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365 bares em Nova York

segunda-feira, abril 12th, 2010

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Dia desses a @biagranja postou no twitter uma dica interessante sobre bares de Nova York. Marty Wombache, um jornalista que já escreveu para a timeout/newyorknew york press, e que é especialista em dar pitados sobre bares da cidade, resolveu mergulhar em um projeto, digamos, um tanto alcoólico. Serão 365 dias bebendo em bares diferentes de NY City e relatando tudo sobre o boteco no seu blog. Isso mesmo, o moço terá de percorrer 365 bares em 365 dias, sem intervalos, e deverá beber 3 cervejas, no mínimo, em cada lugar. Será que ele sobrevive? Acho que sim! E aposto que seu blog já está bombando por aqui. E como americano AMA opinião e leva isso muito a sério, acho melhor alguns lugares melhorarem um pouco o modo como trata seus clientes, não é mesmo The House of Brews? #Staythetip! :-P

365 bares em Nova York
Dia desses a @biagranja postou no twitter uma dica interessante sobre bares de Nova York. Marty Wombache, um jornalista que já escreveu para timeout/newyork, new york press, manhattan spirit entre outros e que é especialista em dar pitados sobre bares da cidade resolveu mergulhar em um projecto, digamos, bem alcoólico. Serão 365 dias bebendo e comendo em bares diferentes de NY City, cada dia um lugar novo, e relatando tudo sobre o boneco no seu blog. E como americano AMA reviews, ou seja, opinião alheia e leva isso muito a sério, acho melhor alguns lugares melhorarem um pouco o modo como trata seus clientes, não é The House of Brews? Stay the tip! :-P Dia desses a @biagranja postou no twitter uma dica interessante sobre bares de Nova York. Marty Wombache, um jornalista que já escreveu para timeout/newyork, new york press, manhattan spirit entre outros e que é especialista em dar pitados sobre bares da cidade resolveu mergulhar em um projecto, digamos, bem alcoólico. Serão 365 dias bebendo e comendo em bares diferentes de NY City, cada dia um lugar novo, e relatando tudo sobre o boneco no seu blog. E como americano AMA reviews, ou seja, opinião alheia e leva isso muito a sério, acho melhor alguns lugares melhorarem um pouco o modo como trata seus clientes, não é The House of Brews? Stay the tip! :-P

“Chocolate is not just about taste”

quarta-feira, junho 3rd, 2009

 

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Para os que amam chocolate e estão em NY nada melhor do que fazer uma visitinha ao Max Brenner (841 Broadway e 141 Second Avenue). O lugar é, literalmente, uma ode ao chocolate. Não consigo nem descrever o prazer que sinto a cada visita. Esqueça os pratos principais (que por sinal também são deliciosos) e peça direto a sobremesa sem medo de ser muito feliz! Uma dica: tente ir durante a semana, porque nos finais de semana a fila de espera pode demorar bastante.

Pra não dizer que não falei de rock – parte II

quinta-feira, maio 14th, 2009

Aproveitando a “to do list” que estou fazendo pro meu irmão que acabou de chegar aqui em NY segue mais dicas de lugares alternativos  para se tomar uma pint aqui na cidade dos bares punks! :-P

No post anterior “Pra não dizer que não falei de rock” citei o Motor City Bar. Agora é a vez do Welcome To The Johnson’s. Também localizado no Lower East Side, no número 123 da Rivington Street, o Johnson’s faz história desde 1979. E parece que o lugar continua exatamente igual: as paredes decoradas com fotos bizarras e antigas, o sofá revestido com um plástico que tenta preservar o tecido da época, a mesa de sinuca com caçapas tamanho GG (dá pra encaçapar quase duas bolas ao mesmo tempo!), a televisão antiga “a la Poltergeist” e uma junkbox recheada de clássicos pop. Costumo dizer que amigo meu de verdade só o que “aguenta” e gosta do boteco. É gente, o  The Johnson’s nao é pra qualquer um.

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O terceiro da lista é o Mars Bar (25E, 1st Street). Ah, esse também é pra lá de especial! Há muito namorava esse inferninho. Passava na frente sempre que ia redesenhar minhas tattoos, mas nunca havia entrado lá, até um amigo falar muito bem do lugar. Um dia tomamos coragem, e várias cervejas, e acabamos no Mars. E juro que foi excelente! O garçon é bonna gente, a junkbox é recheada de punk rock e os frequentadores são figuraças. Quer um exemplo? Conhecemos um cafetão em crise que sempre traz seu cachorrinho branco a tira-colo para o boteco. Surreal!

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O último é o The Charleston. No meio da rua mais badalada de Williamsburg, o bairro hypster de NY (e preferido da Lalai), na 174 Bedford Avenue, o Charleston também faz história em NY. Com seus sofás vermelhos, uma velha mesa de sinuca ao fundo, um palco para bandas locais, o boteco é referência para a velha e a jovem guarda de Williams. E, apesar de alternativo, acho o lugar aconchegante e ainda tem uma portinha do lado com fatias de pizza FREE para os mais bêbados e esfomeados.

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Estilo NYC

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009

BonobosNo UrbanEye [do New York Times] de hoje, a dica estilosa é a loja Bird, no Brooklyn. De acordo com a reportagem, novaiorquinos têm tornado a loja no novo hype fashion da cidade por conta das calças namorado, gravatas skinny/lápis e outros ‘garimpos’ que as donas da marca fazem mundo afora.

