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Circuito R-Design: um passeio por São Paulo – parte 1

quarta-feira, fevereiro 2nd, 2011

Como citei em um post anterior, a Volvo me convidou para testar o novo C30 R-Design. Não há como não se deleitar com o carro, que é super esportivo, bonitão, confortável, ótimo para dirigir. O objetivo não foi apenas para testa-lo, mas criar um roteiro de um dia por São Paulo.

A opção acabou sendo uma boa rodada no Centro da cidade, onde eu passei minha adolescência percorrendo religiosamente as ruas Barão de Piratininga, 23 de Maio, avenidas São João e Ipiranga, frequentando a Galeria do Rock, Woodstock, cinemas Marabá, Ipiranga e Olido, além de bater cartão na feira dominical da Praça da República.

Desde então posso dizer que nosso centro mudou bastante, os cinemas desapareceram, o cinema Olido se transformou numa galeria, o Anhangabaú ganhou nova roupagem, prédios foram (e continuam sendo) recuperados.

O nosso circuito começou na sexta-feira na frente do Alberta#3, que fica na Av. São Luiz, que é minha segunda avenida preferida da cidade, perdendo apenas para a Av. Paulista. O Alberta#3 é uma ótima opção para quem gosta de indie rock, lugar pequeno e despretensioso. A pista fica no porão e o único cuidado é com a escada caso você exagere na dose alcóolica.

Largamos o carro por ali e seguimos rumo ao Vale do Anhangabaú. No caminho paramos para contemplar a Biblioteca Mário de Andrade, que ficou três anos em reforma e foi reinaugurada no último dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo. A biblioteca com formas geométricas e simples, segue uma linha arte déco e foi construída nos anos 30 pelo arquiteto francês Jacques Pilon. A construção imponente de 12.032m2 se mistura ao caos da Xavier de Toledo, um grande corredor de ônibus. Do lado de trás a tranquila Praça José Gaspar, que também recebeu novo paisagismo para acompanhar a revitalização da biblioteca, que é a segunda maior do país.

nova fachada da Mario de Andrade (by Ola Persson)

Descemos a Rua Xavier de Toledo até a frente do Teatro Municipal, está em reforma desde 2008. O que seria entregue em julho de 2009, ficou para julho desse ano. Resta aguardar. Por enquanto são tapumes e telas cercando uma das construções mais bonitas do centro.

Por ali recomendo prestar atenção no Edifício CBI Esplanada, um prédio de 33 andares, projeto do arquiteto polonês Lucjan Korngold, inaugurado nos anos 50 e que mantém suas características originais. Na época em que foi construído, o prédio era a maior estrutura de concreto armado do mundo. Ele fica na rua Formosa, na Praça Ramos e é o último à esquerda na foto abaixo:

foto by Ola Persson

Seguindo dali para o Vale do Anhangabaú, já se vê o edifício Sampaio Moreira atrás, na rua Libero Badaró, que chama atenção pela sua arquitetura estilo Luis XVI, projeto do arquiteto Cristiano das Neves. É chamado de avô dos arranha-céus de São Paulo, pois em 1924, época em que foi construído, era o prédio mais alto da cidade com 13 andares e 50m de altura. Atualmente ele está à venda por R$ 6,5 milhões e  recentemente abrigou o projeto Red Bull House of Art.

foto by Ola Persson

Mas antes de chegar nele, recomendo um olhar mais atento ao Vale do Anhangabaú, que reina absoluto cercado de verde e palmeiras imperiais. Se for num final de semana, vale até sentar na grama e contemplar a cidade que se forma em volta co mais atenção. Foi anunciado recentemente que o vale ganhará uma obra de revitalização. Seguindo pela lateral direita até os Correios, que fica na Av. São João, se vê uma obra gigante dos OsGemeos, que dá um tom alegre à região.

eu deitada na grama do Vale do Anhangabaú

Percorrendo a Libero Badaró se chega no famoso Martinelli, que em 1929 batia o recorde do Sampaio Moreira, se tornando o edifício mais alto de São Paulo. Inicialmente o prédio teria apenas 12 andares, mas a obra se concluiu em 1934 com 30 andares, 130m de altura e foi de fato nosso primeiro arranha-céu. Caso queira conhecer melhor a  história do prédio, basta agendar uma visita monitorada através do site. As visitas rolam às segundas, terças, sextas e sábados.

Edificio Martinelli

O nosso passeio (meu e do Ola, que aproveitou para conhecer melhor a sua nova cidade) levou mais da metade do dia. Ele se encantou ainda mais com o que viu, já que esses passeios são raros.

Para não prolongar muito o post, vou publicar o circuito em 3 partes e tem coisas bem bacanas e boa parte dos meus cantos favoritos da cidade. A primeira parte foi mais focada em arquitetura, a segunda em cultura/artes e a última gastronomia e diversão.

