Long portrait, motion portrait, motion photography… sei lá como vamos chamar isto, mas é isto. Fiz estes dois para o site da Revista IstoÉ Gente durante as sessões de fotos para a revista impressa e só posso dizer que estou gostando muito desta coisa aí.
Na verdade, acho que está demorando até demais para isto virar algo usual por aqui. Revistas, internet, ipads, iphones… demorou, ne?
Mas enquanto não vira mesmo, vou fazendo quando dá. Outro material parecido com isto que fiz e gosto foi este aqui para o site da Revista Elle, durante uma sessão de fotos para revista também.
A modelo é Andressa Fontana, da Way model, o make é da Simone Barcelos. A trilha sonora de todos estes vídeos é original, as duas primeiras eu fiz usando loops prontos e neste último para a Elle a trilha foi feita pelo Rabih (que até canta) + Fábio Smeili (RRR) e isto é uma das coisas que curto muito nestas experiências: envolver mais gente, mais amigos. Todos vídeos tem resolução fullHD e foram feitos usando uma canon 5dmkII e luz natural.
Quem diria, o artista que mais extrapola o pop no mundo, o japonês Takashi Murakami, ganhou uma bela exposição de esculturas no palácio mais clássico barroco do mundo: Versailles. Para quem não se lembra, Murakami é o artista que forra tudo que vê pela frente com divertidas e coloridérrimas flores sorridentes, no melhor estilo mangá. Mas, diferente de versões mercenárias tupiniquins, a arte dele não é decoração. É inspiração, felicidade e porque não, uma crítica às definições convencionais de arte. Luis XIV, o Rei Sol, se revira no túmulo, provavelmente por ser ofuscado pelas incríveis obras.
São ao todo 22 obras, 14 delas feitas exclusivamente para esta exposição. Estará aberta ao público a partir de 14 de setembro, e fica até 13 de dezembro.
um dos traillers do filme Granny O’Grimmok. belissima animação. mas, confesso que eu ficaria com medo se minha avó lesse histórias com este tom tão…assustador.
já havia visto o teaser deste curta tinha um bom tempo, e hoje lendo meu feeds de design, lá estava a versão final.
em épocas de dias dos namorados, é bom lembrar os pensamentos que se passaram quando vimos a pessoa amada pela primeira vez, e o curta é exatamente sobre este momento sedução do primeiro encontro.
Foi então que, inocentemente, voltando do mercadinho de toldo azul do lado da minha casa com minha sacola de pano já meio desgastada pelo peso da feira da semana e passando, cabisbaixa, em frente ao Music Hall of Williamsburg, deparo-me com uma cena um tanto comum: alguns moços carregando instrumentos musicais de uma banda que iria tocar mais tarde. Não sei o que me chamou atenção , mas olhei pra cima e no letreiro estava escrito: “Mumford & Sons”. Nome estranho pra uma banda, pensei. Mas gravei mentalmente a informação e segui meu caminho pelo meu bairro hipster (agora moro em Williamsburg, mas who cares?). Cheguei em casa, guardei as compras (who cares again?) e procurei no tio google que diabo de som era aquele. A partir desse dia (que dia? sou atemporal), não consigo parar de ouvir esse quarteto indie folk de Londres, minha cidade natal (sonha, filha). A banda foi formada no final de 2007, mas seu primeiro álbum, Sigh No More, foi lançado em outubro de 2009 em Londres e início de 2010 nos EUA. E, sim, perdi o show desses homens e amo contar histórias.
Lembra quando as Havaianas eram só sandálias de borracha, baratas, que “não soltavam as tiras”, que era achada em qualquer supermercado, que o Chico Anysio usava e, assim como ele, muito provavelmente, a faxineira do seu prédio também tinha uma para a hora de lavar o piso do hall do seu prédio; lembra?
Lembra quando eles resolveram começar a variar as cores, os modelos, a grossura e a amarração das tiras, mudar o garoto-propaganda [Luiza Brunet na Caras, “todo mundo usa”, posicionar-se lá fora como “must have” de verão, abrir loja conceito? Lembra?!
Agora lembra do Uno, Fiat Uno ou Uno Mille? Lembra daquele frigobar motorizado, com aquele design que nunca conseguiu ser pelo menos simpático? Lembra do acabamento sempre nulo do interior do veículo? Lembra de já ter ouvido falar que “para ter um Uno, prefiro continuar a pé?” Pois é…
Lembrou, né? E o novo Uno, você já viu? O vi ao vivo, no aeroporto Santos Dumont, no último fim de semana. A transformação me deixou embasbacado.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.