A matéria também tem dica de site de compras para homens. No caso, calças “tight-but-not-too-tight” que a Bonobos.com vende e – segundo o jornal – “caem melhor que jeans e ficam entre o sensual e o confortável.”

Bird - loja do momento no Brooklyn, Nova York.

Bird - loja do momento no Brooklyn, Nova York.

*Mark é jornalista e publicitário no Rio. Ele também mantém o Blog do Editor, na Paradoxo.

I’m throwing my arms around Paris

segunda-feira, janeiro 19th, 2009

Dar dicas de programas em Paris é correr o risco de falar do óbvio: você abre o roteiro de filmes e estão lá A Bela Junie e A Fronteira da Alvorada; você confere os lançamentos em música e Morrissey canta I’m throwing my arms around Paris. A cidade-luz é onipresente.

De qualquer maneira, como cada um estabelece uma relação com as cidades que mais gosta (tem seus locais preferidos, pratos que não deixa de comer, ruas que não deixa de passar), selecionei alguns passeios na capital da França. Se você lê francês, a primeira coisa é comprar a Inrockuptibles da semana e dar uma geral na programação cultural, além de aproveitar a ótima mistura de matérias de cultura francesa e internacional da revista. Amuse toi bien!

Paris vista a partir do Georges PompidouParis vista a partir do Georges Pompidou

Paris vista a partir do Georges Pompidou

.Les Catacombs (metrô Denfert-Rochereau)
São as catacumbas. Você anda por baixo da terra por cerca de meia hora, só vendo ossos e ossos de cemitérios que foram transferidos do que hoje é o centro de paris (Beaubourg) pra esse local. É surreal, frio e úmido. Gosto pelo inusitado.

. Château D’Eau (metrô Châteu D’Eau)
É uma região onde habitam africanos de ex-colônias francesas. Vale dar uma passeada porque tem mercadinhos com produtos indianos, restaurantes ótimos com comidas bizarras e acessíveis (menos de 10 euros a refeição), além de você ouvir as mais variadas línguas e dialetos, exceto o francês. Evidente que este bairro não aparece em nenhum guia. Ao descer do metrô, você será abordado por um monte de gente com ofertas para cortar cabelo e para vender coisas. Em Château D’Eau,  paga-se bem menos por produtos básicos (como cartões telefônicos para fazer ligações internacionais).

. Château Rouge (metrô Châteu Rouge)
Também bairro de descendentes de ex-colônicas francesas na África. Esse metrô é curioso, não parece Paris: muitos pulam a roleta,  óculos/cintos são comercializados nos corredores e os fiscais da RATP fazem vista grossa. Tipo Brasil. Saindo do metrô, você vai ver que de um lado tem milhões de ruelas, cheias de africanos vendendo comida na rua (de frutas a peixes) e bares mais trashs, estilo centrão. Do outro lado, atravessando o boulevard, você está quase em Montmartre – ou seja, o oposto. Dá pra seguir pela Rue Custine e subir uma escadinha que tem nela pra chegar no Sacre Couer.

. os arredores da estação Glacière do metrô
Gostava muito de caminhar e me perder por essas ruas. É totalmente parisiense: feirinhas, pequenas casas, hotéis baratinhos, lavanderias e todo o clima de Paris, inclusive a sede do jornal Le Monde.

. Bibliothèque Nationale de France François Mitterrand
Adoro o deck de madeira gigantesco e as linhas retas e áridas: é super fotográfico. Dá pra sentar e pegar um sol, dá pra ir no cinema e comprar dvds e livros, além de tomar um café.

. Parc de Bercy (metrô Bercy)
É lindo e tem a Cinemateca. Não tem como ir pra Paris e não dar uma passada por lá, seja pra ver algo ou pra pegar os guias de programação com vários textos longos sobre cinema cult.

. 13º arrondissement (metrô Place d’Italie)
O 13º é um bairro de urbanização mais recente, com torres e prédios altos. É, também, onde tem a maior concentração de restaurantes e supermercados de povos asiáticos. Um hit absoluto de podutos freak asiáticos é o supermercado Tang Frères  (48, avenue d’Ivry Paris): esse super vende suco de aloe vera, suco de coco queimado, além de outras delícias insuspeitas, como massas miojo turbinadas.

. Parc André Citroen (metrô Balard)
Tem que andar umas duas quadras a partir do metrô (veja no Google Maps). É um parque muito, muito legal e sem turistas. Tem parisienses, verde e a vontade de fazer piquenique.

. A creperia Chez Josselin (67, Rue du Montparnasse – metrô Edgar Quinet)
Um dos melhores crepes de Paris, segundo minha amiga francesa. Não é muito caro, é de fato bem bom e bem charmoso. De sobremesa peça o crepe de mel.

Programas óbvios que valem a pena
. Subir no Arco do Triunfo
A vista do Arco no fim de dia fala por si.  Não tem elevador; esteja preparado para enfrentar a escadaria.

. Canal de Saint Martin
Mais uma das incontáveis atrações lindas da cidade. Vá percorrendo toda a extensão do canal, a pé. Tem bares, cafés, lojas de livros e roupas e acessórios descolados, inclusive fotografia. Branché (descolado), como eles dizem.

. Parc de La Villette (metrô Porte de La Villette)
Parque gigante, onde rolam vários shows no verão. Vá em dia de sol! Tem um cinema incrível, com a arquitetura em formato de bola metálica, La Géode, que passa filmes numa tela que te cobre inteiro, tipo 360 graus (ok, não é 360 graus, mas você entendeu o que eu quis dizer).