Japaratinga, um paraíso perdido em Alagoas

sexta-feira, janeiro 28th, 2011

Finalmente fiz minhas pazes com a vida praiana. Por muito tempo eu evitei, mas nas minhas super resoluções de virada de ano, decidi que venceria em 2011 meu pânico d’agua, que me faz estremecer quando olho um marzão sem fim à minha frente.

Búzios já amenizou bastante o meu temor, mas a paz veio mesmo em Japaratinga. Olha eu aí embaixo tentando vencer o medo:

vencendo meu medo do mar

No ano passado ouvi falar sobre Japaratinga pela primeira vez. Um amigo tinha tido a promessa de que seria levado para esse paraíso para uma pequena lua-de-mel; depois encontrou outro amigo que contou entusiasmado sobre sua virada de ano por lá.

Resolvemos pesquisar, logo achamos uma casa para alugar, com 4 suítes, ao lado da praia a um preço animador. Não titubeamos, há 4 meses atrás já garantíamos um merecido descanso pós-reveillon, pois vamos concordar que por mais que a gente fuja nesse período, sempre tem o stress pela busca da virada de ano perfeita.

Depois de muito contar os dias e tentar fechar um grupo maior, acabamos indo em 4 pessoas.

Japaratinga fica no litoral alagoano, logo após Maragogi. Para chegar lá tem que ir até Recife ou Maceió, alugar um carro e se munir de mapa ou gps, pois Japaratinga é minuscula e achar a casa que alugamos foi digno de uma aventura a la Indiana Jones. Sao 140km de Recife e 120km de Maceió.

Acabei chegando somente no dia seguinte e optei em pegar um ônibus para Maceió, via litoral. Nao recomendo, pois o valor do taxi do aeroporto ate a rodoviaria + ônibus ja é metade do valor e dobro do tempo do que uma boa negociação de taxi.

O “centro” da cidade ja é logo na entrada da BR para Japaratinga, que é povoada rusticamente na costa litoranea. Há algumas poucas opções de hoteis e pousadas, mas o melhor é alugar uma casa.

Para chegar na nossa tivemos que atravessar quase todo o município, pois o local ficava no outro extremo, sem acesso à BR, o que garante 20 minutos dirigindo à beira mar, com famílias reunidas nas portas de suas casas observando o pouco movimento que rola por lá.

No dia da minha chegada a chuva havia castigado um pouco a região, bloqueando com um lamaçal um trecho da única estrada que dava acesso à nossa casa. Acabamos tendo que arregacar as calças, tirar os tenis e mergulhar os pés na lama, com uma plateia aplaudindo o ato, enquanto o Ola, acostumado a dirigir na neve, ia driblando o carro para conseguir atravessar o trecho com lama ate a porta, contando com a ajuda de locais empurrando o carro no trecho mais dificil.

momento tratamento natural para os pés

A essas alturas essa já era minha segunda aventura do dia (a primeira foi a viagem de ônibus). Choveu o sabado todo e eu ja estava certa de que passaria 4 dias deitada numa rede com o nariz enfiado no livro que levei comigo.

Para comemorar a travessia da lama e tambem a nossa chegada, decidimos nos presentear com um mergulho no mar. Para espanto dos meninos, a praia de orla larga tinha desaparecido e as ondas alcançavam o tortuoso caminho da casa até a praia.

Depois disso foram dias seguidos de sol, maré baixa, formando piscinas naturais (era possível fincar o guarda-sol no lugar em que a água no dia anterior chegava a quase 2m de profundidade). No final do dia a maré sobe novamente, mas à noite ela baixa novamente.

Japaratinga é de fato um paraíso isolado, de acesso trabalhoso e pouco habitado. Sao, na maioria, casas de veraneio de pessoas que moram em Maceió. A praia tem um total de 15km de litoral dividido em 5 praias em meio a águas claras, arrecifes, areia fina e fileiras intermináveis de coqueirais.

Ficamos na praia do Boqueirão, já quase no Pontal. A atividade pesqueira é a mais ativa da região, o que garante pedir uma lagosta num bom restaurante por R$70 (vem duas + acompanhamentos). Nossas refeições diurnas foram feitas na Cia. da Lagosta e Bicas, que ficam de frente para o mar. A Cia. da Lagosta ainda oferece um deck com redes para contemplarmos deitados a incrível vista. Tambem há mesas na praia que sao retiradas por volta das 17h, quando a maré começa a subir engolindo toda a areia.

É comum a caipirosca nevada por R$6, porção de macaxeira bem crocante por R$8 e pratos a partir de R$23 para duas pessoas.

O lugar é tranquilo além da conta e a praia quase deserta. Pode-se deixar as coisas na areia e esquecer do tempo na água sem se preocupar com elas.

