Archive for the ‘tendencias’ Category

você tem medo do google?

segunda-feira, junho 8th, 2009

” O Google sabe mais sobre você do que a sua mãe. O Google sabe mais sobre você do que qualquer outra pessoa ou empresa no mundo. E não é difícil entender por quê. “

está é a frase de chamada para a matéria da revista Galileu de junho. sim, aquela revista que você usava nas épocas de colégio para fazer pesquisa e aqueles cartazes recorte-cole, lembra?!

capa revista galileu
Com uma boa repaginada, a revista chega as bancas com uma cara meio Wired (não que isto seja ruim, muito pelo contrário,  faltam publicacões por aqui da qualidade dela) e um conteúdo muito mais cultura e consumismo do que tecnlogia e ciência.

a matéria de capa é boa, ainda que não aprofundada. muitas notas breves. matérias mais extensas e gostosas de se ler. li do começo ao fim e gostei.

we are hunted

segunda-feira, maio 18th, 2009

há algumas semanas atrás conheci o site de música we are hunted e desde lá ele tem sido minha fonte mais prática e rápida de novidades, populariedades e popices.
ele não tem nada demais, se comparado a outros como myspace, hypemachine e lastfm (a não ser um layout super clean aos olhos – o que me agrada e muito) mas consegue fazer um apanhado do que rola nos charts mundo afora e nos útimos tempos isto é de grande valia na falta de tempo de pesquisar.
vale a visita.

we are hunted

para mães e bêbes moderninhos

segunda-feira, maio 11th, 2009

vi no blog do alex um post sobre um bazar na augusta de uma loja chamada boutique abusada, e descobri a marca mais cool de roupas de bêbe: a lil rock.

monster baby body

estampas divertidas, tecidos coloridos e vários modelos bacanas (como conjuntinho saruel para meninos e meninas) para deixar qualquer bêbe lindo.
a loja ainda tem várias outras marcas, e peças lindissimas, como as da british made clothes. vale super a visita.

Briefing Trendwatching

terça-feira, maio 5th, 2009

Para quem curte tendências, o site Trendwatching é indispensável, assim como o report anual que eles fazem. Hoje saiu o briefing de maio e está disponível para baixar em pdf.

springwise

Onde está todo mundo?

quinta-feira, abril 30th, 2009

A revista Baekdal publicou uma análise fantástica sobre como as pessoas se conectam numa viagem de 210 anos de história e desenha uma previsão para mais 10 anos. Onde estávamos, onde estamos e para onde vamos?

2009 é o ano em que tudo é “social” e mostra que a Internet é quem domina o mundo atualmente. O jornal está morte, as pessaos vêem TV cada vez menos, os sites tradicionais estão morrendo e o novo rei da informação é qualquer um, usando redes sociais para se conectar e se comunicar.

Olha que bacana: nos últimos 210 anos vimos uma evolução fantástica da informação:

1) consegue a informação em lugares distantes
2) consegue ao vivo
3) vê ao vivo
4) consegue decidir quando ver algo e o que ver
5) nos permite fazer parte e comentar
6) publicamos nossas próprias informações
7) … e em 2009… somos a informação

Mas 2009 é também o início da próxima revolução, porque tudo que sabemos é sobre mudanças. E em 2020 o tradiocional estará morto, pois de acordo com a análise nos próximos 5-10 ainda teremos mudanças no formato da informação e tudo que estiver na forma tradicional não resistirá.

marketflow1

Ótimo material para as agências “onlines” deixarem seus ppts ainda mais vendedores. Quem disse que o mundo já está convencido pelo óbvio? Estamos apenas no começo, especialmente quando se fala de Social Media, que todos querem, mas querem porque acham que é ali que vai fazer campanha sem tirar um tostão do bolso.

Social Media não é BTL, é o futuro e que já está aí batendo nas nossas portas.

Os números de Susan Boyle

terça-feira, abril 21st, 2009

Apesar do Marcus ter postado sobre o fenômeno pós-Susan Boyle, para mim ela é ainda um fenômeno que vai ser difícil ser superado. A simpática senhora de 47 anos vinda do interior da Escócia bateu o recorde do Obama no youtube com mais de 37 milhões de views. Nos últimos sete dias ela aparece na escala 75 do Google Insights contra 24 do Obama, sendo que no dia 17, quando Susan estourou, ela bateu a marca 100.

