Para irem se animando, aí vai um pedacinho do show que fizeram no último Lollapalooza:
E um acústico que fizeram em Viena:
Já o Ariel Pink’s Haunted Graffiti tem o último álbum Before Today na lista dos 10 melhores álbuns de 2010, do The Guardian. Ou seja, só razão para querer ir ao festival.
Para quem estiver afim de ir, mas ainda não garantiu convites e está com a grana curta, aí vai uma promo: quem responder primeiro de onde surgiu o nome da banda The Pains of Being Pure at Heart, leva o par.
Para saber mais sobre o Fourfest, se joga lá no site deles.
O SXSW é um evento democrático, pois abre inscrição para que as pessoas inscrevam seus trabalhos em todas as áreas. Claro que ele fatura com isso, já que a inscrição é paga, mas também imagina ter que avaliar/ouvir o monte de projeto que recebem? Quem paga é porque está mais afim e a taxa não é abusiva.
Abrimos uma discussão na lista da CREW e surgiram várias dúvidas, por isso resolvi bater um papo com o Lúcio Morais, do Database, que já se apresentou no festival em 2 edições, para ele compartilhar algumas dicas valiosíssimas e tirar dúvidas do pessoal.
Lalai: Para quem está querendo investir na carreira como artista, seja banda ou solo, vale a pena se inscrever para tocar no SXSW?
Lucio: Vale a pena sim, lá é o lugar para a levar e divulgar sua apresentação e produções, seja como banda, produtor e/ou DJ.
Lalai: Depois que você se inscreveu e o festival aprovou sua participação, quais são as condições que oferecem?
Lúcio: Oferecem desconto em hotéis, instrumentos musicais, restaurantes, transporte, uma mala recheada de coisas legais de earplugs descentes até cordas pra guitarra, além de todos os shows de graça que você ir (e também fazer contatos).
Lalai: Qual é o custo que o artista tem para ir?
Lúcio: Como o SXSW tem convenio com a nossa agência nos EUA, a Windish, não pagamos nada pela inscrição. Bom acho que quanto mais pessoas viajarem juntas mais barato fica, ai dá pra dividir hotel, transportes e até a badge, que você paga um preço só pra banda toda.
Lalai: A partir da aprovação, o artista recebe um documento para solicitar visto de trabalho? Quanto custa e quanto tempo em média leva pra tirar um visto de trabalho?
Eles não dão um documento pra solicitar visto de trabalho. Como você vai pra um festival e não vai ganhar dinheiro para tocar, o melhor é tirar o visto como turista. Outra opção é gastar um pouco mais e tirar o de negócios, que é o visto para ir à convenções, eventos, etc. O Database como faz uma tour maior e passa por vários lugares diferentes, aí sim precisamos de visto de trabalho
Lalai: Eles oferecem apenas uma gig ou há possibilidade de tocar em mais de um local nas festas oficiais? Vi que tinham artistas que tocavam em 3 festas diferentes dentro da programação oficial.
Lúcio: Vai depender de cada artista e óbvio da curadoria do festival. Nesse ano tivemos 3 oficiais, mas as gigs variam entre 1 e 4 oficiais.
Lalai: Você comentou que não vale a pena pegar o cachê de US$ 250 que eles oferecem. Esse cachê é por pessoa da banda ou para a banda inteira? E caso troque o cachê por uma badge, cada integrante da banda ganha uma?? A badge é válida só para a área de música? Como funciona?
Lúcio: Se você quiser pedir badge pra todos os shows, aí é melhor trocar os US$ 250 (menos taxa de estrangeiro, que chega a 30% em cima desse valor) pelas badges.
Lalai: Além da programação oficial, tem também o evento off, qual caminho para conseguir gigs no off? Tem um cachê fixo ou pode variar de festa pra festa?
Lúcio: Não existe cache no SXSW, todos vão pra lá pra apresentar seu trabalho e divuga-lo. Chegando lá, o lance é ir fazendo amizade com todo mundo e ir cavando gigs em festas não oficiais, que são as mais legais na minha opnião. A Lose Control, uma das maiores e não oficiais, aceita sets e vídeos de novos artistas, mas o site só fica disponível perto da chegada do evento. Outra coisa legal, é ficar espertpo em outros stages, como o da Levi’s que teve Strokes e de outras marcas. Só tem que ficar ligado com a lista rsvp, pois conseguindo a confirmação, é só pegar a pulseira, que vale para a semana toda e dá acesso ao stage quando quiser, além de ver shows legais, ainda rola beber de graça.
Lalai: Vale a pena alugar uma casa fora da cidade e alugar um carro? Caso você fique durante todo o festival de música, que são cerca de 5 dias, qual custo médio que vai ter?
Lúcio: Vale a pena se organizar logo e pegar um hotel perto do centro, você vai fazer tudo a pé. Como demoramos pra nos cadastrar e etc., tivemos que pegar um hotel na estrada. Como é super difícil conseguir táxi depois das 2 da manhã, alugamos um carro, mas são muitos gastos: gasolina, estacionamento, aluguel do carro seguro e etc.