Apesar de ser uma região pobre, as casinhas, na maioria muitos simples, nao tem muros ou cercas e sao todas coloridas, dando um aspecto alegre à região. Mesmo as casas feitas de barro, são enfeitadas com imensas antenas parabólicas e roupas sempre coloridas penduradas no varal. No quintal se vê galinhas, gato, cachorro, pato, etc.

A praia é bem extensa e cercada de palmeiras, comuns na região. Sinceramente nao vale nem sair de la se a viagem foi feita para se isolar do mundo e recarregar as baterias.

À noite vale uma fuga para a praia, que praticamente nao tem luz, a não ser a da lua e estrelas. No dia que arriscamos, o céu estava estrelado e a lua cheia, refletindo no oceano a nossa frente. Deu até uma vontade de chorar de emoção por tamanha beleza. O único som era o do mar e das nossas vozes. Nada mais.

Fugimos apenas um dia para Maragogi atrás das famosas piscinas naturais de Galés, que custa em média R$50/pessoa e dura cerca de 2:30/3h.

O local é de tirar o fôlego. Fica a mais ou menos 4km da costa. Há dias em que a água fica a apenas meio metro de altura e o jeito é enfiar o snorkel na cara e fugir pras cavernas que tem nas proximidades de 5m de altura. No dia em que fomos, a água estava a 2m de altura.

A vida passa devagar, os dias são longos. Às 4:30 o sol já está nascendo para se por às 17:30. Por lá não tem horário de verão.

Japaratinga é um dos lugares mais lindos e encantadores que conheci. É um lugar para esquecer as horas, as preocupações, as nossas agonias. É lugar para contemplar, esvaziar a mente, colocar o bronzeado em dia, caminhar sem se preocupar em que momento parar.

Eu recomendo anotar a dica e planejar uma fuga para lá. Eu fiquei apenas 4 dias e foi tranquilo, ja que como eu falei, o tempo não passa.

O custo da viagem entre passagem aérea, aluguel de carro, comida, bebida (com direito a champagne & lagosta no restaurante), aluguel da casa para 8 pessoas, dá cerca de R$900/pessoa ou R$228/pessoa/dia. Vale cada centavinho. Coloca aí na lista “lugares para conhecer” e depois me agradeça pela dica. Hehehehe….

Que tal ir pra Russia pagando R$ 800?

quinta-feira, janeiro 20th, 2011

A Rússia sempre povoou meus pensamentos sobre destinos turísticos, mas claro que eu ainda não embarquei pra lá. Hoje a vontade aumentou ao ler o tweet do @jeffpaiva contando que é possível encontrar passagem ida-volta por R$ 780,00. Nada mal, hein? Ontem fui dar uma espiada no preço de uma passagem ida-volta para Recife para esse final de semana e não consegui nada por menos de R$ 2.500,00 e está aqui do lado, quando comparado com a Rússia.

Para conseguir tal proeza de viajar por menos de “milão” para a terra dos czares, basta ficar de olho no site da S7, que é uma das companhias aéreas que mais cresce na Rússia. A parceria da companhia é com a Iberia, então o vôo é com escala em Madri(escalas geralmente permitem uma parada com tempo maior, ou seja, ainda dá para dar uma esticadinha em terras madrilenhas). Essa promoção pode ser encontrada ao longo do ano, ou seja, tem que ficar de olho. Deixa o site aberto aí todo dia, que uma hora consegue. Eu fiz um teste considerando já início de alta temporada e ida-volta para Sao Petersburgo saiu cerca de R$ 1.600,00, o que também é um preço bem atrativo.

Li que o visto para entrada na Rússia caiu, mas no site da Embaixada ele ainda consta como necessário. Então caso resolva mesmo embarcar em tal aventura, sugiro entrar em contato com o consulado antes de partir.

Aproveitando o post, fica também a dica do site Momondo, um Decolar dinamarquês, mas também com opção em português. Fiz várias pesquisas de passagens e achei valores bem melhores que no Decolar ou diretamente nos sites da cias. aéreas.

Viajar está ficando cada vez mais fácil (e o aeroporto cada vez mais com cara de rodoviária! hehehehehe)

via Melhores Destinos e @jeffpaiva

Que tal se hospedar no mundo de Tron?

sexta-feira, janeiro 14th, 2011

Todo mundo já ouviu falar que a Suécia abriga um hotel feito de gelo construído anualmente, já que no verão ele vira água. As férias estão chegando e se hospedar no Icehotel é no mínimo uma experiência completamente diferente. Como nos dias atuais estamos em busca de experiências inusitadas, essa não pode ficar de fora.

A cada ano um artista diferente é convidado para desenhar o hotel. Para esse ano foram convidados os artistas ingleses Ben Rousseau e Ian Douglas-Jones, que desenharam o Icehotel na versão Tron. Foram utilizadas lâmpadas especiais, que parecem estar congeladas, fazendo lembrar uma boate.

