Todo mundo sabe que sou nostálgica e hoje eu estou mais nostálgica do que nunca. Primeiro gostaria de compartilhar uma decisão muito importante que tomei: a partir de 2010 eu vou sair um pouco de cena. Amo fazer festas e esses 4 anos em que estou nessa batalha tem sido incríveis. Não só aprendi muita coisa, como também conheci muita gente especial, além de ter proporcionado alegria para um monte de gente com algumas festas que fiz e isso é algo que não tem preço.
Atualmente faço as festas Crash, Postit, Top Top Top e a Crew, ou seja, tenho uma festa por semana. Como estou no início de um novo negócio, para quem não sabe eu abri uma agência focada em social media & ideas, e preciso focar nele. Além de também estar bem cansada e precisando de finais de semana livres para poder escapar um pouco de São Paulo.
A partir do ano que vem eu farei apenas uma festa mensal e logo mais eu dou detalhes de como será. Além da minha festa mensal, eu farei eventualmente festas especiais, mas que acontecerão em um número bem reduzido no decorrer do ano.
Estou feliz, porque acho que contribuí para a noite de São Paulo, mesmo fazendo parte dela por tão pouco tempo. Acredito muito que a Crew deu uma boa chacoalhada no formato de festa que tínhamos acontecendo por aqui e a gente percebe o quanto isso refletiu em projetos de amigos, além também de ter sido um celeiro de talentos, afinal foi a partir da Crew que despontaram nomes como Database, Killer on the Dancefloor, Roots Rock Revolution entre outros. Acompanhamos dois de nossos residentes explodir no cenário mundial, o Mixhell, que tem tido a agenda insuportavelmente lotada e o Zegon, que está dominando o mundo com seu projeto NASA.
Mas continuo a todo vapor até dezembro com a agenda exatamente como estava prevista, ou seja, lotada! E a Crew está no meio do seu inferno astral, então para dar uma relaxada convidamos o DJ Chernobyl, que vive fazendo todo mundo rebolar mundo afora e já foi um dos escalados para o Fuji Rock Festival (Japão). Começamos a nossa contagem regressiva para as comemorações de 2 anos de festa Crew, que terá em seu line-up o francês Toxic Avenger no final de novembro.
Amanhã, sábado, o nosso convidado Chernobyl divide as pickups com Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Database, Sexistalk, Lalai, Fabilipo, Fabrizio Martinelli, Gorky e Tchiello K. Como de costume, parado na pista só fica quem quiser. A festa começa pertinho da meia-noite e não tem hora para acabar. Além do Chernobyl, também temos a volta do Database, depois de uma tour que durou 40 dias nos Estados Unidos, com novidades no case e muita história boa para contar. Puxa o Lúcio o Yuri no cantinho do bar e pergunta tudo!
A lista amiga continua R$ 20 – festacrew@gmail.com. Logo mais teremos mais surpresas por aí. Esses próximos meses prometem bastante.
Eu adoro o Killer on the Dancefloor e me sinto honrada de estar acompanhando eles desde que começaram na Crew, que vamos concordar que tem sido um ótimo celeiro de talentos, afinal Database, Fabrizio Martinelli e Roots Rock Revolution começaram a aparecer depois da Crew. Isso dá uma satisfação imensa de um trabalho bem feito (ó, mó jabá, hein?).
E hoje o Killer on the Dancefloor, que agora é trio, formado pelo Fatu, Phillip A. e Ali Disco B. lançam seu primeiro single “Gringo ObaOba” pelo selo DJs Are Not Rockstars, que é comandado pela dupla Alexander Technique e Larry Tee. O single contém vários remixes da track assinados por djs como Junior Sanchez, Felix Da Housecat, Scott Cooper, Manaia entre outros totalizando 11 remixes.
O single será lançado em formato digital e dividido em 2 partes, sendo a primeira com remixes de Alexander Technique & Kassiano, Edu K. MMMatthias e DJ Gorky feat. MC Gringo, sai no dia 15 de setembro. Enquanto a segunda será com os remixes de DJ Chernobyl, BloodShake, Gorkabillies, Superpose, Ali Disco B., Vic From Lyon e Drlkt Freddie e estará disponível nas melhores lojas do gênero na internet em 13 de outubro.
E hoje rola uma festa para comemorar o lançamento com o Killer fazendo dj set, Vic From Lyon (aka DJ Vitor Lima), Bloodshake e Ali Disco B. A listinha amiga é de R$ 15,00 (mulher não paga até a 1h). A festa rola no Vegas a partir das 23h59 e promete abalar as estruturas com sets bem barulhentos e chacoalhantes.
