os 250 melhores filmes de todos os tempos
segunda-feira, outubro 5th, 2009continuando a moda de todos ‘os melhores’ serem em versão mapa…o da vez é um deleite pros cinéfilos de plantão.
para download do mapa, clique aqui.
[reloaded, renewed and still the same good thing]
continuando a moda de todos ‘os melhores’ serem em versão mapa…o da vez é um deleite pros cinéfilos de plantão.
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De acordo com o site de tendências “Trend Central” (que aliás trouxe hoje na capa dona Renata Chebel, comparando-a com Cobra Snake) tem 10 bandas que tocaram no SXSW 2009 que precisamos conhecer. O bacana de festival grande é justamente descobrir coisas novas.
De acordo com eles os artistas são: Rye Rye, Kid Cudi, The Pains of Being Pure Heart, Micachu and the Shapes, Janelle Monaé, The Rural Alberta Advantage, The Airborne Toxic Event, Vivian Girls, Tinted Windows e Dirty Projectors.
Eu gosto de Janelle, Kid Cudi e Vivian Girls, que eu já conhecia. Das demais a que eu mais curti foi The Airborne Toxic Event. Ouve lá porque realmente tem coisa boa no meio.
Já tinha postado aqui uma lista ntes dos meus discos do ano que se vai. No meu top 10 lá só tinham 9 discos. Depois de publicar e passar uns dias, fiquei pensando em outros discos fundamentais do ano e resolvi fazer esse adendo. Coisas boas demais e dicas ótimas, não poderia deixar passar. Então aqui vai o segundo round. E prometo que último.
*”Third”, Portishead, a volta triunfal da banda linda e melancólica que todo mundo sentiu tanta falta já há mais de 10 anos. Porrada na cara. Parece que os caras não ficaram parados um dia sequer e chegaram chegando, ou voltaram voltando!

Third
*”In Ghost Colours”, Cut Copy, a banda bacana, ao lado do Hot Chip, de molecada que sabe o que tá fazendo e faz muito bem. Esqueça MGMT, ouça esses caras.

In Ghost Colours
*”Fleet Foxes”, Fleet Foxes, confesso que foi uma das boas surpresas do ano. Eu demorei pra ouvir por causa de um hypezinho besta e quando ouvi caí de quatro. Discaço.

Fleet Foxes
*”Stainless Style”, Neon Neon, banda bacanuda de um rocker do Super Furry Animals com um dj e produtor, mistura perfeita, do jeito que a gente tanto gosta.

Stainless Style
*”Dig!!! Lazarus, Dig!!!”, Nick Cave And The Bad Seeds, como o Primal Scream dito lá na lista anterior, Nick Cave é daqueles caras que pra mim fazem sempre o melhor do que pode ser feito. Todo disco dele(s) é um primor e esse mais recente não deixa nada a desejar.

Dig!!! Lazarus, Dig!!!
*”Accelerate”, R.E.M., pra mim foi o show do ano, um dos melhores da minha vida e esse discaço barulhento e guitarreiro é lindo demais. Rock and roll all night.

Accelerate
*”London Zoo”, The Bug, pra mim foi a grande surpresa do ano. Discão de dub e sei lá mais o quê. Eletrônico, moderno, estranho e viciante.

London Zoo

Gosto de comparar as listas que as pessoas e revistas fazem, mas a que realmente traduz o que mais fez sucesso no ano são listas baseadas no que as pessoas mais ouviram de fato. Há duas listas populares: a do last.fm e a do iTunes.
A NME fez um grande favor reunindo várias listas, que tem Uncut, Pitchfork, Metacritic, Sunday Times, The Observer, Q entre outras.
Confira outras listas e os 3 primeiros lugares de cada uma: (mais…)
Top 10 é algo muito relativo. Ontem fiquei zapeando na web várias listas e comparando. Há unanimidades, mas há disparidades também. Nem sempre o que eu considero o melhor foi o que eu mais ouvi. Depois de pedir a cada um dos meus colaboradores para fazer suas listinhas eu esbarrei na dificuldade de fazer a minha. Percebi que o que mais ouvi este ano foram cds lançados no final de 2007 e que ando mesmo atrasada com a música. 2008 também foi um ano em que ouvi mais músicas soltas do que cds inteiros. Para mim 2008 foi o ano do remix. Então retirei muita coisa do fundo do baú que foi revisitado numa nova versão por alguém. Há três listas que preciso fazer: top 10 dos melhores lançamentos do ano, top 10 das melhores músicas do ano e top 10 do que eu mais ouvi no ano. Vou começar pela primeira lista.
O que eu acho é que em 2008 saíram muitas coisas boas do forno e 2009 é um ano que promete musicalmente. Vamos ao que, na minha opinião, foram os melhores álbuns deste ano que está chegando ao seu fim. Não leve a ordem em consideração:
1) TV on the Radio - Dear Science,
2) Cut Copy - In Ghosts Colours
3) Primal Scream - Beautiful Future
5) Nine Inch Nails - Slip
8 ) Portishead - Third
10) Girl Talk - Feed the Animals
Ainda estico a minha lista para Hot Chip (Made in the Dark), Glasvegas (Glasvegas), Ladytron (Velocífero), The Kills (Midnight Boom), The Whip (X Marks Destinations), The Ting Tings (We started nothing).
Do top10 eu apenas vi 3 ao vivo este ano: NIN no Lollapalooza, MGMT no Lollapalooza e no Tim Festival e Girl Talk no Lollapalooza e no All Points West. O NIN foi o mais lindo e emocionante, o MGMT, apesar de um belíssimo trabalho de estúdio, não me empolgou ao vivo, mas durante o dia e em local aberto funcionou melhor do que no Tim e Girl Talk me proporcionou uma das experiências mais empolgantes da minha vida, quando eu saí da pista e virei dançarina dele no All Points West. Dos demais eu vi apenas a nova turnê do The Kills no Lollapalooza, que fez um show muito superior ao apresentado aqui há alguns anos atrás.
A minha expectativa é que em 2009 eu possa ver ao vivo o restante da lista e acho que não será uma tarefa tão árdua.
Confira também os top10 que a Dani, Ana Laura, Fabilipo, Renato e do João Perassolo fizeram aqui no blog. E a próxima lista será meu top 10 com os melhores shows que vi em 2008. Aguardem!
Como minha memória anda falha, resolvi apelar para o last.fm para ver o que mais escutei nesse ano:

Vendo a lista toda, eu tirei 10 conclusões musicais para esse ano:

antes de escrever qualquer coisa, ja deixo claro que para mim o artista pop do ano foi o OBAMA, mas isso fica para um proximo top 10.
quando dona lalai nos incumbiu de fazer a lista, a primeira coisa que comentei com ela foi que o ano de 2008 so confirmou que cada vez eu ando ouvindo menos albuns e ouvindo mais faixas de musica separadamente. eu nao sei se tenho atribuo isso à pos-modernidade, ao hype machine ou ao meu DDA. Eu sou do tipo que fica viciada numa unica musica, ouvindo compulsivamente, eu nao consigo parar.(/terapia MODE OFF) : )
No meu top 10 vou fazer como o rseefo – listar os albuns que eu mais ouvi este ano, mesmo que ele nao tenha sido lançado em 2008
Tà,Vou tentar escrever sobre cada album twitticamente – sem ordem de preferencia:
1 – Cat Power – Jukebox
Eu amo a Chan Marshall de cabelo comprido fazendo cover de Bob Dylan, Frank Sinatra, Hank William e dela mesma.
2 – Midnight Juggernauts – Dystopia
O Dystopia é bem maneiro de se ouvir na integra e depois de ter visto o show deles, começei a gostar mais da banda.
3 – Santogold – Santogold
Gostei das musicas originais e amei os remixes. Como o Fabiano disse, é a voz do ano.
4 - TV on The Radio – Dear Science
Banda fodona que nunca decepciona. “Red Dress” foi um dos repeats do ano.
5 – El Perro del Mar – From the Valley to the Stars
SOFT & MELLOW – como diria o Jorge.
6 – MGMT – Oracular Spetacular
Disco fofinho que eu acho que eu nem vou ouvir mais tanto, mas super curti enquanto durou.
7 – Henry Mancini – Breakfast at Tiffany’s
Velharia que todo mundo devia escutar. O Henry Mancini substitiu o Nino Rota para mim no quesito Trilhas Sonoras.
8 – Caribou – Andorra
2007, eu sei, mas eu nao consigo evitar. Gosto do Dan Snaith desde a epoca do Manitoba.
9 – Girl Talk – Feed The Animals
Pra mim, esse disco é uma GINCANA MUSICAL. Fico sempre tentando acertar os recortes e samples que ele usa. (AH, ELE É GATO TBM.he.)
10 – Quesito Remix: Holy Ghost!, A-Trak e The Twelves
Como boa parte das coisas que eu ouvi foram remixes, acho que Holy Ghost!, A-Trak (sempre) e os Twelves foram os mais me fizeram bater o pé enquanto eu fazia os meus,er,powerpoints.
Depois do post do João, fomos todos convocados a relacionar aqui os 10 discos mais ouvidos em 2008. Eu, de novo, tremi na base, porque todo mundo sabe que música não é meu forte, e eu sempre acho que vou falar bobagem. Por isso, me reservo o direito de apenas listar os álbuns que eu MAIS OUVI, e que não necessariamente foram lançados em 2008, ok?
1. Cut Copy – In Ghost Colors
2. MGMT – Oracular Spectacular
3. The National – Boxer
4. Primal Scream – Beautiful Future
5. m83 – Saturdays=Youth
6. Calvin Harris – I Created Disco
7. The Ting Tings – We Started Nothing
8. Hot Chip – Made In The Dark
9. Radiohead – In Rainbows
10. Guillemots – Red
Eu super fiquei na dúvida na hora de escolher os meus álbuns preferidos do ano. As conclusões que cheguei não foram as mais favoráveis, meio desanimadoras até. Pouca coisa genial ma pegou de jeito. Mas os que me pegaram,não me largaram o ano todo.
Pensando no melhor do ano, “Dear Science” do Tv On The Radio, seria a escolha lógica, já que a banda é impecável e o disco é um primor, uma grande surpresa mesmo pra quem já esperava algo genial vindo deles.
Mas quando eu pensei direito no disco que mais ouvi esse ano e que mais me dava vontade de ouvir no meu i-pod, principalmente andando a pé pela rua indo de casa pro trabalho, no meio do caos da avenida paulista, não tive dúvidas. Pra mim o disco do ano é “Feed The Animals”, do Girl Talk.
