Posts Tagged ‘celular’

pimp my iPhone

segunda-feira, janeiro 18th, 2010
Numa parceria bem sucedida, a comunidade de design colaborativo Threadless junto com a Griffin, empresa que vende acessórios e periféricos para iPod e iPhone,  lançaram uma série limitada de cases para iPhone baseada nas estampas oferecidas nas camisetas da Threadless. Nada mais simples e natural, afinal, a gente vive na ERA DO TUNNING: num mundo com consumo cada vez mais padronizado, só a tal da customização salva – mesmo que seja a customização de massa. (OK, ANA LAURA, VAMOS PARANDO POR AÍ.)
Um case simples que mais uma vez reforça que uma boa ideia não é necessariamente mirabolante.
A gente não precisa ser AVATAR o tempo todo.

Threadless + Griffin = one awesome case! from Threadless.com on Vimeo.

Did you know? Fall 2009 edition

domingo, outubro 4th, 2009

Os dados estatísticos no vídeo abaixo não são novidades, mas sempre causam impacto, especialmente quando comparados com a “velha mídia”:

via

CRM existe nas operadoras de celular? Não na Vivo

quarta-feira, setembro 23rd, 2009

Eu sou cliente Vivo há mais ou menos 4 anos e tenho um gasto mensal que gira entre 200 e 400,00. Optei por adquirir um novo aparelho, um iPhone 3G – 8GB. Consultei o site da Vivo:

1) ao entrar na loja, efetuei a compra e segui adiante para saber o valor que o aparelho custaria para mim, a navegação não foi mais possível, pois o menu está sem clique.
2) no site há uma oferta para novos clientes, em que o aparelho com o mesmo plano que o meu custa R$ 849, porém como cliente, o mesmo aparelho no mesmo plano custa R$ 1.250. Obviamente só soube do valor porque entrei em contato com a “Central de Relacionamento”.

Expliquei ao atendente que gostaria de ter os mesmos benefícios que o cliente novo, pois mesmo gastando o citado acima, minha pontuação me dá um desconto irrisório. Ele tentou de todas as maneiras arrumar descontos, mas o máximo que chegou foi em R$ 1.100.

Citei que outra operadora entrou em contato comigo oferecendo o mesmo celular com um plano similar por R$ 799 e que para mim seria bem prático fazer a troca, afinal agora temos a portabilidade do número. E falei para ele que queria apenas que ele me respondesse o motivo da Vivo ter uma boa prática comercial para ganhar novos clientes, mas nenhuma política de vantagens para reter clientes. Claro que ele não soube responder e disse que me passaria para o supervisor.

Faz exatamente 35 minutos que estou aguardando o supervisor me atender, o que faz eu concluir que o supervisor falou: “Ah, deixa esperar aí, uma hora cansa e desliga”, pois aparentemente ele também não tem a resposta, senão já teria falado comigo.

Nem preciso dizer a indignação em relação a isso, afinal é desrespeitoso com o cliente e vai contra as campanhas que operadora de celular Vivo faz.

Claro que o mais fácil agora é desligar o telefone, ligar para a outra operadora e fazer a troca sem grandes traumas, até porque a Vivo não possui sinal na rua em que eu moro no Jardim Paulista. Isso também me faz questionar o porque estar com a Vivo há tanto tempo, sendo que ela não me atende completamente no que vende e o “serviço de relacionamento” não existe.

Sei que as operadoras de celular no Brasil não são muito diferentes entre si. Eu migrei da Tim para a Vivo porque a Vivo na época me oferecia condições melhores. Sabia do risco e cá estou sofrendo as consequências da minha traição (agora já são 40 minutos esperando, pelo menos a ligação é gratuita).

Bem, Claro aí vou eu….. pelo menos é a única operadora que funciona 100% no meu prédio.

Vivo fail.

O celular é antisocial?

quinta-feira, abril 16th, 2009

Li há um tempo atrás um ensaio na revista Época escrita pela Ruth de Aquino que ela discorre sobre a forma exagerada como nos relacionamos com nosso celular. Inclusive ela cita um romance do Philip Roth, Fantasma sai de cena, que depois de viver isolado nas montanhas por dez anos, ele chega a Nova York: “O que mais me surpreendeu foi a coisa mais óbvia – os telefones celulares. Na Manhattan de que eu me lembrava, as únicas pessoas que andavam pela Broadway aparentemente falando sozinhas eram os loucos. O que acontecera que agora havia tanto a dizer e com tanta urgência que não dava para esperar? (…) Alguma coisa que antes inibia as pessoas agora havia desaparecido, e por isso falar sem parar ao telefone se tornara preferível a caminhar pelas ruas sem estar sendo controlado por ninguém. (…) Para mim, isso tinha o efeito de fazer com que as ruas se tornassem cômicas, e as pessoas, ridículas. Havia também um lado trágico nisso. A anulação da experiência da separação. (…) Você sabe que pode ter acesso à outra pessoa a qualquer momento, e, se isso se torna impossível, você fica impaciente e zangado, como um deusinho idiota. (…) Tendo vivido parte da minha vida na era da cabine telefônica, cujas portas dobradiças podiam ser hermeticamente fechadas, impressionava-me aquela falta de privacidade. (…) Eu não conseguia compreender como alguém podia imaginar que levava uma vida humana falando ao telefone metade do tempo em que estava acordado”.

Quando li este texto na época, eu me vi bastante nele, pois eu passo boa parte do tempo olhando para o meu celular ou fazendo algo nele. Não necessariamente esperando ele tocar, porque não sou muito fã de falar ao telefone, mas para ver emails, twitter, meus feeds. Acabei refletindo e comecei a tentar deixa-lo um pouco mais de lado, pois notei muito facilmente o quanto alguém ao seu lado grudado no celular pode ser chato. Você está conversando com alguém que mal presta atenção nas suas palavras, pois está fazendo alguma coisa no celular. E não presta mesmo, por mais que diga o contrário.

Se você olhar a sua volta vai ver quantas pessoas estão no seu próprio mundinho mesmo ao lado de amigos. Acabo chegando a conclusão que o celular não conecta, mas disconecta. Torna o próximo em distante, o real em virtual. Nos transportamos para nossos pequenos aparelhos e nos trancamos como se ali fosse um meio seguro e muito mais interessante do que fora dele. Eu não sou muito diferente do perfil descrito, mas tive a sorte (ou azar, depende do ponto de vista) do meu smartphone dar pane e na pressa eu peguei um celular que a principal função é música, ou seja, pensar em utilizar a internet nele é algo quase impraticável. Percebi nestas duas semanas que estou com ele que tenho estado mais presente com as pessoas que estão comigo.

Não quero ir na contra-mão da tendência do celular, da publicidade que cada mais tem que pensar nele como um meio imprescindível, não quero voltar para trás, mas depois de uma boa auto-análise, eu quero me desconectar um pouco dele e curtir mais as pessoas que dividem minha atenção com ele. Deixar o celular para momentos mais solitários, quando ele me salva do tédio no trânsito, e urgentes.

Ontem meu namorado me enviou um vídeo de uma palestra dada pelo Renny Gleeson. Ele foi escolhido pelo Chris Anderson para dar uma palestra curta (3 minutos) durante o TED 2009. Ele fala sobre o perigo do celular e o quanto ele nos isola. E ele mostra isso de uma forma divertida, mas que faz muita gente se identificar.

Google Latitude

segunda-feira, fevereiro 9th, 2009

O Google lançou agora no início de fevereiro uma nova feature para o Google Maps chamada Google Latitude. Após instalado no seu celular – ainda não são todos os celulares que têm o serviço disponível, como o iPhone, veja a lista aqui -, você loga com suas credenciais do Google e é mostrado no mapa onde você está – pelo que li pode ser tanto por GPS quanto pela triangulação de antenas de celulares. Você pode a partir daí adicionar seus amigos, através da sua lista do Gmail ou incluir os e-mails separadamente. Com isso, você tem a localização de seus colegas e, pode, através da aplicação saber quais amigos estão perto de você, a qualquer momento.

Para os mais histéricos com privacidade, você pode ainda setar para que sua localização só seja publicada quando você quiser. E o serviço é integrado com o Gtalk que permite que você possa mudar seu avatar ou alterar sua mensagem de status diretamente do IM. E ainda, você pode ligar, mandar SMS, instant messenger ou e-mail pela própria aplicação – destes acho que só os dois últimos estão disponíveis no Brasil.

Eu testei agora a pouco em um N95, e eu achei o serviço muito bom, minha localização estava certinha e é bem fácil de usar. Eu não sei quanto a vocês, mas a minha cabeça está explodindo de idéias. Só falta comprar um celular decente.

E o iPhone?

quinta-feira, agosto 28th, 2008

Apesar de adorar gadgets e ter babado no iPhone na época em que ele foi lançado, de ter sonhado com ele por dias, de até ter tentado comprar, forças maiores fizeram com que eu não tivesse um. Hoje cá estou (quase)feliz com meu LG Viewty que eu ganhei no Safari Urbano e aguardando meu novo presente, que pelo que bem sei está prestes a aterrissar nas minhas mãos.

Ontem li que a Claro está cobrando R$ 100,00 para reservar o iPhone e alguns rumores de que o aparelho custe por volta de R$ 1.400, o que eu me nego a pagar por um aparelho celular. Nas minhas férias eu estive em NY e várias vezes passei pela Apple Store. Em todas as vezes que passei por lá, a fila para adquirir o iPhone era gigantesca. Como todos já sabem só dá para comprar o brinquedinho atrelado a um plano com uma operadora.

Neste mesmo período fiquei com um amigo a tiracolo, ou melhor dois: ele e o seu iPhone 3G (que ele gastou 4h numa fila para adquirir), que várias vezes nos salvou. Obviamente que passando uma semana com um iPhone 3G ao lado eu quase fui seduzida por ele, mas me fingi de morta e não me deixei abalar, porém eu vejo coisas como o iHologram aí e dou aquela balançada.


iHologram – iPhone application from David OReilly on Vimeo.

conforme comentário do Ricardo Lemke, o vídeo acima é apenas um conceito e não uma realidade e foi desmentido pelo seu próprio criador David O´Reilly

Dei-me conta de que eu tenho uma história de amor & ódio com o iPhone, porque me derreto por ele e ele não me dá a mínima, então eu tento me deixar ser seduzida por outro, mas que nem sempre consegue me pegar. Será que é assim com todos que não possuem um iPhone?