Susan Boyle

No dia 11 ela surgiu no programa “Britain’s Got Talent” e emocionou o mundo ao cantar “I dreamed a dream” de Os Miseráveis. No dia 12 de abril já estava no blog do Perez Hilton, no dia 16 ela era a trigésima da lista do Hot Trends do google e em menos de um mês do seu aparecimento, ela já está na:

- wikipedia
- já ganhou um site de fãs
- tem mais de 9.300 vídeos relacionados a ela no Youtube
- 595 menções no orkut e 38 comunidades relacionadas
- o site de busca Yahoo mostra mais de 49 milhões de resultados de notícias, enquanto o Google traz 19.500.000, sendo 107.000 em português
- há sites especializados em marketing e tendências começando a analisar o fenômeno
- foram criadas camisetas da Susan no Trendhunter
- está em primeiro lugar como tendências no site New Trendz
- mais de 168 fotos dela espalhadas pelo flickr
- alguém já criou um twitter em nome dela e é uma das mais comentadas, aparecendo em sexto lugar
- no BlogSearch do Google ela aparece com mais de 5 milhões de posts relacionados
- tem um artigo questionando se Susan Boyle será a salvação da crise econômica global
- saiu no New York Times, no The Guardian, The Herald só para citar alguns
- ela tem mais de um milhão de fãs no facebook e mais de 500 resultados na rede ao buscar pelo seu nome
- mesmo totalmente fora dos padrões, já recebeu uma proposta de US$ 1 milhão para estrelar um pornô
- foi convidada para ser entrevistada pela Oprah
- provou que a ferramenta Twist, que analisa tendências no twitter, não funciona adequadamente, pois ela não aparece sequer na lista das # mais comentadas da última semana

A revista “Entertainment Weekly” afirmou que a performance foi “a vitória do talento absoluto em uma cultura obcecada com a aparência superficial”.

Ouça aqui “Cry me a river” que foi gravada por ela em 1999 para uma compilação chamada “Music for a Millennium Celebration, Sounds of West Lothian”. Na época o CD vendeu apenas 1.000 cópias.

Depois de tal sucesso meteórico, não é de se estranhar especulações a respeito da sua “criação”, afinal é real ou não?

Vamos ver onde esta história vai dar, mas independente de qualquer coisa, é indiscutível o talento e carisma de Susan Boyle.

O celular é antisocial?

quinta-feira, abril 16th, 2009

Li há um tempo atrás um ensaio na revista Época escrita pela Ruth de Aquino que ela discorre sobre a forma exagerada como nos relacionamos com nosso celular. Inclusive ela cita um romance do Philip Roth, Fantasma sai de cena, que depois de viver isolado nas montanhas por dez anos, ele chega a Nova York: “O que mais me surpreendeu foi a coisa mais óbvia – os telefones celulares. Na Manhattan de que eu me lembrava, as únicas pessoas que andavam pela Broadway aparentemente falando sozinhas eram os loucos. O que acontecera que agora havia tanto a dizer e com tanta urgência que não dava para esperar? (…) Alguma coisa que antes inibia as pessoas agora havia desaparecido, e por isso falar sem parar ao telefone se tornara preferível a caminhar pelas ruas sem estar sendo controlado por ninguém. (…) Para mim, isso tinha o efeito de fazer com que as ruas se tornassem cômicas, e as pessoas, ridículas. Havia também um lado trágico nisso. A anulação da experiência da separação. (…) Você sabe que pode ter acesso à outra pessoa a qualquer momento, e, se isso se torna impossível, você fica impaciente e zangado, como um deusinho idiota. (…) Tendo vivido parte da minha vida na era da cabine telefônica, cujas portas dobradiças podiam ser hermeticamente fechadas, impressionava-me aquela falta de privacidade. (…) Eu não conseguia compreender como alguém podia imaginar que levava uma vida humana falando ao telefone metade do tempo em que estava acordado”.

Quando li este texto na época, eu me vi bastante nele, pois eu passo boa parte do tempo olhando para o meu celular ou fazendo algo nele. Não necessariamente esperando ele tocar, porque não sou muito fã de falar ao telefone, mas para ver emails, twitter, meus feeds. Acabei refletindo e comecei a tentar deixa-lo um pouco mais de lado, pois notei muito facilmente o quanto alguém ao seu lado grudado no celular pode ser chato. Você está conversando com alguém que mal presta atenção nas suas palavras, pois está fazendo alguma coisa no celular. E não presta mesmo, por mais que diga o contrário.

