
Recentemente fui convidada a conversar com o Financial Times, sobre o impacto que a Lei Cidade Limpa teve em São Paulo, especialmente na propaganda.
O artigo saiu no jornal impresso de hoje, mas é possível ler o artigo na íntegra aqui. Entrevistaram também o Nizan Guanaes, o próprio Kassab, Marcio Oliveira (VP de Operações da Lew Lara), Marcio Santoro (co-Presidente da África), entre outros.
Como conversamos durante a entrevista, tivemos que buscar outros meios para preencher essa lacuna deixada pela retirada dos nossos outdoors. Os investimentos foram destinados a outras estratégias e acredito que isso tenha contribuído para o aumento de guerrilhas e projetos em Social Media. Não foi crucial, afinal o mundo todo está há um bom tempo de olho nas mídias sociais, mas com certeza teve sua contribuição para as empresas que estão localizadas em São Paulo.
(me chamaram de “ele”, mas tudo bem, corrigi no texto abaixo)
Meu trechinho:
Lalai Luna, co-founder of Remix, a new agency specialising in digital and social media strategies, often focusing on music culture, says this opened up opportunities and cash flow for young creatives with experimental models to develop their craft.
“Companies had to find their own ways to promote products and brands on the streets,” she says. “São Paulo started having a lot more guerilla marketing [unconventional strategies, such as public stunts and viral campaigns] and it gave a lot of power to online and social media campaigns as a new way to interact with people.”