Archive for the ‘compras’ Category

Tweetnotebook

sábado, março 20th, 2010

Adorei essa ideia de fazer um caderno de tweets, no formato de um moleskine, utilizando tweets. Na capa vai uma mensagem customizada e no rodapé de todas as páginas são impressos tweets aleatórios. Eu já estou pedindo um, pois entregam no Brasil!!!! Custa 16 euros + remessa…

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Entre Tapas e Beijos versão design

terça-feira, janeiro 26th, 2010

Já que toda a humanidade adora FAZER A PASSIVA-AGRESSIVA, eis o TOY que faltava na nossa vida: THE PUNCH’N'CUDDLE

Enquanto o seu criador chama essa PARADA de “EMOTIONAL FURNITURE”, eu chamo de JOÃO BOBO SADO-MASO.


AH DIZ AÍ QUE NÃO DEU VONTADE DE TER UM DESSES EM CASA.

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A venda do Punch’N'Cuddle está prevista para começar nos próximos meses.

via psfk

Papai Noel sem dramas

domingo, dezembro 13th, 2009

Para ter pelo menos algum tipo de confraternização de fim de ano, reunimos um grupo de amigos (muitos deles colaboradores aqui do blog) e montamos um tradicionalíssimo amigo-secreto. Feito o sorteio, começaram os dramas: ninguém sabe o que dar. Parece que hoje em dia todo mundo é ‘difícil de presentear’. Mas sejamos sinceros. Achamos que todo mundo já tem tudo ou que não gostam de nada, por isso a apreensão. Eu sempre gostei mais de dar presente do que receber, então estou sempre atrás de boas dicas no assunto, e acho que a melhor saída para essas sinucas é procurar coisas inusitadas, divertivas e diferentes. Então vou contar alguns dos meus segredinhos para ajudar todo mundo que está suando frio com esse Natal.

Sei que não é para todos os bolsos, mas a Micasa, estandarte-mor das lojas de bom design, está com promoções que podem valer a pena. Eu não resisti e comprei uma caixa de algas dos irmãos Bouroullec com 20% de desconto. Outra opção incrível é a obra do artista Felipe Morozini, com fotos de bonecos de toy-art em situações inusitadas. Fora isso, e tirando os móveis com preços salgados, você encontra minuiaturas de móveis da Vitra, livros, espelhos, um monte de coisa que você só vai descobrir percorrendo os 3 andares da loja incrível do escritório Tryptique. Só o passeio já vale.

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Ali do lado foi inaugurado o Coletivo Amor de Madre, em outubro. Criado em 2004 por Ivan Hurtado em Medellín, Colômbia, e integrado em 2007 por Olivia Faria, o espaço se propõe a promover, apoiar, buscar parcerias, expor e comercializar as criações de talentos promissores, aliados a outros já consagrados. Lá você encontra peças de Lost Art, Jun Matsui, Leo Padilha, Coca Aguiar e muitos outros. Com tendência colaborativa, lá você encontra obras, objetos de decoração e design, jóias, acessórios de moda, e utilitários para uso doméstico e pessoal. Um mix de produtos exclusivos e limitados, com preço acessível e valor agregado elevado. Nem adianta citar peças. Tem que passar lá e conferir, pois cada canto esconde centenas de opções.

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Para o bolso que está apertado, ou para aquele amigo-secreto com valor limitado, uma ótima opção continua sendo o Segredo do Vitório. Uma loja online sediada em Curitiba cheia daquelas coisinhas engraçadas, coloridas e inusitadas que a gente enche a mala quando para para fora do país, com bons preços e boas idéias. Formas de gelo de Batalha Naval, bonecos de pelúcia de grandes filósofos e escritores, carimbos para torrada e muito mais. Você pode até fazer uma busca diretamente pelo valor que quer gastar. Em três dias a encomenda está na tua casa, só falta embrulhar.

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Agora, se mesmo assim você achar que teu amigo secreto não vai gostar do presente, melhor trocar de amigo.

Para mães e bebês moderninhos, parte 02

segunda-feira, dezembro 7th, 2009

Nos dias atuais, nosso tempo é precioso. e não queremos ficar batendo perna por aí atrás das novidades mais bacanas para vestir nossos pequenos.

E pensando nisto, a fofíssima loja terra do nunca, crioou um serviço de delivery personalizado: o Baú.
nele você pode escolher as roupas com a segurança e liberdade de escolher o que você quer pela internet, experimentar e comprar apenas o que gostou, no conforto da sua casa.

