O sol voltou a aparecer e isso dá aquela coceirinha de sair de casa. Já aviso: opções boas não faltam nessa semana e já começa amanhã e se estica até sábado. No domingo a gente dorme, se joga num brunch e vai visitar a exposição “Vertigem”, dos Os Gemeos, na Faap.
Nessa terça-feira rola a festa CREW, que faz sua última edição no D-Edge já com um dos novos residentes, o I’m the Machine, que abre a noite com um som recheado de electro-funk. A partir de novembro a Crew junta-se com a Bang! e estréiam a nova festa Whoa! Amanhã tocam Killer on the Dancefloor, Database, Tchiello K., Fabrizio Martinelli, Gorky, Fabilipo e Roots Rock Revolution. Eu dessa vez fico só na produção. A lista é de R$ 15,00 e mulher até 1h não paga. Email para listacrew@gmail.com. Aproveitando, vale lembrar que o concurso para eleger o novo dj residente da Crew está aberto para inscrições até 20 de novembro. Corre lá.
A boa da vez é que na quarta-feira, eu e a Ana Laura (aka DJ Mulher) voltamos com a #lab, que é nossa noite de experimentações e sempre apresenta um tema diferente. Dessa vez resolvemos deixar a noite mais divertida e bolamos um bingo dançante, afinal quem não curte um joguinho. A parte boa é que não precisa pagar nem para entrar no bingo e nem para jogar, mas claro, prêmios vão rolar, incluindo um final de semana com direito a acompanhante na Pousada Finca Espírito Santo, que já falei por aqui. O bingo vai rolar no Bar Volt a partir das 21h. Entrada gratuita. É só chegar chegando e recomendamos que cheguem cedo para pegar uma mesa, desgustar as deliciosas comidinhas e drinks, além de jogar bingo depois confortavelmente.
E no sábado, dia 31 de outubro, é Halloween e armamos uma festona lá no Glória para comemorar a data e o aniversário do Squeak E. Clean ( o NA de NASA ). Quem entrar no clima da data será mais que bem-vindo, afinal é Halloween!!! O line-up vai ser o Squeak & Zegon, Killer on the Dancefloor (live) e o I’m the Machine. A lista ai ser de R$ 20,00 – festaavolta@gmail.com.
Todo mundo arrumando energia e comparecendo nas festas.
Como todo mundo sabe, a festa CREW é a que mais tem djs residentes e sempre recebemos emails perguntando como faz para fazer parte do grupo.
Atualmente os residentes são: Killer on the Dancefloor, Database, Roots Rock Revolution, Gorky, Fabrizio Martinelli, Tchiello K., Fabilipo, Lalai, I’m the Machine e Zegon, que virou um residente honorário, já que ele tem estado mais do outro lado do oceano do que do lado de cá.
Resolvemos abrir nossas portas a um novo residente e tentar ser o mais democrático possível, mas claro, respeitando o estilo musical da festa.
Para se inscrever é bem fácil: basta entrar para o nosso grupo no Soundcloud, publicar um set lá e enviar por email um press-release sobre o trabalho, onde já tocou e o que mais achar interessante e relevante nos contar, além de foto e links.
As inscrições serão aceitas até o dia 20 de novembro e o novo residente será anunciado na nossa festa de 2 anos (parte III), que rola no dia 28 de novembro no Glória com o Toxic Avenger, que é quem vai anunciar o nosso novo DJ.
A votação será feita pelos residentes da festa e teremos um voto popular, que será contado a partir do set que tiver mais votos no soundcloud.
Podem participar djs/produtores de qualquer lugar do Brasil e, caso tenha a data disponível, o novo residente poderá estrear na nossa festa de natal, que acontece pós-ceia. Caso não seja de SP, pagaremos todas as despesas para que venha tocar nessa edição.
No próximo sábado a Crew dá início às suas comemorações de 2 anos e se prepara para uma grande mudança a partir de 2010. Para essa edição nós nos juntamos com a Axe MusicStar, que tem a campanha do Mr. Pimpa cantando Da King, para produzir a festa. O nosso super convidado é o Turbo Trio, que faz um show pela primeira vez na Crew.