Lalai: Eles providenciam o rider ou oferecem apenas o básico?
Lúcio: Apenas o básico: bateria, stands pra teclado, microfones. Levem seus AMPs ou aluguem e/ou comprem por lá muito antes, porque todo mundo deixa pra última hora e acaba ficando sem equipamento.
Lalai: Você acha que o SXSW abriu outras portas pra vocês?? Valeu a pena o que investiram para estarem lá???
Lúcio: Pra nós de uma certa forma sim, pois muita gente acabou conhecendo nosso som, também conhecemos ótimos artistas, renderam vários remixes, conhecemos managers, bookers e etc. Tentem fazer amizades por todos os lugares, independente se fala inglês mal ou não… sempre rola o jeitinho brasileiro! hahaha
Lalai: O que mais você acha legal o pessoal saber??
Lúcio: Obviamente além dos shows, que é uma das coisas mais legais, é saber que todos estão lá pela música independente. Se voce é musico ou esteja só curtindo, o que vale a pena é conhecer muita gente. Nós fizemos muitas amizades.
Ontem abriram as incrições para o SXSW 2012. Eu acho incrível o tempo de antecedência e a procura frenética pelo evento, tanto que alguns hotéis centrais já tiveram reservas de quartos esgotados.
Algumas pessoas me pediram dicas de onde ficar, como ir, que pacote comprar, blá, blá, blá. Eu fui super marinheira de primeira viagem na última edição e ter algumas dicas fazem diferença. Eu penei com várias coisas, sofri de crise de ansiedade, perdi um monte de coisas imperdoáveis e me organizei de maneira indevida. E claro, muito porque eu, por mais que eu acompanhe o evento há anos (pela web, afinal é um dos eventos mais interativos do mundo), não tinha a menor ideia de como ele é de fato. E vou falar: para os que vão pela primeira vez, o evento surpreende (e assusta) sim.
Veja esse vídeo pra sentir um pouco o que é o SXSW:
Como eu me inscrevo?
Você precisa comprar uma badge, que é dividida em alguns formatos:
- platinum: para os animados que querem ir nas 3 áreas do evento: interatividade (5 dias), cinema (9 dias) e música (6 dias, mas na verdade são 5, porque o último é um pouco deprê)
- gold: interatividade & cinema – eu sinceramente acho que essa badge não vale a pena, pois a diferença de preço entre ela e a platinum não é gritante (US$ 200)
Quando for comprar badge, dispense tudo que eles oferecem como extra. Só vale a pena mesmo a camiseta, afinal eu só vi gente perdendo jantar de boas vindas, evento não sei do que, enfim, tem tanta coisa rolando que não vale a pena pagar por nada extra. Desencana.
Por que ir?
Explicar o SXSW é uma tarefa árdua, pois participar dele é uma experiência diferente de tudo que você já viveu. Se existisse o planeta da música, seria o SXSW, pois música permeia todo o evento. A parte interativa não é muito diferente dos grandes eventos de tecnologia/interatividade que rolam no mundo, mas somente no formato, pois o conteúdo é abrangente além do inimaginável. Para quem gosta de analisar comportamento, tendências, trocar figurinhas com as pessoas mais interessantes do planeta, tem que ir no SXSW. Claro que o evento já está começando a inchar, mas ainda assim vale a pena a investida. Pode perguntar a qualquer um que já tenha ido e irá ouvir a mesma coisa “difícil explicar, só indo pra entender”.
Voltar do SXSW é voltar com uma mala cheia de novas referências e ideias, além de muitas reflexões sobre tudo, contatos e amigos novos. É o lugar que vale a pena ir, mas sim, tem filas pra quase tudo, muita gente, mas muita gente mesmo para todos os lados (já vai praticando a paciência oriental). Não é à toa que o evento ruma para os seus 26 anos de existência. E se for, fica de olho também na programação off, pois tem muita coisa interessante rolando.
Comprou a badge e aí?
Depois de comprada, sugiro acompanhar a evolução da programação, pois vale a pena pesquisar o conteúdo de forma detalhada para ter certeza de que não vai perder nada, especialmente cinema & música. Achei mais fácil decidir a programação de interatividade. A sugestão para interatividade é se prender a um assunto ao invés de vários (ex.: ver palestras focadas só em música ou jornalismo) e se surgirem espaços na sua programação, escolha aleatoriamente caso falte referência, pois podem rolar boas surpresas (ou decepções). As palestras principais geralmente valem a pena e são concorridas, por isso caso queira ver um keynote, opte por palestras/debates/entrevistas em salas próximas para não correr o risco de ficar de fora (ou ter que assistir num telão em salas anexas).
Os grandes nomes vão surgindo mais perto da chegada do festival, então não se atenha se as grandes bandas não vão. Na última vez o Foo Fighters só aparecia numa programação de cinema para lançarem o documentário, mas nem constava que a banda apareceria. Surpresa: a banda foi, falou e depois ainda fez um show num lugar pra 2.000 pessoas.