Com estampas diferentes, cores divertidas e tamanhos que vão dos 03 meses aos 06 anos, a loja é a diversão pras mamães que gostam de peças moderninhas mas sem deixar de lado o conforto e a qualidade.

macacão beatles

Ecofriendly, Ecofail

quarta-feira, setembro 30th, 2009

Nunca me considerei exatamente uma ameaça ao meio ambiente. Ah, separo minhas latinhas das outras coisas, não jogo lixo na praia, e fico comovida de verdade olhando ursinhos polares bebês no Discovery agonizando porque a casinha deles está derretendo e tal. A consciência começou a apertar mais ultimamente. Iniciou-se a saga em um churrasco que organizei outro dia, no qual participarem um casal de homo sapiens ambientalicius (aquelas colegas que tem casa ecológica com energia solar e tudo mais) – que apontaram, desapontados, minha incauta escolha de talheres, copos e pratos: descartáveis.

Como tais convidados não eram exatamente íntimos, achei de bom tom não sugerir que eles limpassem os práticos utensílios e cinzeiros com a língua, fazendo o favor. Superior, iniciei uma ardente discussão sobre as dificuldades de ser ecofriendly na “vida real”. Essas nossas, moradores da cidade grande, cujo edifício não tem coleta seletiva, a máquina de café do escritório já sai com copinho e que não são legítimos proprietários de 50 conjuntos de pratos e talheres à disposição nos seus churrascos.

Comentaram-nos tais elucidados, que todos nós temos a responsabilidade por mudar as pequenas decisões do dia-a-dia e consumir de forma consciente, que o fardo da saúde do planeta está nas nossas costas. Ou seja, me chamaram basicamente de assassina de ursos polares bebês. Culpada, resolvi assumir um desafio: tentar por 7 dias uma vida Ecofriendly e relatar para eles minhas descobertas e incautos.


[Gostei do meu momento Globo Repórter. Posso até ver a chamada “E a seguir, a saga de uma garota normal da cidade de São Paulo. Quais as dificuldades atuais da vida ecologicamente correta? Como mudar seus hábitos em poucos dias? Veja após os comerciais”. ]

Compartilho com vocês também.

consumption

1º dia – Segunda-feira- 28/09
Um ser superior

Acordei empolgada com a idéia, que nem primeiro dia de regime que você come alface no café da manhã. Guardei a chave do carro. Que ônibus que nada, caminhada! Super ecológico. Foi divertido caminhar ao lado do parque Ibirapuera, nem tanto engolir fumaça na São Gabriel, mas o planeta merece. Logo descobri que demoro tanto chegando a pé quanto de carro, vejam só. Menos gasolina E calorias.

No escritório, minha primeira dose de café – achei uma caneca feia de empresa de seguros no armário. A descoberta de como tirar café da máquina, sem cair o copinho, deveria me dar direito a um diploma de engenharia (ei, eu não consigo instalar um DVD, mereço o mérito).

Passei o dia sem imprimir uma folha sequer. O relatório de 100 páginas revisei na tela mesmo. Demorou umas 2 horas a mais (damn emails, facebook e MSN), mas saiu. Em algum lugar do mundo, uma árvore sorriu.

Supermercado à noite. Desfilando com minha linda ecobag preta, de mais de um ano de idade e segundo dia de uso, olhei com ar superior para todos demais clientes consumidores de malignas sacolas de plástico.

Verduras orgânicas e xampu ecológico, que não é testado em animais. Na área de frios, solicitei para tirar a bandejinha de isopor. O moço me olhou com cara de cuméquié. Expliquei, pacientemente: - Veja bem, Sr. seu Zé, que isopor na natureza demora mais de 930 anos para se deteriorar, por isso é melhor não utilizarmos sempre que for possível. [Não, eu não sei quantos anos se deterioram isopores, mas achei um bom chute e o Sr. Seu Zé também achou, pareceu.] Coloquei o queijo e peito de peru bamboleando dentro do carrinho.

Dúvida surgiu na garrafa de água: PET deve estar errado. Acho até descobrir o que fazer, vou ter que tomar água ligeiramente amarelada da torneira de casa.

Nota mental ao chegar em casa: comprar uma ecobag cuja alça não estoure nas duas quadras caminhando de volta. Graças a deus, todos meus produtos amigos-de-bichinhos continuam intactos.

2º dia – Terça-feira – 29/09
Ecofail

Acordou chovendo. Juro que pensei em ir para Congonhas a pé. Observem que, apesar de eu estar colaborando com o meio ambiente, ele não está colaborando comigo. Fui de táxi.

E avião para o Rio.

Resultado: Sentimento de culpa equivalente a big mac, milk shake e bolo prestígio no segundo dia de regime.