Uma das coisas legais é que os produtores Sexistalk, Killer on the Dancefloor, Roots Rock Revolution e Database fizeram um remix especial para a música “Da King”, tema da campanha da Axe MusicStar e os remixes serão lançados oficialmente na festa no sábado, mas você já pode ouvi-lo aqui:
Sabe o twitter? Sabe como ele te rouba minutos, horas e dias inteiros de produtividade, porque você não pode perder aquela piadinha irônica saborosa sobre os últimos acontecimentos, as discussões inflamadas sobre o filme cult do diretor mais cult ainda, ou ainda aquela última novidade daquela grife-desejo? Agora imagina se você tivesse isso tudo reunido em uma revista, que você pode ler e reler na hora que quiser, sem atrapalhar nenhuma outra atividade, e o mais incrível, de graça! Imagina?
Pois as oportunidades sempre passam debaixo de nossos narizes e a gente deixa passar sem se dar conta. Saindo da última Crew, umas dessas atravessou meu caminho e sem querer eu agarrei. No caixa, na hora de pagar, havia uma pilha de revistas de distribuição gratuita, com uma capa bem sem graça, e eu na hora pensei que seria mais uma daquelas publicações indies desprovida de conteúdo, inovação ou relevância. Engano meu. Alguma coisa me fez enrolar uma e jogar em algum canto da casa, para dar uma folheada despretensiosa no bode do domingão.
Para minha surpresa, eu li a revista de-ca-bo-a-ra-bo, e me diveti pencas! A Onze é uma publicação da Editora Finaflor, que tem onze cadernos de assuntos diversos, escrita por gente que a gente segue no Twitter e conversa na balada, com clima de bate-papo, conteúdo de jornal e humor de primeiríssima. Essa primeira edição, com tiragem de 22mil exemplares e distribuição gratuita traz Fernanda Lima na capa do fim, já que a do começo é preta e sugere que você monte a que mais te agrada.
A sessão ‘crítica’ é uma das mais divertidas. São atribuídas zero a cinco latinhas de cerveja para aprovar (ou gongar) simplesmente qualquer coisa: filmes, músicas, livros, pessoas, baladas, semáforos, sapatos, etc. Sobre o semáforo da Rua Augusta com a Oscar Freire, por exemplo, dizem: ‘Todo mundo fala no celular dando abaninhos discretos para sabe-se lá quem. Quando chega no semáforo, nada anda mas ninguém buzina. Elegância. Educação.’ Uma latinha apenas.
Na parte dedicada a ‘consumo’, nada de bolsinhas caras de marcas francesas nem casacos da avó de brechó descolex. Entre celulares, geladeiras, tênis e máscaras para dormir, pérolas como:
- Cigarrinho de artista: recomendado para o tratamento de algumas doenças. De R$1 a R$3 a grama.
- Dramin B6: serve para dor de estômago, mas é bom mesmo para, em noites de insônia, fazer dormir. Em média R$6.
E por ai vai.
Tem discussão sobre o desperdício de sacolas plásticas, entrevista com a garota da capa, a morte da TV aberta, guia para baixar torrents, a briga entre Valmir e Josy depois do sucesso, Bette Davis em A Malvada, e todo tipo de assunto que você possa imaginar. Todas as matérias são interessantes, porque nenhuma quer se levar 100% a sério. Até os agradecimentos são graciosos. Para mim, a única coisa que falta agora é uma assinatura anual. Gratuita, claro.
PS: Infelizmente não pude linkar a revista, porque o site tem o acesso proibido. Talvez você tenha que ser amigo dos roteiristas para entrar…. Então eu linko a entrevista deles com o Felipe Morosini do Feio na Foto.
Em um mundo em que empresas se fundem, pessoas selam parcerias, eu nao podia ficar de fora.
Tenho a honra de apresentar meu primeiro FEATURED MIXTAPE (amo essas coisas de FEATURING gente). Nessas PEGADINHAS que a vida (e a INTERNET) armam pra gente, acabei conhecendo os meninos do Pristine Blusters, esse power-trio eletronico mezzo carioca mezzo paulista que anda chamando a atençao de muito gente la de fora, com seus remixes noisy-rebolativos.
Na nossa mixtape de estréia, entitulada “SUADERO” – o que quer que isso seja (acho que é um CORTE DE CARNE BOVINA NO MEXICO) – a gente pretende colocar suas GLANDULAS SUDORIPARAS para trabalhar e fazer voce dançar como se nao houvesse amanha.
A gente brincou com o SOM TIPO EXPORTAÇAO brasileiro – nosso saudoso funk carioca – misturando MC Gringo com Matt & Kim, We Are Rockstars, Killers on the Dancefloor, Bloodshake entre outras cositas.
