o puma social quer falar com quem não pratica os esportes convencionais, tipo futebol ou volei. mas com quem curte um ‘after hours sport’ no bar com os amigos: afinal, conseguir um número de telefone pode ser mais díficil do que fazer um gol de placa, não é mesmo?
o clube conta com calendário de eventos, badges de 4square entre outras vantagens.
Foi instalada uma “escape machine” em Paris para divulgar uma companhia de viagens francesa, a SNFC. Ao se aproximar da máquina, ela pergunta para onde a pessoa quer ir, depois pede que a pessoa aperto o botão e uma grande celebração surge de dentro da caixa, que transforma a experiência numa viagem lúdica:
O Scissor Sisters fez um warm-up aos felizardos que foram ao Coachella, onde tocaram. Já passou, mas o set é ótimo para um chill-out também, ainda mais porque foi feito em parceria com ninguém menos que o Boys Noize, ou seja, aperta o play, porque esse é um mixtape pra dançar:
No Lollapalooza do ano passado um dos shows mais incríveis que vi foi do Jamie Lidell. Lindo naquele casaco super colorido e cantando com aquela voz inacreditável. É show pra se emocionar. Não precisa conhecer, ter ouvido falar, se você gosta de boa música e tem uma queda por soul, é garantia de se derreter pelo moço. Já esteve por aqui em 2005 e agora retorna no dia 5 de maio para promover o novo álbum “Compass“, que tem colaboração de nomes como Beck, Feist, Chris Taylor (Grizzly Bear), Pat Sansone (Wilco), Gonzalez.
O show vai rolar na Clash
Multiply para animar a querer ir conferi-lo ao vivo:
Apricot é um curta lindo de morrer. Sutil, com uma fotografia delicada e permeado de lembranças. É assisti-lo para se entregar à sua própria nostalgia, afinal as perguntas são “você lembra do seu primeiro amor?”, “você lembra do seu primeiro beijo?”, “você lembra….”. Foi dirigido e escrito pelo australiano Ben Briand. No ano passado ganhou o prêmio de “melhor narrativa”, no Vimeo Award.
É filme pra sonhar:
Aliás, curta a página no Facebook, que tem referências bem legais de outros trabalhos do diretor.
Muitos ainda não tinham nascido, mas Footloose foi um clássico nos anos 80. O filme é de 1984 e tem como protagonista Kevin Bacon, no papel de Ren McCowark; Lori Singer como Ariel Moore; o reverendo Shaw Moore vivido pelo John Lithgow. Quem não chamou tanta atenção no filme, mas foi uma das pessoas do elenco que melhor se deu na carreira, foi a Sarah Jessica Parker, dá uma olhada como a moça era (e como a gente melhora com o passar dos tempos):
Eu assisti dezenas de vezes o filme, afinal por um bom tempo ele imperou nas sessões da tarde. Posso dizer que marcou minha adolescência, inclusive eu arrasava nas coreografias a la footloose.
Há uns tempos atrás correu o boato de que Hollywood faria um remake do filme, com o Zac Efron no papel de Ren. Acabou não rolando, então uma turma de diretores (amadores como eles se auto-definiram) resolveram fazer uma nova versão: Our Footloose Remake.
Eu super recomendo, mas fará mais sentido se assistir novamente a versão original e depois assistir o remake. É risada na certa, os caras fizeram um ótimo trabalho. Dá para assistir na íntegra:
Foi lançado no festival SXSW o documentário PressPausePlay, que aborda como a revolução digital da última década desencadeou a criatividade e talento das pessoas de uma forma nunca vista. É um filme sobre medo, esperança e cultura digital.
A reflexão é se essa democratização da cultura significa que hoje temos arte, cinema, música e literatura melhores? O documentário traz Moby, Robyn, Seth Godin e outros criadores mais influentes dessa era para discutir as infinitas possibilidades criativas em meio a essa revolução “do it yourself”. O Moby, por exemplo, fala de como as pessoas há décadas atrás faziam as coisas: como elas viam uma exposição, compravam discos, iam a shows. Hoje todos podem ser fotógrafos, filmmakers, produtores musicais.
O documentário foi dirigido pelos suecos David Dworsky e Victor Köhler, em 2010 e tem 80 minutos de duração. Vale a pena ficar de olho para assisti-lo:
Eles deveriam ter aberto minha série, afinal está no meu Top 3 “melhores shows da vida”, talvez porque foi um show que esperei demais. O boato que eles tocariam no festival começou na fila de uma festa que fomos, em que talvez eles tocariam por lá. Bastou entrar no local e sacar que não teríamos tal surpresa boa nessa noite. Ainda brincamos bastante no Twitter com o boato, várias pessoas me mandando mensagens se era verdade, mas infelizmente era apenas um anseio.
