Posts Tagged ‘cool’
animação só com logos
quinta-feira, março 4th, 2010ótima animação usando centenas de logos e com uma narrativa bem interessante.
(sem querer estragar o filme, mas já fazendo: sempre achei o ronald mc donald com cara de psicopata.)
Imagens para se inspirar
domingo, abril 26th, 2009Eu não me tornei uma designer ou fotógrafa por falta de competência, mas o olhar não me falta. Sou perfeccionista com estética, passo horas vendo sites de fotografia e design. Quem lê meu blog e me conhece está careca de saber disso.
Hoje me esbaldei com a lista que o blog Inspired (que, aliás, tem me inspirado diariamente) fez os 10 melhores redes de bookmarking de imagens para nos inspirar visualmente: Nizmlab, ffffound, PicoCool, we love typography, imgfav, wehearit, typeish, dropular, vi.sualize.us, yay! everyday.
Confira lá:
Cool é cu – divagações
quarta-feira, junho 18th, 2008Desculpe-me o título mal-criado. Não sou de falar palavrões (mentira). Ontem eu dei uma rápida passada no São Paulo Fashion Freak e posso falar? Preguiça. Claro que adoraria assistir desfiles, sentar na primeira fila para ganhar brinde, conhecer algumas pessoas geniais que ali estão. Mas só. O resto é preguiça.
Recentemente eu e o Larry (Tee) tricotamos horas sobre a “descolândia”. A conclusão foi que atualmente o povo cool (pelo menos que se acha cool) é cu. Ser blasé é algo que deveria estar em desuso. Ser chique é ser bacana. Ser cool é ser bacana. Andaram confundindo as coisas por aí (e faz tempo).
Pode ter toda uma teoria desfiada sobre o “carão”, mas está tão batido que perdeu a graça. Gosto dos excêntricos, mas os de verdade e estes são poucos. Todo mundo quer bancar o excêntrico, fazer tipo, fingir que é amigo de todo mundo, posar de simpático com quem interessa no momento, mas ser blasé com quem não serve mais. No fundo é uma insegurança que só anos de terapia pode dar jeito. É de bocejar.
Talvez algumas pessoas me achem parte dessa “descolândia”, mas eu gosto de tratar as pessoas bem. Claro que cometo meus deslizes, às vezes meu sarcasmo é confundido como “ser do mal”, mas a minha consciência sabe que não. Meu maior tesão em produzir festas é justamente para tentar fazer as pessoas se divertirem. Gosto de fazer o bem.
Ontem também estava conversando com um amigo enquanto ouvíamos músicas de doer os ouvidos. Aí ele disse “ah, sinto tantas saudades de quando só existia o vinil. Porque você tinha que pagar para ouvir e ouvia coisa boa de fato. Agora a gente ouve qualquer lixo o tempo inteiro”.
Claro que eu amo ter a liberdade de ouvir o que eu quiser e depois pagar pelo o que eu realmente acho que vale a pena. Mas o ponto não é esse. O ponto é que tudo é líquido. O amor é líquido, as relações são líquidas e até as músicas são líquidas. A banda de hoje é a esquecida de amanhã.
Aí vemos bandinhas meia-boca posando de fodonas, fazendo carão, contando vantagens para todos os cantos, blá, blá, blá. Preguiça. Ontem encontrei uma amiga querida. Ela tem uma banda bacana, faz um certo sucesso e tem batalhado bastante para conseguir seu espaço. E ela é uma das pessoas mais bacana que eu conheço. É acessível, conversa com todo mundo, é atenciosa. E não importa quem. E aí que isso faz eu achá-la chique.
Claro que nada disso vai mudar. O que está mudando é a minha percepção em relação as pessoas que estão à minha volta. Sou meio do interior, saca? Acho todo mundo legal e já saio confiando. Não dá para ser assim. Falo minhas bobagens, tiro sarro e o povo leva a sério, passa pra frente. Dá merda.
Na segunda eu estava chateada porque parece que uma FOFOCA vazou de dentro da minha casa numa roda de poucos amigos. Na verdade não era fofoca, era tiração de sarro que ganhou uma dimensão que me deixou chocada. Liguei para um dos meus anjinhos da guarda para chorar no ombro dele e a resposta foi:
- Por que você acha que estou sempre sorrindo e falando pouco?
É… para quem fala pelos cotovelos e não mede as palavras, eu sei que estou ferrada. Agora é acender velinhas para o meu santinho pedindo luz para eu perceber as pessoas que de fato valem a pena ter na minha vida.
Muito resumidamente o que falta nas pessoas é elas serem de verdades. Elas se transvestem em seres “modernos”, disfarçam sua insegurança e saem escalando o mundo passando por cima do que der. Algumas ainda estão na adolescência e a gente até entende a fase, mas e quem já passou dela há tempos?
E o mantra da vida agora vai ser: boca fechada não entra mosquito, boca fechada não entra mosquito, boca fechada não entra mosquito, boca fechada não entra mosquito…
Uma passagem só de ida para Berlin, por favor?