Se você olhar a sua volta vai ver quantas pessoas estão no seu próprio mundinho mesmo ao lado de amigos. Acabo chegando a conclusão que o celular não conecta, mas disconecta. Torna o próximo em distante, o real em virtual. Nos transportamos para nossos pequenos aparelhos e nos trancamos como se ali fosse um meio seguro e muito mais interessante do que fora dele. Eu não sou muito diferente do perfil descrito, mas tive a sorte (ou azar, depende do ponto de vista) do meu smartphone dar pane e na pressa eu peguei um celular que a principal função é música, ou seja, pensar em utilizar a internet nele é algo quase impraticável. Percebi nestas duas semanas que estou com ele que tenho estado mais presente com as pessoas que estão comigo.

Não quero ir na contra-mão da tendência do celular, da publicidade que cada mais tem que pensar nele como um meio imprescindível, não quero voltar para trás, mas depois de uma boa auto-análise, eu quero me desconectar um pouco dele e curtir mais as pessoas que dividem minha atenção com ele. Deixar o celular para momentos mais solitários, quando ele me salva do tédio no trânsito, e urgentes.

Ontem meu namorado me enviou um vídeo de uma palestra dada pelo Renny Gleeson. Ele foi escolhido pelo Chris Anderson para dar uma palestra curta (3 minutos) durante o TED 2009. Ele fala sobre o perigo do celular e o quanto ele nos isola. E ele mostra isso de uma forma divertida, mas que faz muita gente se identificar.

14 artistas que você deveria conhecer

sexta-feira, abril 10th, 2009

Adoro listas e adoro dicas de bandas novas. Esta semana vi um post no Cool Hunter com as 14 artistas que você deveria conhecer. Tem um monte de coisa legal no meio e umas eu nunca tinha ouvido falar. Caso tenha ficado por aí no feriado, está sem ter o que fazer e quer mesmo é saber das novidades, confira a lista, ouça e depois conte para nós.

As bandas são:

Iran – que tem o vocalista e guitarrista Kyp Malone do TV on the Radio, ou seja, tem que ouvir!!! Só tem 2 músicas disponíveis, mas é banda para ficar de olho, pois promete.

Emil & Friends – ninguém sabe muito a respeito e houve até boatos de que era banda do Emile Hirsch. Tem uma pegada meio MGMT com Animal Collective. O som é delicioso.

Fenech-Soler – 3 ingleses e 1 francês, mas o que predominou? Uma boa pegada do electro francês. Dançante, mas nada genial, porém com chances de dominar a pista. É só algum nome bombado remixar. Vamos esperar.

Bag Raiders – já passaram por aqui duas vezes. Impossível não dançar ao som deles. Faz parte da trupe australiana que está dominando as pistas de dança do mundo.

Jonathan Boulet – também australiano, mas com uma pegada bem diferente do que a Austrália tem trazido aos nossos ouvidos. Apenas vinte aninhos e de repente poderia até armar um show com a Mallu (Magalhães), que eu acho que daria um “samba”.

Los Valentinos – esses não são nenhuma novidade e também da turma australiana (não é mesmo que eles estão dominando o mundo??). São bons de verdade, mas ainda não me pegaram. Preciso ouvir mais, pois agrada bem aos ouvidos. Boa batida

Shazam – de um selo australiano que eu adoro: o Bang Gang 12 Inches, que tem um monte de gente bacana (incluindo os citados acima Bag Raiders e Los Valentinos). Ouve!! O clima é bem festa e não há como ficar parado. Adoro! (o player do Bang Gang só tem Shazam, ouve lá)

Snob Scrilla – totalmente diferente dos anteriores, pois sai do electro e vai para o hip-hop. Quem vai gostar é meu namorado.

The Elephants – dinamarqueses com um som pop e que eles dizem. Som pop bom para relaxar, tomar uma champagne e ler Vogue.

The Hundred in the Hands – dupla do Brooklyn com pegada bem electro-indie. Só tem uma música, queria ouvir mais, pois não consegui opinar muito.

The Sound of Arrows – conterrâneos do namorado. A dupla é de Estocolmo e pelo jeito já tem um hit na manga: M.A.G.I.C., que é ótima para aquecer a pista. A música tem um remix no myspace deles, mas curti mais a original.