Onde ficar?
Todo mundo quer ficar no centro da cidade, onde o evento rola, porém são poucos hotéis e a maioria bem caros. O melhor lugar é na proximidade do Austin Convention Center, que fica em frente ao Hilton Downtown e na esquina do Courtyard Austin, ou seja, são os hoteis mais centrais. Depois tem o Hilton Garden (já esgotado), Residence Inn Austin, Extended StayAmerica Austin, Omni Austin, The Wicker Guest House, Intercontinental, Hampton Inn, Radisson Hotel, Hyatt, Hotel Vegas (um pouco mais longe, mas rola ir a pé ou bike-taxi), Sheraton. Esses são os possíveis de circular do hotel pros eventos a pé.
Por isso se quer comodidade, tem que correr. A maioria está fechado para o SXSW, ou seja, só rola fazer reserva se comprar a badge. Caso precise cancelar a hospedagem, a maioria cobra uma taxa de US$ 50.
Depois disso tem centenas de hotéis/moteis ao redor da cidade que necessitam de shuttle, que é possível comprar um pacote para todos os dias quando for adquirir o badge (inscrição). É possível encontrar opções bem baratas, mas vale dar uma pesquisada primeiro, pois tive amigo que acordou com a festa das baratas, afinal são, na maioria, hoteis à beira de estrada. O shuttle funciona até às 2h da matina, ou seja, esticou um pouco, vai ter que penar para achar um táxi. Claro que é possível alugar um carro, mas estacionar não é uma tarefa tão fácil e barata. De qualquer forma, se a lei é economizar, tente fechar um hotel mais distante (mas corra para pegar um não tão distante) e se prepare para a maratona, pois raramente você vai voltar para o hotel sem ser para dormir.
Como e quando ir?
A melhor opção se for viajar somente para o evento é ir via Houston. Caso queira dar uma esticada em algum outro canto, aproveite e vá pra New Orleans que é relativamente perto.
Prepare-se, porque na véspera o aeroporto de Austin mal comporta a quantidade de pessoas que chegam (são mais de 100.000 pessoas indo e vindo durante o evento, isso contando o oficial, pois tem também o evento não-oficial que acaba trazendo muitos jovens de cidades nos arredores de Austin). A fila do táxi é monstruosa e demorada, mas não tem como escapar, assim como a fila para pegar a badge.
Caso queira economizar um cadinho, chega no dia do início do festival, pois se perder algo, ainda vai ter muita coisa pra ver. Sem desespero!
Para quem vai pegar “Música”, adianto que o último dia não vale a pena, pois a programação praticamente não existe. Pouquíssimos bares abrem, a cidade já esvazia e é só programação “hangover party”. Ficar até segunda-feira vale menos a pena ainda, pois a cidade esvazia a tal ponto, que parece uma cidade fantasma. Tudo fecha e é difícil até encontrar lugares para comer.
Pré-evento
Como falei, vale super a pena mergulhar na programação e ir caçando coisas que valem a pena. Tem um monte de blogs mundo afora que fazem listas de tudo que consideram imperdível e sempre há boas dicas, afinal já é um bom filtro na maioria das vezes.
Para os sedentários recomenda-se começar a se exercitar desde já, pois é uma maratona que rola diariamente das 9 às 2h da matina e você sempre sofre quando perde coisas, mas aconselho a relaxar para não pirar, pois vai ser impossível ver tudo.
Caso você opte pelo platinum e queira ver o máximo de coisas possíveis, aproveita a hora do almoço para assistir um filme, pois há cinemas com restaurantes dentro da sala de projeção.
Austin
Ninguém precisa de muita coisa além da programação do evento, que sobra, mas para os que querem fazer comprinhas já fica a dica: Austin não tem H&M, mas tem Urban Outfitters (320 West 2nd Street Block 21) e algumas lojas ao redor. Fica fora da região onde rola o evento e é difícil conseguir táxi pra sair de lá, já vai com um número de táxi para ligar quando for pra lá. A melhor região para compras é a South Congress, principalmente se você está atrás de botas.
Eu sofri um bocado com a comida, afinal é Texas, ou seja, comida americana americana americana. Eu sofri do café da manhã ao jantar, pois não como nada como pimenta e o que tem de melhor por lá são os asiáticos, mas achar um prato que não tenha pimenta é uma façanha sem fim. Claro que tem burgers, churrascos texanos, mas comer carne todo dia não dá. Depois eu vou fazer a listinha dos poucos achados que fiz e me ajudou a sobreviver os 11 dias que fiquei na última vez.
Compre um chip pré-pago para o celular quando chegar por lá, pois ele vai ser bem útil por lá.
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Dá uma conferida no SXSW em 9 minutos feito pelo Gabriel Dietrich, meu amigo de fila que eu conheci na entrada de um dos shows que fui lá no SXSW11:
Parece que quando a gente viaja atrás de coisas legais, boa parte delas acontecem no Brasil e bate aquela vontadezinha de estar aí do outro lado do Atlântico.