Nessa terça-feira rola a festa Crew no D-Edge e o Club Soda (Bang!) é nosso convidado especial da noite. Lista amiga R$ 15 – festacrew@gmail.com e mulher até à 1h não paga caso esteja na lista.
Agosto começou acelerado. No dia 1º, sábado, tivemos show do Thieves Like Us no Glória na festa Crash of Colors. Na minha singela opinião, a gente começou o mês muito bem. Tivemos problemas técnicos, que atrasou o show em uma hora, mas a banda cumpriu ao que veio. Fez um show bem rock’n roll e animado, tanto que às 6h da matina o clube ainda estava cheio.
E essa semana a agenda está bem cheia.
Amanhã, quarta-feira, tem a festa IM//A\\PARTY no Clash Club com live da dupla nova yorkina luxo THE GOLDEN FILTER. Leia entrevista com eles aqui! A dupla surgiu em 2008 e alcançou rapidamente o sucesso com o single de estréia “Solid Gold”, que fez parte de várias trilhas de desfiles do mundo, incluíndo o SPFW e Casa de Criadores, não demorando para dominar as pistas. Já receberam inúmeros convites para remixarem artistas como Empire of the Sun, Cut Copy, Little Boots, entre outros e a dupla também abriu os shows do The Presets na turnê americana. O som é uma mistura de anos 80 com muito sintetizador.
A noite tem também show do Stop Play Moon e discotecagem do Gil Barbara, We//R\\DJs e Database.
Quarta-feira – 05 de agosto a partir das 23h – R$ 50,00
Clash Club, Rua Barra Funda, 969
tel: 3661-1500, censura 18 anos. www.clashclub.com.br
Na sexta-feira acontece a minha noite mais pop, a POSTIT, que eu produzo junto com o Phelipe Cruz (o muso!). A festa rola no Vegas Club a partir das 23h30. Nos setlists o melhor do pop das últimas décadas e os convidados para dividir as pickups comigo e com o Phelipe são: DJ Pomba, Killer on the Dancefloor (essa eu quero ver, afinal o desafio deles fazerem o set mais pop foi lançado e a dupla topou) no lobby e na pista tem a incrível DJ Mulher e nossa pinup Maria Eugenia, que sempre coloca fogo na pista. A lista continua R$ 15 – festapostit@gmail.com.
E para encerrar a semana, a CREW antecipa sua edição de agosto no Glória para o início do mês e traz como convidado o Nego Moçambique, que eu prefiro usar a própria descrição dele do que ele toca: “Não sou eu que faço a musica: a musica é feita em outro lugar, outra esfera, que não cabe a mim explicar ou entender. Eu sou apenas um tipo de antena. Não tento ser criativo ou original, apenas sigo minha intuição e o que me dá prazer. Toco de ouvido, mas tenho minha maneira de chegar às melodias, harmonias,arranjos, etc. Acredito na música como expressão legítima do subconsciente. Essa mistura de informações dp dia a dia, sentimentos, dores, relacionamentos com as outras pessoas, referências musicais, barulhos na rua, sonhos….. a música eletrônica com suas possibilidades de timbres e colagens de sons (samples) é um ótimo meio para dar vazão a essa confusão.”
O line-up se completa com Sexistalk, Killer on the Dancefloor, Database, Roots Rock Revolution, Tchiello K., Lalai (eu), Fabrizio Martinelli e Fabilipo. Lista R$ 20 – festacrew@gmail.com.
Agenda aí, manda os nomes para as listas, toma um redbull e se joga na pista com a gente.
Ontem nos reunimos na casa do Fabrizio e conseguimos, finalmente, tirar do forno nosso 4º podcast da Crew. Conseguimos reunir apenas 3 dos 15 residentes da festa, mas acho que nunca ri tanto em um podcast como ontem. Ouça e dê pitacos, pois são sempre bem-vindos.
E, no próximo sábado tem festa Crew no Glória com: Database, Killer on the Dancefloor, Gorky, Lalai, Fabrizio Martinelli, Fabilipo, Tchiello K., Sexistalk, Roots Rock Revolution e nosso convidado especial Sany Pitbull.
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Quem estiver marcando bobeira e procurando o que fazer hoje, cola lá no Caravaggio, que o trio Chiara, Dani Bonani (minha querida hostess da Postit) e a Michelle estréiam a festa “Absurdinha”. O nome já diz tudo, né? E olha o line-up que luxo: o Fatu do Killer on the Dancefloor, Luis Depeche, Eneas, Barbie da Silva (do Chá) e o mr. Guima, amigo da galere, produtor, jornalista e dj!
