O que aconteceu com o “live fast, die young” do velho e bom rock and roll? Iggy Pop, o doidão sem camisa, se rendeu (???) e estrela um comercial de seguro! Chocante pra mim!
Quem me conhece sabe do meu fascínio… mentira, meu vício por seriados de tv, dos mais toscos aos mais…
Tá, pode falar. Falou? Continuo!
Amo Gossip Girl. De verdade. E adoro a Taylor Momsen, que faz a bonitinha estilista problemática. E pra minha surpresa, depois de boatos de que ela seria viciada em heroína, vejo esse vídeo hoje e me espanto com o fato de ser um viral da Nike, meio que ela saindo da academia e fugindo dos paparazzi como se ela fosse uma mega…
Bom, assista. A sutileza do close da marca me deixa de boca aberta!
Vencedor de ator coadjuvante em tv por seriado ou filme pra tv é Tom Wilkinson, inglesão fodão, pra mim um dos melhores atores de hoje em dia. Vejo qualquer coisa que ele faça impreterivelmente. E claro, o filme é da HBO.
Vencedora de atriz coadjuvante de tv é Laura Dern pelo filme “Recount”, imperdível. E os comentários do Rubens Ewald Filho são absurdos. Falou que a “Laura é feia, coitada”!
Ator principal de série ou filme de tv: só ator muito bom. Apresentado pela Cheerleader preferia de “Heroes”. E quem ganha é o Gabriel Byrne pelo “In Treatment”.
E a dupla de Star Treck entrega prêmio de melhor atriz de tv para Ana Paquim, do meu preferido True Blood, que tem vampiros, sexo e muito peito! Estréia agora em janeiro aqui na HBO. Sou viciado e fiquei bem feliz agora. Ela é demais!
“John Adams”, seriado da HBO ganhou. Tom Hanks produtor agradece e o relax dele em comparação a atriz inglesa que ganhou como coadjuvante é foda!
A melhor atriz coadjuvante é Laura Linney, por John Adams, bem boa, que já deu uns beijos no Santoro naquele filme inglês “Somente Amor”.
Melhor ator de seriado foi pro Alec Baldwin, só pra provar que “30 Rock” arrasa! Ele ganhou também o Emmy por isso, o papel da vida dele, com certeza.
Ator de filme pra tv ganhou o Paul Giamatti pelo, de novo, “John Adams”. E a gente aqui estranhou que o Rubens não disse que ele é feio!
O melhor musical ou comedia pra tv adivinha, ganhou 30 Rock, claro, apesar de eu ser apaixonado por “Weeds” e até torcer um pouco. “30 Rock” ganha tudo, seriado demais, com e escrito pela Tina Fey.
Melhor atriz vai para….. todas atrizes fodonas. Claro que a Tina Fey ganha!
Melhor seriado drama em tv ganha, claro, “Mad Men”. Bom demais!
Daqui a pouco vou cobrir ao vivo com a Lalai a entrega dos prêmio Globo de Ouro para o cinema e a televisão americana. Esse prêmio é concedido pela crítica internacional que vive nos Estados Unidos. Já já!
Começando o live blogging com o tapete vermelho, o povo chegando, muito luxo… hehehe. America Ferrera, a Ugly Betty, indicada como melhor atriz de comédia em tv falando de política, bem vestida. E Aaron Eckhart, o Duas Caras do Batman, vai entregar prêmio. O legal é ver esse povo todo super bem vestido e sorrindo e fazendo média. E daqui umas 2 ou 3 horas, bêbados e colocados se jogando.
A Blake Lively do Gossip Girl linda demais com o pai dela. Cadê o namorado que ela tá catando do show?
Jessica Lange, Drew Barrymore e o casal do High School Musical, todo mundo lindo demais. Juro que eu fico pensando no sofrimento desse povo pra se segurar, não beber e não comer por idas pra mulherada ficar magrela. Drew Barrymore magra? E loira?
Brandon Gleason e Colin Farrel, indicados pelo filmaço “Na Mira do Chefe”, passou aqui no cinema, discretinho e ótimo. Diferente dos grandes e barulhentos. Comédia inglesa estranha. Recomendo.
Tina Fey e Amy Pohler. Depois delas o Saturday Night Live não é mais o mesmo com certeza. Mas sorte que tem 30 Rock e os filmes que elas tem feito.
E a Kate Winslet e o LeoDiCaprio juntos, por causa do filme bom deles, depois do Titanic. E os dois indicados. Dirigidos pelo marido dela. E ela linda e boa atriz. Demais.
Tom Cruise, sendo Tom Cruise, chatinho e sem graça. E o Robert Downey Jr, indicado também pelo “Trovão Tropical”, animado, e não com cara de cuzão como o normal. E o melhor é a apresentadora dar parabéns pro Sting pela indicação dele e ele dizer que não foi indicado!
Fim de ano é sempre tempo de FAZER NADA. Apesar de ter dado uma voltinha por aí para dar uma desintoxicada de São Paulo, o sofá e a preguiça tomaram conta de mim.
Não sabia há tempos o que é zapear e assistir porcaria na tv ou ficar ouvindo música na cama e conversando sobre meus destinos de viagem em 2009 (AH MAS EU VIAJO).
Portanto, quem escreve este post é o meu espírito couch potato.
Daqui uma semana, a gente já sabe que vai ficar viciado no lixo tóxico que é o Big Brother.
O programa tem previsão de estreia para o primeiro trimestre de 2009. O reality faz parte da grade da BBC 2 para 2009.
Starck’s School of Design promete lançar para o mundo os jovens designers mais promissores da Inglaterra.