Esse final de semana promete com dois dias do novo Jukebox Festival, feito pelos fofos do incrível blog Move that Jukebox, que só por isso já é motivo de ir festejar com eles, pois eles merecem pelo trabalho bem feito que tem realizado trazendo sempre novidades sonoras e quentinhas além-mar.
O que eu mais curti na ideia do festival é o fato de serem dois dias com um line-up recheado de artistas brasileiros de primeira linha, que podem tocar onde for, que vão fazer sucesso. A primeira noite será dedicada ao rock e a segunda, à música eletrônica.
Sexta, dia 01 de julho:
21h – Abertura com o DJ Ricardo Lemke
22h40 – Radioviernes
23h50 – Apanhador Só
00h55 – Garotas Suecas
2h – Holger
3h – Bidê ou Balde
Sábado, dia 02 de julho:
21h – Abertura com o DJ Ricardo Lemke
22h – Hatchets
22h50 – André Paste
23h55 – Zemaria
1h05 – Boss In Drama
2h10 – Killer On The Dancefloor
3h30 – The Twelves
O festival acontece no Estúdio Emme, hoje (1/7) e amanhã (2/7), a partir das 21h. Os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente, por um preço bem acessível, no http://compreingressos.com/.
É a primeira vez que venho ao Sonar e tenho zilhões de coisas pra falar sobre minhas impressões. O que mais chama a minha atenção (e talvez de todo mundo que ama música) é a ousadia em fazer um line-up sempre com muita coisa que ainda não despontou, mas que pode decolar depois de se apresentar no festival. Tudo é muito “fresh” e pouco “mainstream”, que acaba sendo mais reservado para o “Sonar Noche”.
Durante o dia o que vale é dar uma zapeada no line-up, ver vídeos dos artistas, muitos dos quais nunca se ouviu falar e ir conferir. Vi alguns incríveis, como Stendhal Syndrome, Little Dragon, DJ Floating Points, The Brandt Brauer Frick Ensemble (que fazem techno tocando instrumentos tradicionais, é lindo de morrer), Daisuke Tanabe, DJ Zinc, Holy Other (que é de chorar de tão lindo) e os mais conhecidos como Katy B, Toro y Moi e Four Tet.
A noite já é uma odisséia, já que o festival rola praticamente fora da cidade. O lugar é gigantesco, o som é inacreditavelmente bom e organização peca em alguns itens: a comunicação sobre o shuttle não deixa muito claro de onde ele sai e não informa que é pago, o que evitaria fila, por causa de troco; comprar bebida é um caos, pois todo mundo se amontoa em frente ao caixa e compra primeiro quem é mais folgado, no restante não há o que reclamar. Entre todos que vi no primeiro dia, o grande destaque foi Trentemoller (que é a segunda vez que vejo esse mesmo show, pois assisti no SXSW, e ainda assim me impressionei novamente), seguido de Aphex Twin. Ainda tem bastante pra ver, mas vale dar uma conferida no vídeo da música que fechou para mim o melhor show do Sonar Noche:
Esse é um post mais emocional da minha relação com o SXSW. Não vou citar palestras que vi, coisas que aprendi, bandas que me encantaram, filmes que me emocionaram, esses ficam para depois, pois é muita coisa, muita informação, muita referência. São apenas minhas emoções e como foi estar na loucura que é o SXSW.
O festival completou 25 anos, mas cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Quem esteve no ano passado, afirmou que já houve um salto grande para esse ano. A parte de interatividade ganhou força, os publicitários fizeram as malas e foram. Nada de evento Web 2.0, o evento da vez é o SXSW.
Foi minha primeira vez no festival, confesso que ele não é para fracos. Exige preparo físico, mental e emocional! Foram 10 dias com mais de 7.000 eventos oficiais, fora os não-oficiais, que muitas vezes são mais legais e pipocam em todas as esquinas. Austin se transforma numa plataforma 2.0 de uma forma inexplicável. Mais do que o conteúdo consumido dentro do festival, que tem interatividade, cinema e música, o festival em si é uma experiência que transcende tudo isso.
Difícil explicar. Martelei à beça para chegar num jeito bacana para traduzir o que o festival significou pra mim. Nos primeiros 5 dias rolaram Interatividade e Cinema, além de festas regadas a bebedeiras, boa música, geeks e publicitários. A galera indie ainda não tinha invadido a cidade e tudo pareceu um pouco mais fácil de acompanhar. Palestras diversas rolando paralelamente, passando por todos os assuntos que se possa imaginar dentro do universo interativo, não restringindo apenas a Internet, pois vai muito além disso. Tem de tudo: marketeiros, acadêmicos, pesquisadores, desenvolvedores, diretores de cinema, atores, músicos, produtores, criativos das mais diversas áreas.
