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Balanço SXSW

quarta-feira, março 23rd, 2011

até a próxima edição

Esse é um post mais emocional da minha relação com o SXSW. Não vou citar palestras que vi, coisas que aprendi, bandas que me encantaram, filmes que me emocionaram, esses ficam para depois, pois é muita coisa, muita informação, muita referência. São apenas minhas emoções e como foi estar na loucura que é o SXSW.

O festival completou 25 anos, mas cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Quem esteve no ano passado, afirmou que já houve um salto grande para esse ano. A parte de interatividade ganhou força, os publicitários fizeram as malas e foram. Nada de evento Web 2.0, o evento da vez é o SXSW.

Foi minha primeira vez no festival, confesso que ele não é para fracos. Exige preparo físico, mental e emocional! Foram 10 dias com mais de 7.000 eventos oficiais, fora os não-oficiais, que muitas vezes são mais legais e pipocam em todas as esquinas. Austin se transforma numa plataforma 2.0 de uma forma inexplicável. Mais do que o conteúdo consumido dentro do festival, que tem interatividade, cinema e música, o festival em si é uma experiência que transcende tudo isso.

Difícil explicar. Martelei à beça para chegar num jeito bacana para traduzir o que o festival significou pra mim. Nos primeiros 5 dias rolaram Interatividade e Cinema, além de festas regadas a bebedeiras, boa música, geeks e publicitários. A galera indie ainda não tinha invadido a cidade e tudo pareceu um pouco mais fácil de acompanhar. Palestras diversas rolando paralelamente, passando por todos os assuntos que se possa imaginar dentro do universo interativo, não restringindo apenas a Internet, pois vai muito além disso. Tem de tudo: marketeiros, acadêmicos, pesquisadores, desenvolvedores, diretores de cinema, atores, músicos, produtores, criativos das mais diversas áreas.

Austin se move em torno do evento. Todos sabem sobre o SXSW, que é hoje uma das principais economias da cidade. A simpatia rola solta, todos estão interessados em saber se é sua primeira vez, o que está achando, se vai voltar. E a programação te surpreende a todo momento, pois muita coisa que não estava prevista na programação, surge de um momento para outro.

pra ficar muderno no sxsw

Nessa primeira fase (de 11 a 15) a programação começa recheada às 9h e segue até às 2h para os mais animados. O excesso de opção pode causar palpitação e crises de ansiedade. Eu mesmo fui vítima de uma.

Raramente você tem certeza se está vendo a melhor opção. Talvez nunca saiba. Quando percebe que caiu numa fria, não tem frescura, é levantar e debandar para outro local. Sempre vai ter um canto ideal para todo mundo.

1º show do festival: Matt & Kim

No primeiro dia rolou uma frustração da minha parte, pois as palestras que vi não me satisfizeram. Achei tudo mediano, então decidi seguir meu instinto, além de me deixar levar por palestras com nomes curiosos. Os keynotes na maioria vale a pena também. No final de 5 dias eu tinha visto palestras boas, ruins e algumas ótimas que me deixaram sem fôlego. Tive surpresas deliciosas e algumas decepções, mas faz parte quando se tem um menu tão farto de opções.

toro y moi de pertinho

Acabei também dando algumas escapadas para ver filmes a tarde, enquanto aproveitava para almoçar dentro da sala do cinema, afinal não dá para perder tempo e há cinemas que servem pequenos banquetes enquanto você se assiste um filme. Claro que aqui não posso deixar de lembrar da minha emoção ao abraçar o Dave Grohl na porta do cinema ao assistir o documentário do Foo Fighters, que eu concluí que seu final foi no show ao vivo do qual fomos brindados de supresa, no Stubbs, o local onde rolam os shows maiores do festival, mas que para o Foo Fighters era algo bem pequeno. Sem muita firula, apenas uma boa iluminação e um palco medio, não muito alto, mas com um som perfeito. Como disse Dave Grohl, estávamos em 1999 naquele momento. E foi, algo tão “pequeno” que pareceu não cabe-los e por isso tão incrível.

Dave Grohl e eu

Finalmente chegou o dia 15, quando começa a parte de música do festival e termina interatividade. O público muda completamente, a cidade lota ainda mais, parece que todos os indies do planeta aterrissam em Austin. Ruas são fechadas, o transito fica caótico, filas e mais filas nas portas de todos os bares e, claro, a tensão sobre qual show ir, qual melhor festa do dia, ver coisa nova ou já consagrada, ficar com os amigos ou abrir mão deles para ver algo completamente obscuro que só você quer ver, ir ver o amigo que vai tocar ou deixa-lo para uma próxima, pois você tem certeza de que oportunidade não irá faltar.

emoção de ver um show folk numa igreja

Além dos shows, há também palestras e mais palestras focadas em música, mercado, produção, distribuição, futuro, etc., além de continuar a maratona de filmes, que provavelmente nunca mais você vai ver a não ser lá.