Foo Fighters @ Stubbs by Lalai
No dia 15 de março às 17h estávamos na fila da premiere do documentário da banda. Durante a hora que ficamos esperando, corria solto a pergunta “será que ele vêm?”. Na fila de quem tinha a badge do festival, pulserinha amarela com o logo FF era entregue a todos, a qual ninguém entendia muito bem o que significava. Enfim, entramos ansiosas para conferir um dos filmes mais esperados do festival de Cinema do SXSW. Sentamos, a sala lotou e eu saí pra comprar pipoca. Quando cheguei no saguão, me deparei com um exército de fotógrafos parados na porta. Pronto, eles vem mesmo!
Relato de uma fã: Não resisti e fui pra lá me juntando aos fotógrafos e fiquei de prontidão, deixando a pipoca para trás. Não demorou para eu ver que estava certa, o baixista Nate Mendel, que para uns será eternamente Sunny Day Real Estate. Cumprimentei-o (já tinha que treinar o meu momento cara a cara com o Dave Grohl) e pedi um tanto sem graça para tirarmos uma foto juntos. Tiramos, fiquei feliz, ele apertou minha mão e seguiu. Logo na sequencia rolou um burburinho e eu comecei a tremer (é, me senti com 15 anos) e vi o Dave Ghrol entrando, tentei tirar umas fotos, mas os fotógrafos estavam ensandecidos. Então fiquei parada no canto já feliz por ter conseguido uma foto dele, esperando o alvoroço acalmar para eu voltar para a sala. De repente o Grohl pára do meu lado. Tá, eu tremi. Eu olhava pra ele meio como se eu estivesse vendo um ET. Aí pedi para tirar uma foto dele (tremendo), mas ele super simpático me abraçou para tirarmos uma foto juntos. Eu mal conseguia falar (basta ver minha cara de besta na foto). Pronto, saí voando, tremendo para a sala com uma foto em que estou colada no Dave Ghrol.
Nate & me
O documentário “Foo Fighters: Back and Forth” traça o passado, presente e até o futuro de uma das maiores bandas de rock’n roll do mundo. A história começa com o Dave Grohl ainda como baterista do Nirvana. São entrevistas com os integrantes e ex-integrantes que passaram pela banda. Tem um lado terapeutico, em que os “ex” William Goldsmith e Franz Stahl desabafam sobre suas passagens e saídas do Foo Fighters, além da experiência de como foi ter sido parte da banda mesmo que por pouco tempo. O documentário emociona pela honestidade dos diálogos, pelos momentos felizes e outros mais dramáticos pelos quais a banda passou. Dave Ghrol mostra que é O gênio que todos sabem que ele é, num bom-humor que tira risada da platéia a cada instante em que fala. Também não há como não se derreter pelo Pat Smear e pelo batera Taylor Hawkins, que são engraçadíssimos.
O ápice do documentário é quando eles tocam em Wembley para 85.000 fãs e se encerra com o Grohl chorando emocionado perguntando o que fizeram para conseguir um público tão grande como aquele. Não há como não chorar com ele…. é a cena que você assiste e pensa “ah, eu queria estar lá”. Depois do show, Dave Grohl reflete sobre o que fazer após ter tido um álbum aclamado e um show daqueles. Qual o próximo passo? E então ele decide que o próximo álbum (Wasting Light) seria gravado numa garagem. O álbum foi produzido pelo Butch Vig, que também produziu Nirvana, e tem participação do Krist Novoselic (um dos momentos mais emocionantes do documentário, quando ele entra na garagem) e Bob Mould (Husker Dü).
De lá seguimos para o Stubbs, já com o show confirmadíssimo na festa de encerramento do SXSW Interactive. A fila virava a esquina, mas todo mundo entrou. O show foi emocionante, afinal o lugar é pequeno, o palco sem muita firula, além de uma boa iluminação. Na primeira hora eles tocaram o álbum Wasting Light inteiro, e na última meia-hora os hits “My Hero”, “Learn To Fly,” “Monkey Wrench” e “Everlong”, quando o Stubbs veio abaixo. Dave Grohl também tirou sarro da galera perguntando se eles queriam continuar assistindo ao show ou preferiam voltar a desenvolver aplicativos.
O show para mim foi o final do documentário. Me senti de fato no meio de uma turnê de garagem e num show em 1999.
Agora eles começaram a turnê oficial e o dia 1, que rolou em NY, adivinha onde foi? Numa garagem:
Agora é ficar na torcida para que o boato sobre a vinda deles pra cá seja verdade.
Morri com essa nova campanha “Adidas All In”, feita pela Sid Lee (uma das minhas agências mundiais favoritas), que marca também o retorno do Justice com a música Civilization. A campanha, que tem também Katy Perry, foi lançada num evento em Marselha com show do Justice e uma projeção de video mapping de tirar o fôlego feita pelo DJ Cut Killer, contando com a participação das principais estrelas que a marca patrocina.
Confira o vídeo do evento:
E a campanha:
A direção ficou nas mãos do diretor francês, Romain Gravas.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.