O cara nesse disco faz tudo de melhor que deveria ser feito hoje em dia. A cultura do mash up, da tecnologia, da rapidez dos nossos tempos nunca foi tão bem traduzida em música. Só posso dizer pra todo mundo ouvir e logo.
Meus outros preferidos do ano, além desses dois foram, sem ordem nenhuma de preferência:
Não resisto a fazer, todo fim de ano, minha lista de melhores discos. Pois:
1 – Crystal Castles, Crystal Castles: a dupla de 8-bit/electro nervosa ganhou a primeira posição pela atitude. Irônicos, criativos e debochados, mandam barulhinhos de videogame tosco numa época saturada de eletrorock e superproduções. Estão olhando pro chão na capa e nas fotos de divulgação, abrem o disco citando Death From Above 1979, falam de cocaína em espanhol e terminam com uma faixa que poderia ter sido composta pela Enya. Em uma palavra? GÊNIOS.
2 – Fennesz, Black Sea: guitarra + laptop. Um dos meus artistas preferidos, Christian Fennesz é um instrumentista que divide sue tempo entre Viena e Paris e faz música cheia de texturas, sem vocal nem acolhimento ao ouvinte. Beleza, estranha beleza.
3 – The Kills, Midnight Boom: entrada triunfal do The Kills na pista de dança. Como se eles deixassem de tocar num inferninho abafado, aqueles com luzes vermelhas, e passassem a se apresentar num clube maior, onde o ar-condicionado funciona e a vodka é de (muito) melhor qualidade.
4 – Benoît Pioulard, Temper: gosto e cheiro de areia molhada depois da chuva no segundo álbum desse artista do Oregon. Ele é do tipo que se produz sozinho, sabe?, gravando em casa e fazendo as fotos dos discos. Não basta ser músico, tem que fazer também belas imagens.
5 – Ladytron, Velocifero: menos açúcar, menos deslumbre anos 80 pra pista de dança, mais animosidade. Tem gente que torce o nariz, mas o quarto disco do Ladytron é… sofisticado. Os sintetizadores estão mais pesados, e o clima dark ronda o electro do grupo – dessa vez, com algumas letras em búlgaro.
6 – Grouper, Draggin a Dead Deer Up a Hill: “dark ambient” foi o melhor rótulo que li nas descrições por aí. Imagine um som escuro, sombrio, com dedilhados de violão abafando o vocal redentor de Elizabeth Harris. Parece que o disco foi gravado dentro de um poço de água fundo, muito fundo: aumente bem o volume dos fones, caso contrário você não vai conseguir distinguir os intrumentos.
7 – Moscow Olympics, Cut The World: o Moscow Olympics vem das Filipinas (!!!) e mistura vocais e linhas melódicas anos 80 (tipo New Order) com um verniz shoegaze por cima. Entendeu? Cut The World: é o ep de estréia do grupo. Músicas bonitas, que inspiram confiança. Não é pouco.
8 – Mogwai, The Hawk is Howling: e não é que os mestres do post-rock deram uma desacelerada? A banda escocesa fez um disco calmo, quase cem por cento introspectivo (a exceção é a heavy metal “Batcat”), em dez faixas sem vocal algum. Só climinha.
9 – Hearts by Darts, Hearts by Darts: essa foi a descoberta do ano, aquela banda que você ouve meio do nada, e então ouve de novo e plim! Só a voz feminina e o cover da “Candy Says”, do Velvet Underground, já valem. Hearts by Darts é um belo disco de rock. Não, de pop. Não, de pop rock, com aquele espírito artesanal de compor as faixas, lo-fi de cantinho.
10 – Primal Scream, Beautiful Future: jamais esperaria um disco cheio de vida e esperança do Bobbie Gillespie. Ele não só fez, como fez maravilhosamente bem. O Primal Scream é a banda que melhor traduz o zeitgeist, saca? Se todos fazem eletrorock, eles vão lá e fazem o melhor eletrorock da praça, tipo “aprendam como faz”. Beautiful Future é uma delícia.