street wedding
terça-feira, agosto 3rd, 2010se você pensa em se casar, mas não quer cair no convencional, este é o casamento ideal.
[reloaded, renewed and still the same good thing]
se você pensa em se casar, mas não quer cair no convencional, este é o casamento ideal.
A histeria em torno do aquecimento global está tomando proporções tão cansativas que logo mais a gente vai querer é que o mundo aqueça de uma vez e acabe com tudo só para dar cabo a essa lenga-lenga toda. Quer ajudar, feche a torneira ao escovar os dentes e lavar a louça, vá até o supermercado a pé (e leve sua eco-bag), separe o lixo reciclável, fale mais baixo, não buzine, qualquer iniciativa é válida. Mas tem que vir espontaneamente, não?
O deputado Manato (PDT-ES) acha que não. Ele apresentou à Câmara dos Deputados um projeto de lei que obriga as pessoas a plantarem árvores sempre que casam, compram carro ou constroem uma casa, entre outras atividades. Para se ter uma idéia, a lei prevê que cada um que pretenda por um anel no dedo deve plantar 10 árvores. Quem se divorcia, 25. Além de tudo, achei a proposta bastante prejudicial. O coitado que vai perder a casa, os filhos, o carro, o cavalo e o yacht para a esposa sanguessuga ainda tem que procurar um cantinho de terra para oferecer para um mundo injusto como esse? Mais fácil cortar os pulsos. Até porque não está nada fácil achar terra fértil em Sâo Paulo para uma, imagina 25!
Pense então o que aconteceria naqueles casamentos coletivos que fazem em estádios. Teria que mandar todo mundo para a Amazônia para plantar nas áreas desmatadas. E com quem não plantar, acontece o que? Vai preso junto com estupradores e pais-que-atiram-filhos-de-janelas? Ou vai arar as terras da Granja do Torto por um mês? Pior, o que acontece com quem não só não planta, mas corta fora as existentes? Muito nebuloso isso tudo.
Não sou nenhum tree-hugger, mas acho a iniciativa de se plantar por livre e espontânea vontade sim, deveria ser posta em prática. Nisso devemos louvar a idéia das revistas Trip e TPM, que no mês passado se uniram com a Adidas no projeto Adidas Grün (verde em alemão) e cada exemplar vendido vinha com uma simpática caixinha de fósforos recheada com seis sementinhas de guajuvira.
Eles explicam que esta é uma árvore que vinga facilmente, em qualquer lugar e em diferentes temperaturas, e convidam os leitores a tomarem uma atitude sem pagar por nenhum dano ao meio ambiente, just for the fun. Com a tiragem mensal da revista e a boa vontade dos leitores, 360 mil possíveis novas árvores podem aparecer.
PS: Vou retomar com força meu blog pessoal de arquitetura. www.rseefo.com.br passa lá [/jabá]
Passo 1: apresente um programa matinal trash na tv. (se bem que foi redundância programa matinal sempre é trash)
Passo 2: aprove a brilhante idéia de algum “pauteiro” meia boca de fazer uma matéria com um casal com mais de 50 anos de vida conjunta. (já deu sono!)
Passo 3: leve o casal e faça a entrevista ao vivo, sendo que o homem mal sabe falar e a mulher, claro, toma as rédease é, bem, chata.
Passo 4: seja suuuuper discreto e pergunte se nesses anos todos ninguém traiu ninguém, se ninguém pulou a cerca ou se ninguém “furunfou por aí” (termo bem ao gosto do nível desses matinais)
Conclusão trash do programa trash e da falta de tato: calaboca Britto Júnior!
post por Fabilipo
Para não correr o risco do casório não dar certo, o The New York Times lançou um questionário de 50 perguntas que se deve fazer ao parceiro antes de subir o altar. Como eu não tenho um pretê à mão no momento, eu vou aguardar pelo guia de como arrumar um.
E se você não vai às minhas festa porque tem medo de fazer feio na pista, seus problemas acabaram… agora você pode pagar menos mico fazendo curso de dança online. Tudo bem que não há curso para o que se toca nas minhas festas, mas aprender a remexer o quadril já é um bom começo.
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