O que Obama está ouvindo?
segunda-feira, novembro 3rd, 2008Em clima de Eleições (reality show) Americana, saiba o que Barack Obama tem ouvido durante a campanha:
1. Signs – Snoop Dogg and Justin Timberlake
2. Ain’t No Mountain High Enough – Marvin Gaye and Tammy Terrell
3. Torn and Frayed – The Rolling Stones
4. C’mere – Interpol
5. Use Me – Bill Withers
6. Numb/Encore – Jay-Z and Linkin Park
7. I Feel it All – Feist
8. Hey Hey What Can I Do – Led Zeppelin
9. Kick, Push – Lupe Fiasco
10. I’ll Be Around – The Spinners
11. Big Weekend – Tom Petty
12. I’m on to You – Neil Diamond
13. Bones – Radiohead
14. Down by the River – Neil Young
15. When the Stars Go Blue – Ryan Adams
16. Maps – The Yeah, Yeah, Yeahs
17. Daughter – Pearl Jam
18. Season of the Shark – Yo La Tengo
Via bog do Sérgio Dávila


Poucas bandas têm uma carreira tão genial e entregue ao sabor como os Primal Scream. Ao longo de 26 anos de atividade, já atiraram a tantas direções e arriscam-se a cada novo álbum editado – do olhar retro de Sonic Flower Groove [injustamente esquecido, mas magnífica estréia, em 1987] ao reencontro com a genética dos blues em Riot City Blues [2006], do pop dançante e mítico Screamadelica [o melhor álbum de todos os tempos] ao desafio aos sentidos de Vanishing Point [1997]… Tudo isto numa obra onde não faltaram os tropeções, seja no desnorte de Give Out But Don’t Give Up [1994] ao politicamente pretencioso [e na verdade inconsequente de 2000] XTRMNTR… É uma surpresa a cada novo álbum. E Beautiful Future não foge à regra.
Muito se fala do da estréia de Scarlett Johansson no mundo musical e tudo o que eu li por aí foram opiniões divididas. Até mesmo entre os que o não ouviram bem, ou aqueles que são sempre do contra (e eu me incluo nessa categoria). Antes de mais nada, a fala “canta mal” como motivo para levantar ou baixar o polegar à estréia é pura balela de quem não tem paciência para ouvir ou pior, argumentos para opinar. Quantas vozes menos encorpadas fizeram alguns dos mais marcantes momentos da história da música popular? E, no sentido oposto, quantas de tons afinados nos deram algumas das mais insuportáveis canções? (Celine Dion está bom pra você?). Scarlett Johansson pode não ter as cordas vocais e os pulmões de uma diva, mas a sua estréia musical não parece ser apenas birra criativa de uma atriz mimada.
Moby até é um tipo simpático. Tem aparecido ultimamente com boas conversas sobre política americana. E fala sobre Nova Iorque com o entusiasmo de quem vive com alma a vibração da cidade… A música? Bom… É indiscutivel a sua presença na reinvenção dos códigos pós-revolução da dance music na ressaca do que se escutou em finais dos anos 80, no sentido da redescoberta de formatos principalmente.