The Temper Trap – também australianos. Estão com uma turnê européia com a agenda lotada, o que mostra que eles estão bombando lá fora. O Cool Hunter achou uma boa definição para a música deles: make music that will break your heart and shake your soul.

Wale – hip-hop e já é da lista dos bombadões. Teve remix até do Lil Wayne.

Wiley – o rapper é inglês e é considerado um dos fundadores do estilo “grime“. Quem gosta do estilo já tem ele no ipod faz tempo.

O que é tendência no twitter?

sexta-feira, abril 10th, 2009

Sei que o que eu vou falar é chover no molhado, mas para mim não há ainda nada tão poderoso atualmente na web do que o Twitter, que eu considero ter o mesmo peso que o Google teve (e tem) na Internet. Atualmente eu utilizo mais o twitter para pesquisar do que o próprio Google. Por que? Porque a resposta já vem filtrada e me leva diretamente ao ponto. Claro que isso diminui minhas opções de buscas, mas para algo que seja pontual, eu acho que tem sido muito mais eficiente do que o Google.

Alguns exemplos: hoje eu queria almoçar em algum lugar que eu não conhecia, que fosse na região de Pinheiros e que fosse uma opção não muito cara. Lancei no twitter se alguém tinha alguma dica dentro desses parâmetros. Enquanto as respostas não vinham, eu pesquisava guias gastronomicos atrás de algo que atendesse à minha expectativa. Claro que surgiu uma lista imensa, mas eu não conseguia me decidir e muitas das opções estavam além do valor que eu queria pagar.

Em 5 minutos as respostas começaram a chegar no Twitter e coincidentemente algumas dicas eram as mesmas para usuários diferentes. Pesquisei um pouco mais na web sobre o lugar, me decidi e fui lá conferir. Pronto! Ponto para quem deu a dica e ponto para o twitter que viabilizou minha busca acertada.

O Twitter me ajuda a saber rapidamente como está o transito em determinado lugar, quais são as principais notícias do dia, as fofocas, quem acabou de assinar algum contrato para tocar por aqui, albuns lançados, o que as pessoas acharam das minhas festas e por aí vai, além de muitas vezes me salvar dos meus momentos solitários em trânsito ou em uma sala de espera. As minhas atualizações por assuntos que gosto também são bem mais dinâmicas do que a leitura dos meus feeds, já que sigo quem é referência para mim e tais pessoas costumam sempre me brindar com links preciosíssimos.

Estou no Twitter há exatamente dois anos e meu primeiro amigo foi o Rômulo, que demorou muito até a voltar nele e a começar a usar a ferramenta. Meu segundo amigo e a primeira pessoa com quem eu interagi foi o Oct, que entrou na mesma época que eu. Na época boiei porque não entendia patavinas para o que servia e comecei a utilizar ativamente depois de uns três meses de ter feito meu cadastro.

E vejo como uma grande revolução porque o Twitter prova que o que importa é o conteúdo e não a forma. E o que mais me agrada é a quantidade de novos aplicativos e agregadores que são lançados quase que diariamente para o Twitter.

Hoje a bola da vez para mim foi o Tinker, que é conecta com sua conta no Twitter, inclusive você pode acessar seu twitter sem sair dele. A idéia é criar eventos em cima de assuntos que estão em alta no twitter através das tags mais utilizadas. Cada assunto está dividido em categorias e tem uma área que mostra os que mais comentados. Hoje quem lidera o ranking é o SXSW 2009 e Lost. Por exemplo: o bafo que rolou por conta do scritp que gera followers automaticamente poderia ter ido facilmente para o ranking do Tinker, já que foi a polêmica da semana, mas ainda não rolou uma invasão brazuca por lá.Tinker

Via ReadWriteWeb

‘Notte sento’

terça-feira, março 31st, 2009

A menina perde o trem para Milão e precisa passar a noite na estação de Roma. Esse contra-tempo a traz a sorte de conhecer o possível ‘amor da sua vida’ – aquele que todo mundo procura a cada esquina.

A história parece famíliar. Principalmente para quem já viu Antes do Amanhecer e Depois do Pôr-do-Sol e é fã de seus roteiros. Mas neste curta italiano, se o mote é clichê, a forma é bem original. O cara fez mais de 4.500 fotografias e, delas, compôs o filme.

Mais detalhes no site oficial.