E se a preguiça de enfrentar fila ou entrar em bar ou clube bater, é só ficar zanzando na 6th Avenida e ao redor dela, porque tem shows rolando em todas as esquinas no meio da rua, muitos deles bem interessantes.

a fervida 6th ave

O que gostei também foi de ver várias ações simples e pontuais rolando nas redes sociais para conseguir entrar num show, ir a uma festa, ganhar um premio. É isso, o SXSW é uma experiência social só de estar nele. Tudo que discutimos nas salas de palestras ou de reuniões, acontecem ali ao vivo.

eu & gaia (@goomtv)

O SXSW está naquele momento de virada, que talvez em não muito tempo se torne insuportável. Muita gente que o frequenta há tempos já reclamou, deixou de se inscrever e preferiu ficar na programação não-oficial, que também oferece opções que não acabam mais.

O aprendizado foi: se preparar com antecedência, dar uma boa estudada na programação de cabo a rabo para já ir com uma boa prévia do que ver, pois o resto vira lucro, dar uma malhada (juro que isso conta na hora de ter fôlego com a correria que o festival requer), saber que dá para se divertir sozinho, especialmente lá que sempre tem alguém puxando conversa com você.

amigos invadindo meu quarto

SXSW me proporcionou uma das experiências mais bacanas que já tive. Não acho que é algo que agrade a todos, mas com certeza a maioria que vai pela primeira vez, quer voltar.

O que me encantou do começo ao fim e superou minhas expectativas foi o festival em si. Muita novidade, muitas conclusões acertadas, muita troca de cartão, muita inspiração, muitas ideias brotando loucamente na cabeça, muita risada, muita gente interessante, muitas amizades novas, muita correria, muita falta de ar, muita cerveja, muita animação, muito cansaço e muita vontade de voltar na próxima edição. E Austin se torna uma cidade deliciosa nessa época. A minha conclusão é que se a terra fosse o planeta da música, ele seria o SXSW.

sim, eu curto o sxsw by #goomtv

E um valeu especial às pessoas que estiveram comigo por lá: @databasetrax @marinapires @bruno @djmulher @lucardoso72 @fascinated @leandroHBL @rosanafortes @gaiapassarelli, Mariana Metri, Romko entre outros. Que venha 2012!

Social Media Week

segunda-feira, fevereiro 7th, 2011

Hoje começou o Social Media Week, lá na Faap, com uma programação diária recheadíssima das 15 às 22h. O evento rola simultaneamente em 9 cidades ao redor do mundo: São Paulo, NYC, Hong Kong, Roma, Paris, Toronto, São Francisco, Istambul e Londres.

Para quem é interessado no assunto, respira “socialmente”, o evento é imperdível. Para quem marcou touca e não fez inscrição ou não está em São Paulo, rola acompanhar o evento em tempo real no Oi Conectando Ideias, que está transmitindo em vídeo ao vivo (estou acompanhando a transmissão aqui da agência e ela está rolando super bem).

Além disso rola também ver o que está rolando nas outras 8 cidades no hotsite, que traz esse conteúdo traduzido e em tempo real também. Acompanha lá:

Na sexta-feira eu vou mediar uma mesa das 17 às 18h, sobre Mídias Sociais como Negócios:

Naturalmente a propaganda/comunicação tem sido um alavancador de grana das mídias sociais em todo o mundo e, claro, muito do dinheiro que circula pelas mídias sociais é de comunicação. Neste bate-papo, convidados algumas pessoas que vivem de mídias sociais ou cujos negócios são fortemente influenciados por elas, para nos provocarem a refletir como as mídias sociais são (e podem ser) negócios interessantes. Estarão conosco Alexandre Inagaki (Consultor), João Pedro Motta (@OficialJoao/Zuugy), Fabio Seixas (Camiseteria),Marcus Andrade (Guidu), Vivianne Rodrigues (Financial Times), e Rodrigo Junco (Lomadee) com a participação/moderação da Lalai (Remix).

