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Dicas de Nova York

segunda-feira, julho 26th, 2010
New York - Brooklyn Bridge Sunset by Phillipp Kinger

New York - Brooklyn Bridge Sunset by Phillipp Kinger

Aproveitando a onda de amigos indo pra NY nas próximas semanas, tirei da gaveta uma lista pronta de lugares que amei na cidade. Todos são bares, restaurantes, lanchonetes. Todos maravilhosos e testados mais de uma vez em alguns casos. Sobre as baladas não me arrisco a dar palpites porque os humores oscilam muito quando se trata de sair à noite em uma cidade como NY. Sobre espetáculos e museus, eu nem me preocuparia em buscar dicas. A cidade respira cultura e fique à vontade pra arriscar. Qualquer erro vai ser desculpado, acredite.

Sempre gostei de viajar e mesmo que ficasse alguns poucos dias em uma cidade qualquer, eu tinha a necessidade de vivê-la como os moradores de lá. Procuro opções de lugares tradicionais e os combino com dicas de lugares mais atuais com amigos que por acaso estão morando por lá. Assim, aproveito uma viagem sem aquela correria de ter que ver tal museu, de ter que ir a tal praça, de ter que. Odeio ter que. Gosto de andar sem rumo em uma cidade pequena e acabar em uma periferia estranha, fuçar os becos em uma cidade grande e dar de cara com galerias, livrarias e brechós, por exemplo.

Então falemos das dicas. Reuni aqui os lugares em que comi bem e fui feliz em NY. Sem pretensões, hein! São os lugares em que muitas vezes eu ia quase todo dia no mesmo horário para tomar o meu café da manhã antes de bater perna pela cidade, ou os que, por acaso, estava perto com montes de sacolas na mão e cheio de fome.
Sou do tipo que acorda tarde e mesmo assim toma café da manhã. Se você é assim também aqui vão os bons lugares pra fazer isso sem pressa.

bagelporn by food in mouth

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Murray`s Bagels: fica no Chelsea, no número 248 da 8ª, entre as ruas 22 e 23. Tem em vários outros lugares de NY, mas esse é o meu preferido. Fui várias vezes e é um lugar bem gostoso, os funcionários são simpáticos e comer um bagel em NY é obrigatório. Depois sente-se no banco do lado de fora e observe as pessoas na rua, tomando um latte é claro.

Cafeteria: também fica no Chelsea, no número 119 da 7ª avenida com a rua 17. Um lugar mais hype, com gente mais moderna, frequentado por alguns famosos. Mas também tem gente comum, eu e você, mas bem vestidos e interessantes. Vale a pena ir, não é caro e o café da manhã tem opções deliciosas.

Bocca Lupo: fica em Cobble Hill, no 391 da Henry St. com a Warren St. no Brooklyn. Apesar de ser longe para acordar e ir tomar café, vale a pena passar lá. O ambiente é muito agradável. Combine um brunch com os amigos, é uma delícia.

Le Pain Quotidien do Chelsea. Fica no 124 da 7ª entre as ruas 17 e 18. Alguém pode até torcer o nariz por ser uma rede. Cadê o charme? Cadê a novidade? Vão dizer. Mas a comida é super saudável e uma delícia. Você vai tomar um café que merece e dá pra almoçar também.

Para almoçar ou jantar em NY, não dá pra determinar de antemão o horário. Ande e compre bastante e se passar por perto dos lugares abaixo, experimente.

Fanelli's Cafe by M0rph3u

Fanelli's Cafe by M0rph3u

Fanelli’s Cafe no SoHo. No número 94 da Prince St, esquina com a Mercer St. Os sanduíches são bem servidos e baratos num ambiente gostoso e perto das melhores lojas. Compre, compre, compre e pare para almoçar lá.

Capri Caffe em Tribeca, no 165 da Church St entre a Chambers e a Read Sts. Comida italiana feita de uma forma muito artesanal. O espaço é pequeno, mas você entra e em dois minutos parece que já freqüenta o lugar há muito tempo. Peça o especial do dia sem medo.

