Posts Tagged ‘antropologia’

Roleta russa da internet

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010

Depois das inúmeras tentativas (meia-boca) do Google de emplacar novos formatos de interação virtual, de milhares de redes afundarem por falta de pura graça, como o formspring, eis que mais uma idéia absolutamente trivial se transforma em uma febre mundial. A bola da vez é o Chatroulette, um chat de design tosco, de propósito zero, e que dá liberdade a muita, muita esquisitice.

Você se loga, abre a webcam, e imadiatamente você entra num chat com um completo estranho pelo mundo. Casey Neistat fez um vídeo bem bacana para tentar desvendar e explicar o Chatroulette.

chat roulette from Casey Neistat on Vimeo.

Criaram até um Tumblr do site, com situações absurdas e conversas surreais, que acabam sendo mais divertidas do que realmente participar dos chats. No fim das contas, essa é só mais uma ferramenta para provar que o ser humano é muito bizarro, seja ele de onde for.

O baseado mais antigo do mundo?

quarta-feira, dezembro 3rd, 2008

Cientistas encontraram na China, no deserto de Gobi, uma tumba com 2700 anos de um caucasiano de olhos azuis e junto dele, uma quantidade de maconha que também se preservou. Praticamente uma múmia de marijuana!

Os cientistas sempre acharam que a maconha era cultivada pela sua fibra pra fazer cordas e roupas ou por seus poderes medicinais, mas a partir dessa descoberta, eles concluíram que na verdade os caras lá atrás já usavam pra ficar doidões também. E o tal loiro na China queria continuar sua viagem no além túmulo.

Como resultado final, descobriram que essa maconha ainda tem um poder psicotrópico ativo. 2700 anos depois!

 

Exactitudes

sábado, novembro 22nd, 2008

Tem projetos que me arrepiam. O Exactitudes é um deles. Como todos estão carecas de saber, idéias simples geralmente são as mais geniais. O projeto começou há 14 anos atrás com a dupla Ari Versluis e Elli Uyttenbroek. É um verdadeiro tratado antropológico, pois durante este período eles fotografaram várias pessoas dividida em grupos em várias cidades européias, sempre buscando similaridades neles: dress-code, estilo, físico.

Depois de ver dezenas de grupos, a gente chega a conclusão que todos nós temos uma “cópia” solta por aí.

Via Bad Bad Blog