Austin se move em torno do evento. Todos sabem sobre o SXSW, que é hoje uma das principais economias da cidade. A simpatia rola solta, todos estão interessados em saber se é sua primeira vez, o que está achando, se vai voltar. E a programação te surpreende a todo momento, pois muita coisa que não estava prevista na programação, surge de um momento para outro.
pra ficar muderno no sxsw
Nessa primeira fase (de 11 a 15) a programação começa recheada às 9h e segue até às 2h para os mais animados. O excesso de opção pode causar palpitação e crises de ansiedade. Eu mesmo fui vítima de uma.
Raramente você tem certeza se está vendo a melhor opção. Talvez nunca saiba. Quando percebe que caiu numa fria, não tem frescura, é levantar e debandar para outro local. Sempre vai ter um canto ideal para todo mundo.
1º show do festival: Matt & Kim
No primeiro dia rolou uma frustração da minha parte, pois as palestras que vi não me satisfizeram. Achei tudo mediano, então decidi seguir meu instinto, além de me deixar levar por palestras com nomes curiosos. Os keynotes na maioria vale a pena também. No final de 5 dias eu tinha visto palestras boas, ruins e algumas ótimas que me deixaram sem fôlego. Tive surpresas deliciosas e algumas decepções, mas faz parte quando se tem um menu tão farto de opções.
toro y moi de pertinho
Acabei também dando algumas escapadas para ver filmes a tarde, enquanto aproveitava para almoçar dentro da sala do cinema, afinal não dá para perder tempo e há cinemas que servem pequenos banquetes enquanto você se assiste um filme. Claro que aqui não posso deixar de lembrar da minha emoção ao abraçar o Dave Grohl na porta do cinema ao assistir o documentário do Foo Fighters, que eu concluí que seu final foi no show ao vivo do qual fomos brindados de supresa, no Stubbs, o local onde rolam os shows maiores do festival, mas que para o Foo Fighters era algo bem pequeno. Sem muita firula, apenas uma boa iluminação e um palco medio, não muito alto, mas com um som perfeito. Como disse Dave Grohl, estávamos em 1999 naquele momento. E foi, algo tão “pequeno” que pareceu não cabe-los e por isso tão incrível.
Dave Grohl e eu
Finalmente chegou o dia 15, quando começa a parte de música do festival e termina interatividade. O público muda completamente, a cidade lota ainda mais, parece que todos os indies do planeta aterrissam em Austin. Ruas são fechadas, o transito fica caótico, filas e mais filas nas portas de todos os bares e, claro, a tensão sobre qual show ir, qual melhor festa do dia, ver coisa nova ou já consagrada, ficar com os amigos ou abrir mão deles para ver algo completamente obscuro que só você quer ver, ir ver o amigo que vai tocar ou deixa-lo para uma próxima, pois você tem certeza de que oportunidade não irá faltar.
emoção de ver um show folk numa igreja
Além dos shows, há também palestras e mais palestras focadas em música, mercado, produção, distribuição, futuro, etc., além de continuar a maratona de filmes, que provavelmente nunca mais você vai ver a não ser lá.
E se a preguiça de enfrentar fila ou entrar em bar ou clube bater, é só ficar zanzando na 6th Avenida e ao redor dela, porque tem shows rolando em todas as esquinas no meio da rua, muitos deles bem interessantes.
a fervida 6th ave
O que gostei também foi de ver várias ações simples e pontuais rolando nas redes sociais para conseguir entrar num show, ir a uma festa, ganhar um premio. É isso, o SXSW é uma experiência social só de estar nele. Tudo que discutimos nas salas de palestras ou de reuniões, acontecem ali ao vivo.
eu & gaia (@goomtv)
O SXSW está naquele momento de virada, que talvez em não muito tempo se torne insuportável. Muita gente que o frequenta há tempos já reclamou, deixou de se inscrever e preferiu ficar na programação não-oficial, que também oferece opções que não acabam mais.
O aprendizado foi: se preparar com antecedência, dar uma boa estudada na programação de cabo a rabo para já ir com uma boa prévia do que ver, pois o resto vira lucro, dar uma malhada (juro que isso conta na hora de ter fôlego com a correria que o festival requer), saber que dá para se divertir sozinho, especialmente lá que sempre tem alguém puxando conversa com você.
amigos invadindo meu quarto
SXSW me proporcionou uma das experiências mais bacanas que já tive. Não acho que é algo que agrade a todos, mas com certeza a maioria que vai pela primeira vez, quer voltar.
O que me encantou do começo ao fim e superou minhas expectativas foi o festival em si. Muita novidade, muitas conclusões acertadas, muita troca de cartão, muita inspiração, muitas ideias brotando loucamente na cabeça, muita risada, muita gente interessante, muitas amizades novas, muita correria, muita falta de ar, muita cerveja, muita animação, muito cansaço e muita vontade de voltar na próxima edição. E Austin se torna uma cidade deliciosa nessa época. A minha conclusão é que se a terra fosse o planeta da música, ele seria o SXSW.
Pronto… primeiro “All my friends” para inspirar!!!
Tá todo mundo sabendo que o LCD Soundsystem toca por aqui na próxima semana no novo festival (No)Mondays, que vai rolar Warehouse, um galpão incrível lá na Vila Leopoldina.