Co. Fica no Chelsea, no 230 da 9ª, entre as ruas 24 e 25. Algumas pizzas são inusitadas e deliciosas. Considero imperdível.

Casa, Greenwich Village no 72 da Bedford St com a Commerce St. Comida brasileira como quase não se vê no Brasil. Amei! Os preços podem assustar por opções tão simples que vão lembrar a comida da sua mãe, mas tudo é muito gostoso.

Hale and Hearty. Dessa rede eu sou fã, consulte o site para encontrar o mais perto de você. A comida é, sem erro, maravilhosa e estou falando de um combo – sanduíche e sopa! Por que não temos essa rede no Brasil?

Bottino. Chelsea, no 248 da 10ª, entre as ruas 24 e 25. Uma dica emocional. Foi uma experiência deliciosa: compramos uns sanduíches no Bottino e fomos passear na High Line. Uma das entradas é ali perto. Experimente. Você senta nos bancos, nas espreguiçadeiras ou na arquibancada. Vai ser inesquecível.

Socarrat Paella Bar. Também no Chelsea, no 259 da rua 19, entre a 7ª e a 8ª. Outro restaurante imperdível. A visita, na minha, opinião é obrigatória. O restaurante é comandado por um espanhol simpaticíssimo. Peça uma paella de arroz negro. Você vai delirar!

Pearl Oyster Bar no Greenwich Village, no número 18 da rua Cornelia, entre a Bleecker e a W 4th. Esse restaurante foi a maior surpresa da última ida pra NY. Você pode pedir mesa ou sentar no balcão e ficar de papo com a garçonete que é simpática, sorridente, interessante, ou com os outros clientes que sentam no balcão. Obrigatório pedir o sanduíche de lagosta, parece estranho mas é perfeito!

Balthazar no SoHo, na 80 Spring , entre Crosby e Broadway. Restaurante bem famoso em NY. Vale a pena ir pela comida, pelas pessoas que se pode ver lá, pelo ambiente. Mesmo que demore pra conseguir uma mesa, espere, você vai gostar.

L’Express no Gramercy Park, no número 249 da Park Ave com a rua 20. Esse é 24h, então dá pra comer uma boa comida depois de uma balada. Tudo delicioso.

Izakaya Ten no Chelsea, 207 da 10a com a rua 23. Esse Pub Japonês é fantástico. Fica meio escondidinho, mas vale a ida. Um dos restaurantes mais legais que fui em NY, simplesmente porque é diferente do que estamos habituados a pensar sobre restaurantes japoneses.

E por último o Morimoto, que fica no Chelsea, mais lá embaixo, no número 88 da 10a, entre as ruas 15 e 16. Entre, se encante com a decoração e a arquitetura do lugar. Se estiver vazio, tudo vai parecer mais deslumbrante. Peça pelo menos um Martini de lichia no bar (o melhor que já tomei). Ah! E conheça o banheiro, é por si só uma experiência.

Não preciso dizer que isso é um milionésimo do que se pode ver, ir ou conhecer em NY no quesito comida. Mas como alguns de nós hesitam e piram diante de tantas opções, vale a pena recolher algumas dicas e anotar em um caderninho para não se frustrar com o desconhecido ou ficar apenas no esquema turístico-clichê.

Top 10 Programas de índio pra se fazer em NY

terça-feira, outubro 6th, 2009

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Quem nunca fez um programa de índio na vida que atire a primeira tanga. Não importa qual seja o país, a cidade, se você é turista ou não, uma hora você sempre cai no conto do passeio indígena. E foi pensando no tanto que já fiz coisas “legais” na minha vida que criei um top 10 dos programas de índio pra se fazer aqui em NY City. Portanto, se você ainda não conhece a cidade e adora uma roubada (por que não?) , aí vai uma listinha básica do que não fazer:

1. Tirar foto pegando no saco do touro da Wall Street

Tudo bem que o robusto touro de bronze da Wall Street simboliza a “força da economia americana diante das instabilidades econômicas do mercado internacional” e bla bla bla (meio piada nos dias de hoje), mas tirar foto com a mão no saco do touro achando que isso irá trazer sorte pra alguém é um puta programinha de índio.

