Archive for março, 2011

Mixtape coletiva para a One Each

quinta-feira, março 31st, 2011

Amanhã a gente (eu+Ola) toca na festa One Each, no Bar Secreto, ao lado dos trutas Killer on the Dancefloor, Roots Rock Revolution, Database e do Nando Feitosa. A festa começa às 23h30 e eu abro a pista, então cheguem cedo, assim ainda tem a oportunidade de experimentar o delicioso hamburger do Secreto, um dos melhores da cidade (vai por mim!).

Tem lista de consumação: R$ 80/homem e R$ 60/mulherada, mas vamos lá que eu vou dar um par de vips para quem me convencer que quer ir de qualquer jeito.

Agora aperta o play e ouve aí o mixtape que preparamos com todos que tocam envolvidos, já mostrando um pouco como vai ser a festa amanhã.


Mixtape Coletiva OneEach by cgxaa

Death Cab for Cutie lança música nova

terça-feira, março 29th, 2011

O Death Cab for Cutie, que andou sumido desde o lançamento do último single em 2009, acaba de dar o ar da graça com “You are a tourist”. O single antecipa o álbum que vem por aí (finalmente, o último foi em 2008): Code and Keys, que é o 7º álbum da banda.

Ouve aí, acho que promete:

DEATH CAB for CUTIE – You Are A Tourist [Album Version] by ATL REC.

As tracks do novo álbum também já foram liberadas:

01 - ‘Home Is A Fire’
02 - ‘Codes And Keys’
03 - ‘Some Boys’
04 - ‘Doors Unlocked And Open’
05 - ‘You Are A Tourist’
06 - ‘Unobstructed Views’
07 - ‘Monday Morning’
08 - ‘Portable Television’
09 - ‘Underneath The Sycamore’
10 - ‘St “Peter’s Cathedral’
11 - ‘Stay Young, Go Dancing’

Mixhell: Antigalactic

terça-feira, março 29th, 2011

E hoje foi dia de lançamento dos clipes dos amigos, além do Thiago Pethit, o Mixhell também tira do forno o clipe de Antigalactic, que também envolveu um monte de gente bacana. Para saber mais, leia o post da dupla no blog deles e confira o clipe aqui numa viagem alucinada em cima de uma moto pelas ruas de São Paulo:


MIXHELL – ANTIGALACTIC from Boysnoize Records on Vimeo.

Thiago Pethit: novo clipe

terça-feira, março 29th, 2011

Lindão o novo clipe da música Nightwalker, do Thiago Pethit, dirigido/produzido por um timão de peso, incluida dona Renata Chebel. Parabéns a todos os envolvidos, agora aperta o play aí logo se ainda não assistiu:

Music Monday – Kisses

segunda-feira, março 28th, 2011

A segunda já é difícil por ser o começo da semana. Então vamos aproveitar para ouvir música-deleite, daquelas que te dão um sorriso no rosto e uma vontadezinha de rebolar?

Jesse Kivel é um dos integrantes da banda Princeton junto com seu irmão gêmeo Matt. Mas Jesse tem também um projeto paralelo chamado Kisses, junto com sua namorada Zinzi Edmundson. Com um nome desses não podia ser diferente. Não é nenhuma novidade, pois a banda já tem mais de ano. Mas a idéia aqui é só levantar o astral da semana mesmo.

Hoje tem festa CREW

sábado, março 26th, 2011

Chegou o sabadão mais esperado do mês (pelo menos para mim), com a CREW batendo na porta. Depois de 10 dias de festas que não acabavam mais, me sentindo parte do filme 24 hour party people, a chegada da CREW me anima a arrastar o pé, fazer a produção, separar as músicas e me jogar no Clube Glória.

Quando fechamos o line-up dessa edição, decidimos que não teria convidado, que a noite a seria de um dos residentes da festa, pois como todos sabem, cada residente toca apenas 30 minutos a cada edição. Como todos somos fãs do Roots Rock Revolution e eles fazem um live incrível, mas que nunca foi feito na CREW, acabamos decidindo que eles seriam nossa grande atração da festa.