Alias, essa mixtape é um excelente aquecimento pra proxima Crew, nesse sabado, no Gloria, com a participaçao especial de Chernobyl.
Espero que voces se divirtam da mesma maneira que a gente se divertiu fazendo. : )
Nessa terça-feira rola a festa Crew no D-Edge e o Club Soda (Bang!) é nosso convidado especial da noite. Lista amiga R$ 15 – festacrew@gmail.com e mulher até à 1h não paga caso esteja na lista.
O Madame Satã marcou a vida de muita gente. Para muitos, o Madame serviu como a primeira balada, a descoberta de novas músicas quando a Internet ainda era uma idéia distante, afinal são 25 anos de história. Eu mesma fui uma que tive o Madame como uma das minhas primeiras baladas, especialmente na minha fase gótica (é, eu fui gótica, ponto).
O Madame marcou também o início da carreira de muita gente. Para quem não sabe, bandas como Titãs, Biquini Cavadão, Ira! fizeram seus primeiros shows na casa. DJs como Mau Mau, Renato Lopes e Maga também iniciaram suas carreiras por lá. Não é àtoa que o Madame resolveu juntar todo mundo que marcou história e fazer um grande festival para comemorar esses 25 anos de existência.
O fato em si é uma grande ousadia, afinal 2009 está sendo um ano marcado pela crise e festivais desaparecendo de nossos calendários, o que fortalece o MadameFest como um dos grandes eventos do ano, que traz atrações de peso.
Logo que começaram a fazer o line-up, o pessoal da Revista Goma e o Maurício, o cara responsável por essa cena que incendiou os anos 80 e 90 em São Paulo, convidaram a Crew para fazer parte dessa grande festa. Para nós foi uma surpresa inicial, mas logo nos deparamos com algo que tinha tudo a ver, afinal o público da Crew reúne não só quem curte música eletrônica, mas também pessoas que gostam de rock e outras vertentes musicais. Sentamos, discutimos atrações e até tivemos certa dificuldade de encontrar os artistas que a Crew sonha em trazer para tocar aqui, pois agosto é justamente alta temporada dos festivais lá fora, mas conseguimos um line-up impecável com 3 nomes que faziam parte da nossa listinha “temos que trazer”.
O festival rola no dia 15 de agosto, sabadão, num lugar inusitado, que é um castelo construído em Mauá e que tem servido para abrigar casamentos, o Monte Castelo Eventos. A festa vai das 19 às 6h da matina e para facilitar a vida de todos, inclusive no quesito bebida, ônibus sairão da estação de metrô Barra Funda dividido em duas modalidades: normal e um busão open-bar para o pessoal ir curtindo um warm-up e não se preocupar com bebida x direção (pelamor, né?).
A Crew terá uma tenda especial com os residentes Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Rebel DJs, Sexistalk, Tchiello K., Fabrizio Martinelli, Gorky e os convidados são nada mais, nada menos que L.A. Riots, D.I.M. e Villains.
Crew
No festival também tocam Zombie Nation, New Model Army, Len Faki, Slam, Ramon Tapia e obviamente Renato Lopes, Mau Mau, Magal, Spavieri entre outros nomes.
Os ingressos já estão à venda e o segundo lote, que se encerra hoje, custa R$ 120,00 e pode ser pago em 3x no cartão de crédito e comprado online. Para quem anda reclamando que o custo está alto, basta lembrar que djs de peso quando tocam em São Paulo chegam a ter ingressos vendidos pelo mesmo preço. Vale a pena!!! Para quem quiser, tem também camarote com open bar. Dá uma olhada aqui para saber todas as infos.
No último sábado realizei uma vontade gigante, que foi ter o TREASURE FINGERS tocando ao vivo na Crew. Sinceramente eu não sabia muito o que esperar, mas o cara chacoalhou a pista e deixou claro que é foda. O set teve uma boa pegada de house music e a técnica dele é impecável. Claro que ao tocar “Cross the Dancefloor”, a pista veio abaixo.
Foi, com certeza, um dos melhores convidados que a Crew teve até o momento, além dele ser um baita cara fofo. Deu até vontade de agitar uma nova data para daqui alguns meses, porque esse vale a pena rever.