A bordo de um Volvo V60

domingo, outubro 3rd, 2010

v60launch

Em setembro foi lançado mundialmente para jornalistas o novo modelo da Volvo, o V60, uma sport wagon robusto com traços de coupé, com faróis angulosos nas laterais, que como definiu o designer Peter Horbury (meu ídolo!!!), é o modelo mais esportivo e mais dinâmico do que qualquer outro modelo da Volvo. Mas permanece sendo um representante legítimo do que há de melhor em design escandinavo. Combina formas orgânicas com funcionalidades práticas aos ocupantes, preservando a marca registrada da Volvo de carro mais seguro do mundo.

v60traseira

lancamentovolvo

Na última semana o V60 foi lançado também no Salão de Automóveis de Paris. Apesar de estar na linha “V” da Volvo Cars, que é tradicionalmente a linha das peruas, o V60 vem para competir diretamente com os esportivos, incluindo o recém-lançado S60. Assista ao filme para ver se não dá vontade de dirigi-lo (e ter um, preferencialmente):

O evento em que participei ocorreu numa noite bem fresca, no Byblos Art Hotel em Verona, com parte da equipe que participou do projeto do carro. Cada noite a equipe recebia um pequeno grupo, que participava do lançamento do carro, com uma apresentação detalhada sobre ele e depois um jantar junto com profissionais de diversas áreas da Volvo, podendo assim mergulhar um pouco mais nas informações sobre o carro e, principalmente, nas novidades lançadas junto com o V60.

Eu que sou um pouco novata nessa discussão automobilística, mas ando cada vez mais fascinada por ela, foi interessante analisar o desenvolvimento de um carro de acordo com a sua cultura. Não sou sueca, tão pouco vivo lá, mas convivo bem de perto com sua cultura, o que tornou mais clara a preocupação excessiva com segurança da marca e também o tamanho dos seus modelos.

Corta, pára: em fevereiro de 2010 eu fui com um grupo de amigos esquiar em Trysil, na Noruega. Tínhamos uma perua para fazer a viagem, que pela família do Ola é utilizada não apenas para carregar as malas, mas para os equipamentos de esqui. Qualquer família sueca que se preze (ou que tem uma vida esportiva ativa), tem uma perua na garagem. A nossa perua que seria suficiente para carregar 6 passageiros & malas, acabou não sendo suficiente, pelo nosso exagero com as bagagens. Dois deles seguiram de ônibus para nos encontrarmos no destino final. Somente nesse dia eu compreendi o porquê eu via tantas peruas nas estradas.

Agora volta….

O Volvo V60 tem uma capacidade de carga de 430 litros, mas ainda conta com espaço bem flexível para bagagens, o famoso “empurra e aperta mais um pouquinho, que cabe”. Conforme vai se acomodando a bagagem, centímetros extras vão surgindo para acomodar mais coisas. Ainda é possível dobrar os bancos traseiros para ganhar mais espaço:

com os bancos traseiros dobrados

com os bancos traseiros dobrados

O carro chega com 6 opções de motor, mas apenas 2 chegam ao Brasil, os T6 e T5. Como todos sabem, no Brasil não é permitido carro a diesel, enquanto na Europa é bem comum e menos poluente. Outra coisa que surpreende, é ter um carro nessas dimensões com motor 1.6, que por aqui não vira, mas que lá fora vende, já que o consumo se torna cada vez mais consciente.

Os motores disponíveis no Volvo V60 são:

Gasolina:
- T6 3.0 Turbo de 304 cv (com tração integrada) – modelo que vem para o Brasil
- T5 2.0 turbo de 203 cv e 240 cv – modelo que vem para o Brasil
- T4 1.6 turbo de 150 cv e 180 cv

Diesel:
- 2.4 de 205 cv
- 2.0 de 163 cv
- 1.6 de 115 cv

eu&volvov60

Como eu fiquei receosa de encarar a direção num baita carrão (o maior carro que eu tinha dirigido até então foi o EcoSport), eu acabei optando por um manual, achando que teria mais controle na direção, o que me sobrou um modelo T4 1.6 (ainda bem, afinal o Ola vive dizendo que eu sou uma pessoa muito agressiva na direção, imagina o mico de eu dando perda total num carrão desse).

dirigindov60

Para fazer o test-drive, que aconteceu no dia seguinte ao lançamento, foram passados 2 opções de passeios. A primeira era pelas montanhas, saindo de Verona e seguindo até chegar na região de Veneto; enquanto a segunda ia rumo ao interior da Itália. Optei pela primeira, que fez eu me arrepender um bocado de ter optado pelo manual, afinal tive que encarar um morrão que nem por aqui é fácil encontrar (me senti subindo a Tamoios).