Eu quase urrei de felicidade quando soube que o LCD viria para cá, pois na última vez que tocaram no Via Funchal, eu não estava por aqui, perdi o show e também acho que na época eles não tiveram o público merecido. Dizem que o show foi incrível para poucos e bons. Eu apenas lamentei e torci para que eles voltassem para cá e minhas preces foram atendidas. Eu vi em 2006, no Skol Beats, e foi O show e O show a gente sempre quer repeteco.
A dupla afirmou que esse será um dos últimos shows do LCD, que em breve anunciará seu fim (aaaaaaah). Mr. Murphy afirma que após essa turnê em que estão, ele vai se dedicar à carreira solo.
Além do LCD, que dispensa maiores apresentações, o line-up está super recheado e ainda conta com o Popload Gig. Dá uma conferida:
Pista: R$ 160,00 inteira / R$ 80,00 meia Os Ingressos para Estudantes (meia-entrada) serão vendidos apenas on line: www.nomondays.com.br.
Camarote open bar:
Camarote Open Bar Feminino: R$ 240,00
Camarote Open Bar Masculino: R$ 280,00
Tem The Twelves também!!
Vamos? Tá duro? Vamolá que tenho 2 ingressos para dar aos leitores do blog (só que terão que retirar comigo nos Jardins). Compartilhem o porque querem ir no show aí nos comentários. Na próxima segunda-feira eu vou, ao vivo, no Twitcam sortear os dois ganhadores.
Valendo…. 1, 2, 3…
E para mais informações sobre o festival, acessa o site oficial.
UPDATE:
Quem levou os convites foram a Thaizoca e o Kleber. Vocês podem conferir o sorteio aqui: http://twitcam.livestream.com/3w2fw
O festival Planeta Terra chegou na sua 4ª edição e se consagra como um dos melhores festivais brasileiros de música. Line-up, estrutura, local e organização impecáveis a preço acessível. Público estimado: 20.000 pessoas.
Cheguei no Planeta Terra às 18h, depois de largar o carro no estacionamento vip e seguir numa van para o Playcenter. Até esse momento posso dizer que a organização estava impecável e ágil. A entrada também aconteceu sem problemas, o parque já estava com um tráfego intenso de pessoas e a tarde se encerrava nos presenteando com um belo por do sol.
Seguimos para o show do Holger, que fez um show empolgante com muita gente cantando junto e pulando. Eles falaram bastante, agradecerem infinitamente o convite para tocarem no festival, fizeram brincadeiras. Enfim, percebia-se claramente a emoção da banda em estar ali (também pudera).
Aproveitei para experimentar a montanha russa ao lado, enquanto assistia ao show. De cara encontrei muitos amigos na fila. Lá fomos nós para nosso primeiro momento de adrenalina, deslizar pelos frenéticos trilhos da montanha. Emoção, pernas bambas, rosto pálido, foi assim que eu, Ola, Caio e a Anny saímos do nosso carrinho e iniciamos nossa presença no Planeta Terra. Voamos para o main stage (festival é sempre correria, o fato de “ter que escolher” é com certeza o charme de qualquer festival).
O show do Of Montreal começou pontualmente às 19h. A banda tinha declarado que esse foi o maior palco em que já tocaram na vida, mas fizeram bom uso do espaço. Admiro artistas que são do tamanho (ou maiores) que o palco, independente do tamanho deles. Fizeram um show decente, animado e com direito a performances (que eu fiquei com inveja e queria fazer parte). Esse show marcou a final da turnê em que estão há um bom tempo.
Eu nunca tinha visto ao vivo e ao assisti-los, concluí “se Empire of the Sun” fosse bom, seria o “Of Montreal”. Confesso: a única atração que fiz careta ao conferir o line-up, foi o “Empire of the Sun”, que eu gostava até conferi-los ai vivo há alguns meses atrás e senti vergonha alheia.
A partir daí me dei conta de que me concentraria no Main Stage, pois no Indie Stage eu queria mesmo era ver Passion Pit e rever Girl Talk. Como já tinha conferido Yeasayer 2 vezes, resolvi ver Mika do começo ao fim. Assim como a maioria, eu me surpreendi. Achei o Mika O cara. O show foi divertidíssimo, a performance dele no palco é impecável. Tocou por uma hora e meia como se não houvesse amanhã, entoando seus hits animados e dançantes como Take it Easy, Grace Kelly, We are Golden e Relax, surpreendendo o público com sua simpatia, fazendo a mulherada delirar (só via tweet “mika, quero casar com você”).
Eu ouso dizer que o Mika fez a melhor apresentação do festival, pois surpreendeu a todos com uma produção impecável. Parabéns Mika, virei fã!!!!
