O Kings of Leon estava fazendo um show em Dallas, quando de repente o vocalista Caleb Followill parou o show e disse: “Eu preciso voltar ao backstage por um segundo. I preciso vomitar, tomar uma cerveja e volto para tocar mais 3 músicas” e termina dizendo que não estava bêbado. Vamos concordar que é um mico, hein?
O baixista Jared Followill desculpou-se posteriormente, dizendo que sentia muito afirmando problemas internos com doenças. Dá uma conferida na cena:
Estão surgindo cada vez mais projetos simples e bacanudos no Instagram, que atualmente conta com 5 milhões de usuários. The Vaccines vai lançar o novo clipe para a música “Wetsuit” todo feito no Instagram de um jeito bem fácil e colaborativo.
O conceito do vídeo é o verão perfeito da música, pedindo que os fãs compartilhem fotos no Instagram utilizando a hashtag #vaccinesvideo. Eles bucam por imagens de festivais, de bandas, tendas, lama, etc… imagens que traduzam a música no verão. Até o momento já tiveram 1405 fotos tageadas.
Quem não tem iPhone pode participar também enviando as fotos para pics@vaccinesvideo.com. A direção ficará nas mãos do Poppy de Villeneuve e o conceito foi desenvolvido pela Anomaly, para a Sony Music. É o tipo de ideia que você vê e pensa “ah, por que eu não pensei nisso antes?”.
Se curte a banda, corre lá e participe também…. com certeza vai ser legal se ver no clipe depois.
Gosto bastante de grafite, não só de Banksy, mas tenho uma leve frustração porque mesmo em Londres, eu não vi um trabalho seu sequer. Nas minhas viagens acabo muito mais contemplando grafite ao acaso, do que necessariamente procurar por artes específicas, o que eu considero um erro. Apesar de sempre me deparar com trabalhos incríveis, seja em São Paulo, NY, LA, Londres ou Berlim, às vezes faltam referências para saber melhor o que eu estou vendo.
Enfim… o post nem era para divagar muito a esse respeito. Comecei a escreve-lo pelo aplicativo Banksy Locations que acabei de descobrir. A busca por trabalhos do Banksy pode ser feita de diversas formas: pela localização, através da galeria do app ou nome da obra que quer ver. Além disso também há vídeos e uma área só de notícias a respeito do artista. Para quem é fã, vale cada centavinho dos US$ 1,99 que custa.
Eu sou super fã da Cindy Sherman. Confesso que ela me surpreendeu mais uma vez na nova parceria com a MAC. Estava lendo o artigo que saiu no Guardian e só agora caiu uma ficha. Apesar dela ter tido um auto-retrato seu vendido por US$ 3,89 milhões, ela consegue passar como anônima, afinal quem sabe como é Cindy Sherman de fato? A cada trabalho que realiza ela se transforma em outra pessoa, mas nunca trazendo si mesmo à tona.
Em setembro será lançada uma nova coleção recheada de cores vibrantes e a MAC ousa novamente, trazendo uma artista como Cindy Sherman para apresentar sua coleção, assim como já trouxe Elton John, a drag queen Ru Paul, Lady Gaga, Missy Elliot entre outros. Como não poderia deixar de ser, as imagens da campanha trazem Cindy Sherman provocativa como sempre.
Parabéns pra MAC que ousa a trazer personas ao invés das habituais modelos incríveis, que muitas vezes mexe mesmo é com nossa auto-estima. Que venham próximas tão criativas quanto Cindy Sherman.
Conheci e aprendi a gostar de Explosions in the Sky com a Dani Valentin, que, aliás, me apresentou muita coisa boa desde então (se bem que ela anda muito ocupada em Berlim e mal mandando boas dicas sonoras… hehehehe). Acabei me apaixonando por eles, que faz um som muito diferente do que eu ouvia na época. Acho que eu nem sabia ouvir muita coisa calminha e viajante, a não ser trip-hop.
Para a minha felicidade, a primeira vez que vi o Explosions in the Sky foi com a Dani (e foi a primeira vez dela também!!!). Foi no Lollapalooza em 2008 (?) numa tarde ensolarada incrível, com todo mundo jogado na grama naquele clima de felicidade assistindo um show lindo de morrer. Eles são tão incríveis ao vivo quanto em seus álbuns. Puro deleite sonoro perfeito para relaxar, sonhar, brindar com os amigos.
Toda vez que sinto saudades da Dani, eu ouço Explosions e é como eu pudesse senti-la aqui pertinho de mim. E hoje foi um dia desses. Acabei ouvindo o último álbum “Take Care, Take Care, Take Care” umas 4x pelo menos. E claro, coisas boas a gente compartilha sempre, então fica com esse clipe da música “Last know Surroundings”, que é uma animação incrível de 8:20:
A CREW caminha para suas últimas edições, mas como somos ruins de matemática, já desencanamos de fazer a contagem regressiva. Quem não se perdeu por aí, que levante o braço e conte pra nós. Lá no fundinho, o que sei, é que a CREW de certa maneira vai sempre existir, independente do formato. Quando me lembro da primeira edição, permeada por ataques gratuitos de pessoas que não acreditavam no projeto e diziam que era fácil demais fazer uma festa com tanta gente como residente. Se foi fácil, eu não sei dizer. Ter tanta gente envolvida no mesmo projeto não é algo tão simples quanto possa parecer. A CREW virou aquela turma de amigos que se desentendem de vez em quando, ameaçam cair fora, mas sempre voltam… apesar de alguns terem caído fora mesmo.
Acho que nenhuma festa arrebatou meu coração como a CREW, até porque eu me sinto super mãezona dela. Sou eu que tento organizar a bagunça, que dou bronca, que pego no pé, que encho o saco, mas amo de verdade.