3º dia – Quarta-feira – 30/09
Reenergizando

Sem desanimar, acordei com a brilhante idéia de neutralizar minhas emissões de carbono. Fui pesquisar  e calculei quanto custou ao planeta minha viagem ontem. Com uma árvore apenas consigo neutralizar não só minhas emissões, como mais 80 passageiros!

Vim de carro (coloquei na conta da árvore). Como um sinal divino, ali na R. Veneza do Jardim Europa. um caminhão de árvores com placa “Jabuticabeiras Produzindo”. R$ 25,00.

Sabe aqueles raciocínios que você pensa pela metade? Assim foi a compra da jabuticabeira produzindo. Pobre jabuticabeira, produzindo no meu porta-mala.

Alguma idéia onde enfiar uma jabuticabeira produzindo em SP?

(Obs 1: Algo me diz que perguntar na internet onde enfiar uma muda não gerará boas recomendações.

Obs 2: Continuarei oportunamente o relato da semana, incluindo o ainda incerto destino da muda de jabuticabeira produzindo. [Propaganda para você não trocar de canal. Quer mais Globo Repórter que isso?])

Quer se vestir bem, gastar pouco e ainda ganhar uma graninha?

domingo, setembro 20th, 2009

Num Brasil que está se esforçando para se tornar cada vez mais americanizado (no pior sentido possível), algumas boas idéias ainda podem ser importadas dos yankees.

Foi inaugurada há mais ou menos um mês em SP a loja Super Cool Market, que pega onda no famoso brechó Buffalo Exchange, em Williamsburg, NY. As sócias da loja Carla Lamarca, Samantha Barbieri, e Daniela Klaiman querem estimular o consumo consiente, promovendo a reciclagem daquelas peças que você a-m-o-u em 2003 mas não usa desde o Natal de 2006.

Funciona assim: você leva tudo aquilo que está só pegando pó no teu armário, leva lá e elas avaliam. Você pode receber 30% do valor de revenda das peças em dindin, ou pegar 50% desse valor em crédito para usar na própria loja. Lá elas têm várias araras com calças, camisetas, casacos, sapatos, tênis, acessórios e até máquinas fotográficas Lomo para você escolher, e ainda alguns corners de marcas próprias (delas e de outros estilistas).

Eu, que sou consumista convicto de camisetas e casacos, com certeza vou agora por na roda um monte de coisa que já não fazem a minha cabeça. Nessa minha primeira visita, que eu estava desprevenido, me coube apenas pagar pelas peças que gostei – uma camiseta linda (R$19,90) e uma calça jeans beeeem chupín da Triton (R$79,00).  Claro que a sessão masculina ainda é um pouco mais restrita que a feminina, mas acho que a loja tem tudo para dar certo, e logo logo as meninas vão ter que procurar um galpão enorme para dar conta do que vai chegar.

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Além disso, elas têm um projeto super bacana de promover eventos de música, disponibilizar WiFi numa mesona na entrada, e um cantinho só para doações de peças não comercializáveis para instituições de caridade. Nada mais ’super cool’ que isso.

Interessou? Passa lá:

Super Cool Market

Rua Purpurina, 219 – Vila Madalena
Tel: 11 3031.1663

Seg-sex 10-20hs / sáb 10-18hs

Dicas de livros

terça-feira, setembro 8th, 2009

Eu sou obcecada por livros, não só em lê-los, mas em comprá-los. Passei um tempão ausente em minhas leituras, mas recentemente retornei aos livros e tenho lido compulsivamente, não só livro técnico, mas também muita ficção. Estamos numa boa safra literária, pois eu tenho me dedicado atualmente a autores contemporâneos e tem muita coisa boa.

O Seth Godin (que é O cara) publicou uma lista bem bacana de livros que ele indica a leitura, ele mesmo autor de ótimos livros como o “Tribes“, que infelizmente ainda não tem traduzido para o português, mas tem muito material disponível na web referente ao livro.

A lista do Seth é focada em (novos modelos) negócios e comportamento. Para quem está a busca de novas leituras, vale dar uma olhada. Eu recentemente adquiri via Amazon e incluíria na lista dele: Tribes (que citei acima), Socialnomics do Erik Qualman, The Social Media Bible de Lon Safko e David K. Brake, além do Free do Chris Anderson, que ganhou sua versão em portuguê. Para relaxar minhas melhores leituras foram A Elegância do Ouriço, de Muriel Barbery e O Convidado Surpresa, de Gregoire Boullier.

E você, o que está lendo?