Claro que a maior expectativa estava no Phoenix. Eu vi duas vezes e acho que os caras são realmente bons ao vivo, mas o show não é dos mais empolgantes. É show calminho, pra ver coladinho, mas não decepcionam mesmo (ao contrário). Teve gente que não gostou. Eu me empolguei a ponto de perder Passion Pit, que nunca vi ao vivo (me arrependi um cadinho). Fiquei por lá, curtindo, dançando, cantando. Parte do público debandou para o outro palco, perdendo a segunda parte, que foi muito mais animada, com direito ao Mars se jogar no meio da galera e ser carregado por boa parte da platéia, levando todos ao delírio (eu queria ter encostado um tiquinho pelo menos).
Acabei fugindo e pegando uma parte do Hot Chip, que apesar de gostar bastante do trabalho deles, nunca me empolgaram ao vivo, mas dessa vez não teve jeito: Over and Over, One Life Stand e Ready for the Floor fizeram eu me animar e dançar feliz. O som estava bom, a platéia animadíssima também, todo mundo cantando. Parecia uma baladona. Valeu a passada por lá.
Aí foi a vez de voltar para o Main Stage e conferir o Pavement, que eu estava bem curiosa. Gostei do começo, mas Stephen Malkmus não é das pessoas mais simpáticas. Fez um show pontual e bem feito, mas cumprindo seu papel. Claro que os hits como Gold Soundz, Silence Kid, Stereoe Cut Your Hair fizeram seus fãs saírem satisfeitos (pelo menos para mim foi bem ok).
E finalmente chegou a atração mais esperada: Smashing Pumpkins, que eu gosto bastante, mas como já tinha dito por aqui, andava meio de bode do Billy Corgan depois dele atacar o Pavement em seu twitter, ao saber que a banda abriria para eles.
Não tive dúvidas, corri para um dos meus artistas favoritos do Planeta Terra: o Girl Talk!!! E não me decepcionou, ao contrário, continua na minha lista de melhores performances ao vivo. Ver os amigos pulando no palco e o Gregg pulando e tocando como um retardado, fechou a noite com chave de ouro. Encostei na grade e só saí quando o show se encerrou. Escolha perfeita: Girl Talk não decepciona nunca! Pena que boa parte do pessoal já tinha zarpado sem dar chance a esse show, que é imperdível. Quem não viu, senta e chora (com gosto, por favor), porque é para mim a melhor tradução de “felicidade”. Adoro show feliz, que faz eu pular, gritar, fechar os olhos e não querer nunca que o show acabe. Como definiu o próprio Terra, Girl Talk leva a selvageria ao palco e só fica parado quem não está lá. Eu conferi os seguranças remexendo os quadris. Ninguém segura esse homem e quem o assiste!!!!
O saldo final foi que o Planeta Terra fez a escolha certa do line-up. As bandas que acabaram não agradando, eram esperadíssimas e alguém tinha que trazer. Que venha a 5ª edição…. porque dessa eu não tenho nada a reclamar.
foto por andré ligeiro
Epílogo: domingo às 2h20 da manhã eu fui puxada pelo Kevin Barnes (vocalista do Of Montreal) para ser sua bailarina, enquanto discotecava no Clube Glória, na festa BSide. Eu fui muito animada, até me dar conta de que a música que ele tocava era ruim de chorar. Como ele não queria parar de tocar e o público começava a debandar (ele é melhor vocalista do que dj), eu sugeri que tocaríamos juntos. Ele concordou animado, mas fiquei com medo dele emendar qualquer música que eu tocasse, com um heavy metal já pesado demais ao meu velho ouvido. Soltei “Beach Boys”, num remix lindo de morrer. Ele riu feliz e começou a dançar comigo. Quando a pista encheu novamente, ele sorriu e fugiu, finalmente deixando a pista para mim. Achei fofo da parte dele, que fui reencontrar horas depois sendo tirado do telhado do clube pelo segurança.
O line-up do Planeta Terra está impecável para ninguém botar defeito. Pode ter faltado nome, mas nenhum que foi convidado, decepciona (só o Empire of the Sun, que para mim é muito mico ao vivo num banda só… #prontofalei).
Eu chego pra ver Holger. Adoro a banda, os meninos e estou bem feliz por eles estarem num palco que é maior que a casa deles (como dito no twitter pela própria banda). Holger é banda para ficar de olho faz tempo! Fazem um show muito bom e consistente ao vivo. Vale a investida.
Of Montreal é a primeira atração internacional do dia, tocando às 19h, no main stage. Pelo que li, a banda faz um ótimo e divertido live, com direito a encenações, jogação no meio da galera e, ainda, abrem o bis com Thriller, do Michael Jackson. Como aqui é festival, não tem bis, é torcer para que a música entre de outro jeito. Aproveitando o momento, no domingão, eu discoteco com o Kevin Barnes, no Clube Glória.
Dessa vez o Girl Talk vem com banda, o que é novidade para mim que já vi 2 shows ao vivo dele (e como eu super amo relembrar, fui quase uma go go dancer dele em NY, numa das experiências mais incríveis da vida). Estou mega curiosa e vai ser foda, ainda mais coincidindo com o lançamento do novo álbum “All Day”, que foi disponibilizado gratuitamente essa semana para download.