2. Ir na loja da Apple da 5a avenida no final de semana

Visualize uma loja no Brasil na época de Natal. Pois é, agora pense que a Apple da 5a Avenida é assim o ano inteiro, todos os finais de semana (e durante a semana também). Programa de índio na certa! A dica é ir de madrugada. Isso mesmo. Dê uma de novaiorquino nato: acorde de madrugada ou não durma e vá fazer suas compras com muito mau humor.

3. Fazer compras na Century 21

Achar que a Century 21 é uma loja super legal e passar horas procurando roupas naquela zona que eles chamam de loja é um dos programas mais bizarros que você pode fazer na vida. Acredite em mim. Tudo bem, sei que lá é tudo mais barato, tem as roupitchas de marca pela metade do preço e você sempre encontra tudo que no Brasil seria surreal de caro. Mas, quer saber? I don’t care!!!!!!

4. Andar de carroça no Central Park

Nada mais cafona do que andar de carroça no Central Park e achar que os cavalos não são explorados e têm uma vida espetacular. Programa de gente brega e cafona, porque índio anda a pé!

5. Tirar foto com cara de choro no Strawberry Fields

Todo mundo sabe (pelo menos acho) que o John Lennon foi assassinado na frente do prédio dele e que, depois disso, criaram um espaço no Central Park chamado Strawberry Fields pra homenageá-lo e pra que seus fãs lembrem dele e etc. Mas tirar foto abaixado e com cara de choro no lugar não faz muito sentido. Programa de índio feelings.

6. Ir pra frente de uma balada esperando pra ser convidado pra entrar

Se você não é cool, gato ou gata, não tem jeito de rico, não faz carão e não mede mais de 1,70, esqueça sua tentativa de ser convidado pra entrar num club ou restaura badalado aqui em NY. Vai ter de nascer outra vez. O Beatrice Inn funcionava mais ou menos nesse esqueminha, mas fechou. Acho que faltou gente cool…

7. Ir a um show no Madison Square Garden

Um dos piores lugares pra se ver um show ever. O som no Madison Square é absurdo de ruim e, caso você não tenha muito dinheiro pra ficar na pista (os ingressos costumam ser caros), a arquibancada é tão longe que é preciso binóculos pra ver a banda.

8. Pegar metrô de madrugada no verão

Lindo é saber que NY tem metrô pra todos os lados, 24horas e ainda é barato. Mas, nada mais tosco do que pegar metrô depois daquela baladinha básica de 8horas e ter de esperar, num calor infernal (não tem ventilador nas estações), pelo menos 1hora pra pegar um mísero trem. Dica de quem já derreteu: deixa de ser pobre e guarde umas doletas pra pegar um táxi!

9. Esperar horas em uma fila gigante pra comer uma pizza no Brooklyn

Tudo bem que a Grimaldi’s Pizzeria é considerada uma das melhores pizzarias de NY, mas ficar horas na fila esperando pra conseguir uma fatia de pizza de qualquer sabor que seja é um programão. E quando falo horas não estou exagerando mesmo. Já vi fila de dobrar o quarteirão…

10. Conhecer a tão famosa Times Square num sábado

Ah, a Times Square no final de semana à noite. Programinha antropológico! Nada mais legaus: cinquenta milhões de turistas tirando fotos, um monte de camelôs vendendo bolsas (sim, aqui tb tem disso!), uma calçada tão cheia que mais parece a 25 de Março, uma mistura absurda de cheiros de comida, puta trânsito, enfim, muito de tudo! Juro por tudo que gosto da Times Square, acho surreal aquele bando de painel colorido e a primeira vez que passei por lá fiquei de boca aberta, mas uma vez na vida já está de boa. Tire várias fotas, sente 5 minutos nas mesas da Broadway e zaz… Saia de lá correndo e procure um pub seguro pra encher a cara.

E, finalmente, pra ninguém sair por aí dizendo que não gosto dessa cidade louca, segue uma lista um pouco mais séria da TimeOut New York com os Top 10 Bairros mais legais de NY. Coloque o seu cocar e boa sorte!


Siren Music Festival 2009

quinta-feira, julho 16th, 2009

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É muito fácil escrever vários posts sobre Nova York em uma manhã de verão ensolarada! Hhehe… Esse é o momento que tudo acontece na cidade e que todos os moradores e visitantes estão sedentos por atrações outdoor. Ainda mais se for de “grátis”. Pois é, galere, mais um festival básico que vai rolar nesse sábado, dia 18 de julho, do meio-dia às 9 da noite, em Coney Island: o Siren Music Festival 2009. O Siren acontece desde 2001 e foi criado pelo pessoal do “The Village Voice” pra tentar reavivar Coney Island. Ou seja, você ouve bandas tipo Built to Spilt, The Raveonettes, A Place to Bury Strangers e ainda ajuda a sustentar o festival e a comunidade de Coney Island. E, se depender do sol do ano passado, prepare o bloqueador solar, porque o lugar pega fogo! ;-)

Loja fofa no Greenpoint, Brooklyn, NY

segunda-feira, maio 18th, 2009

Não tem como não se apaixonar pela fredflare.com. Cheia de coisas fofas, de bom gosto e, melhor, com preço acessível! :-)

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Estilo NYC

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009

BonobosNo UrbanEye [do New York Times] de hoje, a dica estilosa é a loja Bird, no Brooklyn. De acordo com a reportagem, novaiorquinos têm tornado a loja no novo hype fashion da cidade por conta das calças namorado, gravatas skinny/lápis e outros ‘garimpos’ que as donas da marca fazem mundo afora.

A matéria também tem dica de site de compras para homens. No caso, calças “tight-but-not-too-tight” que a Bonobos.com vende e – segundo o jornal – “caem melhor que jeans e ficam entre o sensual e o confortável.”

Bird - loja do momento no Brooklyn, Nova York.

Bird - loja do momento no Brooklyn, Nova York.

*Mark é jornalista e publicitário no Rio. Ele também mantém o Blog do Editor, na Paradoxo.

POST 2 EM 1.

quinta-feira, dezembro 11th, 2008

Se você tem um mac e gosta de brincar de DJ, SEUS PROBLEMAS ACABARAM.

o iTunes BPM Inspector é um programinha gratuito que permite descobrir o BPM da música  e permite criar playlists baseado nos beats e velocidade da música. Assim que eu chegar em casa, vou baixar e conto depois por aqui.

Mas se você nem ligou pra nada do que eu escrevi até agora, agora chegou a parte mais de legal do post – é a hora de conhecer e ouvir Boy Crisis.

A banda de Nova Iorque (obviamente vinda do Brooklyn) traz letras ótimas além de brincar com electro-rock, punk e um pouquito de anos 80.

O vídeo é TRASH mas tem a versão em estúdio do hitzão deles, Dressed to Digress.

VAI, REBOLA.

It’s not a hotel

sexta-feira, novembro 14th, 2008

Definitivamente NY já não é mais a mesma. O bairro mais cool deixou faz tempo de ser o Soho e as melhores baladas não estão mais concentradas no LES (lower east side, para os íntimos). E ninguém me contou, não. Eu fui ver bem direitinho. A convite de uma amiga ultra local, peguei um taxi no Brooklyn e fui experimentar a noite de Williamsburg. Gente. O que é aquilo? Se o mundo deixar de ter pessoas bonitas de uma hora para outra é porque elas estão todas lá, no Hotel Delmano. Não, eu não fui passar a noite num hotel em Williamsburg. Trata-se de um bar ultramegamaster cool. De fora, você não dá nada pelo lugar, parece uma esquina abandonada. A entrada fica na lateral e não há qualquer placa que ajude um turista nó cego a entrar. Para a sorte de todos nós. Os drinks são caros, bem caros, mas eu prometo que vale cada centavo. Prometo muito. E se você tiver coragem de sair de lá, um bom lugar para continuar a noite é o Union Pool, dos mesmos donos. O povo é mais despretencioso e o ambiente, idem. Mas vale dar uma olhada. Hotel Delmano: 82, Berry Street, Williamsburg

Williamsburg, o charme de NY

quinta-feira, agosto 28th, 2008

Eu demorei para decidir ir aos EUA e este ano fui levada para lá pela música, já que o objetivo das férias deste ano era ver Radiohead.

Depois de me esbaldar no Lollapalooza em Chicago, a próxima parada seria NY, que era o único lugar que eu tinha qualquer desejo de conhecer (mas uma preguiça danada).

Sempre que eu pensava em ir para NY, eu pensava em Manhattan e obviamente seus bairros elegantes, mas o choque inicial foi desolador: caí na famosa Times Square e achei tão horrível, que deu vontade de gritar e voltar para Chicago, que foi uma cidade pela qual eu me derreti.

Passado o susto, lá fui eu para o meu lar temporário em Williamsburg, no Brooklyn, que fica do outro lado da ilha. Manhattan tinha ficado para trás. Alguns amigos (chatos) diziam:

- Ahhh, lá é muito longe. O negócio é ficar em Manhattan onde está tudo.

Tudo o quê? Ok… no terceiro dias eu já estava babando por NY e me sentindo em casa. Conhecia todo mundo, andava pra cima e pra baixo, fazia baldeações no metrô num piscar de olhos, tinha referências para marcar encontros e já dominava a cidade que, inteligentemente, tem suas toda numerada.

E nada me alegrou tanto como estar em Williamsburg, que era um bairro que eu não tinha a menor vontade de sair de lá. Pois bem, assim como boa parte dos moradores de NY eu estava de quatro pelo bairro mais charmoso e descolado da cidade.

Obviamente os amigos que ficaram em Manhattan tiveram uma preguiça danada de ter que atravessar a ponte, que na verdade é feita de metrô e é uma estação apenas da ”ilha”. E eles perderam a chance de conhecer um dos lugares mais bacana pelo qual eu já passei na vida.

Há não muito tempo atrás Williamsburg não era o que é atualmente, que nasceu como um bairro industrial e foi um grande celeiro de imigrantes. Nos últimos 20 anos o lado Norte começou a receber vários artistas devido aos aluguéis baratos em espaços muito amplos, que outrora tinham sido fábricas. O bairro é repleto de lofts e foi em um deles que eu fiquei.

Após a invasão artística começaram a surgir galerias, cafés, bares, restaurantes e lojas. Hoje os aluguéis estão nas alturas, por todo canto se vê empreendimentos milionários sendo construídos, mas mesmo assim o bairro mantém seu charme.

Os melhores bares e festas que fui durante minha estadia em NY foi em Williamsburg onde é possível encontrar cerveja em um bar por US$ 2,00 (que com o tip vai para 3,00, mas ainda é um alívio quando não se paga menos de US$ 5,00 numa cerveja em qualquer bar em NY); jantar bem por US$ 20,00; ir nas block parties no final de semana durante a tarde; revirar o Beacon’s Closet, que é o brechó mais incrível de NY e onde arrematei um Ferragamo + 3 scarpins incríveis, além de vários casacos, vestidos e camisetas num gasto total de US$ 200,00; pegar algum show grátis (ou não) no McCarren Park Pool; ver gente mega-fashion a cada metro quadrado e ainda chance de cruzar com Agyness Deyn ou algum integrante do YYY, Larry Tee (que foi quem me hospedou) ou Rapture, que também moram lá.

Aliás, fui vizinha por alguns dias da Agyness, que mora no apartamento debaixo do que eu fiquei, mas não tive tal sorte de cruzar com a diva no elevador, mas entrei numa festa pequena em que não tinha valor de entrada e dei de cara com o Scottie B. tocando.

A minha dica é: se for a NY não deixe Williamsburg de fora do seu roteiro. Pegue o metro linha L e desça na estação Bedford e saia batendo perna. O blog Free Williamsburg é recheado de dicas bacana e se joga porque vale a pena. Se conseguir estadia por lá, sinta-se felizardo! Se quiser se sentir ainda mais em casa, fantasie-se de hipster caso ainda não seja um.

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