Intervenção urbana em NYC
quarta-feira, maio 20th, 2009Veja abaixo o vídeo da intervenção urbana feita em “outdoores digitais” pelas ruas de NYC. O trabalho é do pessoal do Wooster Collective.
[reloaded, renewed and still the same good thing]
Veja abaixo o vídeo da intervenção urbana feita em “outdoores digitais” pelas ruas de NYC. O trabalho é do pessoal do Wooster Collective.
Feito para o Red Bull Music Academy 2008, o Guten Touch é uma instalação interativa que envolve a pessoa em uma relação natural com a tecnologia. [via UoD]
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Guten Touch Installation redbullmusicacademy.com
Conceito, desenho e programação: multitouch-barcelona.com
Música: Saeglopur by sigur-ros.co.uk
Olha que ótima essa dica da Dani Arrais. É um blog de fotos de pessoas pulando em museus ou em obras de arte. Sensacional. Vamos ali no MASP pular um pouco e enviar nossas imagens?
Em 2003, comprei o livro “Coraline”, lançamento do mestre dos mestres Neil Gaiman. Era a história de uma menina que ia morar com os pais num apartamento novo e descobria uma porta que a levava a uma realidade alternativa. Um tipo de “Alice Através do Espelho” mas que não era, na verdade. Li com a minha filha e ela se apaixonou, obviamente, pela personagem e pelo livro. Ela já gostava do Gaiman, porque já tinha lido as histórias dos Perpétuos crianças e dos livros infantis que ele fez com o outro mestre Dave MacKean.
Agora, 6 anos depois, fui com a Isabella assistir a adaptação cinematográfica do livro. E nós saímos do cinema mais impressionados ainda. Eu tinha pensado em reler o livro, mas achei melhor confiar na minha memória (que não é das melhores) e na da Isabella. E valeu a pena, porque a surpresa geral de ter assistido o filme e quase que redescobrir os detalhes da história da menina que descobre uma família mais bacana no mundo do outro lado.
Tendo isso me mente, que a menina descobre um mundo mais legal do outro lado e que vai se descontrolando, obviamente, asista ao filme. Dirigido por Henry Selick, o cara que fez “Nightmare Before Christmas”, ele conseguiu fazer um filme ainda mais detalhado com uma direção de arte impecável, que ia me dando a impressão durante a sessão de que cada cena era uma obra de arte em si. Nas fotos a seguir, mostro um pouco dos detalhes do que foi feito para o filme, o que eu só quis saber depois de ter assistido, apesar de não ser spoiler nem nada.

Mais de 800 horas foram gastas para pintar aproximadamente 250.000 pipocas de rosa por fora com o centro vermelho para que elas fossem as flores das 70 cerejeiras do cenário.

Um pouco de algodão e spray de cabelo fazem um belo vapor!

Para o rosto de Coraline ser o mais expressivo possível com mais de 200.000 expressões possíveis, foram criadas 350 opções de parte de cima de cabeça (teste e sobrancelhas) e 700 partes de baixo (boca).
Agora o trailer, pra quem ainda não viu:
Resumindo, o filme é com certeza uma grande adaptação e uma grande obra de arte. Se tiver que escolher um filme pra ver antes do carnaval, veja Coraline sem titubear.
Publicado com “Já Viu?”.
Só fiquei sabendo hoje que o Mark Ryden colaborou com a designer japonesa Nagi Noda – que faleceu ano passado usando um dos vestidos – numa grife de roupas chamada Broken Label. A coleção contém peças estampadas com as pinturas de Ryden e eram vendidos na Colette em Paris. Dá uma olhada na campanha:



Detalhe de um dos vestidos:

Complementando o post da Lalai logo abaixo, o site Galeria da Gravura é excelente para você comprar trabalhos em xilogravura, litogravura, serigrafia, gravura-em-metal e outros, a partir de R$ 42. Se seu apreço pela exclusividade de trabalhos em artes plásticas for maior, dá pra se associar ao Consórcio de Gravuras do Museu do Trabalho de Porto Alegre, recebendo uma obra por mês (você não precisa morar lá para participar). Boa arte acessível para todos, mesmo.
Under the influence é uma exposição que acontece atualmente em Los Angeles – até o dia 29 desse mês – onde artistas prestam uma homenagem aos Beastie Boys. São 100 artistas remixando a música, estilo e visual do trio. Com trabalhos do Andrew Hem e Shepard Fairey (Obey), vale a pena conferir todos os trabalhos nesse blog aqui. O site da galeria 1988 é este aqui.
(“Fly to Tokyo” por Eric Tan)
(“Bust” por Ken Garduno)
Que toda propaganda tem milhões de ajustes no photoshop para corrigir imperfeições, todo mundo está cansado de saber. Usando isso, uns caras em Berlim tiveram uma grande sacada e resolveram brincar com os outdoors do metrô da cidade, colando adesivos que imitam as janelas do software. A intervenção foi assinada pelo grupo Mr. Tailon, Baveux Prod., Kone & Epoxy. Vale a pena ver todas as fotos nesse flickr.

Vi primeiro no Gizmodo e depois no Brainstorm #9.
Sim, sei que soa estranho. Que para conhecer o Dumbo, o certo seria ir para a Disney, não para NY. Pois bem, Dumbo é o bairro mais design do pedaço e só descobri isso hoje. Paraiso para os web designers, designers, arquitetos, fotografos e simpatizantes, o bairro resume-se a algumas quadras bem embaixo da Brooklyn Brigde (vizinho de Williamsburg). Além da vista fantástica de Manhattan, encontrei a “bem provavelmente” melhor book shop de NY, a Powerhouse Arena. Uma espécie de livraria, galeria, lojinha de design e reduto de cabeças pensantes. O espaço é incrível, pé direito altíssimo, cara de galpão industrial. A seleção de livros, nem se fala. Fui obrigada a adquirir alguns exemplares. Saindo dali (se você for capaz), vale muito a pena conhecer uma loja no melhor estilo “100% japanese”, chamada Zakka: toy art, livros de design de todos os cantos do mundo, camisetas, posters e miudezas em geral. Outro espaço que, vez ou outra se transforma em galeria. O bairro, além das lojas e galerias, hospeda várias performances e eventos. Vale a pena consultar o calendário quando for a NY. E andar por lá, despretenciosamente, vale a visita.
Adam Neat é um artista de rua inglês.
Assim fica feio, né. Tem que falar que o cara é “street artist”, como querem muitos aqui em São Paulo com galerias e brigas e egos. Com o povo invadindo a Bienal pra grafitar as paredes, com outro (ou o mesmo, não sei) povo “invadindo” a Choque Cultural e grafitando tudo, estamos meio nos perdendo com esses conceitos de street art, ou arte de rua, ou o que quer que seja. Pelo menos eu tô me perdendo.
Como eu não sou um conhecedor, apenas um apreciador, eu adoro a idéia de sair por aí e poder pegar o que esses artistas deixam espalhado pela cidade, antes que a prefeitura limpe tudo.
Tenho stickers, tenho posters e outro dia peguei no lixo na avenida paulista um painel gigante que fica na minha sala. Esse painel eu tinha visto na rua uma noite e na noite seguinte ele estava no lixo, esperando pra ser levado embora. Peguei, limpei, subi no meu apartamento e lá está, salvo de se tornar um entulho.
Voltando ao inglês, Neate é um renomado artista inglês, suas obras hoje em dia valem perto de 43mil libras. Só que o cara diz que quer voltar às suas raízes.
Nesta sexta feira ele vai espalhar por toda cidade de Londres 1.000 obras suas. Isso mesmo, mil obras, pra, segundo o cara, deixar a cidade mais bonita e pra dar de volta um pouco do que ele conseguiu. Todas as obras vão ser assinadas, então quem pegar vai saber o que está levando mesmo. Ele quer que essas obras largadas sejam pegas e levadas pra casa das pessoas, como ele diz que faziam no início de sua carreira.
E viva a era Banksy!
Além de largar em pontos famosos de Londres, ele vai levar muito pra periferia também, em lugares menos turísticos, lugares que segundo ele eram mais fáceis de graitar e deixar por mais tempo quando ele começou.
Então, leitores londrinos desse blog, procurem as pinturas do adam Neat na rua amanhã. E se pegarem mais de uma e quiserem me mandar, parede é o que não falta em casa.