No último dia 24 fomos ver HOT CHIP no Terminal 5 (obrigada pelo presente Duda). Já havia visto esses ingleses figuras no Tim Festival/2007, mas é claro que não foi tão legal quanto assistir a um show só deles. Os rapazes comandaram a noite com seu som dançante e gostoso. A banda parecia se divertir muito com o público – destaque para Alex Taylor com seu visual rapper e sua voz deliciosa e para o guitarrista Owen Clark e suas dancinhas anos 80. Ponto alto da night: Thieves In The Night, One Life Stand (último CD), Over And Over, I Feel Better e She Wolf (Shakira Cover). Para quem não conhece o HOT, segue um podcast do show deles. Duvido que você não levante nem um pouquinho da cadeira!
Setlist:
1. Hand Me Down Your Love
2. One Pure Thought
3. Thieves In The Night
4. Brothers
5. One Life Stand
6. Over And Over
7. Alley Cats
8. And I Was A Boy From School
9. Take It In
10. We Have Love
11. Hold On
Bizz:
12. She Wolf (Shakira cover)
13. I Feel Better
14. No Fit State
15. Ready For the Floor
Quinta-feira retrasada foi dia de ouvir de perto os dois rapazes e a menina do BRMC. Para quem não sabe, o trio californiano, anteriormente formado por Nick Jago (baterista), Robert Levon Been (vocalista e baixista) e Peter Hayes (vocalista e guitarrista), agora (nem tão agora) traz Leah Shapiro (baterista da turnê dos The Raveonettes) mandando ver no bumbo. Parece que desavenças entre Jago e os dois outros integrantes da banda chegaram ao fim com a substituição do baterista por Leah em junho de 2008.
No início do show a banda parecia tímida, a voz dos vocalistas estava mais baixa que os instrumentos e o som não estava tão nítido. Uma exceção para o Webster Hall, um dos melhores lugares para assistir a um show em NY. Felizmente o som melhorou, a banda se empolgou (e Leah mandou muito bem na bateria, apesar de não parecer tão confortável) e pude ouvir algumas músicas prediletas na voz rasgada de Robert Levon e na batida folk de Peter Hayes.
BRMC @Webster Hall, 08/04/2010.
Setlist:
1. War Machine
2. Mama Taught Me Better
3. Red Eyes and Tears
4. Bad Blood
5. Beat the Devil’s Tattoo
6. Love Burns
7. Aya
8. Berlin
9. Weapon of Choice
10. Annabel Lee
11. Ain’t No Easy Way
12. Whatever Happened to My Rock and Roll
Bizz 1:
13. Mercy (Robert acoustic)
14. Love Me Tender (Peter acoustic)
15. Shuffle Your Feet
16. Conscience Killer
17. 6 Barrel Shotgun
18. Half State
19. Spread Your Love
Há algumas semanas consegui ver a exposição do tio Tim Burton aqui no MoMa NY. E como esperado, entrar em seu “estranho mundo” foi singular. Mas confesso que não tive muita paciência para me acotovelar com todas as pessoas que estavam ali e sai de lá com uma sensação de dever não cumprido. Não curti a exposição como deveria e não vi tudo o que deveria ver e como deveria ver… Enfim, os pacientes fãs de Burton tiveram que enfrentar filas (aguentei essas filas por alguns momentos, mas logo desisti) para apreciar desenhos do início de sua carreira, estudos de personagens como Beetlejuice e Noiva Cadáver, pinturas, instalações, fotografias e roupas de personagens do cinema como Batman, Eduardo Mãos de Tesoura, Mulher Gato etc.
E para os que não moram em NY ou estavam aqui, mas não conseguiram ingresso, “O Estranho Mundo de Tim Burton” chega ao Rio de Janeiro ainda esse ano. Só espero que os organizadores do CCBB tenham um pouco mais de noção de espaço e façam com que as pessoas não se sintam tão frustradas como eu.
Dia desses a @biagranja postou no twitter uma dica interessante sobre bares de Nova York. Marty Wombache, um jornalista que já escreveu para a timeout/newyork e new york press, e que é especialista em dar pitados sobre bares da cidade, resolveu mergulhar em um projeto, digamos, um tanto alcoólico. Serão 365 dias bebendo em bares diferentes de NY City e relatando tudo sobre o boteco no seu blog. Isso mesmo, o moço terá de percorrer 365 bares em 365 dias, sem intervalos, e deverá beber 3 cervejas, no mínimo, em cada lugar. Será que ele sobrevive? Acho que sim! E aposto que seu blog já está bombando por aqui. E como americano AMA opinião e leva isso muito a sério, acho melhor alguns lugares melhorarem um pouco o modo como trata seus clientes, não é mesmo The House of Brews? #Staythetip!
365 bares em Nova York
Dia desses a @biagranja postou no twitter uma dica interessante sobre bares de Nova York. Marty Wombache, um jornalista que já escreveu para timeout/newyork, new york press, manhattan spirit entre outros e que é especialista em dar pitados sobre bares da cidade resolveu mergulhar em um projecto, digamos, bem alcoólico. Serão 365 dias bebendo e comendo em bares diferentes de NY City, cada dia um lugar novo, e relatando tudo sobre o boneco no seu blog. E como americano AMA reviews, ou seja, opinião alheia e leva isso muito a sério, acho melhor alguns lugares melhorarem um pouco o modo como trata seus clientes, não é The House of Brews? Stay the tip! Dia desses a @biagranja postou no twitter uma dica interessante sobre bares de Nova York. Marty Wombache, um jornalista que já escreveu para timeout/newyork, new york press, manhattan spirit entre outros e que é especialista em dar pitados sobre bares da cidade resolveu mergulhar em um projecto, digamos, bem alcoólico. Serão 365 dias bebendo e comendo em bares diferentes de NY City, cada dia um lugar novo, e relatando tudo sobre o boneco no seu blog. E como americano AMA reviews, ou seja, opinião alheia e leva isso muito a sério, acho melhor alguns lugares melhorarem um pouco o modo como trata seus clientes, não é The House of Brews? Stay the tip!
quem repara em tendências e as estuda, já tinha percebido a volta da estética anos 90 em clipes de bandas como justice, digitalism e julian casablancas.
duvida?
veja o clipe e tire suas conclusões.
