Posts Tagged ‘daft punk’

The Third Twins é Daft Punk?

terça-feira, março 1st, 2011

Postei aqui o vídeo do Daft Punk, que peguei no canal oficial deles no youtube, com a música do comercial que vão estrelar para a Coca-Cola.

Hoje um amigo me alertou que o The Third Twins (aka TTT), que muita gente já especulou se era o Daft Punk, publicou um vídeo com a mesma música, Your Brain is Pure, inclusive já tem até vídeo com remix da música e também já tem a música liberada para download com 320kbps.

Aparentemente são os caras ou uma grande jogada de marketing vindo por aí. Who knows?

Claro que já tem mais um monte de gente especulando sobre os mesmos vídeos, inclusive um teaser (fake?) da propaganda da Coca-Cola trazendo os nomes Daft Punk & The Third Twins.

Se a música foi produzida em conjunto, faltou explicar… eu sou meio burra, pô!

Daft Punk e Coca-Cola

segunda-feira, fevereiro 28th, 2011

A Coca-Cola lança nova campanha estrelada pelo Daft Punk, que ganha também garrafa em edição limitada inspirada na dupla, o Daftcoke, que aparentemente vai trazer boas surpresas por aí:

As garrafinhas serão vendidas numa caixa para colecionadores na Colette no final de março.

Enquanto isso dá para ter uma prévia da música feita para o comercial:

via

Daft Punk: Derezzed

quarta-feira, dezembro 8th, 2010

Todo mundo comentou sobre o esperado clipe de Derezzed, a música mais legal da trilha de Tron. E claro, mesmo com atraso, não dá para deixar passar batido, né? Se ainda não viu, clique no play, aumente o som e deleite-se:


Daft Punk – Derezzed – Official Clip from iSuitUp on Vimeo.

Adidas, Daft Punk e Star Wars

sexta-feira, junho 18th, 2010

A nova campanha para a Adidas Originals é recheada de estrelas que incluem Daft Punk, Snoop Dogg, Stone Roses’s Ian Brown, Ciara, Noel Gallagher e David Beckham, que vão a uma cantina assistir a Copa do Mundo na Cantina do Star Wars. O vídeo que entrou no ar no último dia 04 de junho, já tem 3.402.482. O vídeo é sensacional, mas depois dizem que viral é baratinho…

Tocando com laptop

sexta-feira, agosto 21st, 2009

Uma grande discussão que rola é sobre live, pois o que é um live? Acho bem fácil definir: é tocar a música ao vivo. Aí pode fazer uma listinha de artistas que vale a pena questionar se eles realmente fazem live ou não. Saiu um artigo bem interessante na revista Fast Company questionando como fazer interessante a apresentação com computador (para não ter que discutir se o cara está fazendo ou não um live).

Se o artista está tocando numa festa, isso não afeta de maneira alguma a apresentação dele caso o som seja de sacudir os ossos. Agora pensa num palco grande com o cara lá no meio com uma mesinha na frente. O que faz ser interessante? A revista cita três bons exemplos: Justice, Simian Mobile Disco e Daft Punk, que se apresentam em festivais e tem como suporte um grande apelo visual, que é o que torna o show mais interessante. E para essa lista podemos trazer vários outros nomes que usam e abusam desse artifício. Daft Punk ao vivo eu não sei o que mais me chamou atenção: ouvi-los tocando ali minhas músicas favoritas ou aquela pirâmide monstruosa e uma iluminação surreal.

Mas claro, para isso é necessário uma boa grana extra, afinal conceber tal arte não sai barato. Na minha festa Crash, em que fazemos uma projeção diferenciada, o aluguel de equipamento sai mais caro que o cachê de um bom dj.

A Fast Company comenta sobre o artista Nosaj Thing, que faz um som bem experimental, que nem sempre é o mais fácil de assistir. Para fazer seu show ser mais interessante, ele se juntou a dois artistas, Adam Guzman e Julia Tsao, que fazem a concepção visual e projetam ao vivo durante o show e com um budget bem inferior aos grandes que citei ali em cima. Viva os vjs, que por aqui ainda não são valorizados como deveriam.

Assista a um trecho do show:

Nosaj Thing Visual Show Compilation Test Shoot from Adam Guzman on Vimeo.

França e eu, eu e França

quinta-feira, julho 30th, 2009

Eu amo a França. Ponto. Sou fã da literatura, do cinema, da filosofia, do teatro, da música, da moda e amo o país. Resisti em admitir que a França é um dos meus países favoritos. Ponto. Admiti.