Se você se animou com a ideia, a boa notícia é que ainda há disponibilidade para este inverno, por diárias para um casal varia entre R$ 300 e R$ 1.000,00. Caso não tenha muita certeza se é uma boa opção, sugiro dar uma conferida nas resenhas feitas por quem já foi no Trip Advisor.

O hotel fica às margens do Rio Torne, em Jukkasjärvi, a apenas 200 quilômetros ao norte do círculo ártico na Suécia. O gelo para construí-lo vem do rio. O Icehotel possui cerca de 80 quartos, sauna, cinema, teatro, museu, dois restaurantes e o ABSOLUT Icebar. A temperatura dentro do hotel é de -5ºC e para suportar o frio e dormir confortavelmente, o hotel oferece sacos de dormir especiais, camas cobertas com peles e até um curso para dormir em temperaturas tão baixas. Quem foi, garante que o lugar é de tirar o fôlego e atividades não faltam

O Icehotel foi o primeiro hotel de gelo a ser construído no mundo. Hoje é possível encontrar outros hotéis do gênero em outros lugares gelados do mundo, como no Canadá, Noruega, Finlândia, Suíça, Romênia. Para saber mais sobre ele, acesse http://www.icehotel.com.

*Esse post foi originalmente escrito para a Volvo Brasil.

Hospedagem personalizada: airbnb

terça-feira, dezembro 21st, 2010

Já falei por aqui sobre o Couch Surfing, que é uma ótima opção para quem vai viajar e quer mergulhar ainda mais na cultura local, já chegar fazendo amigos e se sentir amparado em terras estranhas, além de economizar uns trocados.

Agora envelheci um pouco e fiquei um pouco mais chata, querendo uma cama mais confortável ao invés da aventura em um sofá. Nas minhas últimas viagens as opções foram hotéis (baratos) ou casa de amigos.

Há uns dias atrás, enquanto eu vasculhava desesperada por opções para o meu reveillon, que foi por água abaixo em cima da hora, a Haydeca e o Ola sugeriram que eu conhecesse o airbnb, o qual fiquei viciada mesmo já com o pacote de final de ano fechado (e virada de ano salva!!!).

O airbnb é uma comunidade em que as pessoas disponibilizam suas casas, apartamentos, barcos, castelos ou seja o que for um lugar normal ou inóspito, para se hospedar. A maioria mora no local e tem quarto de hóspedes, que aluga para quem estiver afim de pagar. Assim como o Couch Surfing, muitos dão uma boa mão na viagem, basta conferir os reviews dos viajantes.

Captura de tela 2010-12-21 às 19.42.59

O que me deixou boquiaberta foi a extensa lista de opções em qualquer canto do planeta, além de ter opções para todos os bolsos. Se você está duro e busca um sofá para alugar, você vai encontrar; se você quer passar uns dias morando numa casa em cima de uma árvore, você vai encontrar; se seu sonho é dormir num barco no coração de Paris, você também vai se dar bem; se sua pretensão é reunir os amigos e alugar um castelo, você vai achar; se você está encontrando um lugar inusitado e de fazer todo mundo cair o queixo com seu casamento, também vai achar; se você um dia sonhou que morava num avião, procure lá que também irá encontrar um para passar uns dias confortavelmente; ser quer ter a experiência de se hospedar num igloo, tem também.

Captura de tela 2010-12-21 às 19.44.43

O site oferece várias listas com uma curadoria de lugares de acordo com o que o viajante está a procura.

Captura de tela 2010-12-21 às 19.40.46

O aplicativo é outro deleite a parte, pois traz todas as facilidades do site, tem geolocalização, em que o usuário pode buscar por locais para ficar nas redondezas de onde estiver, além de ver de imediato se o local está disponível. O aplicativo traz também uma oferta diária com descontos consideráveis

Captura de tela 2010-12-21 às 19.42.17
Depois de ter passado dias grudada no airbnb, o que eu posso dizer é que não farei mais viagem sem consulta-lo, pois as opções são muito melhores (e especiais) que hotéis, fora que a impressão que dá é estar visitando um site de Arquitetura & Design, de tanto deleite visual de tantas casas incríveis e lugares paradisíacos.

Captura de tela 2010-12-21 às 19.49.41

Na Ásia: uma visita à Siem Reap, Cambodia

quinta-feira, novembro 18th, 2010

O primeiro país que visitei na Ásia, depois de Cingapura, foi o Cambodia, mais específicamente a cidade de Siem Reap, conhecida como a cidade dos templos.

O Cambodia é um país pobre, mas que conservou todos os templos construidos entre os séculos IX e XV, o maior deles é o Angkor Wat, alias, o primeiro que visitei. A arquitetura impressiona, o grande jardim é lindo e muito bem cuidado. Uma das vistas mais bonitas de Angkor Wat é no pôr-do-sol:

angkorwat_sunset

(Angkor Wat)

Depois deste templo, fui para Angkor Thom (que significa “Grande Cidade” e fundada no século XII), para chegar lá é preciso cruzar o portal “South Gate” que fica no caminho entre alguns templos. Com uma arquitetura incrível, há 54 esculturas enormes que representam no mito hindu “Churning of the Ocean” os “anjos” do lado esquerdo e os “demônios” lado direito; com certeza é o portal mais preservado de toda região, e percebe-se que a manutenção local é constante.