RRR presents Daboom mix by rootsrockrevolution

Depois de tudo decidido e fechado, acabamos num bate-papo decidindo convidar alguém que frequenta nossa festa e toca por aí também. Acabamos chamando os amigos do These Damn Hands, dupla formada pelo Alexandre Tobio e Bruno Ribeiro, que vão animar a CREW com a gente. Estão mega empolgados e prometemos que eles ainda terão seu horário de honra, mas hoje invertemos os papéis e demos a missão deles de levantar a pista para os residentes. Não sei se é nobre tal convite, mas acho que vai super funcionar… depois a gente inverte de novo e a gente levanta a pista para eles tocarem.

Summer MiniMixtape’30′ – January 2011 by These Damn Hands

Além das nossas duas atrações especiais, tem também eu+I’m the Machine, Killer on the Dancefloor, Fabrizio Martinelli, Schutz, Fabilipo, além dos nosso VJ Robson Victor, que convida o carioca Chico Abreu para a cereja do bolo: nossas projeções visuais. Tem também a Ferdi Gi, nossa garota da caixa, que anima a pista.

Pronto: agora se anima aí, porque a noite promete. A lista continua bem amiga – $20 – e os nomes devem ser enviados até às 18h para festacrew@gmail.com. A festa rola a partir das 23h30, no Clube Glória – Rua 13 de Maio, 830, Bela Vista.

Aproveitem, porque a CREW tem logo mais muitas novidades para compartilhar e estamos numa contagem regressiva de várias mudanças. Aguardem news!

O melhor do SXSW: Viva City

sexta-feira, março 25th, 2011

Viva City

No SXSW não faltaram boas descobertas, fiz uma listinha e aos poucos vou soltando por aqui. Escolhi o Viva City pra começar a sessão, que super animou um início de tarde no festival. Eu passava pela 6th Ave quando ouvi os sintetizadores, não resisti e subi pra conferir. O lugar ainda estava vazio, afinal a maioria das pessoas estavam ainda começando a voltar a vida da jogação do dia anterior. Na segunda música eu já estava empolgada e dançava, no meio do show o lugar já estava cheio e todo mundo dançando ao som do Viva City, um eletrorock muito bem feito, com guitarra, bateria sintetizador e um vocalista com uma ótima performance de palco, com um estilo típico inglês.


Western Front – Viva City from Viva City on Vimeo.

Dicas bacanas no Foursquare pela Volvo

sexta-feira, março 25th, 2011

A Volvo agora está no Foursquare dando dicas de lugares descolados em São Paulo. Caso esteja de bobeira no final de semana e queira fazer um circuito bacana, cola lá e siga as dicas.

*Esse post é um publieditorial

Balanço SXSW

quarta-feira, março 23rd, 2011

até a próxima edição

Esse é um post mais emocional da minha relação com o SXSW. Não vou citar palestras que vi, coisas que aprendi, bandas que me encantaram, filmes que me emocionaram, esses ficam para depois, pois é muita coisa, muita informação, muita referência. São apenas minhas emoções e como foi estar na loucura que é o SXSW.

O festival completou 25 anos, mas cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Quem esteve no ano passado, afirmou que já houve um salto grande para esse ano. A parte de interatividade ganhou força, os publicitários fizeram as malas e foram. Nada de evento Web 2.0, o evento da vez é o SXSW.

Foi minha primeira vez no festival, confesso que ele não é para fracos. Exige preparo físico, mental e emocional! Foram 10 dias com mais de 7.000 eventos oficiais, fora os não-oficiais, que muitas vezes são mais legais e pipocam em todas as esquinas. Austin se transforma numa plataforma 2.0 de uma forma inexplicável. Mais do que o conteúdo consumido dentro do festival, que tem interatividade, cinema e música, o festival em si é uma experiência que transcende tudo isso.

Difícil explicar. Martelei à beça para chegar num jeito bacana para traduzir o que o festival significou pra mim. Nos primeiros 5 dias rolaram Interatividade e Cinema, além de festas regadas a bebedeiras, boa música, geeks e publicitários. A galera indie ainda não tinha invadido a cidade e tudo pareceu um pouco mais fácil de acompanhar. Palestras diversas rolando paralelamente, passando por todos os assuntos que se possa imaginar dentro do universo interativo, não restringindo apenas a Internet, pois vai muito além disso. Tem de tudo: marketeiros, acadêmicos, pesquisadores, desenvolvedores, diretores de cinema, atores, músicos, produtores, criativos das mais diversas áreas.

