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Garota do Tempo posa para a VIP

quinta-feira, novembro 26th, 2009

A Garota do Tempo, personagem que a Skol lançou na Internet na semana passada, junto com o seu novo Portal, está em carreira meteórica. Mal deu as caras no showbizz e já posou para revista masculina.

Publicitariamente, o legal é que podia ser um simples anúncio, uma peça qualquer. Mas aí, resolveram contextualizar nisso que estão chamando de “Ensaio Publicitário”.
A edição de dezembro da VIP chega às bancas só amanhã. Mas dá uma olhada em duas fotos bem bacanas, assinadas pelo Sérgio Kovacevick:

GarotaDoTempoSkol_VIP2

A gente, do lado de cá do balcão, tá achando muito legal a repercussão da personagem. O pessoal tem achado divertido e tem interagido um bocado… e o objetivo era mesmo esse! ;)

Lalai Inc.

quinta-feira, outubro 9th, 2008

Como a Lalai já disse, neste sábado, ela comemora o terceiro ano desde que ela se lançou na noite paulistana como marinheira de primeira viagem, e montou com o fodástico Renato Lopes seu primeiro projeto na ‘cena’. Dia 11 de outubro de 2005, cerca de 300 pessoas se espremeram no minúsculo Bar 8 (onde cabem 180) para prestigiar a deliciosa festinha de house que passou a dominar as tediosas noites de terça. Nascia a [in]finita, e com ela, a entidade que conhecemos por Lalai.

Uns 3 meses depois, a Lalai resolveu se juntar com o alma-gêmea Fabilipo para dar um passo ainda maior: montaram a Rebel! e nela a Lalai se jogou de vez nas pickups. Junto a fome, a vontade de comer, e uma lasanha fumegante. Desde então a Lalai esteve por trás (e muitas vezes pela frente) das melhores festas de São Paulo como Rock’n'All, Tara, Yazz, Batalha de Ipod, Crew, Carnewrave, FckU, mais um monte de festa especial com os melhores DJs e bandas. Seus projetos passaram pelo Glória, Vegas, D-Edge, Clash, só os melhores lugares para se jogar na cidade.

Eu falo com conhecimento de causa, já que estive em quase todas as festas dela. Arrisco até dizer que fui em mais festas dela que ela própria, já que ela andou viajando pelo mundo. Sempre tentei manter um pequeno arquivo fotográfico de todas as jogações, os convidados, os bafos, os beijos, os abraços, a rebolation e toda a good vibera que rola em cada festa. De que eu tenha fotografado, conto 88 festas. Se somarmos as que eu estava de bode e me escondi em casa, e as que eu simplesmente desencanei de tirar fotos para curtir, deve dar mais de 100. Nada mal para um meio tão complicado, não?

Para comemorar essa trajetória fulminante e ascendente dessa menina-empresa, vai rolar mais uma edição da FckU, com os meninos da Funhell. Se você quer brindar com a gente, dá uma olhada nesse post que tem as infos. E para homenagear a Lalai, relembrar algumas das melhores festas que rolaram nesse tempo, e deixar com mais água na boca quem nunca foi, aqui tem um albinho de fotos das festas de 2007 e 2008.

Diga Xis!

domingo, abril 6th, 2008

Jay Carlson criou o zine The Plug em 1993, e em 2002 o transformou em conteúdo online, juntando-se com 6 colaboradores. Os artigos são em grande parte rídiculos mas bastante divertidos, como as aventuras da mãe que resolveu ensinar à filha como fazer os fortes de almofadas que ela fazia na infância no sofá da sala, ou como se sentem os colaboradores ao usar um monóculo.

Um trabalho que me chamou bastante a atenção é o ‘Stranger Photos Have Happened‘. O próprio Jay amarrou uma máquina fotográfica descartável a um banco de rua e deixou o seguinte bilhete:

‘Boa tarde. Eu amarrei esta máquina a este banco para que você possa tirar fotos. De verdade. Então divirta-se. Eu voltarei a noite para buscá-la. Com amor, Jay / The Plug.’

Bilhete e máquina deixados por Jay

O resultado das fotos não é especificamente artístico, mas a singeleza dos temas e os céus saturados da tecnologia tosca unem-se à especulação a cerca da motivação de cada fotógrafo, que não se pode imaginar quantos são, e pode abrir uma discussão estética bem bacana. Claramente a máquina foi deixada em um bairro calmo e familiar, em algum subúrbio americano, e fico imaginando uma açao desse tipo em maior escala, tomando-se por objeto por exemplo um centro empresarial, um bairro pobre da periferia, um cinema descolado, uma escola primária, um mercado de pulgas e por aí vai.

Se ao menos o brasileiro não fosse tão ávido por uma mamata grátis, eu bem que tentaria.