Esse ano meu plano era passar meu aniversário em Berlim, que é uma das minhas cidades favoritas no mundo e adoraria voltar lá no verão, mas quando vi, eu estava marcando minha passagem para 10 dias em Paris. Eu vou, eu volto, eu vou. Paris é a cidade que eu queria estar sempre. Adoro Londres, mas Paris é quem me derrete. Eu entendo a cidade, tenho meus cantos favoritos e quase suporto o mau humor dos franceses. Não é a toa que eu tenho uma única tatuagem e essa seja em francês. Poesia. Rimbaud. Poucas palavras resumindo o que sou.

eu&rimbaud

Meu apartamento atualmente tem referências francesas em todos os cantos. Não é pretensão. É paixão. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que eu pisei em solo francês. Não foi em Paris. Foi numa pequena estação no sul do país, em que eu saí do trem e bem caipiramente fiquei pulando e gritando para a minha amiga: ESTOU NA FRANÇA! Bem caipira mesmo.

A primeira cidade em que me estabeleci na França foi Nice. Depois disso passei por pequenas cidades e claro, várias vezes por Paris. Cada vez (não foram tantas, ok?) que vou à Europa, Paris é minha parada obrigatória e é sempre onde gasto mais tempo. Apenas por um motivo. Eu amo estar em Paris. Por isso sou adepta do ano da França no Brasil e tenho feito disso meu evento particular. Fiz a festa “ano da França na Lalai”, em que quase 40% dos presentes eram franceses. Tenho alugado diariamente meus filmes prediletos e outros que não conheço de produções vindas de lá. No cinema minhas escolhas tem se reduzido à França e assisti todos os filmes que tem PARIS no título.

Na terça-feira fui na livraria Martins Fontes, que aliás, eu confesso que é minha favorita e saí de lá com 5 livros novos de autores franceses, sendo na maioria autores contemporâneos.

Reparei que a maioria dos artistas que tenho trazido para tocar aqui são franceses. São meras coincidências. Thieves Like Us não é francês, mas sua base é na França. E tem uma lista infinita que quando analiso, me dou conta de que mais do que 50% também vem de lá. Chego a acreditar que a França deveria era me patrocinar! hahahaha…

Para quem, assim como eu, tem uma queda pela cultura francesa, aí vão pequenas dicas de como aproveitar um pouquinho do que a França tem a nos oferecer aqui em São Paulo. Claro, que se você é obsessivo como eu, já foi em tudo, mas caso a França não é exatamente o lugar que mais lhe diga alguma coisa, aproveite e curta um pouco. Vale a pena.

Leia “O convidado surpresa”, de Gregóire Boullier, que é o autor da fatí­dica carta de rompimento a Sophie Calle, que desencadeou a exibição “Sophie Calle: Cuide de você”, que está em cartaz até 7 de setembro no Sesc Pompéia.

O livro, apesar de narrar a história da noite em que Gregóire conhece Sophie Calle, não é exatamente sobre ela que ele fala, mas talvez pela exposição estar por aqui, o que a mídia tem explorado é que o livro é sobre a noite em que ele a conheceu. Não é verdade. Sophie é mera coadjuvante na história. Gregóire narra com paixão a tentativa de esquecer um grande amor e tentar entender o rompimento. Ou melhor, a fuga do seu amor sem qualquer explicação. Ele fala da sua angústia de anos em tentar entender o porquê. Na oportunidade que tem para o confronto, ele se encolhe na sua blusa de “malha rulê” e na sua dor-de-cotovelo e acaba tendo uma noite não muito confortável. A parte boa é que o desfecho traz conclusões inesperadas, que traz um entendimento do rompimento que ele procurava (ou se consolou com o que achou para fechar a sua história).

Eu recomendo a leitura, pois isso muda um pouco a ótica de quem analisa a exposição da Sophie Calle, que para mim é resultado bonito de um final de relacionamento em que ela transformou quase em novela mexicana. Não quero tirar os méritos da Sophie, afinal ela é uma grande artista e a exposição é grandiosa em todos os sentidos (fiquei quase 2 horas por lá), mas não deixa de ser uma “punhetação” de alguém que levou um fora e não conseguiu entendê-lo. A sua escolha foi ter mais de uma centena de mulheres interpretando a tal carta de rompimento e achei várias das conclusões bem feministas. Para mim as mais sensatas foram da Victoria April, palhaça, mãe da artista, adolescente (que resume a carta e um sms “ELE SE ACHA”) e da escritora. Algumas soaram cansativas e dramáticas demais. Admiro quem consegue transformar sua dor em arte e foi o que ela fez. Mas, ah… não dá para desmerecer seu sofrimento, afinal parece que ela realmente amou demais mr. X, ou Gregóire Boullier, que foi quem dividiu a mesa com ele no Flip, em Parati, para autografar seus respectivos livros. Basta olhar para a foto e sacar que mr. Boullier, apesar de todas suas angústias com a vida, não passa muito de um Don Juan.