A mecânica é a mesma de qualquer reality-show: depois de uma pré-seleção entre os inscritos, 25 profissionais serão escolhidos para participar de um desafio. Os 10 designers que se sairem melhor participarão do programa.
Durante a temporada, os participantes estarão envolvidos em projetos reais de design e trabalhando com o próprio Starck. Toda semana, um candidato será eliminado. Quem conseguir chegar até o final, ganha a oportunidade de trabalhar com Starck em seu studio em Paris.
Quando o programa estreiar, eu aviso por aqui.
Dá uma olhada no videozinho que lançaram o ano passado pra divulgar a série.
Quem quiser ler um pouco mais sobre ele, clica aqui.
Os produtores estão nos inundando com teasers e promos e fotos e expectativa. Agora acaba de sair mais um vídeo com cenas inéditas e muito absurdas.
Um monge de costas escrevendo numa lousa, gente pegando fogo, o povo desesperado pra voltar pra ilha que… Tem até uma voz ao contrário, que parece ser o Locke. e já colocaram de forma correta, e parece que o cara tá dizendo “Am I? When?”.
Bom, o negócio é o seguinte: a Madonna canta sobre bases pré-gravadas sim, galera. Claro que a gente sabe (e se não sabe é só pensar um pouco e a conclusão é óbvia) que dançar do jeito que ela dança e cantar ao mesmo tempo não há yoga, nem cabala, nem nada que aguente. Ela, Britney, Kyllie, Beyonce e afins, pulam, correm, dão cambalhota e cantam e a voz sai linda e loira? Não né, galera! Daí o povo vem com desculpas que é só uma base pré-gravada de guia, que não influencia diretamente, mas quando a Madonna levou o tombo no show do Rio de domingo na chuva, a voz dela continua límpida e bem alta pra todo mundo ouvir enquanto o microfone estava bem longe da sua linda boca. Veja o vídeo:
Não tô aqui julgando… Quer dizer, tô sim. O que eu fico pensando é se vale mesmo a pena ter um show desse tamanho com palco, telão e o caralho a quatro se a mulher dubla. Sei lá, pra quem gosta dela de verdade e se preocupa mais com o casamento dela do que com qualidade musical, vale a pena sim. Mas no meu caso, acho meio trash demais. Não nego toda a importância da Madonna na música pop do fim do século XX, a mulher quebrou tabus, falou das bichas, das sapatas, dos heteros, dos michês, casou, apanhou, separou, casou de novo com playboy, tentou ter sotaque inglês pra ser mais, hmmm, aristocrática, justo quem, separou de novo, teve casos, cabalas, filmes ruins e tudo mais e dubla no show? Isso me corta o coração.
E falando em cortar o coração, sábado passado o “geniozinho playba” do hip hop americano, aquele do show fraquinho do TIM, o Kanye West, cantou no sábado no Saturday Night Live. Telão lindo, enorme atrás dele, imagens bacanas, e o que o cara fez? Dublava também! Ah! No vídeo abaixo, que é uma reportagem de um programa americano de variedades, eles explicam a história das bases pré-gravadas de novo, que servem pra garantir uma boa performance se o artista não está com a voz em perfeito estado na hora e blá blá blá. Papo furado pra cima de mim, Kanye? O pior (pra ele) é que nesse caso, ele tava na tv e em close, ao vivo, num programa bombado na tv americana. E manda uma dessas:
Que vergonha! E só pra fechar com chave de ouro, uma banda lixo teen alemã, que segundo a Lalai eu adoro (não sei de onde ela tira essas conclusões), o Tokio Hotel tá fazendo uma tour de publicidade pelos EUA em shows de rádio e deixaram pra trás numa das rádios seu set list que comprova que os caras dublam mesmo. Você pode ver que no papel tem o momento que o microfone deve ser ligado pro vocalista falar alguma coisa com o público.
“Alice mora em Palmas, Tocantins, onde trabalha como guia turística e vai se casar com Henrique. Quando recebe a notícia da morte do pai, que não via há anos, ela vai a São Paulo para o enterro. Lá encontra a segunda mulher do pai e sua meia-irmã, Regina Célia. E acaba ficando na cidade para resolver questões da herança.” Se tivesse lido apenas essa sinopse, não teria ido atrás de assistir aos episódios de Alice, a série que a HBO Brasil produziu e exibe desde setembro, aos domingos. Fato é que a série tem direção geral do Karim Ainouz (o diretor dos longas Madame Satã e O Céu de Suely), o que já garante um nível mínimo de qualidade para cada um dos treze episódios. E a Alice do título, vivida pela atriz Andréia Horta, poderia ser qualquer jovem adulto que saiu de sua cidade e veio morar em São Paulo, casual ou propositalmente – e, em certo nível, ela é, também, a representação de boa parcela dos jovens adultos que moram na cidade onde este blog está sediado.
Tem um episódio em que ela está numa festa em uma cobertura com uma vista absurda da cidade, e, nesta mesma festa, ela conhece um carinha que consegue pra ela um frila na abertura da Mostra de Cinema. Quer situação mais São Paulo? Alice dá uns beijos num dj gringo em outra festa, que a leva para uma noite no Maksoud Plaza e, quando ela sai de lá, a câmera capta a Av. Paulista, o trânsito, os ônibus e a loucura habitual e cartão de visitas da cidade. Corta. Alice está no brechó da tia, localizado no edifício Copan. A série é, assim, uma bela homenagem à terra da garoa, de tal maneira que é muito bacana você ver um produto totalmente nacional e de viés mercadológico completamente fora dos clichês nordeste/Rio-violento/filme-cabeça/Globo-filmes.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.