Victor & Ortega. Vai perder? Mandem os nomes para a lista desconto luxo festacrew@gmail.com.

O flyer bonitão foi feito pelo nosso designer residente, Felipe Tofani, que eu carinhosamente chamo de Gastones:

Kraak & Smaak: Dynamite

quinta-feira, janeiro 27th, 2011

O Kraak & Smaak é um trio holandesa de produtores, que é parte da nossa trilha sonora constante no meu carro. O clipe é tão bacana quanto à música. Ouve aí e conta o que achou:

via @olapersson

Metronomy: She Wants

quinta-feira, janeiro 27th, 2011

Clipe fofo, música deliciosa do Metronomy. Ótimo para voltar à minha realidade:

dica do @zubreu

Rick Gervais e os princípios da comédia

sexta-feira, janeiro 21st, 2011

Bem bacana esse vídeo em que Rick Gervais fala que fazer comédia não é apenas fazerem as pessoas rirem, mas fazerem elas pensarem (vou falar que a comédia em geral é bem ruim seguindo esse princípio). Aperta o play e assista, pois vale cada minutinho:

via the curious brain

Signos & tags

sexta-feira, janeiro 21st, 2011

Para quem adora infográficos e astrologia, vai se derreter com esse que relaciona cada signo à tags, de acordo com as características astrológicas. Eu sou geminiana, aparentemente o signo mais festeiro do zodíaco:

Passeando em Veneza numa bexiga

sexta-feira, janeiro 21st, 2011

Um pouco de fantasia para começar bem a sexta-feira. O vídeo é bem fofo:


SPACE HOPPERS in VENICE from bayougirl on Vimeo.