Posts Tagged ‘bar’

Balada-móvel

segunda-feira, março 1st, 2010

Um ônibus com pista de dança, luzes de boate, DJ e drinks à vontade. Isso é o que a galera de NYC pode curtir com a balada-móvel Rusty Knot, que sai de Williamsburg, no Brooklyn, e segue até o Rusty Knot, um bar com temática náutica no West Village.

Os donos do bar, Taavo Somer e Ken Friedman, começaram com essa no mês passado. Segundo o repórter do NYT, a idéia inicial foi meramente achar uma forma de encher o bar às noites de segunda-feira neste inverno nevado. “Com uma supervisão mínima – já que para entrar no ônibus você precisa ter pelo menso 21 anos -, a viagem remete aos tempos em que a vida noturna novaiorquina parecia não ter regras”, lembra. O percurso leva mais ou menos uma hora e inclui Budweisers gratuitas.

O locais de parada e seus horários podem ser encontrados no site do bar ou acompanhados no Twitter da balada.

foto: Christian Hansen/NYT

Sobre o Sonique

quinta-feira, fevereiro 12th, 2009

Fui conhecer o Sonique, bar que abriu esta semana na Rua Bela Cintra. Ao entrar, fui imediatamente transportado para um disco do Massive Attack. Ou seria Moloko? Bem, se estivesse tocando Portishead, também me sentiria em casa. Adorei o clima fim dos anos 90/sofisticado do lugar, com som num volume que te deixa conversar com os amigos, pouca iluminação e teto de neon branco que pisca. Sim, grata surpresa, a região da Paulista estava carente de bons bares com proposta happy hour/chill in descolada.

Espaçoso, dificilmente você vai ficar espremido entre os freqüentadores, o ar condicionado efetivamente funciona e a rede wifi é aberta, sem senhas; a parte com as mesinhas de neons e espelhos é linda, de tal forma que, se você está sentado num sofá, não fica nem muito perto nem muito longe dos outros sofás – o que pode favorecer a interação com desconhecidos, eventualmente. E o banheiro todo branco com as torneiras vermelhas? Menos é mais. Para completar, o sistema de cartões individuais de consumo é prático e o atendimento, ágil.

Se quem gosta de drinks está bem servido (o amarguinho do Apple Martini é uma delícia; R$ 14), o Sonique poderia ter mais opções de boas cervejas e comidas. Numa cidade em que o supermercado da esquina vende pelo menos dez rótulos de cervejas, incluindo importadas a preços acessíveis, é chato ficar limitado às (poucas) marcas tradicionais que a casa oferece. E por quê o cardápio só te deixa escolher meia porção do mix de nuts (R$ 14 a inteira; R$ 8 a meia) e não dos outros petiscos? Pedi bolinhos de arroz recheados com funghi (R$ 20 a porção, bem cara), que vieram servidos mornos e tinham gosto insosso.

A casa tem potencial para se tornar um ótimo ponto de encontro, tanto pela localização na região que mais ferve na cidade quanto pelo conforto. Sabe o que eu senti, também? Que o Sonique poderia estar em qualquer grande capital do mundo: é um espaço hiperconectado, no bom sentido. 

Mesas do Sonique Bar

 

Drink & Run

quarta-feira, dezembro 10th, 2008

Quem me conhece sabe o quanto eu aprecio uma cerveja. Até ando repensando, já que cerveja não é a melhor amiga da mulherada e minha pequena barriga que anda dando sinal de vida que o diga. Nas minhas duas últimas viagens eu fiz questão de uma boa degustação cervejística e hoje até tenho uma listinha com as favoritas, mas que ficarão para outro post.

Recebi há pouco email de uma amiga daquelas que eu morro de inveja pela vida extremamente saudável que leva. Tiro o chapéu, pois a moçoila é triatleta, participa das grandes maratonas e consegue a proeza de acordar às 5h da matina para treinar. Enquanto eu estou chegando da balada com as pernocas tortas pela cerveja, ela está saindo ilesa para uma boa corrida pela cidade.

No próximo sábado acontece um evento um tanto inusitado: Drink & Run, que pelo que zapeei no site reúne os atletas que, na maioria, passam o ano numa seca alcóolica danada. É a hora da revanche feita de uma forma bem-humorada.

A corrida começa às 17h pontualmente no Bar Pracinha – Rua Brás Cardoso, 342 e termina por volta das 19h no Bar Piove – Rua Jerônimo da Veiga, 75. São 8 bares no total e em cada um o corredor tem que tomar um chopp no mínimo. Tem até kit ressaca no pacote!!! Haja engov.

Fico aqui imaginando o estado que os corredores chegam na prova final, além de tentar imaginar como fica a corrida a partir dos primeiros copos.

É uma boa opção para quem estiver de bobeira no sabadão e está afim de fazer um programa diferente! Não achei o preço da inscrição no site, mas já mandei email perguntando! Vamos ver quanto custa a brincadeira.

ATUALIZAÇÃO:

Soube que a inscrição custa em torno de R$ 50,00 e DETALHE: o programa é só para os homens. Achei machista. Estão achando que a mulherada não dá conta da brincadeira?

It’s not a hotel

sexta-feira, novembro 14th, 2008

Definitivamente NY já não é mais a mesma. O bairro mais cool deixou faz tempo de ser o Soho e as melhores baladas não estão mais concentradas no LES (lower east side, para os íntimos). E ninguém me contou, não. Eu fui ver bem direitinho. A convite de uma amiga ultra local, peguei um taxi no Brooklyn e fui experimentar a noite de Williamsburg. Gente. O que é aquilo? Se o mundo deixar de ter pessoas bonitas de uma hora para outra é porque elas estão todas lá, no Hotel Delmano. Não, eu não fui passar a noite num hotel em Williamsburg. Trata-se de um bar ultramegamaster cool. De fora, você não dá nada pelo lugar, parece uma esquina abandonada. A entrada fica na lateral e não há qualquer placa que ajude um turista nó cego a entrar. Para a sorte de todos nós. Os drinks são caros, bem caros, mas eu prometo que vale cada centavo. Prometo muito. E se você tiver coragem de sair de lá, um bom lugar para continuar a noite é o Union Pool, dos mesmos donos. O povo é mais despretencioso e o ambiente, idem. Mas vale dar uma olhada. Hotel Delmano: 82, Berry Street, Williamsburg