Bolsas ecológicas

quinta-feira, julho 30th, 2009

Hoje caí num site de design que faz umas bolsas ecológicas incríveis, mas que infelizmente não entrega no Brasil. Eu mandei email para eles, mas o problema é que perderam muito produto em extravios de entregas. Até me perguntaram se eu não conhecia alguma loja que poderia ter interesse em vender tais bolsas. Confesso que deu uma pontadinha de vontade de eu mesma sair vendendo bolsas para as amigas.

A loja é a “flip & tumble” e eles tem adoráveis bolsas a partir de US$ 7,00.

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Eu moro ao lado do Pão de Açúcar e é lá que faço minhas compras mensais de supermercado. Adoro chegar com minhas sacolas (lindas) ecológicas, que além de me causarem bem-estar, porque eu acredito que estou contribuindo com a natureza, como também me dão pontos no meu cartão mais, justamente para incentivar que o consumidor leve sua sacola. Outra iniciativa bacana do Pão de Açúcar é colocar suas compras em caixas ao invés de sacolas.

Estive na Ikea no mês passado e duas coisas me surpreenderam. A primeira foi que a loja, apesar de gigantesca, tem no máximo 4 caixas, pois o restante são caixas automáticos, em que você passa o código de barra, INFORMA SE VAI PRECISAR DE SACOLA, que são pagas, a máquina informa o valor e você faz o pagamento com seu cartão de crédito. Claro que nesse caso existe uma cultura que, infelizmente, não funcionaria no Brasil. O que eu notei foi que várias pessoas saíam da loja com os produtos na mão para não ter que levar uma sacola, seja pelo motivo ecológico ou econômico.

Ah, Paris!

quarta-feira, junho 10th, 2009

Paris está entre minhas cidades favoritas e para mim é a cidade mais linda que já conheci. Não me canso de me perder por lá. Cada esquina é uma surpresa e a cada passagem minha pela cidade, eu tenho a impressão de que enxergo uma Paris diferente.

Nessa minha última passagem, em que passei 8 dias na cidade, eu resolvi explorar lojas de design ao invés das minhas habituais buscas por brechós e galerias, afinal estou montando minha casa “nova” e tudo que vejo na frente, eu quero levar para lá. Infelizmente não dá, mas Paris, mesmo sendo uma cidade cara, tem preços ótimos no que diz respeito à decoração.

Também foi a primeira viagem para lá, que eu fiz questão de almoçar e jantar praticamente todos os dias fora, o que já não dá para dizer o mesmo que o parágrafo acima. Comer e beber em Paris é caro, por isso o melhor é nem cogitar pensar em reais. O velho ditado de que quem converte, não se diverte é real.

Resumindo: minha viagem foi gastronômica e consumista, além de algumas poucas exposições que visitei, mas que valeram bastante a pena. O que foi ótimo é que o verão está chegando, então os dias são longos e terminam por volta das 22h30.

Os quatro restaurantes mais deliciosos que fui, sempre acompanhada de amigos franceses:

Le Sainte Marthe Bistrot é bem escondido e fica no meio de uma vila pequena, próximo ao metrô Belleville. Frequentado 99% por locais é um lugar bem típico.  O restaurante tem um menu bem diversificado e a melhor pedida é o “Magret de Canard”.  O Le Sainte Marthe tem uma área externa, que mesmo com uma temperatura mais baixa, é a mais concorrida. Para se safar um pouco do frio é só solicitar um cobertor e se deleitar com os vinhos da casa. O custo médio de um jantar com vinho e sobremesa é de 28 euros. Vale a pena reservar mesa antes: 32 rue Saint Marthe – das 17 às 2h todos os dias. Tel 0144843696

Chez Papa tem a cozinha especializada no sudoeste da França. A grande pedida são as gigantescas saladas, mas o pato ao molho de pêssego é um dos pratos mais deliciosos que eu já comi. É também um restaurante bem típico e com um atendimento excelente. O Chez Papa fica no badalado bairro de Montmartre – 153, rue Montmartre (metrô Bourse). Tel 0140130731

Restaurant des Beaux Arts, que fica perto do metrô Odeon em meio à confusão de turistas que se instala na área, o restaurante foi uma boa surpresa. O atendimento é ótimo, a comida bem servida e saborosa. Como eu estava sem fome, optei por uma salada de queijo de cabra, mas meus amigos que estavam mais famintos se deleitaram entre carne de pato, coelho e vaca. Todos elogiaram. É uma boa pedida para quem está nas mediações de San Michel e perdido entre tantas opções. O gasto médio com vinho, sobremesa e prato principal é de 25 euros. 80 rue Mazarine. Tel 0143257116