Já a bordo do meu V60, brancão, segui rumo às montanhas, numa região beeem alta e cheia de curvas U, totalizando 50km na direção somente na subida. A sensação de segurança, estabilidade  nas curvas e até a impressão de estar dentro de um carro mais compacto, me surpreendeu, além de ter à minha volta uma paisagem de tirar o fôlego, que fez eu parar a cada lugar que eu encontrava um acostamento (o que não aconteceu muito seguidamente). O motor 1.6 também impressionou, me dando a impressão de estar dirigindo um carro 2.0 (mas ok, ainda assim eu poderia ter encarado o automático).

volvov60_painel

O V60 também é sinônimo de conforto. O banco é ergonômico num nível de perfeição. Em nenhum momento eu me mexi para tentar ajustar meu corpo ao banco, o que não é muito comum para mim, que fico o tempo todo me ajustando a ele.

o "meu" Volvo

o "meu" Volvo

Além do design arrojado e todas as funcionalidades, o que salta aos olhos é a segurança, ponto forte da marca. Tudo que vi e descobri na minha imersão posteriormente no Branding Experience Centre, na Suécia, sobre segurança, fez eu entender o famoso slogan “o carro mais seguro do mundo”.

Como falei no meu post anterior, a Volvo tem o objetivo de até 2020 não ter mais mortes a bordo de um carro seu. Parece ousado, mas quando se investe tempo e mergulha em pesquisas no nível em que eles fazem, isso se torna mais factível. Vou fazer um post depois só com essa imersão que fiz nesses estudos e pude compreender como é difícil morrer a bordo de um.

O V60 trouxe novidades nesse quesito. Nesse modelo há um sistema inédito para detectar a presença de pedestres no raio de ação do veículo, alertar o motorista e freando automaticamente caso necessário. Há um radar na grade dianteira e uma câmera de vídeo na parte frente do espelho retrovisor interno, que envia informações para uma unidade central. O radar consegue detectar a presença de um pedestre ou mesmo um veículo na frente do carro e calcula sua distância. A câmera consegue determinar o tipo de objeto identificado.

o modelo preto

o modelo preto

A tecnologia pode evitar uma colisão com um pedestre caso esteja até 35km/h. Em velocidades mais altas, o sistema reduz o máximo possível a velocidade e impacto, diminuindo as chances de um acidente mais sério ou fatal. Eu fiz o teste de detecção de pedestre, que é um pouco assustador, pois eu estava numa velocidade de 30km e não parei o automóvel, fazendo-o frear automaticamente. Depois fiquei lá, alguns minutos parada, branca e olhando para o bonecão que sorria para mim (deu até uma vontadezinha de atropela-lo). Dessa vez eu encarei a versão automática, olha eu aí embaixo num pretão bonitão:

IMG_0506

depois do susto

depois do susto

volvo_pedestre

O modelo traz também o City Safety, sistema que identifica a presença de um veículo, sistema que identifica a presença de um veículo à frente e, caso não haja qualquer reação do condutor, aciona automaticamente os freios e evita colisões frontais até 15 km/h. Esse sistema já é item de série no XC60 e S60. Vamos concordar que é muito útil para um trânsito como o de São Paulo, em que colisões por ultrapassagem de sinal vermelho não faltam.

Aqui no Brasil o Volvo V60 só chega no segundo semestre de 2011. No próximo Salão de Automóveis, a estrela da vez será o S60, que foi lançado no início de 2010. Também fiz um test-drive com ele, que merece um post a parte.

Facepark por Diesel

terça-feira, julho 13th, 2010

Captura de tela 2010-07-13 às 10.49.47

A Diesel, com sua costumeira ousadia, convidou os fãs no Facebook a largar o computador por um dia e gastar o tempo num parque, criando o Facepark, com direito a Farmville e Mafia Wars na vida real. O evento aconteceu num parque em Berlim.

A chamada do evento foi:

“Instead of wasting your time in front of your computer, we chose to waste our lives in the park”

Genial, divertido, simples e eficaz:

Moda secreta existe?

domingo, novembro 15th, 2009

Os anos 2000 foram os anos de consagração do mercado VIP no Brasil. Ninguém mais queria saber se a festa seria boa, se o DJ era fodão, se só teria gente bonita. Todo mundo queria era ser VIP. O negócio tornou-se tão lucrativo que entrou em processo de ‘cebolização’: o famoso VIP VIP VIP, ou o camarote dentro do camarote dentro do outro camarote, com preços em escalada exponencial.