DSCN1844

( South Gate – Angkor Thom)

O ultimo templo que conheci foi Ta Prohm, um dos mais famosos por terem filmado algumas cenas de Tomb Raider (2001). O marco deste templo é a árvore com raízes enormes que cresceu do lado de fora e tomou conta da arquitetura do local:

DSCN1917

( Ta Prohm)

No segundo dia fui conhecer o Old Market, ou mais especificamente o mercado público da cidade. Muita sujeira, bagunça, cheiros desagradáveis e um pouco de tudo: frutas, verduras, chás, peixes e vários tipos de pimentas e temperos, sem contar o “açougue” a céu aberto com cabeça de porco pendurada, e todo tipo de carne que o freguês desejar. Haja estômago!

E na minha última noite em Siem Reap, fui no mais popular restaurante do centrinho da cidade para assistir a tradicional Apsara Dance cambodiana. Incrível como hipnotiza pela música e os suaves movimentos coreografados, sem contar o olhar fixo e cativante das dançarinas. As meninas são treinadas desde cedo e sabem exatamente como se comportar transmitindo para quem assiste uma certa tranquilidade e naturalidade.

DSCN2000

(Apsara Dance)

Depois da Apsara, encerrei com chave de ouro e fui jantar no restaurante francês do Hotel Victoria Angkor, considerado um dos melhores da região. Afinal de contas, uma das melhores lembranças que a França deixou no país foi a influência gastronômica.

Byblos Art Hotel

segunda-feira, outubro 4th, 2010

Para quem gosta de hotel design, o Byblos Art Hotel Villa Amista, que fica em Corrubio, no coração de Valpolicella, é um desbunde bem exótico aos olhos. O local fica a apenas 7km de Verona.

O local beira ao extravagante, num clima bem divertido, já logo na entrada. Lá o mais é mais e ponto. São 60 quartos, cada um com sua particularidade, além de uma exposição de arte contemporânea particular. Os quartos  estão disponíveis para casal entre 300 e 1.100 euros, dependendo do quarto (e luxo) escolhido.

olha o que o aguarda na entrada

olha o que o aguarda na entrada

o por do sol visto da janela do meu quarto

o por do sol visto da janela do meu quarto

a fonte logo na entrada que chama atenção de quem chega

a fonte logo na entrada que chama atenção de quem chega

O hotel está numa casa construída no século XV pelo arquiteto renascentista Michele Sanmicheli, que ficou largada às traças por anos, até ser comprada pela Byblos, que foi adaptada pelo arquiteto Alessandro Mendini e conseguiu unir harmoniosamente o passado e o presente.

a frente do hotel

a frente do hotel

uma parte do lobby com o damien hirst lá atrás

uma parte do lobby com o damien hirst lá atrás

Para quem gosta de arte contemporânea, o hotel abriga uma imensa exposição com nomes como Damien Hirst, Cindy Sherman, Marc Quinn, Tom Wesselman, Jim Dine, Richard Stipl, Yasumasa Morimura, Robert Indiana, Jean-Michel Othoniel, Beatriz Millar, entre outros somando cerca de 300 obras assinadas espalhadas entre a área externa, lobby, corredores, quartos e restaurante.

o iconico "love" do Robert Indiana

o iconico "love" do Robert Indiana

Damien Hirst e seu coração em fúria

Damien Hirst e seu coração em fúria

um corpo nada comum pendurado no teto do lobby

um corpo nada comum pendurado no teto do lobby

quero um lugar assim para pendurar meus jornais

quero um lugar assim para pendurar meus jornais

momento balada

momento balada

Fiquei hospedada por 3 dias para o evento da Volvo e não houve uma andada pelo hotel que eu não descobri algo novo. Tudo ostenta humor, desde as sinalizações, onde é possível encontrar direção para “hell” ou “paradise”, até a instalação barulhenta e iluminada, que dá uma sensação de estar no meio de uma balada, do Enrico Tommaso de Paris, ao descer para o restaurante.

prefere o inferno ou o paraíso? siga a seta...

prefere o inferno ou o paraíso? siga a seta...

meu quarto - area de trabalho

meu quarto - area de trabalho

minha cama de princesa

minha cama de princesa

o meu criado-mudo que eu quis trazer na mala

o meu criado-mudo que eu quis trazer na mala

A piscina, fica na parte detrás da casa num ambiente isolado e perfeito para tardes ensolaradas como as que tivemos por lá. Pena que era o local que abrigava o evento, portanto ninguém ousou colocar o biquinão e ir mostrar o corpicho na piscina que inspira até mesmo que teme a água (aka eu).

o piscinão com a área já preparada para o evento (olha o lugar onde o carro estava escondido)

o piscinão com a área já preparada para o evento (olha o lugar onde o carro estava escondido)

O hotel conta também com um restaurante de comida internacional de lamber os beiços, atendimento impecável e o café, incluso em qualquer quarto, é um dos mais generosos que já tive. No final da noite, não deixe de dar uma passadinha no bar, porque tomei por lá um dos melhores bloody mary da vida.

