Archive for the ‘amor’ Category

back to solitude

quarta-feira, agosto 17th, 2011

desta vez não é animação, mas um curta com uma direção de fotografia perfeita. um roteiro que prende a atenção e uma narração em off, perfeitamente colocada.

pare 5 minutos e assista.

‘Back to Solitude’ (2011) from Joschka Laukeninks on Vimeo.

(dia do @s_stefano)

street wedding

terça-feira, agosto 3rd, 2010

se você pensa em se casar, mas não quer cair no convencional, este é o casamento ideal.

café allongé

domingo, junho 13th, 2010

já havia visto o teaser deste curta tinha um bom tempo, e hoje lendo meu feeds de design, lá estava a versão final.

em épocas de dias dos namorados, é bom lembrar os pensamentos que se passaram quando vimos a pessoa amada pela primeira vez, e o curta é exatamente sobre este momento sedução do primeiro encontro.

(via @caligraffiti)

What do you <3?

segunda-feira, março 1st, 2010

lessthanthree

O povo do Orkut, há um tempo, começou a usar “S2″ como símbolo/emoticon para amor. A tchurma nerd cool achou miguxo demais e estabeleceu o “<3″.

E taí uma ideia bacana, ainda que pós-gancho de Valentines: Less Then Three - ou “menor que três”, que seria o que, literalmente, o símbolo diz.

Entra lá e diga o que você ama. Por dia, o site cataloga o que as pessoas estão amando ;)
Como eles, da Agência Net, disseram: “se uma imagem vale mais do que mil palavras. Dois pequenos símbolos podem valer muito mais”.

A Bia Granja que me mostrou, após ver no NotCot.org.

um poema de amor…

domingo, outubro 25th, 2009

(este post foi inspirado por ‘sex and the city, o filme’)

casal sentando na praça

“Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção:
pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês. Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.Por isso, preste atenção nos sinais – não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida:
O AMOR.”

(carlos drummon de andrade)

(i’m) a woman under influence.

segunda-feira, agosto 10th, 2009

Este post é breve e serve fundamentalmente para registrar publicamente o meu amor et fascinio pela Gena Rowlands.

Alias, ela é 50% de um dos casais que eu mais amo. Esqueçam Romeu e Julieta ou BRANGELINA.

Eu quero um amor sabor GENA ROWLANDS & JOHN CASSAVETES. : )

França e eu, eu e França

quinta-feira, julho 30th, 2009

Eu amo a França. Ponto. Sou fã da literatura, do cinema, da filosofia, do teatro, da música, da moda e amo o país. Resisti em admitir que a França é um dos meus países favoritos. Ponto. Admiti.

Esse ano meu plano era passar meu aniversário em Berlim, que é uma das minhas cidades favoritas no mundo e adoraria voltar lá no verão, mas quando vi, eu estava marcando minha passagem para 10 dias em Paris. Eu vou, eu volto, eu vou. Paris é a cidade que eu queria estar sempre. Adoro Londres, mas Paris é quem me derrete. Eu entendo a cidade, tenho meus cantos favoritos e quase suporto o mau humor dos franceses. Não é a toa que eu tenho uma única tatuagem e essa seja em francês. Poesia. Rimbaud. Poucas palavras resumindo o que sou.

eu&rimbaud

Meu apartamento atualmente tem referências francesas em todos os cantos. Não é pretensão. É paixão. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que eu pisei em solo francês. Não foi em Paris. Foi numa pequena estação no sul do país, em que eu saí do trem e bem caipiramente fiquei pulando e gritando para a minha amiga: ESTOU NA FRANÇA! Bem caipira mesmo.

A primeira cidade em que me estabeleci na França foi Nice. Depois disso passei por pequenas cidades e claro, várias vezes por Paris. Cada vez (não foram tantas, ok?) que vou à Europa, Paris é minha parada obrigatória e é sempre onde gasto mais tempo. Apenas por um motivo. Eu amo estar em Paris. Por isso sou adepta do ano da França no Brasil e tenho feito disso meu evento particular. Fiz a festa “ano da França na Lalai”, em que quase 40% dos presentes eram franceses. Tenho alugado diariamente meus filmes prediletos e outros que não conheço de produções vindas de lá. No cinema minhas escolhas tem se reduzido à França e assisti todos os filmes que tem PARIS no título.

Na terça-feira fui na livraria Martins Fontes, que aliás, eu confesso que é minha favorita e saí de lá com 5 livros novos de autores franceses, sendo na maioria autores contemporâneos.

Reparei que a maioria dos artistas que tenho trazido para tocar aqui são franceses. São meras coincidências. Thieves Like Us não é francês, mas sua base é na França. E tem uma lista infinita que quando analiso, me dou conta de que mais do que 50% também vem de lá. Chego a acreditar que a França deveria era me patrocinar! hahahaha…

Para quem, assim como eu, tem uma queda pela cultura francesa, aí vão pequenas dicas de como aproveitar um pouquinho do que a França tem a nos oferecer aqui em São Paulo. Claro, que se você é obsessivo como eu, já foi em tudo, mas caso a França não é exatamente o lugar que mais lhe diga alguma coisa, aproveite e curta um pouco. Vale a pena.

Leia “O convidado surpresa”, de Gregóire Boullier, que é o autor da fatí­dica carta de rompimento a Sophie Calle, que desencadeou a exibição “Sophie Calle: Cuide de você”, que está em cartaz até 7 de setembro no Sesc Pompéia.

O livro, apesar de narrar a história da noite em que Gregóire conhece Sophie Calle, não é exatamente sobre ela que ele fala, mas talvez pela exposição estar por aqui, o que a mídia tem explorado é que o livro é sobre a noite em que ele a conheceu. Não é verdade. Sophie é mera coadjuvante na história. Gregóire narra com paixão a tentativa de esquecer um grande amor e tentar entender o rompimento. Ou melhor, a fuga do seu amor sem qualquer explicação. Ele fala da sua angústia de anos em tentar entender o porquê. Na oportunidade que tem para o confronto, ele se encolhe na sua blusa de “malha rulê” e na sua dor-de-cotovelo e acaba tendo uma noite não muito confortável. A parte boa é que o desfecho traz conclusões inesperadas, que traz um entendimento do rompimento que ele procurava (ou se consolou com o que achou para fechar a sua história).

Eu recomendo a leitura, pois isso muda um pouco a ótica de quem analisa a exposição da Sophie Calle, que para mim é resultado bonito de um final de relacionamento em que ela transformou quase em novela mexicana. Não quero tirar os méritos da Sophie, afinal ela é uma grande artista e a exposição é grandiosa em todos os sentidos (fiquei quase 2 horas por lá), mas não deixa de ser uma “punhetação” de alguém que levou um fora e não conseguiu entendê-lo. A sua escolha foi ter mais de uma centena de mulheres interpretando a tal carta de rompimento e achei várias das conclusões bem feministas. Para mim as mais sensatas foram da Victoria April, palhaça, mãe da artista, adolescente (que resume a carta e um sms “ELE SE ACHA”) e da escritora. Algumas soaram cansativas e dramáticas demais. Admiro quem consegue transformar sua dor em arte e foi o que ela fez. Mas, ah… não dá para desmerecer seu sofrimento, afinal parece que ela realmente amou demais mr. X, ou Gregóire Boullier, que foi quem dividiu a mesa com ele no Flip, em Parati, para autografar seus respectivos livros. Basta olhar para a foto e sacar que mr. Boullier, apesar de todas suas angústias com a vida, não passa muito de um Don Juan.

Claro que a exposição abre para participação do público, que pode enviar sua própria releitura da carta para, quem sabe, fazer parte da exposição em algum momento. Vale a leitura do livro e vale a visita à exposição.

Filmes obrigatórios: 2 Dias em Paris, Dans Paris e Paris. Todos tem a cidade como participante da história de alguma forma, sendo que em “Paris”, ela praticamente ganha o papel de protagonista. Afinal Paris tem história suficiente para o papel. Dos três, o meu favorito é “Paris”, pois achei o filme despretensioso, agradável e filme para sentir e não pensar.

E claro, para entrar no clima, nada como ir jantar e/ou almoçar em algum restaurante francês na cidade. Tem vários e alguns a preços bem acessí­veis. Aproveita e dá uma passada no post que eu fiz sobre eles e não deixe de ir no Robin des Bois comer mexilhões de entrada.

Produção musical francesa está em alta há algum tempo. Vide Kitsuné e EdBanger, que nos trouxeram os mais variados tipos e vários deles aterrissaram no último ano no Brasil. Sábado tem Thieves Like Us, que apesar de ser uma mistura de nações, tem residência na França. Em setembro tem Jane Birkin, que toca com Caetano Veloso nos dias 3 e 4 no Sesc Pinheiros. No dia 17 quem toca no Sesc Pompéia e no dia 19 no Circo Voador (RJ) é o Sebastian Tellier, além de tocar no Coquetel Molotov (em Recife) com Zombie Zombie e François Virot. As 3 atrações são obrigatórias. Anota aí e entre todos os dias no site do Sesc para não perder o início da venda dos ingressos, que costuma esgotar sempre no máximo no segundo dia.

E a lista de músicos franceses bons para ouvir é gigante: Serge Gainsbourg, Françoise Hardy, Charlotte Gainsbourg, Dat Politics, Yelle, SebastiAn, Yuksek, Daft Punk, Air, m83 entre outros.

Leia Rimbaud, Baudelaire, Flaubert, Proust, Racine entre tantos outros clássicos, além de Muriel Barbery (o ótimo “A elegância do ouriço“), Raymond Queneau (com Zazie no Metrô, que virou filme), Olivier Dam com A Salvo de Nada, Paris de Colin Jones e Paris é uma Festa de Hemingway e A Sombra da Guilhotina de Hilary Mantel. A lista de escritores franceses de tirar o fôlego é interminável.

E ainda tem o vinhos, os queijos, as artes plásticas e mais uma infinidade de coisas em que eu poderia gastar dias aqui escrevendo loucamente.

E eu assumo, esse é um post de declaração de amor à França, onde eu espero voltar muitas vezes e quem sabe, viver um pouquinho por lá.

you are not alone, lindsay.

quarta-feira, abril 8th, 2009

picture-5

A gota d’agua para escrever este post foi ver a cara de cachorro sem dono da Lindsay Lohan,  falando sobre o término do seu namoro com Samantha Ronson.

Baixarias e tabloides a parte,  acabar um namoro ocupa um lugar proximo a apertar o dedo na porta do carro na ESCALA DA DOR. A gente sofre, vive no esquema REHAB- um dia de cada vez – além de começar a se identificar com as personagens mais  toscas da industria cinematografica.

O ponto nao é voltar a ser solteira, mas encarar a decepçao de nao ter conseguido levar a relaçao como voce queria.

Uma realidade alternativa começa a ser formar em torno de voce: horoscopos e sites de numerologia tornam sua principal leitura, voce procura a tag #fimdenamoro no twitter para ler e se confortar com o sofrimento alheio,afinal, one is the loneliest number that will ever do (two can be as bad as one though – o que a gente geralmente esquece mesmo com um relacionamento falido).

Pode ficar TRANKS que eu nao vou chorar as minhas pitangas e dissabores aqui.

Hoje eu vou pagar de PSICOLOGA E RECURSOS HUMANOS  e apresentar uma dinamica intitulada JOGO DO CORAÇAO PARTIDO.

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