A coisa ficou tão bizarra que começou a degringolar, e claro, o povo foi procurar alternativas. Foi assim que apareceu a moda do segredo. O bar agora é secreto, apesar de todo mundo saber onde é. A festa é secreta, mas é veículada no jornal. O camarote agora não existe mais, pois todo o evento é um grande camarote, onde todos são os bons, e a plebe fica da porta para fora. Nada contra, mas acho que o que é secreto não precisa ser esfregado na cara de quem supostamente não deve saber, não? De repente me vem aquela propaganda que o menino gritava para a câmera: ‘Eu tenho! Você não tem!’

Esta semana fui convidado para um jantar secreto. Todas essas idéias me ocorriam enquanto eu divagava sobre as possibilidades desse evento. Mas me dei conta de que, pela primeira vez, a idéia de segredo foi usada de forma eficiente. Um taxi foi chamado para me buscar em casa e eu sequer sabia o endereço para onde iria. Fiz questão de não perguntar. Eu não sabia nada sobre o jantar além do fato de que iria comer. Nenhum convidado sabia quem os estava convidando, qual seria o cardápio, porque eles foram selecionados, quem eram os outros participantes. Quer dizer, um ou outro a gente sempre descobre, né? Mundinho pequeno.

Afinal, fomos todos para o Capim Santo, em uma sala fechada com uma grande cozinha/sala de aula, e tivemos uma noite agradabilíssima e com um maravilhoso buffet ao lado da chef Morena Leite. Primeiro todos nós fomos convidados a preparar nossas próprias entradas com tutoria da chef. Depois um jantar incrível foi servido: tabule de quinua, gateau de banana da terra, nhoque de batata doce, lagosta flambada, e muito mais.

Jantar SecretoJantar Secreto 1A chef Morena LeiteBiti Averbach cozinhandoFacundo Guerra no fogão

A Electrolux nos convidou para lançar oficialmente o site da nova linha Infinity, e montou todo esse mise-en-scène para instigar ainda mais o grupo escolhido para divulgar. Todas as maravilhosas receitas que provamos estão no site. Vale a pena guardar. Além dos convidados selecionados pela produção, foram convidadas cinco pessoas que participaram de uma brincadeira no Facebook do jantar. A escolha de uma ação de divulgação secreta foi correta por instigar os participantes, e por desmitificar o caráter excludente que essa nova ‘modalidade’ adquiriu.

Fotos (decentes) do jantar aqui.

New Brand Communication 2009

sexta-feira, outubro 16th, 2009

No ano passado eu fui conferir a estréia do evento New Brand Communication, que trouxe ao Brasil diversos nomes grandiosos da comunicação mundial como Russel Davies, que fez uma palestra sensacional.

Esse ano acontece a segunda edição nos dias 20, 21 e 22 de outubro, na Faap, das 8h30 da matina até às 18h. Prepare-se para uma grande maratona criativa. A grade de palestrantes está bem diversificada. Aí vai uma listinha de dicas dos principais:

Ainda dá para fazer as inscrições e o evento é obrigatório para quem trabalha com marcas e criação. Eu e o Ola estaremos lá todos os dias cobrindo o evento para o blog.

Para saber mais acesse o site oficial do evento e veja uma apresentação detalhada de todos os palestrantes no slideshare.

Planeta Terra 2009

quarta-feira, outubro 14th, 2009

Um dos festivais mais esperados do ano está chegando. Dia 7 de novembro o Planeta Terra invade um lugar inusitado, o Playcenter, com um line-up recheadíssimo de boas surpresas, incluindo algumas que já passaram por aqui, afinal quem não quer ver Stooges novamente ao vivo?

O slogan dessa edição é “Um festival, várias experiências”, que foi inspirado nos famosos ônibus das bandas. Quem um dia não quis se ver cortando estradas com um busão e uma banda de rock dentro? A campanha é, ao invés do tradicional site de festival, um ônibus em que os usuários podem criar os seus próprio ou seguir ônibus de outras pessoas. A campanha está bombando e claro, eu criei um ônibus para a Crew! Peguem uma carona com a gente, pois nosso busão vai bombar.