Se você tem planos de ir pra Itália e está afim de gastar uns trocados a mais, eu super recomendo esse hotel, pois tenho certeza de que a chance de encontrar algo similar no quesito hospedagem vai ser difícil. O hotel é uma boa pedida para início de uma viagem, pois seu visual ajuda a melhorar qualquer humor arruinado por dias estressantes de trabalho.

O que fazer em 3 dias em Paris?

domingo, setembro 12th, 2010

Lá vou eu dar uma passada rápida em Paris no próximo final de semana. Ainda dá tempo de pegar resquícios do verão, diferente da última ida em que eu passei dias debaixo de um guarda-chuva e me escondendo em cafés em busca de vinho para aquecer a alma gelada.

3 dias são praticamente um tira-gosto para Paris, mas a gente sempre dá um jeitinho de sair de lá satisfeita. Enquanto tento não pensar no tempo, mas no que fazer, aqui vão algumas dicas de como sobreviver por lá por tão pouco tempo. Chego no sábado, às 11h30 da manhã, ou seja, só um meio de tarde e noite para aproveitar nesse dia.

Antes disso preciso lamentar que os melhores shows do mês na cidade, acontecerão exatamente 1 semana antes da minha chegada. Murphy me persegue!

MUSICA:

No sábado, dia 18, tem o U2 passando por Paris com a nova turnê 360º. Quem abre o show é o Interpol. Apesar de não ser fã do U2, eu iria pelo show que costumam fazer e, ainda de quebra, reveria o Interpol. O problema é que não tem mais ingressos, óbvio! Pela dica do blog Conexão Paris, até achei um site que vende ingressos de pessoas que desistiram de ir (ou resolveram faturar algum!). O problema é que os preços estão bem salgados. Como eu não curto, prefiro deixar pra lá.

A boa é que consegui uma troca bem superior. Vou ver show do Wolf Parade, que EU AMO e passei 2006 e 2007 ouvindo a banda ininterruptamente. Quem abre o show é Peter Kernel, que é uma banda bonitinha, mas que costuma me tirar bocejos. Eles se apresentam no Point Ephémere, que eu nunca fui. O ingresso custa 18 euros. Nada mal!

No domingo rola uma noite de folk no Flèche D’Or com os canadenses Plants & AnimalsWoodPigeon, e a dupla francesa de shoegaze Yeti Lane. Vai ser tipo noite fofa para ser acompanhada de taças de vinho, conversinhas e um aconchego no coração! Hahahahaha….

Na segunda-feira o clube recebe a banda de indie-rock Band Of Skulls, que lançou recentemente o bizarro clipe “Fires”, que me remeteu a campanha “verão redondo”, da Skol:

Update: recebi uma dica arrasadora e acho que vai ser lá a fuga no dia 20, segundona, para uma noite de soul rock: Caveau des Oubliettes. (dica da @camilamatsubara).

ARTES:

Vou ter que otimizar o tempo. No sábado vou tentar correr e pegar Gabriel Orozco, que estréia essa semana no Centre Pompidou na sua primeira exposição na França. A exposição abre no dia 15/09 e vai até 03/01/11:


Gabriel Orozco
Enviado por centrepompidou. – videos de Arte e de animação

Ontem em Paris começou e vai até 23 de outubro a Biennale de Belleville, focada na nova arte contemporânea. São várias galerias participando com exposições individuais, performances e intervenções diversas, além de mesas-redondas e palestras sobre temas como a condição urbana e arte contemporânea. A bienal acontece em torno do Pavillon Carré de Baudoin.

Se der tempo eu quero dar um pulo em Versalhes, que eu não vou desde Maria Antonieta, aproveitar para ver a exposição do Takashi Murakami, que estreia por lá no próximo dia 14 e fica até dez/2010. Uma boa desculpa para dar uma escapada rápida de Paris.

COMPRAS:

Felizmente na minha atual situação, vai sobrar pouco tempo para as comprinhas, mas claro, não dá para deixar de passar na Colette, onde eu adoro comprar revistas; na H&M, que eu sempre acho coisas mais legais no que na da Suécia (onde termino a viagem); na Uniqlo para sair de lá vestida de Charlize Teron por 77 euros e quem sabe, na minha generosidade, trazer um slim fit jeans para o Ola ficar meio Orlando Bloom e, claro, virar Marais de ponta cabeça na segunda-feira para ver se rolam uns achados especiais.