Austin se move em torno do evento. Todos sabem sobre o SXSW, que é hoje uma das principais economias da cidade. A simpatia rola solta, todos estão interessados em saber se é sua primeira vez, o que está achando, se vai voltar. E a programação te surpreende a todo momento, pois muita coisa que não estava prevista na programação, surge de um momento para outro.

pra ficar muderno no sxsw

Nessa primeira fase (de 11 a 15) a programação começa recheada às 9h e segue até às 2h para os mais animados. O excesso de opção pode causar palpitação e crises de ansiedade. Eu mesmo fui vítima de uma.

Raramente você tem certeza se está vendo a melhor opção. Talvez nunca saiba. Quando percebe que caiu numa fria, não tem frescura, é levantar e debandar para outro local. Sempre vai ter um canto ideal para todo mundo.

1º show do festival: Matt & Kim

No primeiro dia rolou uma frustração da minha parte, pois as palestras que vi não me satisfizeram. Achei tudo mediano, então decidi seguir meu instinto, além de me deixar levar por palestras com nomes curiosos. Os keynotes na maioria vale a pena também. No final de 5 dias eu tinha visto palestras boas, ruins e algumas ótimas que me deixaram sem fôlego. Tive surpresas deliciosas e algumas decepções, mas faz parte quando se tem um menu tão farto de opções.

toro y moi de pertinho

Acabei também dando algumas escapadas para ver filmes a tarde, enquanto aproveitava para almoçar dentro da sala do cinema, afinal não dá para perder tempo e há cinemas que servem pequenos banquetes enquanto você se assiste um filme. Claro que aqui não posso deixar de lembrar da minha emoção ao abraçar o Dave Grohl na porta do cinema ao assistir o documentário do Foo Fighters, que eu concluí que seu final foi no show ao vivo do qual fomos brindados de supresa, no Stubbs, o local onde rolam os shows maiores do festival, mas que para o Foo Fighters era algo bem pequeno. Sem muita firula, apenas uma boa iluminação e um palco medio, não muito alto, mas com um som perfeito. Como disse Dave Grohl, estávamos em 1999 naquele momento. E foi, algo tão “pequeno” que pareceu não cabe-los e por isso tão incrível.

Dave Grohl e eu

Finalmente chegou o dia 15, quando começa a parte de música do festival e termina interatividade. O público muda completamente, a cidade lota ainda mais, parece que todos os indies do planeta aterrissam em Austin. Ruas são fechadas, o transito fica caótico, filas e mais filas nas portas de todos os bares e, claro, a tensão sobre qual show ir, qual melhor festa do dia, ver coisa nova ou já consagrada, ficar com os amigos ou abrir mão deles para ver algo completamente obscuro que só você quer ver, ir ver o amigo que vai tocar ou deixa-lo para uma próxima, pois você tem certeza de que oportunidade não irá faltar.

emoção de ver um show folk numa igreja

Além dos shows, há também palestras e mais palestras focadas em música, mercado, produção, distribuição, futuro, etc., além de continuar a maratona de filmes, que provavelmente nunca mais você vai ver a não ser lá.

E se a preguiça de enfrentar fila ou entrar em bar ou clube bater, é só ficar zanzando na 6th Avenida e ao redor dela, porque tem shows rolando em todas as esquinas no meio da rua, muitos deles bem interessantes.

a fervida 6th ave

O que gostei também foi de ver várias ações simples e pontuais rolando nas redes sociais para conseguir entrar num show, ir a uma festa, ganhar um premio. É isso, o SXSW é uma experiência social só de estar nele. Tudo que discutimos nas salas de palestras ou de reuniões, acontecem ali ao vivo.

eu & gaia (@goomtv)

O SXSW está naquele momento de virada, que talvez em não muito tempo se torne insuportável. Muita gente que o frequenta há tempos já reclamou, deixou de se inscrever e preferiu ficar na programação não-oficial, que também oferece opções que não acabam mais.