Sempre que cogito em trazer algum artista, eu pesquiso com os amigos para saber se alguém já viu ao vivo. Já aconteceu de eu desistir de certas escolhas após ouvir algumas críticas. Quando citei o Treasure Fingers, muita gente falou bem, então não titubeei na hora de agendá-lo e foi tiro certeiro.
by Vitor Pavão
Confira as fotos da festa aqui e ouça o set Winter 2008, que ele disponibilizou há algum tempo na rede:
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Maio foi um dos meses mais puxados da minha vida. Trabalhei, dormi pouco, me estressei, mas fiz coisas legais. Uma das mais bacanas foi o Festival de Música Casa de Criadores, mesmo que ainda tenha sofrido alguns problemas técnicos no último dia, que cortou o show da banda Subburbia no final da terceira música. Devido a esse problema, Subburbia tocará na edição de novembro.
As bandas que tocaram foram: The Cleaners, Nikita,Plano Próximo, Dark Disko Republik, The Junkie Dogs e Subburbia. Felizmente todas superaram as expectativas que eu tinha em relação a elas e fizeram shows fantásticos, dançantes. Entre as boas surpresas, acho que The Cleaners foi a maior delas, mas seria injusto não comentar a ótima performance da Nikita, que dominou o público rapidamente, dançou, brincou e provocou a quem a assistia. No final eu gostei mesmo de todas as bandas e todo mundo que viu os shows, comentou sobre as boas escolhas.
E ontem foi a despedida na Crew, que infelizmente não teve o Toxic Avenger, mas que será reagendado para o próximo semestre. A festa foi incrível também. Aliás, o Sexistalk é de fato uma ótima promessa musical. A dupla detona! Foi a merecida despedida depois de tanto trabalho, com direito a uma festa surpresa na minha casa antes de seguir para o Glória com bolo feito pelo Renato.
Agora aqui estou na sala de embarque contando os minutos para rever dois grandes amigos e claro, meu namorildo Ola. Paris é uma das minhas cidades favoritas e a melhor notícia da semana foi que Calvin Harris toca exatamente no dia do meu aniversário em uma festa no Social Club.
Enquanto isso, confira as fotos do Vitor para a Casa de Criadores e nosso blog oficial do evento.
O dj Zegon é um dos caras mais queridos do cenário brasileiro de música em geral. Já foi dj do Planet Hemp, é um dos maiores djs de hip hop daqui, toca na Crew com sets absurdos de mashups inacreditáveis e hoje em dia fica viajando o tempo todo com seu projeto N.A.S.A. (North America South America) em parceria com o dj americano Squeak E. Clean. Aqui vai uma conversa rápida com o cara, onde eu peço pra ele contar como tá sendo essa explosão, já que eles tocaram dias atrás no Coachella, festival americano considerado o mais importante hoje no mundo. E também falamos do seu álbum “Spirit Of Apollo” e de como os “milhares” de convidados tocaram e cantaram com o N.A.S.A.
Começando do fim, como é tocar no maior e mais prestigiado festival de música do momento, o Coachella?
O Coachella pra qualquer Banda/DJ é um dos principais festivais do mundo e termômetro para um artista. Com certeza o maior e mais conceituado festival nos EUA. É uma grande realização, mas para mim pode parecer loucura, mas gosto mais da vibe de clube do que de festivais, curto o público perto dos toca-discos .
Os monstros, as bailarinas e principlamente os vídeos nos seus shows são únicos, em apresentações de artistas do mesmo calibre que vocês. O quanto isso faz diferença pra quem assiste? Qual o retorno que vocês têm disso?
Um ponto que sempre tive como DJ era de não ser mais um, de me diferenciar. E com o NASA não é diferente, a gente arma o circo, e o palco vira uma festa, como a cabine da CREW. Acho que por causa do disco a expectativa em cima da gente é grande, as pessoas às vezes acham que sempre vamos trazer todos convidados que tivemos no disco, e rola uma cobrança mesmo. Tocar com vídeo é uma viagem à parte, manipular e fazer scratch com imagens é muito divertido pra gente e acho que para o público também. Nosso “Circo Intergalático” tem dado o que falar. Teve um caso de tocarmos em um festival na Europa, antes de algum DJ (medalhão) com bem mais nome do que a gente, e quando ele entrou (só tocando com toca-discos) o público não se empolgou como no nosso show. Nossas marcianas fazem o maior sucesso. Alguém viu que o próprio Cobra Snake roubou nossa ideia? Ele tá fazendo uma série de festas “Star Trek” usando dançarinas verdes, com biquinis prateados, exatamente como as nossas, mas acho isso legal, ser copiado é um ótimo sinal.