COMIDINHAS:

Não dá para não ir na La Patisserie des Rêves, que faz qualquer um querer comer com os olhos.

Lapat

Quero conhecer o La Cordonnerie, que é o restaurante em Paris com a melhor cotação no Trip Advisor. Não sou tão paciente com esperas, então pode ser que ele fique para uma outra oportunidade. O restaurante que não pode faltar na listinha é o delicioso Le Saint Marthe, que oferece uma cozinha tradicional francesa de lamber os beiços.

Também tem que rolar um drink no La Perle, que após um passeio em Marais, é um ótimo pit stop.

Acho que o tempo acabou, tanto por aqui quanto o que vou ter por lá. Aqui tem um guia bacana para dar uma zapeada no que está rolando no momento.

Quem tiver alguma dica quentíssima, manda aí, porque vai ser sempre bem-vinda.

Rio, feriado, amigos e os achados gastronomicos

terça-feira, setembro 7th, 2010

Nada me agrada mais que uns dias livres para uma fuga planejada. O Rio foi um lugar que cogitamos há uns 2 meses pelo menos, mas a sensação que eu tinha é que na hora H a gente acabaria mofando em São Paulo.

Dessa vez meu lado “polvo Paul” (afinal Mãe Dinah virou coisa do século passado) errou, felizmente!! O azar foi que o sol estava em dias nebulosos e mal deu as caras.

Confesso que isso não atrapalhou muito nossos planos. Aproveitamos para comer bastante, colocar a leitura em dia, assistir TV e ficar jogados no sofá, o que eu acho puro luxo.

Como acabei tendo boas experiências gastrônomicas, eu resolvi compartilha-las por aqui.

No domingo ainda conseguimos aproveitar o dia, mesmo estando ele de cara feia, pedalando por toda a orla de Copacabana depois de um brunch mega caprichado no Cafeína, do Leblon. Acabamos a tarde experimentando vários drinks no Astor, na Av. Vieira Souto, 110. Nossa nota 10 foi para o caldinho de feijão, caipiroska de lichia, bloody mary e a lula a dorê, que vem cortada bem fininha e seca.

À noite demos uma espiada no quarto de um amigo fino que se hospedou no Fasano, demos a pinta na varanda para apreciar a fantástica vista e depois ainda paramos para tirar foto na poltrona assinada pelo Gaetano Pesce.

foto by @rseefo

foto by @rseefo

Depois de um grande dilema de onde jantar, acabamos decidindo pelo Felice Café, mas a espera sem qualquer previsão de tempo fez com que encarássemos uma ida até a Gávea para conhecer o Guimas. Diga-se de passagem: a escolha foi ótima e só saímos de lá porque já eram 2 horas da matina e estávamos sendo expulsos pelos garçons. A delícia já começou no chopp bem tirado e no couvert caprichado com pães quentinhos, patês, manteiga e azeitonas. Como a boa do lugar é o pastel, fomos numa porção de queijo e outra de camarão. Meu prato foi um frango recheado com brie envolto num molho de lamber os beiços.

foto roubada do http://restaurantesdorio.com.br/restaurante-guimas-gavea/

foto roubada do http://restaurantesdorio.com.br/restaurante-guimas-gavea/

O lugar é bacana, o atendimento primoroso (o que no Rio é uma dádiva) e o clima de bistrô no meio da agitação do Baixo Gávea, traz um ar nostálgico ao lugar. Reserve um tempinho para conhece-lo caso dê uma passada sem pressa pelo Rio.

Na segundona o tempo não colaborou e todo mundo se rendeu ao seu próprio mundo particular. Só por volta das 16h30 é que tiramos as bundas do sofá e resolvemos encarar uma verdadeira empreitada: almoçar no famoso Bira, que fica na distante Barra de Guaratiba, que tem uma natureza ao seu redor de tirar o fôlego. Quem nunca se perguntou que lugar era aquela extensa linha fina de areia branca no meio do nada quando estava chegando no Rio de avião? Pois bem, trata-se da Restinga da Marambaia, que possui 43km de extensão.

restingamarambaia

O Google Maps nos pregou uma peça, que eu até acho que valeu a pena. Ele nos levou ao caminho errado, já que para chegar ao Bira, a estrada era pelo outro lado. Acabamos percorrendo uma estrada estreita até chegar na Prainha, que como eu li é a fronteira final da Cidade Maravilhosa. Infelizmente acabamos indo para lá tarde demais e pouco pudemos apreciar a beleza local. Com certeza é uma região que vale o retorno e uma visita mais demorada.