O aprendizado foi: se preparar com antecedência, dar uma boa estudada na programação de cabo a rabo para já ir com uma boa prévia do que ver, pois o resto vira lucro, dar uma malhada (juro que isso conta na hora de ter fôlego com a correria que o festival requer), saber que dá para se divertir sozinho, especialmente lá que sempre tem alguém puxando conversa com você.

amigos invadindo meu quarto

SXSW me proporcionou uma das experiências mais bacanas que já tive. Não acho que é algo que agrade a todos, mas com certeza a maioria que vai pela primeira vez, quer voltar.

O que me encantou do começo ao fim e superou minhas expectativas foi o festival em si. Muita novidade, muitas conclusões acertadas, muita troca de cartão, muita inspiração, muitas ideias brotando loucamente na cabeça, muita risada, muita gente interessante, muitas amizades novas, muita correria, muita falta de ar, muita cerveja, muita animação, muito cansaço e muita vontade de voltar na próxima edição. E Austin se torna uma cidade deliciosa nessa época. A minha conclusão é que se a terra fosse o planeta da música, ele seria o SXSW.

sim, eu curto o sxsw by #goomtv

E um valeu especial às pessoas que estiveram comigo por lá: @databasetrax @marinapires @bruno @djmulher @lucardoso72 @fascinated @leandroHBL @rosanafortes @gaiapassarelli, Mariana Metri, Romko entre outros. Que venha 2012!

24 Hour Party People

quarta-feira, março 23rd, 2011

Mal cheguei no Brasil e caí no olho do furacão com uma programação intensa, que me trará o merecido descanso somente no domingo.

Amanhã rola Datarock, no Estúdio Emme, a partir das 21h. Eu vi o show que fizeram no Planeta Terra em 2007 e amanhã quero repeteco, afinal estou no mode one “let’s party!!!”. O Lúcio Ribeiro disse que terá uma grande atração abrindo o show, mas que não pode contar. Então, bora colar lá pra ver do que se trata. Se não tiver nenhum convidado mega especial, eu digo: o Datarock vale a ida. Ainda tem o próprio Lucio tocando e meus queridões Roots Rock Revolution, que estão fazendo promos relâmpagos no twitter e, aparentemente, amanhã tem mais por lá: @wearetripler.

Boa opção pra quem quer se divertir quinta-feira antes da madrugada chegar. Para os mais animados, o Bruno Frika faz festinha luxo no Alberta 3, que tem nossa musa @DJMulher no line-up, além da Love Rox (outra diva), o Fabilipo e o próprio Bruno (que eu vi ele fazendo o set hoje lá na agência e “todo mundo vai dançar”).

Na sexta-feira tem o retorno cheio de glamour da festa PostiT, que a pedidos volta a ser mensal. O line-up tem eu, tem o Phelipe Cruz, tem o Ola+Rseefo, a Maria Eugênia, o Gabe Simas, o Thiago Sabota, o pessoal da 89FM e o Fabilipo fechando a noite. Vai ser a noite “battle of Bitches”. O flyer, como sempre, ficou nas mãos do Kisley; quem recebe os convidados são Elton e Renata Bastos. A lista continua $20 – festapostit@gmail.com.

Se não bastasse, no sabadão tem a CREW no Clube Glória. Nessa edição temos o These Damn Hands, dupla formado pelo Alexandre Tobio e Bruno Ribeiro, mas preparamos um grande show do Roots Rock Revolution, que nos brindará com um live, que há tempos não fazem na festa, com direito a bateria. Dessa vez tocam por 1h e serão nossos convidados de honra da noite. O line-up se complementa com Killer on the Dancefloor, Schutz, Fabrizio, I’m the Machine, Fabilipo e os VJs Robson Victor e Chico Abreu, com projeções alucinógenas. Lista amiga: $20 – festacrew@gmail.com. E o flyer ficou nas mãos do Felipe Tofani, nosso designer mor.

Cansou? Não, né? A canseira só está liberada no domingão… aí se joga no sofá e veja o dia passar pela janela.