Posts Tagged ‘casamento’

The love is in the air

segunda-feira, setembro 6th, 2010

ola&eu

Na última sexta-feira (03/09) eu e o Ola resolvemos inovar.

Acordei passando mal e decidi que trabalharia em casa e depois iria ao Poupa Tempo fazer meu RG.

Enrolei-me de tal maneira, que melhorei sem perceber. Fomos almoçar num japa, tomar café, resolver coisas no banco, que consumiu meia hora nossa sem qualquer culpa. Quando saímos de lá, resolvemos resolver uma pendenga nossa: declarar nossa união estável para que o nosso país permita que o Ola more em paz comigo.

Essas idas e vindas à Polícia Federal já deu no saco. Ensaiamos fazer essa declaração várias vezes, mas acho que sempre rolou um medinho dessa decisão interferir psicologicamente na nossa relação. Bobagens. Uma declaração de união estável não é exatamente um casamento, mas você vai lá no cartório e assume assinando um papel que sua relação é séria.

Nãoo que a nossa não fosse, afinal moramos juntos há quase 2 anos entre idas e vindas do Ola para o Brasil.

Como para nós era mais resolver uma questão burocrática, não avisamos ninguém. Quando nos demos conta, estávamos diante de uma senhora à moda antiga no cartório nos declarando marido e mulher. Rimos, nos beijamos e quase fomos aplaudidos por uma pequena platéia.

No meu twitter, como eu falo pelos cotovelos, eu já tinha anunciado que estava no cartório casando com o Ola sem qualquer requinte e amigos à nossa volta.

Só nos demos conta do que tínhamos feito quando meu twitter começou a bombar com parabéns pelo casório. Foi aí que ambos transbordamos de emoção e decidimos assumir que, de alguma forma, estamos casados.

Foi uma comoção coletiva. De repente foi como se eu tivesse casado escondida e queria fazer surpresa. A verdade é que nada foi planejado. Falei com meu melhor amigo 15 minutos antes e sequer comentei, logo eu que não consigo esconder um segredo.

No final ganhamos até presente dos amigos, que com certeza tiveram que correr atras de algo só para não deixar passar batido.

Agora estamos nos sentindo casados, mas sequer conseguimos ter uma lua de mel. Acordamos no dia seguinte às pressas, depois de uma rápida brindada no Vegas com poucos amigos, nos olhamos, rimos e nos perguntamos “tá sentindo alguma coisa diferente?”.

Quem nos casou foram os amigos, os conhecidos e até alguns desconhecidos que me seguem no Twitter. Acabamos nos divertindo um bocado com a reação dos amigos proximos que ficaram chocados e, de alguma forma, se sentiram traídos por nao termos contado nada e muito menos convidado para nossa “cerimonia”, que teve uma escrivã como testemunha.

Claro que isso nos animou a querer uma festa, que para nós vai ser para celebrar nossa relação que fará 2 anos no proximo dia 14 e, de forma bem cafona eu digo: relação que so tem trazido alegria.

Agendem aí: dia 23 de outubro e ja vai pensando no modelito, porque queremos ver todos num traje de gala celebrando toda essa história com a gente.

street wedding

terça-feira, agosto 3rd, 2010

se você pensa em se casar, mas não quer cair no convencional, este é o casamento ideal.

Sutiã que ajuda a arrumar marido

quarta-feira, maio 13th, 2009

A Triumph lançou no Japão um sutião que tenta driblar a crise do casório. Os criadores do sutiã se inspiraram no best-seller ”The Times of Marriage-Hunting” do autor Toko Shirakawa. O livro fala sobre o declínio do casamento e o crescimento de pessoas entre 30 e 40 anos que estão solteiras e com dificuldades de arrumar um parceiro.

O sutiã-conceito se chama Marriage-Hunting Bra e ajuda as mulheres focadas em casemento a selecionar um marido, lembrando-as de quanto tempo elas se deram até todas as suas esperanças de atar os nós se acabem. O visor mostra o número de dias que ela selecionou como data de casamento ideal. O sutiã é prático e vem com um lugar para pôr a aliança e bolsos para uma caneta e um selo de cartório.

Para as que se animara, aí vai o balde de água fria: a peça não está à venda.

Via

Árvore virou moeda?

domingo, junho 22nd, 2008

A histeria em torno do aquecimento global está tomando proporções tão cansativas que logo mais a gente vai querer é que o mundo aqueça de uma vez e acabe com tudo só para dar cabo a essa lenga-lenga toda. Quer ajudar, feche a torneira ao escovar os dentes e lavar a louça, vá até o supermercado a pé (e leve sua eco-bag), separe o lixo reciclável, fale mais baixo, não buzine, qualquer iniciativa é válida. Mas tem que vir espontaneamente, não?

O deputado Manato (PDT-ES) acha que não. Ele apresentou à Câmara dos Deputados um projeto de lei que obriga as pessoas a plantarem árvores sempre que casam, compram carro ou constroem uma casa, entre outras atividades. Para se ter uma idéia, a lei prevê que cada um que pretenda por um anel no dedo deve plantar 10 árvores. Quem se divorcia, 25. Além de tudo, achei a proposta bastante prejudicial. O coitado que vai perder a casa, os filhos, o carro, o cavalo e o yacht para a esposa sanguessuga ainda tem que procurar um cantinho de terra para oferecer para um mundo injusto como esse? Mais fácil cortar os pulsos. Até porque não está nada fácil achar terra fértil em Sâo Paulo para uma, imagina 25!

Pense então o que aconteceria naqueles casamentos coletivos que fazem em estádios. Teria que mandar todo mundo para a Amazônia para plantar nas áreas desmatadas. E com quem não plantar, acontece o que? Vai preso junto com estupradores e pais-que-atiram-filhos-de-janelas? Ou vai arar as terras da Granja do Torto por um mês? Pior, o que acontece com quem não só não planta, mas corta fora as existentes? Muito nebuloso isso tudo.

Não sou nenhum tree-hugger, mas acho a iniciativa de se plantar por livre e espontânea vontade sim, deveria ser posta em prática. Nisso devemos louvar a idéia das revistas Trip e TPM, que no mês passado se uniram com a Adidas no projeto Adidas Grün (verde em alemão) e cada exemplar vendido vinha com uma simpática caixinha de fósforos recheada com seis sementinhas de guajuvira.

Brinde das revistas Trip e TPM no mês de maio

Eles explicam que esta é uma árvore que vinga facilmente, em qualquer lugar e em diferentes temperaturas, e convidam os leitores a tomarem uma atitude sem pagar por nenhum dano ao meio ambiente, just for the fun. Com a tiragem mensal da revista e a boa vontade dos leitores, 360 mil possíveis novas árvores podem aparecer.

PS: Vou retomar com força meu blog pessoal de arquitetura. www.rseefo.com.br passa lá [/jabá]