Uma das melhores coisas da CREW foi os amigos que fomos fazendo por conta dela nesse tempo todo, amigos que fielmente estão lá em cada edição. Por isso para essa edição, que rola hoje, votamos em alguns amigos djs que frequentam nossa pista para mudar de lado (afinal são muitos), dividindo as pickups com a gente. Para essa primeira edição for friends, convidamos:
The Twins Club Soda Carlos C. Nuñez 2Horsemen Adverteasers
VJs Ortega e Act
É gente pra caramba…. acho que nunca tivemos tanta gente tocando na mesma edição (a não ser aquela que viramos a manhã!), por isso hoje a CREW tem tudo para ser especial, divertida e a festa entre amigos que sempre foi.
Vamos ficar ainda mais felizes se vocês forem curtir a noite com a gente… esperamos todos lá. Aproveita e curta um flashback do que já rolou no post que o Clube Glória fez pra nós.
Como todo mundo está sabendo, hoje está começando o The Creators Project Brasil, no Pavilhão da Bienal, com uma programação super recheada com música, cinema, artes. Entre tantas atrações incríveis, o Emicida é para mim a maior e uma das mais esperadas. Tem também os amigos Database (mó orgulho de uma das minhas duplas favoritas).
No domingo é a vez do grande Emicida, que anda chacoalhando o Brasil. Eu o conheci na época em que estávamos iniciando o We.Music, pois ele seria um dos participantes. Ele me encantou na primeira conversa e virei fã desde então. Acabou não rolando por problemas de conciliar a agenda, mas ficou a amizade e ele é sempre um fofo quando eu o encontro. Um dia desses eu estava conversando com o Dudu Marote, que tinha acabado de fazer um trabalho com ele. O Dudu só teceu elogios, especialmente sobre as letras das músicas, que são muito incríveis, colocando-o ao lado de grandes compositores. Eu concordo. Já prestou atenção nas letras das músicas? Ouve mais de perto.
Dá uma conferida nesse vídeo em que ele conta como foi o início da trajetória dele e como a tecnologia o ajudou a chegar onde está. Se você ainda não se rendeu ao charme do garoto (que já paizão), prepare-se. Emicida é inteligente, sabe muito bem o que quer e onde quer chegar. Eu super admiro a determinação dele.
E no domingão vai ser possível acompanha-lo ao vivo no The Creators Project, tanto ao vivo quanto na Web, pois vai rolar streaming do evento, a partir das 21h.
Eu vou até ousar a colar um pedaço do release, que explica muito bem a experimentação maluca que vai rolar nesse evento, em que ele vai improvisar a partir de palavras enviadas através do twitter durante o show. Para participar, basta utilizar a hashtag #emicidaCreators.
Em um experimento de Arte e Tecnologia, o cérebro de Emicida vai funcionar como um processador humano. Enquanto ele improvisa, seus impulsos cerebrais vão transformar os twiits enviados em uma animação de arte generativa (criada a partir de algoritmos).
No dia do show, Emicida usará uma toca que vai conectar seus impulsos cerebrais a um computador. Cada palavra enviada pelo público via Twitter, com a hashtag #emicidaCreators, terá uma reação em seu cérebro. Todo esse movimento será transformado em animação projetada em real time.
O visual gerado vai dar a cara do novo videoclipe do artista, que registrará o experimento e o improviso ao vivo. A ação acontece durante o show de lançamento de seu novo álbum, Doozicabraba Family.
Não entendeu muito?? Confere aqui:
E isso não é um publieditorial. Eu sou fã assumida do The Creators Project e ainda mais do Emicida.
O Radiohead está lançando uma série de 12 singles, cada um reunindo remixes das faixas do álbum “The King of Limbs”. Já está disponível um preview da terceira parte com as músicas Feral, Morning Mr. Magpie e Separator. Dos 3 remixes, eu só gostei mesmo do feito pelo Four Tet para Separator. Tudo bem cabeçudão, então tem que entrar no mood.
Esse segundo semestre está uma loucura a agenda de shows que vão rolar por aqui. Segura a carteira!!!! Quando gasto uma fortuna com shows, eu penso em “pelo menos cada real vira milha”, isso faz eu me sentir menos culpada por ser tão gastona.
By the way, entre os bons shows que aterrissam por aqui, um deles é show do The Pains of Being Pure at Heart, que eu vi no SXSW e posso dizer “vale a pena”. Show lindo que causa aquela sensação de felicidade, que só a música e um bom show podem causar. Nesse ano eles lançaram o ótimo álbum “Belong”. Eles se apresentam na 2ª edição do Fourfest (que trouxe o Caribou no ano passado, lembram?).
Dá uma olhada no clipe que lançaram nesse mês para a música The Body:
Se ainda não se convenceu, ouve o álbum inteiro e depois se jogue no som de Ariel Pink’s Haunted Grafitti, que é o grande destaque do festival com seu pop psicodélico e barulhento. Para quem fica bocejando diante da agenda de shows brasileiras porque não trazem novidades, é só ter um olhar mais atento e, claro, dar aquela força para que esses festivais mais independentes ganhem força para poder sempre trazer sonoridades novas para a gente ver ao vivo.
E corra, o Fourfest tá com uma promo legal: o ingresso custa R$ 160,00 inteira e R$ 80 a meia, mas quem comprar 2 inteiras juntas, paga R$ 200,00.
O festival rola no Clash Club, no dia 15 de setembro (tá longe, mas já vão se preparando) e tem também os brasileiros do Some Community, que abrem a noite. Mais infos aqui.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.