Fizemos o caminho de volta, tomamos o caminho correto, encaramos um congestionamento, passamos pelo famoso Sítio Roberto Burle Marx e finalmente chegamos ao restaurante. O relógio marcava 18h05 e o restaurante havia fechado há exatamente 5 minutos. A noite já caía, a fome tomava conta de todos, o que causou um mal humor generalizado, depois da odisséia que foi chegar lá. Acabamos dando meia-volta e retornando.

O Bira é conhecido não apenas pela sua cozinha dedicada aos frutos do mar, mas pela bela vista que oferece, tanto que foi mais por ela que decidimos ir até lá. Pela pesquisa rápida que fiz, a boa pedida do local é o filé de robalo com arroz de camarão, mas não foi dessa vez que eu pude conferi-lo.

Hoje finalmente o sol apareceu timidamente. Os mais animados que tinham virado a noite no 00, pularam cedo da cama e lá fomos nós tentar pelo menos ganhar uma marquinha que nos garantisse uma lembrança de um feriado carioca. Não conquistamos, mas a terça-feira rendeu.

eu posando de phyna em ipanema by @rseefo

eu posando de phyna em ipanema by @rseefo

No meio da tarde quando a fome bateu, eu pedi dicas de algum lugar bacana para almoçar em Santa Teresa, pois da turma que estávamos, apenas eu já tinha percorrido o charmoso bairro. Foi quase unanimidade: deu Aprazível na cabeça. Seguimos para lá e depois de discutir com o host que não existe fuso horário de 5 ou 8 minutos (ele jurou que há uma diferença de hora entre Brasília e Rio de Janeiro, que aqui são 5 minutos de diferença a menos… hehehehe). Acabamos acomodados numa mesa para 8 pessoas, numa extensa varanda, que nos rendeu finalmente uma bela vista.

vista da nossa mesa by @rseefo

vista da nossa mesa by @rseefo

Gostamos bastante da escolha. Os pratos são bem servidos e, apesar de ir contra todos na mesa, acabei saboreando um suculento medalhão. Dessa vez o drink campeão foi o “Piscinão”. O creme brule também entrou para a lista dos melhores que já comi.

Foram 4 dias engordativos, com pouco sol, mas que nos deixou rendidos ao Rio de Janeiro como sempre. Agora é aquela vontadezinha louca de ter um novo feriado para aterrissar por lá novamente.

Viajando pela Ásia: Cingapura

segunda-feira, agosto 23rd, 2010

Marina Bay, Singapore
(Marina Bay, Cingapura)

Depois de passar umas férias viajando pela europa, resolvi ir um pouco mais longe e conhecer o sudeste asiatico. De Londres fui para Cingapura, a cidade ideal para quem quer conhecer Tailândia, Malasia, Indonésia e arredores, afinal é uma ilha entre esses países. Mesmo já sabendo que o idioma oficial é o inglês e que em termos culinários Cingapura não deixa a desejar, pensei que iria passar por um pequeno choque cultural, somado a diferença do idioma e, talvez estranhezas gastronômicas.
Mas, para minha surpresa, não tive o esperado “choque cultural” e minhas primeiras impressões foram: Cingapura é uma cidade que parece que tudo funciona, é muito limpa, segura, organizada e cheia de estrangeiros. Ouso dizer que por “alguns instantes” você nem lembra que está na Ásia. Até o momento em que pega o primeiro metrô ou taxi e precisa entender o estranho sotaque cingapureano de falar inglês, dói o ouvido mas dali a pouco você acaba acostumando e vira motivo de piada.

Claro que, se comparada a uma metropole como São Paulo, Cingapura é muito mais lenta, não oferece tantas oportunidades culturais mas também não sofre com tanta loucura e pressão no dia a dia. A questão é que não tem como comparar, até mesmo porque, Cingapura tem cerca de 4.8 milhoes de habitantes, e São Paulo tem mais que o dobro de habitantes, é praticamente impossível.

Outra curiosidade é o clima: não há estações do ano em Cingapura, é sempre calor e alta umidade no ar. Nos meses de julho e agosto costuma chover um pouco mais, e um guarda-chuva a tiracolo é necessário.

O melhor da cidade é sua variedade gastronômica: são muitas opções de bares e restaurantes! Tanto é que foi considerada uma das melhores cidades do mundo para se comer bem. Confira aqui uma lista criada por quem viaja e aprecia boa gastronomia pelo mundo.

Eu que imaginava que ia apenas comer comida oriental, me enganei. Há uma variedade enorme de restaurantes: franceses, mexicanos, contemporâneos, etc. Sem contar a moda do champanhe brunch aos domingos que é uma delicia e muitos restaurantes optaram por essa opção, pode-se ficar tranquilamente umas 4 horas no restaurante comendo desde frutos do mar até deliciosas sobremesas, jogando conversa fora e ainda regado a champanhe.

Tem muita coisa pra eu descobrir por aqui, e cada dia surgem novas oportunidades. Já viajei pela região e contarei no próximo post. Destino: Cambodia. :)