Posts Tagged ‘comportamento’

We all want to be young

quarta-feira, novembro 10th, 2010

I agree!! Filme feito pela Box1824 em cima de resultados de pesquisas nos últimos 5 anos. Confira, vale a pena:

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

Are Women As Horny As Men?

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010

Aquela velha discussão sobre homens, mulheres e o sexo: nós só pensamos naquilo? E elas?
A Last Picture fez um curta que satiriza o impasse.

[via @alelex]

Ecofriendly, Ecofail

quarta-feira, setembro 30th, 2009

Nunca me considerei exatamente uma ameaça ao meio ambiente. Ah, separo minhas latinhas das outras coisas, não jogo lixo na praia, e fico comovida de verdade olhando ursinhos polares bebês no Discovery agonizando porque a casinha deles está derretendo e tal. A consciência começou a apertar mais ultimamente. Iniciou-se a saga em um churrasco que organizei outro dia, no qual participarem um casal de homo sapiens ambientalicius (aquelas colegas que tem casa ecológica com energia solar e tudo mais) – que apontaram, desapontados, minha incauta escolha de talheres, copos e pratos: descartáveis.

Como tais convidados não eram exatamente íntimos, achei de bom tom não sugerir que eles limpassem os práticos utensílios e cinzeiros com a língua, fazendo o favor. Superior, iniciei uma ardente discussão sobre as dificuldades de ser ecofriendly na “vida real”. Essas nossas, moradores da cidade grande, cujo edifício não tem coleta seletiva, a máquina de café do escritório já sai com copinho e que não são legítimos proprietários de 50 conjuntos de pratos e talheres à disposição nos seus churrascos.

Comentaram-nos tais elucidados, que todos nós temos a responsabilidade por mudar as pequenas decisões do dia-a-dia e consumir de forma consciente, que o fardo da saúde do planeta está nas nossas costas. Ou seja, me chamaram basicamente de assassina de ursos polares bebês. Culpada, resolvi assumir um desafio: tentar por 7 dias uma vida Ecofriendly e relatar para eles minhas descobertas e incautos.


[Gostei do meu momento Globo Repórter. Posso até ver a chamada “E a seguir, a saga de uma garota normal da cidade de São Paulo. Quais as dificuldades atuais da vida ecologicamente correta? Como mudar seus hábitos em poucos dias? Veja após os comerciais”. ]

Compartilho com vocês também.

consumption

1º dia – Segunda-feira- 28/09
Um ser superior

Acordei empolgada com a idéia, que nem primeiro dia de regime que você come alface no café da manhã. Guardei a chave do carro. Que ônibus que nada, caminhada! Super ecológico. Foi divertido caminhar ao lado do parque Ibirapuera, nem tanto engolir fumaça na São Gabriel, mas o planeta merece. Logo descobri que demoro tanto chegando a pé quanto de carro, vejam só. Menos gasolina E calorias.

No escritório, minha primeira dose de café – achei uma caneca feia de empresa de seguros no armário. A descoberta de como tirar café da máquina, sem cair o copinho, deveria me dar direito a um diploma de engenharia (ei, eu não consigo instalar um DVD, mereço o mérito).

Passei o dia sem imprimir uma folha sequer. O relatório de 100 páginas revisei na tela mesmo. Demorou umas 2 horas a mais (damn emails, facebook e MSN), mas saiu. Em algum lugar do mundo, uma árvore sorriu.

Supermercado à noite. Desfilando com minha linda ecobag preta, de mais de um ano de idade e segundo dia de uso, olhei com ar superior para todos demais clientes consumidores de malignas sacolas de plástico.

Verduras orgânicas e xampu ecológico, que não é testado em animais. Na área de frios, solicitei para tirar a bandejinha de isopor. O moço me olhou com cara de cuméquié. Expliquei, pacientemente: - Veja bem, Sr. seu Zé, que isopor na natureza demora mais de 930 anos para se deteriorar, por isso é melhor não utilizarmos sempre que for possível. [Não, eu não sei quantos anos se deterioram isopores, mas achei um bom chute e o Sr. Seu Zé também achou, pareceu.] Coloquei o queijo e peito de peru bamboleando dentro do carrinho.

Dúvida surgiu na garrafa de água: PET deve estar errado. Acho até descobrir o que fazer, vou ter que tomar água ligeiramente amarelada da torneira de casa.

Nota mental ao chegar em casa: comprar uma ecobag cuja alça não estoure nas duas quadras caminhando de volta. Graças a deus, todos meus produtos amigos-de-bichinhos continuam intactos.

2º dia – Terça-feira – 29/09
Ecofail

Acordou chovendo. Juro que pensei em ir para Congonhas a pé. Observem que, apesar de eu estar colaborando com o meio ambiente, ele não está colaborando comigo. Fui de táxi.

E avião para o Rio.

Resultado: Sentimento de culpa equivalente a big mac, milk shake e bolo prestígio no segundo dia de regime.

3º dia – Quarta-feira – 30/09
Reenergizando

Sem desanimar, acordei com a brilhante idéia de neutralizar minhas emissões de carbono. Fui pesquisar  e calculei quanto custou ao planeta minha viagem ontem. Com uma árvore apenas consigo neutralizar não só minhas emissões, como mais 80 passageiros!

Vim de carro (coloquei na conta da árvore). Como um sinal divino, ali na R. Veneza do Jardim Europa. um caminhão de árvores com placa “Jabuticabeiras Produzindo”. R$ 25,00.

Sabe aqueles raciocínios que você pensa pela metade? Assim foi a compra da jabuticabeira produzindo. Pobre jabuticabeira, produzindo no meu porta-mala.

Alguma idéia onde enfiar uma jabuticabeira produzindo em SP?

(Obs 1: Algo me diz que perguntar na internet onde enfiar uma muda não gerará boas recomendações.

Obs 2: Continuarei oportunamente o relato da semana, incluindo o ainda incerto destino da muda de jabuticabeira produzindo. [Propaganda para você não trocar de canal. Quer mais Globo Repórter que isso?])

Relatório ‘Você Sabia?’ edição 4

terça-feira, setembro 22nd, 2009

Essa é mais uma daquelas vídeo-aulas que a gente acha pelos YouTubes e SlideShares da vida. Mas esse vale a pena. Bem completo, o vídeo – que foi produzido pela Shift Happens em parceria com o The Economist – consolida muito dos achismos da gente que fica de olho nas tendências de web e comportamento do usuário quanto aos meios de comunicação tradicionais e seus números, os digitais, convergência, as novas tendências…

É aquela história: “It’s easier than ever to reach a large audience, but harder than ever to REALLY CONNECT” — todo mundo hoje pode ter os seus 15 minutos de fama. Mas esses 15 minutos já não duram mais nem 15 minutos. Aparecer e impactar milhões não é mais tão difícil. O desafio hoje está em criar experiência, fidelização, seguidores.

O conteúdo é parte do Fórum Anual de Convergência de Mídia, que acontece em Nova York, em outubro.
Clique aqui se quiser ver o relatório Você Sabia em sua edição 2, de 2007.

[a dica foi do Daniel Perlin]

Mint

sexta-feira, julho 10th, 2009

Mais uma revista para a coleção: Mint, realizada por 26 estudantes de moda da Amsterdam Fashiont Instute. A revisa discute a relação entre comportamento e as roupas que as pessoas usam. A revista contém ilustrações lindíssimas, moda e histórias pessoais.

mint

Via

Como fingir que você é um verdadeiro nova-iorquino

segunda-feira, julho 6th, 2009

‘Tortura moderna’

sexta-feira, março 6th, 2009

Já que o assunto da noite, levantado pela Dani, é depilação, aproveito para rememorar uma crônica ótima, superdivertida, das conterrâneas Redatoras de Merda.

Abaixo, segue um trecho:

Tortura moderna
“Tenta sim. Vai ficar lindo.”
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às… deixa eu ver…13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.

(mais…)