Até o Daft Punk, que nunca esteve no line-up, passou a ser a sombra da dúvida. Será que vem? Será que são boatos? De onde surgiu? Fiz até uma super pesquisa sobre isso, que vai valer um post de como as coisas se espalham na web, sendo verdadeiras ou não. Eu fiquei surpresa com o tamanho que a história do Daft Punk ontem ganhou, com direito a discotecagem no Secreto divulgada por fontes, aparentemente, confiáveis.
Phoenix, que também já se apresentou por aqui, volta para um show num momento que a banda tem uma outra proporção, conquistou o coração de todos os indies e pop. O primeiro show, no falecido Nokia Trends, foi incrível, num lugar pequeno, num palco pequeno, que se tornou pequeno para o tamanho deles. Nesse ano pude conferir um trecho no show no Lollapalooza, num palco gigante, num lugar gigante, tão grande quanto eles. Ou seja, se preparem, porque com certeza Phoenix vai figurar como um dos shows inesquecíveis dessa noite.
A lista só começa por aqui, pois com certeza um dos mais aclamados da noite é o Smashing Pumpkins, que vai ter que aguentar o Pavement (nada contra Pavement, ao contrário, eu super curto) abrindo para eles. Para quem não sabe, o Billy Corgan destilou veneno em seu twitter quando soube que tocariam juntos por aqui. Eu quero ver os dois! Mas vou ter que dividir Smashing com Girl Talk (odeio momento de escolhas em festivais).
Estou curiosa para ver o show do Mika, mas que vai ganhar somente meia-hora da minha atenção, pois o show acontece quase no mesmo horário do Passion Pit, que é outra banda que quero conferir ao vivo. Ou seja, correria nessa hora. Tenho a sensação de que ambos fazem bons shows e vai valer a ginástica toda.
Yeasayer eu já vi e vou passar dessa vez, até porque estarei no Mika. Eu adoro o Hot Chip, mas não me empolguei em nenhuma das duas vezes que vi eles ao vivo (aliás, dizem que eles discotecam depois no D-Edge, #ficaadica). Mas tudo bem, nesse horário estarei curtindo Phoenix e emendando Pavement e Smashing Pumpkins, sem qualquer pressa, pois a volta ao indie stage será só no meio do Girl Talk (se bem que a entrada dele no palco é sempre apoteótica e dói o coração perder).
Enfim, apesar de ter apenas dois palcos, o Planeta Terra vai conseguir promover horas de maratona de shows, com gente correndo pra cá e pra lá para conferir de tudo um pouco. Claro que tem os shows que a gente quer ver inteiro e não abre mão por nada desse mundo.
Lembrando: hoje a partir das 15h30 rola transmissão ao vivo, com 4 canais, direto do Planeta Terra em HD.
Depois de uma contagem regressiva de meses, chegou o esperado festival Planeta Terra, que traz hoje em seus dois palcos nomes como Smashing Pumpkins, Passion Pit, Phoenix, Girl Talk, Hot Chip, Pavement entre outros. O Playcenter já está prontinho e o pessoal já começando a chegar (especialmente os fãs do Smashing Pumpkins).
Ontem foi o dia final do desespero para quem ainda não tinha conseguido ingressos. Restaram promoções e do nada, surgiram muitas pessoas vendendo convites no Twitter, o que proporcionou a alegria de muitos.
Ainda assim muita gente chupou o dedo e resta a mínima esperança de comprar na porta. Mas se ainda assim você vai ficar em casa por qualquer razão, a nossa dica é juntar quem também ficou na mão, encher a geladeira de cerveja e conferir o festival via streaming, que será feito em HD (é o primeiro a ser transmitido assim por aqui). A transmissão começa a rolar a partir das 15h30 no http://noticiasaovivo.terra.com.br/diversao/planetaterra/466-br/#330836. Quer uma dica? Pluge o computador na TV e divirta-se.
O festival também será exibido no Iphone, smartphones e Ipad – basta acessar o site m.terra.com.br. Kid Vinil, Bárbara Thomas, Gastão Moreira, Patrícia Travassos e Jonas Almeida comandam a transmissão, que será realizada também para a América Latina e EUA.
Gillette Hands Up \o/ Indie Stage: 16:00 / 16:40 – República
17:00 / 18:00 – Hurtmold
18:30 / 19:30 – Holger
20:00 / 21:00 – Yeasayer
21:30 / 22:30 – Passion Pit
23:00 / 00:00 – Hot Chip
00:40 / 01:40 – Empire of the Sun
02:00 / 03:30 – Girl Talk 3rd band
PS: sobre o concurso que rolou no blog, informo que não houve qualquer “truque” como afirmaram, pois não conheço a ganhadora (truque seria dar para amigos, não?). E a escolha foi feita em grupo, que achou que houve um baita esforço para ela ganhar e acabamos nos comovendo com o vídeo. Assistam até o final, a menina fez quase um clipe para a música. Sorry aos demais, gostaria de ter para todos, mas infelizmente foram apenas 2.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.