Claro que a exposição abre para participação do público, que pode enviar sua própria releitura da carta para, quem sabe, fazer parte da exposição em algum momento. Vale a leitura do livro e vale a visita à exposição.

Filmes obrigatórios: 2 Dias em Paris, Dans Paris e Paris. Todos tem a cidade como participante da história de alguma forma, sendo que em “Paris”, ela praticamente ganha o papel de protagonista. Afinal Paris tem história suficiente para o papel. Dos três, o meu favorito é “Paris”, pois achei o filme despretensioso, agradável e filme para sentir e não pensar.

E claro, para entrar no clima, nada como ir jantar e/ou almoçar em algum restaurante francês na cidade. Tem vários e alguns a preços bem acessí­veis. Aproveita e dá uma passada no post que eu fiz sobre eles e não deixe de ir no Robin des Bois comer mexilhões de entrada.

Produção musical francesa está em alta há algum tempo. Vide Kitsuné e EdBanger, que nos trouxeram os mais variados tipos e vários deles aterrissaram no último ano no Brasil. Sábado tem Thieves Like Us, que apesar de ser uma mistura de nações, tem residência na França. Em setembro tem Jane Birkin, que toca com Caetano Veloso nos dias 3 e 4 no Sesc Pinheiros. No dia 17 quem toca no Sesc Pompéia e no dia 19 no Circo Voador (RJ) é o Sebastian Tellier, além de tocar no Coquetel Molotov (em Recife) com Zombie Zombie e François Virot. As 3 atrações são obrigatórias. Anota aí e entre todos os dias no site do Sesc para não perder o início da venda dos ingressos, que costuma esgotar sempre no máximo no segundo dia.

E a lista de músicos franceses bons para ouvir é gigante: Serge Gainsbourg, Françoise Hardy, Charlotte Gainsbourg, Dat Politics, Yelle, SebastiAn, Yuksek, Daft Punk, Air, m83 entre outros.

Leia Rimbaud, Baudelaire, Flaubert, Proust, Racine entre tantos outros clássicos, além de Muriel Barbery (o ótimo “A elegância do ouriço“), Raymond Queneau (com Zazie no Metrô, que virou filme), Olivier Dam com A Salvo de Nada, Paris de Colin Jones e Paris é uma Festa de Hemingway e A Sombra da Guilhotina de Hilary Mantel. A lista de escritores franceses de tirar o fôlego é interminável.

E ainda tem o vinhos, os queijos, as artes plásticas e mais uma infinidade de coisas em que eu poderia gastar dias aqui escrevendo loucamente.

E eu assumo, esse é um post de declaração de amor à França, onde eu espero voltar muitas vezes e quem sabe, viver um pouquinho por lá.

Quem copiou quem

segunda-feira, julho 13th, 2009

Só hoje é que soube desse fantástico blog “Who Sampled“, que mostra de onde os artistas tiram samples de suas músicas, mas que raramente eles assumem. A chamada do blog é “explorando e discutindo o DNA da música”. A pesquisa que fazem é minunciosa  com vídeos do youtube em que marcam o momento exato em que o sample foi utilizado. Os três maiores sampleadores são Jay-Z, Kanye West e Beastie Boys.

Vejam um caso do sample utilizado na música Robot Rock, do Daft Punk:


Daft Punk – Robot Rock
by Lorientais

E a original, que é fantástica, do Breakwater:

O melhor da MTV, ops, MTB

domingo, maio 10th, 2009

Rolei de rir com os vídeos feitos pelo Danteneverdies. O último é o MTBig Planet são várias paródias de vídeos de nomes como Daft Punk, Fat Boy Slim, Moloko, Mr. Oizo, Prodigy, Justice, Chemical Brothers, Benny Benassi entre vários outros. O vídeo é uma resposta ao Little Daft Punk, que é genial.

Via

A-TRAK é o cara!

terça-feira, março 31st, 2009

Ele é o dj campeão do DMC mundial, super respeitado, tem músicas boas, remixes ótimos. E aqui vai um vídeo dele tocando ao vivo, brincando com “Robot Rock” do Daft Punk. De passar mal!

Brincando com Daft Punk

domingo, março 15th, 2009

Adorei esse aplicativo iDatf em que o usuário toca a música “Harder, Better, Faster, Stronger” do Daft Punk do jeito que quiser. Logo mais eles vão disponibilizar o aplicativo também para iPhone.

O aplicativo me lembrou um formato mais simples do Tenorion, que aliás, não seria nada mal ter um para brincar de fazer música em casa.

Aí vai o vídeo da versão “daft hands” da música que eu adoro: