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SXSW 2012

quinta-feira, agosto 4th, 2011

Ontem abriram as incrições para o SXSW 2012. Eu acho incrível o tempo de antecedência e a procura frenética pelo evento, tanto que alguns hotéis centrais já tiveram reservas de quartos esgotados.

Algumas pessoas me pediram dicas de onde ficar, como ir, que pacote comprar, blá, blá, blá. Eu fui super marinheira de primeira viagem na última edição e ter algumas dicas fazem diferença. Eu penei com várias coisas, sofri de crise de ansiedade, perdi um monte de coisas imperdoáveis e me organizei de maneira indevida. E claro, muito porque eu, por mais que eu acompanhe o evento há anos (pela web, afinal é um dos eventos mais interativos do mundo), não tinha a menor ideia de como ele é de fato. E vou falar: para os que vão pela primeira vez, o evento surpreende (e assusta) sim.

Veja esse vídeo pra sentir um pouco o que é o SXSW:

Como eu me inscrevo?

Você precisa comprar uma badge, que é dividida em alguns formatos:

- platinum: para os animados que querem ir nas 3 áreas do evento: interatividade (5 dias), cinema (9 dias) e música (6 dias, mas na verdade são 5, porque o último é um pouco deprê)

- gold: interatividade & cinema – eu sinceramente acho que essa badge não vale a pena, pois a diferença de preço entre ela e a platinum não é gritante (US$ 200)

- e também é possível comprar apenas para cada uma das áreas: música, cinema e interatividade

Quando for comprar badge, dispense tudo que eles oferecem como extra. Só vale a pena mesmo a camiseta, afinal eu só vi gente perdendo jantar de boas vindas, evento não sei do que, enfim, tem tanta coisa rolando que não vale a pena pagar por nada extra. Desencana.

Por que ir?

Explicar o SXSW é uma tarefa árdua, pois participar dele é uma experiência diferente de tudo que você já viveu. Se existisse o planeta da música, seria o SXSW, pois música permeia todo o evento. A parte interativa não é muito diferente dos grandes eventos de tecnologia/interatividade que rolam no mundo, mas somente no formato, pois o conteúdo é abrangente além do inimaginável. Para quem gosta de analisar comportamento, tendências, trocar figurinhas com as pessoas mais interessantes do planeta, tem que ir no SXSW. Claro que o evento já está começando a inchar, mas ainda assim vale a pena a investida. Pode perguntar a qualquer um que já tenha ido e irá ouvir a mesma coisa “difícil explicar, só indo pra entender”.

Voltar do SXSW é voltar com uma mala cheia de novas referências e ideias, além de muitas reflexões sobre tudo, contatos e amigos novos. É o lugar que vale a pena ir, mas sim, tem filas pra quase tudo, muita gente, mas muita gente mesmo para todos os lados (já vai praticando a paciência oriental). Não é à toa que o evento ruma para os seus 26 anos de existência. E se for, fica de olho também na programação off, pois tem muita coisa interessante rolando.

Comprou a badge e aí?

Depois de comprada, sugiro acompanhar a evolução da programação, pois vale a pena pesquisar o conteúdo de forma detalhada para ter certeza de que não vai perder nada, especialmente cinema & música. Achei mais fácil decidir a programação de interatividade. A sugestão para interatividade é se prender a um assunto ao invés de vários (ex.: ver palestras focadas só em música ou jornalismo) e se surgirem espaços na sua programação, escolha aleatoriamente caso falte referência, pois podem rolar boas surpresas (ou decepções). As palestras principais geralmente valem a pena e são concorridas, por isso caso queira ver um keynote, opte por palestras/debates/entrevistas em salas próximas para não correr o risco de ficar de fora (ou ter que assistir num telão em salas anexas).

Os grandes nomes vão surgindo mais perto da chegada do festival, então não se atenha se as grandes bandas não vão. Na última vez o Foo Fighters só aparecia numa programação de cinema para lançarem o documentário, mas nem constava que a banda apareceria. Surpresa: a banda foi, falou e depois ainda fez um show num lugar pra 2.000 pessoas.

Onde ficar?

Todo mundo quer ficar no centro da cidade, onde o evento rola, porém são poucos hotéis e a maioria bem caros. O melhor lugar é na proximidade do Austin Convention Center, que fica em frente ao Hilton Downtown e na esquina do Courtyard Austin, ou seja, são os hoteis mais centrais. Depois tem o Hilton Garden (já esgotado), Residence Inn Austin, Extended StayAmerica Austin, Omni Austin, The Wicker Guest House, Intercontinental, Hampton Inn, Radisson Hotel, Hyatt, Hotel Vegas (um pouco mais longe, mas rola ir a pé ou bike-taxi), Sheraton. Esses são os possíveis de circular do hotel pros eventos a pé.

Por isso se quer comodidade, tem que correr. A maioria está fechado para o SXSW, ou seja, só rola fazer reserva se comprar a badge. Caso precise cancelar a hospedagem, a maioria cobra uma taxa de US$ 50.

Depois disso tem centenas de hotéis/moteis ao redor da cidade que necessitam de shuttle, que é possível comprar um pacote para todos os dias quando for adquirir o badge (inscrição). É possível encontrar opções bem baratas, mas vale dar uma pesquisada primeiro, pois tive amigo que acordou com a festa das baratas, afinal são, na maioria, hoteis à beira de estrada. O shuttle funciona até às 2h da matina, ou seja, esticou um pouco, vai ter que penar para achar um táxi. Claro que é possível alugar um carro, mas estacionar não é uma tarefa tão fácil e barata. De qualquer forma, se a lei é economizar, tente fechar um hotel mais distante (mas corra para pegar um não tão distante) e se prepare para a maratona, pois raramente você vai voltar para o hotel sem ser para dormir.

Como e quando ir?

A melhor opção se for viajar somente para o evento é ir via Houston. Caso queira dar uma esticada em algum outro canto, aproveite e vá pra New Orleans que é relativamente perto.

Prepare-se, porque na véspera o aeroporto de Austin mal comporta a quantidade de pessoas que chegam (são mais de 100.000 pessoas indo e vindo durante o evento, isso contando o oficial, pois tem também o evento não-oficial que acaba trazendo muitos jovens de cidades nos arredores de Austin). A fila do táxi é monstruosa e demorada, mas não tem como escapar, assim como a fila para pegar a badge.

Caso queira economizar um cadinho, chega no dia do início do festival, pois se perder algo, ainda vai ter muita coisa pra ver. Sem desespero!

Para quem vai pegar “Música”, adianto que o último dia não vale a pena, pois a programação praticamente não existe. Pouquíssimos bares abrem, a cidade já esvazia e é só programação “hangover party”. Ficar até segunda-feira vale menos a pena ainda, pois a cidade esvazia a tal ponto, que parece uma cidade fantasma. Tudo fecha e é difícil até encontrar lugares para comer.

Pré-evento

Como falei, vale super a pena mergulhar na programação e ir caçando coisas que valem a pena. Tem um monte de blogs mundo afora que fazem listas de tudo que consideram imperdível e sempre há boas dicas, afinal já é um bom filtro na maioria das vezes.

Para os sedentários recomenda-se começar a se exercitar desde já, pois é uma maratona que rola diariamente das 9 às 2h da matina e você sempre sofre quando perde coisas, mas aconselho a relaxar para não pirar, pois vai ser impossível ver tudo.

Caso você opte pelo platinum e queira ver o máximo de coisas possíveis, aproveita a hora do almoço para assistir um filme, pois há cinemas com restaurantes dentro da sala de projeção.

Austin

Ninguém precisa de muita coisa além da programação do evento, que sobra, mas para os que querem fazer comprinhas já fica a dica: Austin não tem H&M, mas tem Urban Outfitters (320 West 2nd Street Block 21) e algumas lojas ao redor. Fica fora da região onde rola o evento e é difícil conseguir táxi pra sair de lá, já vai com um número de táxi para ligar quando for pra lá. A melhor região para compras é a South Congress, principalmente se você está atrás de botas.

Eu sofri um bocado com a comida, afinal é Texas, ou seja, comida americana americana americana. Eu sofri do café da manhã ao jantar, pois não como nada como pimenta e o que tem de melhor por lá são os asiáticos, mas achar um prato que não tenha pimenta é uma façanha sem fim. Claro que tem burgers, churrascos texanos, mas comer carne todo dia não dá. Depois eu vou fazer a listinha dos poucos achados que fiz e me ajudou a sobreviver os 11 dias que fiquei na última vez.

Compre um chip pré-pago para o celular quando chegar por lá, pois ele vai ser bem útil por lá.

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Dá uma conferida no SXSW em 9 minutos feito pelo Gabriel Dietrich, meu amigo de fila que eu conheci na entrada de um dos shows que fui lá no SXSW11:


SXSW ’11 em 9 minutos from Gabriel Dietrich on Vimeo.

Um curta de vida longa

quinta-feira, agosto 5th, 2010

Rejected é um curta de animação do desenhista e diretor Don Hertzfeldt de 1999 que recebeu 27 prêmios no mundo, e foi inclusive indicado ao Oscar em 2000. Foi eleito o terceiro melhor curta da história pelo IMDB e foi o único curta mencionado pelo Salon.com como um dos filmes da década.

Eu vejo Cersibon, com Happy Tree Friends, com Bob Esponja, com aqueles desenhos bizarros da MTV, com um monte de cultura pop, tudo misturado numa experiência única. Enjoy.

ABSOLUT e ROJONOVA apresentam: I’m Here

terça-feira, julho 27th, 2010
convite I'm Here by Spike Jonze

convite I'm Here by Spike Jonze

Falei há um tempo atrás por aqui sobre o curta I’m Here, do Spike Jonze, que foi produzido pelo diretor em parceria com a ABSOLUT. O filme estreou em janeiro, no Sundance Festival, e conta a história de amor entre dois robôs que moram em Los Angeles.


Spike Jonze “I’m Here” from BLAST on Vimeo.

Agora o filme, que tem 30 minutos, aterrissa por aqui num cenário mais interativo e alinhado com o filme permitindo aos espectadores vivenciar a experiência reproduzida no filme pelo diretor. A ROJO®NOVA, que assina a mostra, explorou a tecnologia para dar mais emoção ao filme, prometendo ser algo que nunca foi visto antes numa sala de cinema.

Nessa quarta-feira, 28/07, o curta tem estréia para convidados no MIS, dentro da mostra de cultura contemporânea idealizada pela ROJO® e realizada no museu, que abriu no dia 1º de julho e vai até 15 de agosto de 2010, com várias coisas bacanas na programação, que inclui até show do Fuck Buttons, no dia 12 de agosto.

Na sexta-feira haverá 2 sessões abertas ao público, às 19h30 e 20h30, por R$ 10,00.

E eu tenho 1 par de convite para amanhã, que será fechado para convidados. Quem estiver afim de ir, comenta aí porque quer assistir “I’m Here”, que às 17h eu farei sorteio do comentário via random.org.

UPDATE: a ganhadora foi a Victória, a 12ª a comentar:

Captura de tela 2010-07-27 às 17.30.51
Veja a programação completa aqui, que tem várias coisas gratuitas e outras pagas, mas a preços bem acessíveis.

The Blues: A Depressão Pós-Avatar

quarta-feira, janeiro 13th, 2010

Depois do êxtase, a depressão. De acordo com uma máteria da CNN, uma grande quantidade de espectadores de Avatar estão experienciando uma espécie de depressão pós-filme. Num fórum do blockbuster na internet, pessoas relatam uma certa tristeza e – pasme – pensamentos suicidas – após conhecer o onírico e utópico mundo de Pandora. No tópico Ways to cope with the depression of the dream of Pandora being intangible” do Avatar Foruns, mais de 1000 pessoas participam, contando sua experiência, além de consolarem uns aos outros.

Para aplacar a dor de viver na Terra, fãs reportam que uma boa forma de driblar tais sentimentos é assistir novamente o filme, assim como jogar o videogame baseado no filme e ouvir a trilha sonora. Tecnologia com tecnologia se cura.

Será que o tratamento final vai ser o COSPLAY?

Para ler o artigo completo, clica aqui.

os 250 melhores filmes de todos os tempos

segunda-feira, outubro 5th, 2009

continuando a moda de todos ‘os melhores’ serem em versão mapa…o da vez é um deleite pros cinéfilos de plantão.

250 best movies mappara download do mapa, clique aqui.

“9 – A Salvação”, de Tim Burton

quinta-feira, setembro 17th, 2009

Está para estrear por aqui a nova animação de Tim Burton. Ele, que conquistou o coração de cinéfilos mais ranzinzas com sua Noiva Cadáver, agora trata do fim do mundo. Essa misturinha intrigante de “Guerra dos Mundos” e “Wall-E” conta a história de nove criaturas que, após o fim dos tempos, sobram sobre a face da Terra para entender o porque de sua existência e sobreviver aos ataques das máquinas-monstro.

A Alice de Tim Burton

segunda-feira, junho 22nd, 2009

Desde que descobri que o Tim Burton está fazendo seu Alice no Pais das Maravilhas fiquei super curiosa e procurando informações sobre o filme. Hoje o USA Today disponibilizou algumas imagens do Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter) e Rainha Branca (Anne Hathaway). Claro que tudo maravilhoso. O filme está previsto para março do ano que vem.

madhatter

redqueen

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(Mais fotos em alta aqui)

“Sinédoque, Nova York”, filme doidão e muito bom.

segunda-feira, maio 4th, 2009

sinedoque-nova-york-poster01

Se a gente procurar no dicionário a palavra surrealismo, acha algo mais ou menos assim: “movimento artístico nascido cerca de 1924, em França, que pretende não se interessar senão pelas manifestações do pensamento liberto de toda a preocupação lógica, artística ou moral.”

Nada melhor do que isso pra descrever “Sinédoque, Nova York”, filme escrito e dirigido pelo doidão americano Charlie Kaufman. O cara é bem conhecido e reconhecido como roteirista de filmes bacanas como “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança”, “Adaptação”, “Qeuro ser John Malkovich” pra citar alguns. Claro que algum desses você já viu então já sabe do que se trata, sempre mundo estranho, sempre coisas bizarras, enredos quase impossíveis mas roteiros brilhantes. Só que dessa vez, Kaufman não só escreveu como também dirige esse “Sinedoque, NY” e isso só mostra que tudo o que a gente via anteriormente que imaginava vir do cara, com esse filme a gente entende os porquês. Ou melhor dizendo, não entende porra nenhuma. Mas por isso mesmo a gente percebe quem é o cara, como ele chegou ali fazendo o que ele faz melhor, que é misturar a pseudo-realidade cinematográfica com sonhos e imaginação e todo um mundo não existente palpavelmente.

Vou tentar explicar o enredo do filme: Phillip Seymour Hoffman é um diretor de teatro casado com uma artista plástica, com uma filha pequena. Ao mesmo tempo que faz sucesso com sua carreira, seu casamento vai fracassando e a mulher e a filha se mudam pra Alemanha com a desculpa de uma exposição da mulher e por lá ficam. Ele ganha uma bolsa/patrocínio enorme e resolve montar uma peça contando o cotidiano… dele mesmo. Só que ele vai se perdendo no meio do caminho e a peça entra dentro de outra peça e os atores viram personagens reais que viram personagens da peça que precisam de outros atores para interpretá-los e assim Kaufman vai criando não um quebra-cabeças, mas quase que um rocambole de um atrás do outro atrás do outro atrás do outro.

Qaundo eu disse que tentaria explicar foi porquê não há condições de explicar mesmo. À medida que a vida do diretor de teatro vai se complicando, ele vai contando essa vida em sua peça que nunca fica pronta e seus personagens reais ganham contornos fctícios e por aí vai. Só que não nos esqueçamos que estamos assistindo um filme onde nada é real, certo, tudo é previamente ensaiado, filmado, montado etc. até chegar na sala de cinema pra assitirmos. E é assim que a gente se perde dentro do filme, ou melhor, que eu achei que tinha me perdido, porque ao chegar ao final do filme, percebi que…

Tá, não dá pra contar o que eu percebi, só dá pra dizer que o bode que eu senti durante a primeira hora do filme, foi na verdade um extremo desconforto causado pela estranheza do mundo peculiar desse doidão Kaufman. E dirigindo esse seu próprio roteiro, ao invés de entregá-lo nas mãos de algum diretor super competente americano, ele nos mostra que certas histórias devem ser contadas por quem as inventa numa primeira vez mesmo, e que depois pode ser recontada.

Tenho certeza que esse texto tá meio confuso, mas não poderia ser diferente pra falar de um filme escrito e dirigido por um cara que é descendente direto dos surrealistas clássicos. A única coisa que eu quero que fique clara é : não deixe de ver “Sinédoque, Nova York”.

Publicado com “Já Viu?”.

Como ter idéias por David Lynch

quinta-feira, abril 30th, 2009

David Lynch discorreu sobre como ele tem idéias e explica que as idéias estão por todos os lados vindo em nossa direção aos borbotões. O que ele faz é anotar as pequenas idéias que vão surgindo o tempo todo e depois ao juntar tudo, as idéias passam a ter mais sentido e ele então tem a idéia para um roteiro. Ele compara ter idéias com a pesca, que muitas vezes vem os peixes pequenos, mas que às vezes vem um maior e que esse maior pode ser parte de um todo ainda maior. A explicação dele deixa bem clara o porquê os filmes dele são o que são:

Via Rubbischcorp

Natalie Portman cria sua própria rede social

domingo, abril 26th, 2009

Li há pouco no Mashable que a atriz Natalie Portman se juntou com Christine Aylward e juntas criaram a rede social para amantes do cinema Making Of.

A rede está dividida em 4 seções: “Film now” sobre lançamentos, “The Valt” sobre filmes mais antigos, “Community” que ainda está fechada e “Winsdom from Insiders”, que é uma área de entrevistas com experts da indústria cinematográfica.

O Mashable fez uma análise bem detalhada da rede e, apesar de ser uma rede social, ela foi lançada sem esta “funcionalidade”, assim como também não é possível embedar os vídeos com entrevistas. Enfim, o conteúdo ainda é bem pequeno, como resume o Mashable ao concluir que eles ainda tem um longo caminho a percorrer em termos de conteúdo, comunidade e social media. O conteúdo pode melhorar com mais entrevistas, posts no blog e notícias, já social media é muito mais sobre compartilhar e engajar e como sabemos não é tão simples.

Vamos acompanhar para ver se a rede vai vingar mesmo ou vai virar apenas um portal de notícias de cinema com algum conteúdo exclusivo.

Abaixo assista um bate-papo com a Natalie Portman em que ela conta sobre o que a motivação por trás da rede:

Para saber mais sobre o MakingOf.