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Steve Jobs Day

domingo, outubro 16th, 2011

Eu fui uma das pessoas que ficou murchinha após saber da morte do Steve Jobs. Podem falar o que quiserem, mas eu sou Apple maníaca e aqui em casa há uma “maçã” espalhada por todos os cômodos: iPods, iPhones, Macbook, iMac, AppleTV. Não tem como não ser fã. Lembro-me ainda de quando eu me rendi a Apple, pois foi super Windows por anos e anos e anos (que hoje me fazem pensar como consegui por tanto tempo), até o dia que me rendi e comprei o macbook branquinho (o primeiro) e aí não larguei mais.

Acho até difícil fazer qualquer homenagem depois de tantas incríveis que já fizeram, mas hoje eu chorei (de verdade) vendo esse vídeo que foi feito usando sons de produtos da Apple e o discurso de 2005 que ele fez em Stanford. Gostando ou não do Steve Jobs vale a pena clicar no play:

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Instagram no Mac

segunda-feira, maio 16th, 2011

Para quem está a todo momento bisbilhotando o celular só para espirar os “instagrams” alheios, os problemas acabaram. Foi lançado o Carousel, que é uma app para acessar o Instagram diretamente do Mac… dá para testar por 15 dias, mas depois tem que desembolsar US$ 4,99 para ter tal regalia no desktop. Dá também para comentar e dar “like” nas fotos. Só falta mesmo o “re-instagramar”, que a @biagranja “criou” ontem.

Dica do @olapersson

O segredo da Big Apple

terça-feira, outubro 5th, 2010

A Louis Vuitton lançou uma série de mini-guias de viagem no Youtube, e um dos de Nova Iorque explica o porque da cidade ser conhecida como Big Apple. Explicar, na verdade, ele não explica, porque são apenas conjecturas a respeito. Sobre até para o Steve Jobs na história. Eu prefiro a versão das tortas, porque as apple pies que aparecem no video são de babar.

Minha única grande dúvida é: por que raios então existe uma gigantesca maçã dourada em plena Park Avenue, bem no meio da rua? Se alguém souber, por favor me conte.

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As grandas marcas que viralizaram em 2010

quinta-feira, setembro 9th, 2010

Estudo incrível e cheio de referências. Salva e guarda aí:

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Top 10 Programas de índio pra se fazer em NY

terça-feira, outubro 6th, 2009

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Quem nunca fez um programa de índio na vida que atire a primeira tanga. Não importa qual seja o país, a cidade, se você é turista ou não, uma hora você sempre cai no conto do passeio indígena. E foi pensando no tanto que já fiz coisas “legais” na minha vida que criei um top 10 dos programas de índio pra se fazer aqui em NY City. Portanto, se você ainda não conhece a cidade e adora uma roubada (por que não?) , aí vai uma listinha básica do que não fazer:

1. Tirar foto pegando no saco do touro da Wall Street

Tudo bem que o robusto touro de bronze da Wall Street simboliza a “força da economia americana diante das instabilidades econômicas do mercado internacional” e bla bla bla (meio piada nos dias de hoje), mas tirar foto com a mão no saco do touro achando que isso irá trazer sorte pra alguém é um puta programinha de índio.

2. Ir na loja da Apple da 5a avenida no final de semana

Visualize uma loja no Brasil na época de Natal. Pois é, agora pense que a Apple da 5a Avenida é assim o ano inteiro, todos os finais de semana (e durante a semana também). Programa de índio na certa! A dica é ir de madrugada. Isso mesmo. Dê uma de novaiorquino nato: acorde de madrugada ou não durma e vá fazer suas compras com muito mau humor.

3. Fazer compras na Century 21

Achar que a Century 21 é uma loja super legal e passar horas procurando roupas naquela zona que eles chamam de loja é um dos programas mais bizarros que você pode fazer na vida. Acredite em mim. Tudo bem, sei que lá é tudo mais barato, tem as roupitchas de marca pela metade do preço e você sempre encontra tudo que no Brasil seria surreal de caro. Mas, quer saber? I don’t care!!!!!!

4. Andar de carroça no Central Park

Nada mais cafona do que andar de carroça no Central Park e achar que os cavalos não são explorados e têm uma vida espetacular. Programa de gente brega e cafona, porque índio anda a pé!

5. Tirar foto com cara de choro no Strawberry Fields

Todo mundo sabe (pelo menos acho) que o John Lennon foi assassinado na frente do prédio dele e que, depois disso, criaram um espaço no Central Park chamado Strawberry Fields pra homenageá-lo e pra que seus fãs lembrem dele e etc. Mas tirar foto abaixado e com cara de choro no lugar não faz muito sentido. Programa de índio feelings.