Les Pissenlits par la racine fica fora da área mais turística da cidade, no metrô Place d’Italie ou Corvisart, que é uma região cheia de bares e tabernas bem rústicas, com cerveja a bom preço e com discussões políticas acaloradas. O restaurante é pequeno, tem uma decoração mais modernosa e requintada. Ótima opção para ir a dois. Os preços dos pratos variam entre 14 e 29 euros e são bem servidos. 11, rue de la Butte aux Calles. Tel 0145802722

Caso esteja nessa região, não deixe de passar no bar La Folie en tête (a tradução combina com o local: a loucura da mente), que é bem rústico, com um banheiro não muito animador, mas com muitos instrumentos musicais pendurados no teto nos quatro cantos do bar, colagens divertidas e de diversas partes do mundo nas paredes e com cerveja a um bom preço, além de servirem uma ótima caipirinha, não se restringindo somente a de limão.

Das exposições que eu vi, eu curti 3, sendo que duas eu considero imperdíveis e obrigatória para quem passar pela cidade até julho, que são “Le Grand monde d’Andy Warhol“, que fica em cartaz até dia 13 de julho no Grand Palais e é maior mostra já feita do artista. São 250 obras entre retratos, serigrafias, polaroides, vídeos e é dividida em salas temáticas: auto-retratos, Telas de testes, Mao, Dolares, Catástrofes e Última Ceia. É uma exposição fantástica para ver sem pressa e entender mais sobre pop-art e o mundo de Warhol. A segunda, que é minha favorita, foi a “Une Image peut en cacher une autre“, ou “Uma imagem que esconde outra”, também no Grand Palais. Essa entrou para a minha lista favorita de exposição. A exposição é focada em obras com duplas imagens, e discorre trabalho de artistas de diversos séculos (desde 1500) e culturas. Variando entre Arcimboldo e Dalí, e incluíndo vários exemplos contemporâneos, a exibição traz 250 obras selecionadas rigorosamente, em que o artista brincou com as composições e imagens mútliplas. O ideal é separar uma tarde para ver as duas, pois valem a pena e são de tirar o fôlego.

A terceira que eu gostei foi “Fables & Fragments” na Escola de Belas Artes, feita com vários artistas recém-formados. É uma mostra contemporânea com instalações, fotografia, vídeo e pinturas. Bacana para sentir mais de perto a nova safra de artistas.

Já a parte consumista, que gritou o tempo todo, fez eu percorrer especialmente Marais, que tem muitas lojas de decoração, mas como não sou de ferro, claro que eu fiz uma parada longa na Colette. Infelizmente não dá para sair de lá com a sacola cheia, mas deu para comprar uns mimos. Aliás, é uma das lojas em que mais pessoas saem de mãos abanando. Uma das coisas que eu curto na Colette, é a seleção que eles fazem de revistas de moda. Acabei comprando uma edição Primavera/Verão 2009 da revista Plastique.

Saí apenas um dia, que foi no meu aniversário (no último dia 05) e o lugar escolhido foi o Social Club, pois o Calvin Harris tocaria por lá. O lugar estava entupido, quente e encontrei o Dat Politics por lá também. Foi ótimo, mas em meio a um final de dia sobrecarregado, eu consegui sobreviver a menos de 1h do set do Calvin Harris. A cerveja tem um preço bem salgado: custa em torno de 9 euros e pequena.

Vou fazer um post só com as lojas de decoração & design, mas para fechar quero indicar a deliciosa loja Passage du desir, que fica na 23 Rua Sainte Croix de la Bretonneire, no meio de Marais. A loja é dividida por seções como divertidas como “seduce me”, “tease me”, “talk to me”, “toy me”. As prateleiras são recheadas de brinquedos sexuais como vibradores, jogos, algemas, livros, roupas, etc., mas os preços são bem salgados.

As fotos da viagem estão no meu flickr e no do Ola. E na semana que vem, eu faço numa nova parada rápida em Paris antes de retornar para São Paulo. Enquanto isso curto os dias que não terminam aqui na Suécia.

o mundo sem whopper

segunda-feira, maio 25th, 2009

imagine você chegar no burger king e pedir um whoopper e o atendente responder: ‘o sanduiche não está mais no menu, senhor.’
a reação das pessoas é absurda!!! decepção, raiva, espanto, tristeza e muito mais pode ser visto.
que os americanos realmente são viciados em fast food todos já sabemos, mas jurava que não a este ponto!

genial. muito genial.

já tinha visto, mas lembrei de postar quando li no radiodelicatessen