Um festival desses com tanta gente diferente tocando, como é o “normal” hoje em dia de misturas, o público é diferente do que vocês estão acotumados a ter em clubes? E como é a recepção desse povo “diferente” e novo pra vocês?
Eu acho que tanto eu quanto o Squeak e Clean somos DJ’s ecléticos e sempre preparamos o set de acordo com a ocasião. É ótimo atingir novos públicos e às vezes esse público que está vendo pela primeira vez se empolga mais que o tradicional publico hipster/electro. Tem também o público do hip hop que, muitas vezes pelo disco do N.A.S.A. ser basicamente um disco de rap (com fusões,mas rap) espera ouvir isso, e acaba dando de cara com algo inusitado para ele. Muitas vezes alguns caras bem do rap mesmo chegam para mim e falam “cara você me fez dançar techno pela primeira vez !!!” Engraçado que não tocamos Techno, mas os mash-ups com Hip Hop/Electro, B-more, Rock, etc. fazem os públicos diferentes se unirem.
Tocar num festival que tem show do Paul MacCartney faz diferença? Dá pra encontrar o cara e tirar uma foto com o Beatle?
Hehehe… Não, o Paul nem circulou entre os mortais, eu até tentei, mas não dá para chegar perto dele, nem do Michael Jackson….
O quanto tocar no Coachella traz de “dividendos” pra uma banda como o N.A.S.A.?
Traz bons dividendos. Não estamos milionários, mas quase, hehehe… brincadeira. Tocar no Coachella abriu porta para outros muitos festivais que estávamos para confirmar, como Summersonic (Japão), Wireless (UK), Montreaux (Suiça) e outros. Gastamos todo o cachê e mais ainda na produção, mas valeu a pena…
Sair na capa da URB faz muita diferença também, na lista de promessas de 2009?
Sempre fui fã da URB, compro a revista e estar na capa ajuda a subir o passe, melhora bem os cachês, abre muitas portas. Também saímos na capa da Bounce (Japão) e o disco disparou de vendas por lá: divulgação nunca é demais.
O quanto isso tudo que tá acontecendo agora vai deixar o Dj Zegon mais longe ainda da Crew esse ano?
Puts, vai deixar bastante longe infelizmente. Nesse semestre acho que só toco num sábado, talvez em junho. Passei menos de 30 dias esse ano em SP, fizemos Europa em fevereiro, EUA, Canada e China em março e agora em abril EUA (Coachella) e Mexico (que medo!!!) e em 2 semanas já saio para Japão e Austrália e julho Europa de novo, agosto Japão e EUA de novo e por aí vai.
Quando vai ter o show do N.A.S.A. na Crew?
Estamos planejando Outubro para Tour na América do Sul com parada obrigatória na Crew, talvez na festa de aniversario, certo?
O casting que vocês têm de convidados no álbum é invejável. Como vocês chegaram nos principais deles? Quem ficou de fora que vocês queriam e não conseguiram?
E o casting do disco parece de mentira, né? Bom foram mais de 5 anos de paciência, correria, bons contatos, milhares de ligações e emails e por incrível que pareça alguns deles com Kanye West , David Byrne, Tom Waits, Karen O. , M.I.A., Santigold , eram todos ou ficaram amigos, não foram tão difíceis. No disco a gente tentou todo mundo que você possa imaginar como Bjork, James Brown, David Bowie, sem medo, pois o pior que pode acontecer é ouvir um não. Chegamos a falar com o James Brown diretamente, mas ele estava sempre em tour até a semana que faleceu…
E hoje a noite na Crew? O que vai ter de surpresa?
Tenho algumas surpresas, com alguns remixes secretos que fiz pro N.A.S.A. e também uma aberura que fiz em homenagem ao México, de onde cheguei ontém e onde a situação está preta. Também vou tocar um pouco do “the best of” dos meus sets no Crew, não só novidades …
***
Então hoje, dia 28 de abril, a partir das 23h59 tem a CREW no D-Edge com o Dj Zegon, REBEL! djs, Fabrizio Martinelli, Killer On The Dance Floor, Database, Roots Rock Revolution e Tchiello K.
Pra ver dj Zegon tocar hoje à noite na D-Edge e entrar na lista amiga, só mandar um email pra festacrew@gmail.com até às 18h. O valor é R$ 15,00 e mulher não paga até a 1h.
Nesse vídeo, um pouco de mash-up ao vivo do N.A.S.A. com Beastie Boys, Fake Blood e os monstrinhos:
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.