Archive for maio, 2011

Música do dia

segunda-feira, maio 23rd, 2011

Nada como começar a segunda-feira com uma música que combina com pina colada. O Ola (aka meu maridão) se juntou ao Carlos Nuñez (ex-Pristine Blusters) e formaram o No Breaks. Acabaram de tirar do forno a faixa They Luv That. Ouve aí:

No Breaks – They Luv That by No Breaks

E lançaram recentemente também um remix para a música Hooli Gun Yo, do Chernobyl:

DJ Chernobyl ft Bazooka Boom – Hooli Gun Yo (No Breaks Remix) by No Breaks

Balões

quinta-feira, maio 19th, 2011

Achei linda essa vinheta feita pelo Dulcidio Caldeira, pra MTV Brasil:

Projetor feito com Lego Technic

terça-feira, maio 17th, 2011

Um cara fez um projetor para super-8 quase completamente com só lego. Impressionante.

Lego Technic Super-8 Movie Projector from Friedemann Wachsmuth on Vimeo.

Instagram no Mac

segunda-feira, maio 16th, 2011

Para quem está a todo momento bisbilhotando o celular só para espirar os “instagrams” alheios, os problemas acabaram. Foi lançado o Carousel, que é uma app para acessar o Instagram diretamente do Mac… dá para testar por 15 dias, mas depois tem que desembolsar US$ 4,99 para ter tal regalia no desktop. Dá também para comentar e dar “like” nas fotos. Só falta mesmo o “re-instagramar”, que a @biagranja “criou” ontem.

Dica do @olapersson

Green Sunset

sábado, maio 14th, 2011

Uma das coisas mais legais que surgiram em São Paulo foi as festinhas nas tardes de sábado, na área externa do MIS. Na primeira eu não fui, na segunda rolou a abertura da Virada Cultural e foi um programa delicioso para encontrar os amigos e colocar o papo em dia e hoje rola a terceira, trazendo o francês Joakim para as pickups. É de graça, começa e termina cedo, o lugar é lindo e o público que anda frequentando tais festinhas, é ótimo.

Eu sempre encontro os amigos mais “velhinhos”, “nostálgicos” e “cansados” lamentando que não há mais lugar para curtir boa música ou a falta de pique para sair à noite, por isso acho que essa nova programação preenche uma lacuna para muitos. Na que fui, eu vi gente que não encontrava há muito tempo, que trocaram as pistas por salas de cinema, restaurantes e/ou bares, e olha lá!

O que também é bacana é que a festa rola a céu aberto. O que falta ainda é estrutura de bar, pois o café do MIS simplesmente não dá conta da quantidade de pessoas que passam por lá e a fila para conseguir um drink grátis, é de passar mal. Como para tudo há uma solução, muitas vezes simples, o pessoal tem ido com bolsa térmica cheia de cerveja ou vinho rosé, que é uma ótima pedida. E sem essa de que hoje está frio, hein? Tira o casaco luxo do armário e vai.

Para aquecer, já vai ouvindo um set live que o Joakim fez para a Radio France. Eu vi ele tocar uma vez no Glória e foi ótimo:

Joakim DJ Set live on Radio France by Joakim

Social Memories

sábado, maio 14th, 2011

Vi no e*ideias e me derreti pelo app Social Memories, que reúne todas as suas informações compartilhadas no Facebook e as transformam num livro recheado de infográficos. O projeto foi feito pela DHL, que promete a entrega por custo bem tentador: o livrinho de 28 páginas custa com o frete o total de 22,45 euros. Agora é esperar o meu chegar por aqui.

Se faltar grana, dá para compartilhar ele no seu perfil no Facebook.

Pala, novo álbum do Friendly Fires

sábado, maio 14th, 2011

No dia 24 de maio será lançado “oficialmente”, já que o álbum está correndo solto por aí, o Pala, novo trabalho do Friendly Fires. Para quem ainda não ouviu, corre no Hype Machine, que disponibilizou o álbum na íntegra em streaming:

E se você é usuário de iPhone, aproveita pra baixar o novo app do Hype Machine, que super vale a pena.

Music Monday – Tiger Love

segunda-feira, maio 9th, 2011

Tiger Love é uma banda formada em 2010 em Londres, pelos irmãos Roi e Gigi, mais o baterista Loral. Não sei mais nada sobre eles, mas a música é divertida e o clipe é MA-RA-VI-LHO-SO. Então vamos aproveitar que ninguém está com a cabeça funcionando 100%, e vamos só curtir.

Dica da Mari di Pilla

Dia das mães

domingo, maio 8th, 2011

A primeira vez que resolvi fazer terapia foi por causa da minha mãe, com quem eu passei a adolescência inteira me estapeando. Eu não era fácil, ela menos ainda. Na terapia eu chorava sempre que ela virava o assunto, já que depois que comecei, descobri tanta coisa pra resolver, que ela já não era mais a questão central. Foi assim, vivemos entre tapas e beijos, com ela sempre dando um jeito de me criticar. Por outro lado, às vezes ela deixava sua docilidade transparecer a ponto de eu me derreter e agradecer pela mãe incrível que tenho.

Eu sempre fui gastona. Nunca poupei, sempre comprei tudo que queria e não queria, apenas pela ansiedade de gastar, o que tinha e o que não tinha. Chegava em casa acabada, com uma sacola a tiracolo, já arrependida pelo aparente desperdício. Enquanto eu lamuriava, ela apenas respondia “prazer não tem preço, já gastou mesmo, então não sofre e aproveite”.

Cresci, fiquei independente e fui morar sozinha, voltei, saí de novo. Foram altos e baixo, até a idade chegar mais para os dois lados e a gente, finalmente, começar a se entender.

Hoje ela está um pouco fragilizada e a pessoa mais fácil de se levar. Seu corpo já não responde como gostaria, a energia parece ter esgotado, mas ela se mantém ali, firme e fingindo que não é com ela. Suas pernas vivem traindo sua vontade, ela cai pra cá, tropeça ali. Estamos sempre à volta com a certeza de que ela está bem. São apenas as pernas, porque o resto está tudo bem mesmo.

Quando eu cambaleio à toa, bate aquele medinho de ser um problema genético, que me deixará assim, um pouco dependente das pessoas para poder estar em pé. Ela não liga, critica nossas preocupações, diz que pode se virar, sai andando sozinha, faz a gente acreditar que se preocupa demais (e talvez a gente se preocupe demais mesmo). Eu me preocupo, não só com ela, mas com meu pai, que acabou largando seus vôos sempre tão ousados, apenas para cuidar dela.

Eu, que estou sempre ocupada e preocupada com meus problemas, dou menos atenção do que gostaria (puro egoísmo na minha análise mais racional). Aí vem aquelas saudades de quando eu deitava no colo dela pra ver novela e ainda ganhava uns trocados pra gastar na cantina da escola no dia seguinte. Quando a vida ainda era sem preocupação, sabe?

Eu sempre fui muito família. Tenho uma conexão incrível com meus pais. Agradeço sempre pela minha família e pela criação que tive. O meu lado ousado, aventureiro, amigo, curioso vem deles. Meus pais sempre me fizeram acreditar que problemas são oportunidades para desafios, sempre me ensinaram que a vida deve ser vivida com leveza, que eu devo correr atrás do que eu acredito, independentemente se ninguém acredita em mim. Deram-me a liberdade que qualquer pessoa sempre almejou, nunca criticou meus namorados, mesmo quando eu os trocava a cada 3 meses; nunca fez qualquer comentário negativo sobre minhas escolhas.

tal mãe, tal filha

Pela primeira vez em muito tempo eu resolvi que é tempo de compartilhar meu tempo com eles. Sempre bate uma culpa antecipada de não poder estar com eles, de não ir visita-los porque estou cansada, de não compartilhar os momentos que eles estão na minha casa porque estou trabalhando. Por isso pra mim foi incrível passar 3 dias coladinha nos 2 pra cima e pra baixo mostrando meus cantos favoritos do Rio de Janeiro. Não só eu, mas o Ola que foi o namorado mais incrível e paciente do planeta, acompanhando cada passo, dando a maior atenção, fazendo piadas, tirando fotos, contando histórias.

Há tempos eu não tinha um dia das mães tão feliz. Fez eu ver tantas coisas, principalmente sobre o que sou, o que quero, o que busco, o que acredito…

Feliz dia das mães dona Maria, a mãe mais incrível que eu poderia ter!!! <3 e feliz dia para todas as mães pacientes e incríveis com a minha.