Dia 24 de novembro de 2009 foi meu último post aqui no lalai.net. Depois disso viajei de férias para o Brasil, vi quase todos os amores da minha vida (tenho vários!), bebi muito, comi muito, sorri muito, dancei muito, surtei muito e chorei na volta pra casa.
Chorei igual a uma putinha arrependida por todas as pessoas que deixei pra trás. E por um instante cheguei a odiar Nova York por me fazer sentir toda essa saudade.
Depois da chegada, muitas coisas me levaram ao ostracismo. Isso mesmo. Fiquei durante todo esse tempo escondidinha no meu mundinho de ideias, esperando o inverno passar (mais em mim do que lá fora) e lidando com várias situações difíceis. Muitas coisas aconteceram desde minha chegada, mas acho que ontem tive uma epifania. Sabe aqueles momentos mágicos que te fazem enxergar claramente toda a merda que você tava fazendo com sua vida e que não queria enxergar? Pois é. A merda toda se abriu, ontem, exatamente às 5 da tarde do dia 24 de março de 2010. E não pensem que me chafurdei na lama de merda não, minha gente. Fiz foi o contrário: levantei o pescoço, abri os olhos e mandei toda a merda a merda. E que venha o ano de 2010. A anapaulapj está de volta. Aff…
E pra fechar esse post filosófico e poético, nada melhor do que minha nova paixão musical: Sondre Lerche, um norueguês de 28 anos com influências de bossa nova e Beach Boys. Sondre começou a tocar guitarra aos 8 anos e na última terça-feira mostrou pro público daqui de NY (inclua-me nisso) pra queDia 24 de novembro de 2009 foi meu último post aqui no lalai.net. Depois disso viajei de férias para o Brasil, vi quase todos os amores da minha vida (tenho vários!), bebi muito, comi muito, sorri muito, dancei muito, surtei muito e chorei na volta pra casa.
Chorei igual a uma putinha arrependida por todas as pessoas que deixei pra trás. E por um instante cheguei a odiar Nova York por me fazer sentir toda essa saudade.
Depois da chegada, muitas coisas me levaram ao ostracismo. Isso mesmo. Fiquei durante todo esse tempo escondidinha no meu mundinho de ideias, esperando o inverno passar (mais em mim do que lá fora) e lidando com várias situações difíceis. Muitas coisas aconteceram desde minha chegada, mas acho que ontem tive uma epifania. Sabe aqueles momentos mágicos que te fazem enxergar claramente toda a merda que você tava fazendo com sua vida e que não queria enxergar? Pois é. A merda toda se abriu, ontem, exatamente às 5 da tarde do dia 24 de março de 2010. E não pensem que me chafurdei na lama de merda não, minha gente. Fiz foi o contrário: levantei o pescoço, abri os olhos e mandei toda a merda a merda. E que venha o ano de 2010. A anapaulapj está de volta. Aff…
E pra fechar esse post filosófico e poético, nada melhor do que minha nova paixão musical: Sondre Lerche, um norueguês de 28 anos com influências de bossa nova e Beach Boys. Sondre começou a tocar guitarra aos 8 anos e na última terça-feira mostrou pro público daqui de NY (inclua-me nisso) pra que veio ao mundo. veio ao mundo
Dia 24 de novembro de 2009 foi meu último post aqui no lalai.net. Depois disso viajei de férias para o Brasil, vi quase todos os amores da minha vida, bebi muito, comi muito, sorri muito, dancei muito, surtei muito e chorei na volta pra casa. Chorei igual a uma criança por todas as pessoas que deixei pra trás. E por um instante cheguei a odiar Nova York por me fazer sentir toda essa saudade. E depois da chegada, muitas coisas me levaram ao ostracismo. Isso mesmo. Fiquei durante todo esse tempo escondidinha no meu mundinho de ideias, esperando o inverno passar (mais em mim do que lá fora) e lidando com várias situações difíceis: a eterna procura por um emprego, a mudança de casa, as frustrações de se morar numa cidade que não é minha (ainda), a ansiedade por não saber o que fazer nesse mundo insano e bla bla bla. Mas acho que ontem tive uma epifania. Sabe aqueles momentos mágicos que te fazem enxergar claramente toda a merda que você está fazendo com sua vida? Pois é. A merda toda se abriu, ontem, às 5 da tarde do dia 25 de março de 2010, pra ser mais exata. E não pensem que me chafurdei na lama, minha gente. Fiz o contrário: estiquei o pescoço, abri os olhos e mandei toda a merda à merda. E que venha o ano de 2010. Estou de volta!
E pra fechar esse post filosófico e poético, nada melhor do que uma das minhas novas paixões musicais: Sondre Lerche, um norueguês de 28 anos com influências de bossa nova e Beach Boys. Sondre começou a tocar violão aos 8 anos e na última terça-feira, dia 23 de março, mostrou pro público daqui de NY (inclua-me nisso) toda sua paixão pela música. Modern Nature (não é nova, eu sei, mas é fofa e tem tudo a ver com meu momento epifânico, tá?) é uma das faixas da trilha sonora do filme Dan in Real Life e foi cantada em coro pela mulherada que estava na plateia. Menos por mim, porque sou feliz, mas nem tanto…
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.