Busão da Crew

Busão da Crew

SONORA MAIN STAGE:

02:00 – 03:00 – Etienne de Crecy (live act)
00:15 – 01:30 – Iggy Pop and The Stooges
22:15 – 23:45 – Sonic Youth
20:30 – 21:45 – Primal Scream
19:00 – 20:00 – Maximo Park
17:30 – 18:30 – Moveis Coloniais de Acaju
16:00 – 17:00 – Macaco Bong

COCA-COLA ZERO STAGE

03:00 – 04:00 – Anthony Rother (live act)
01:30 – 02:30 – N.A.S.A.
00:00 – 01:00 – The Ting Tings
22:30 – 23:40 – Metronomy
21:00 – 22:00 – Patrick Wolf
19:30 – 20:30 – Copacabana Club
18:00 – 19:00 – Ex!

Alguns dos brinquedos estarão disponíveis e o Terra TV transmitirá o evento ao vivo para os que vão ficar de fora. Dá uma olhada no mapa:

mapa-do-playcenter-07-11

Planeta Terra Festival 2009
Dia 7 de novembro – a partir das 16h – Play Center – São Paulo

As vendas estão rolando desde o dia 02 de setembro. Então corra caso ainda não tenha adquirido o seu:
Informações e vendas internet, call center 11-2846 6000 e Ticketmaster

Bilheteria do Citibank Hall
Bilheteria Oficial do Planeta Terra

PREÇO:

1º Lote: inteira 140,00 / meia 70,00
2º Lote: inteira 170,00 / meia 85,00
3º Lote: inteira 190,00 / meia 95,00
4º Lote: inteira 200,00 / meia 100,00

Gameplay

terça-feira, julho 7th, 2009

O Itaú Cultural sempre tem coisas bem legais. O Jeanzinho me mandou essa semana um link para a Folha com uma reportagem sobre uma mostra de videogames que está rolando por lá, a Gameplay. A exposição começou no dia 2 passado e vai até dia 30 de agosto. Apresenta 6 instalações e 11 jogos – incluindo os meus preferidos LittleBigPlanet (já falei dele aqui), Katamari Damacy (a melhor abertura de jogo que já vi na vida, além de ser um dos mais divertidos também) e World of Goo.

Só hoje, resolvi entrar no site do Itaú Cultural para ver mais informações sobre, e descobri que além da exposição, vai rolar ainda muita coisa bacana sobre o tema: o GameJam (desenvolva um jogo em dois dias, o tema você só vai saber lá); o GameMusic (primeiro festival de Chiptune no Brasil, apresentará 4 projetos); um simpósio; e, por fim, o Machinimas (curta-metragens criados com motores de jogos de videogame).

Para saber melhor a data de cada evento, visite o hotsite do Gameplay: http://www.itaucultural.com.br/gameplay/. A entrada é franca.

SPFW, je t’aime.

terça-feira, junho 16th, 2009

Essa ediçao do SPFW- que começa amanha – traz mais do que tendencias para o verao 2010.

Nessa ediçao, esta acontecendo um concurso para eleger o novo nome do portal do SPFW.

Para participar, é super simples: envie sua sugestao para concurso@luminosidade.com.br (colocando no campo assunto: o novo nome do portal)

Quem sugerir o melhor nome, ganha uma viagem para Paris com acompanhante (eu preciso muito ganhar, pra ser ABSOLUTA com o meu CROSS FOX no MARAIS HAHA).

O concurso acontece até  o dia 22 de junho, quando o vencedor e o novo nome forem anunciados no encerramento do evento.

Para voce ficar com mais vontade de participar, escolhei 3 musicas de artistas franceses super viciantes que estao loucamente no REPEAT no meu cérebro:

Make The Girl Dance – “Baby Baby Baby”

Phoenix – Lisztomania (Holy Ghost ! Love Paris Remix)

Yelle – “Qui Est C’Ette Fille?”

Quem quiser mais informaçoes sobre o concurso, clica aqui.

LEGO + arquitetura

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Quase desmaiei quando recebi um email do meu amigo Gus, que é casado com uma arquiteta e sabe da nóia, com a última novidade da Lego: kits com as obras do Frank Lloyd Wright. Eu sempre adorei Lego, mas eu passava horas e horas montando as coisas de acordo com os manuais, para depois desmontar e começar de novo. Brincar que é bom nada.

Guggenheim de NYFallingwater

Com esses kits de arquitetura então, imagina quanto tempo eu ia ficar fazendo isso?

Por enquanto só lançaram esses dois: o Guggenheim de NY e a famosérrima Casa da Cascata. Fico imaginando como vai ser no dia que lançarem o Guggenheim de Bilbao, do Frank Gehry. Quem é que vai conseguir montar?