6. Ir pra frente de uma balada esperando pra ser convidado pra entrar

Se você não é cool, gato ou gata, não tem jeito de rico, não faz carão e não mede mais de 1,70, esqueça sua tentativa de ser convidado pra entrar num club ou restaura badalado aqui em NY. Vai ter de nascer outra vez. O Beatrice Inn funcionava mais ou menos nesse esqueminha, mas fechou. Acho que faltou gente cool…

7. Ir a um show no Madison Square Garden

Um dos piores lugares pra se ver um show ever. O som no Madison Square é absurdo de ruim e, caso você não tenha muito dinheiro pra ficar na pista (os ingressos costumam ser caros), a arquibancada é tão longe que é preciso binóculos pra ver a banda.

8. Pegar metrô de madrugada no verão

Lindo é saber que NY tem metrô pra todos os lados, 24horas e ainda é barato. Mas, nada mais tosco do que pegar metrô depois daquela baladinha básica de 8horas e ter de esperar, num calor infernal (não tem ventilador nas estações), pelo menos 1hora pra pegar um mísero trem. Dica de quem já derreteu: deixa de ser pobre e guarde umas doletas pra pegar um táxi!

9. Esperar horas em uma fila gigante pra comer uma pizza no Brooklyn

Tudo bem que a Grimaldi’s Pizzeria é considerada uma das melhores pizzarias de NY, mas ficar horas na fila esperando pra conseguir uma fatia de pizza de qualquer sabor que seja é um programão. E quando falo horas não estou exagerando mesmo. Já vi fila de dobrar o quarteirão…

10. Conhecer a tão famosa Times Square num sábado

Ah, a Times Square no final de semana à noite. Programinha antropológico! Nada mais legaus: cinquenta milhões de turistas tirando fotos, um monte de camelôs vendendo bolsas (sim, aqui tb tem disso!), uma calçada tão cheia que mais parece a 25 de Março, uma mistura absurda de cheiros de comida, puta trânsito, enfim, muito de tudo! Juro por tudo que gosto da Times Square, acho surreal aquele bando de painel colorido e a primeira vez que passei por lá fiquei de boca aberta, mas uma vez na vida já está de boa. Tire várias fotas, sente 5 minutos nas mesas da Broadway e zaz… Saia de lá correndo e procure um pub seguro pra encher a cara.

E, finalmente, pra ninguém sair por aí dizendo que não gosto dessa cidade louca, segue uma lista um pouco mais séria da TimeOut New York com os Top 10 Bairros mais legais de NY. Coloque o seu cocar e boa sorte!


Sobre o Sonique

quinta-feira, fevereiro 12th, 2009

Fui conhecer o Sonique, bar que abriu esta semana na Rua Bela Cintra. Ao entrar, fui imediatamente transportado para um disco do Massive Attack. Ou seria Moloko? Bem, se estivesse tocando Portishead, também me sentiria em casa. Adorei o clima fim dos anos 90/sofisticado do lugar, com som num volume que te deixa conversar com os amigos, pouca iluminação e teto de neon branco que pisca. Sim, grata surpresa, a região da Paulista estava carente de bons bares com proposta happy hour/chill in descolada.

Espaçoso, dificilmente você vai ficar espremido entre os freqüentadores, o ar condicionado efetivamente funciona e a rede wifi é aberta, sem senhas; a parte com as mesinhas de neons e espelhos é linda, de tal forma que, se você está sentado num sofá, não fica nem muito perto nem muito longe dos outros sofás – o que pode favorecer a interação com desconhecidos, eventualmente. E o banheiro todo branco com as torneiras vermelhas? Menos é mais. Para completar, o sistema de cartões individuais de consumo é prático e o atendimento, ágil.

Se quem gosta de drinks está bem servido (o amarguinho do Apple Martini é uma delícia; R$ 14), o Sonique poderia ter mais opções de boas cervejas e comidas. Numa cidade em que o supermercado da esquina vende pelo menos dez rótulos de cervejas, incluindo importadas a preços acessíveis, é chato ficar limitado às (poucas) marcas tradicionais que a casa oferece. E por quê o cardápio só te deixa escolher meia porção do mix de nuts (R$ 14 a inteira; R$ 8 a meia) e não dos outros petiscos? Pedi bolinhos de arroz recheados com funghi (R$ 20 a porção, bem cara), que vieram servidos mornos e tinham gosto insosso.

A casa tem potencial para se tornar um ótimo ponto de encontro, tanto pela localização na região que mais ferve na cidade quanto pelo conforto. Sabe o que eu senti, também? Que o Sonique poderia estar em qualquer grande capital do mundo: é um espaço hiperconectado, no bom sentido. 

Mesas do Sonique Bar