A lista amiga é de R$ 15 de consumação para os amigos. Email para eneasfiber@gmail.com.
E antes, a partir das 21h, tem a estréia do projeto Smartbiz @ Sonique com meu querido Renato Lopes nas pickups. Uma amiga tem uma lista luxo que mulher não paga e homem ela consegue truque dos bons. Os interessados emeie-me.
O Madame Satã marcou a vida de muita gente. Para muitos, o Madame serviu como a primeira balada, a descoberta de novas músicas quando a Internet ainda era uma idéia distante, afinal são 25 anos de história. Eu mesma fui uma que tive o Madame como uma das minhas primeiras baladas, especialmente na minha fase gótica (é, eu fui gótica, ponto).
O Madame marcou também o início da carreira de muita gente. Para quem não sabe, bandas como Titãs, Biquini Cavadão, Ira! fizeram seus primeiros shows na casa. DJs como Mau Mau, Renato Lopes e Maga também iniciaram suas carreiras por lá. Não é àtoa que o Madame resolveu juntar todo mundo que marcou história e fazer um grande festival para comemorar esses 25 anos de existência.
O fato em si é uma grande ousadia, afinal 2009 está sendo um ano marcado pela crise e festivais desaparecendo de nossos calendários, o que fortalece o MadameFest como um dos grandes eventos do ano, que traz atrações de peso.
Logo que começaram a fazer o line-up, o pessoal da Revista Goma e o Maurício, o cara responsável por essa cena que incendiou os anos 80 e 90 em São Paulo, convidaram a Crew para fazer parte dessa grande festa. Para nós foi uma surpresa inicial, mas logo nos deparamos com algo que tinha tudo a ver, afinal o público da Crew reúne não só quem curte música eletrônica, mas também pessoas que gostam de rock e outras vertentes musicais. Sentamos, discutimos atrações e até tivemos certa dificuldade de encontrar os artistas que a Crew sonha em trazer para tocar aqui, pois agosto é justamente alta temporada dos festivais lá fora, mas conseguimos um line-up impecável com 3 nomes que faziam parte da nossa listinha “temos que trazer”.
O festival rola no dia 15 de agosto, sabadão, num lugar inusitado, que é um castelo construído em Mauá e que tem servido para abrigar casamentos, o Monte Castelo Eventos. A festa vai das 19 às 6h da matina e para facilitar a vida de todos, inclusive no quesito bebida, ônibus sairão da estação de metrô Barra Funda dividido em duas modalidades: normal e um busão open-bar para o pessoal ir curtindo um warm-up e não se preocupar com bebida x direção (pelamor, né?).
A Crew terá uma tenda especial com os residentes Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Rebel DJs, Sexistalk, Tchiello K., Fabrizio Martinelli, Gorky e os convidados são nada mais, nada menos que L.A. Riots, D.I.M. e Villains.
Crew
No festival também tocam Zombie Nation, New Model Army, Len Faki, Slam, Ramon Tapia e obviamente Renato Lopes, Mau Mau, Magal, Spavieri entre outros nomes.
Os ingressos já estão à venda e o segundo lote, que se encerra hoje, custa R$ 120,00 e pode ser pago em 3x no cartão de crédito e comprado online. Para quem anda reclamando que o custo está alto, basta lembrar que djs de peso quando tocam em São Paulo chegam a ter ingressos vendidos pelo mesmo preço. Vale a pena!!! Para quem quiser, tem também camarote com open bar. Dá uma olhada aqui para saber todas as infos.
Mais um feriado (e viva 2009, o ano que só tem feriados) e tenho uma programação bem bacana para quem vai ficar por aqui e tudo qeu quer é se jogar:
Hoje eu e o Fabilipo invadimos o Rockfellas, que é a noite de rock’ n roll do Vegas, e tocamos na pista junto com o Killer on the Dancefloor. A lista amiga é de R$ 20,00 – email até 18h para festarebel@gmail.com. O Gastão fez até um flyer para nós com uma foto tirada pelo Ola:
Amanhã tem estréia da festa POSTiT no Vegas também ao lado do Phelipe Cruz do blog Papel Pop. A nossa convidada para estrear a noite com a gente é a Flávia Durante, afinal quem poderia ser mais pop que ela? O projeto é dedicado à música pop, ou seja, vamos tirar todos os hits do case sem qualquer receio. A idéia é todo mundo cantar junto, dançar e se divertir. Lista especial de R$ 15,00 – email até às 16h de amanhã para festapostit@gmail.com. Até a 1h vamos receber os amigos para um drinque de boas-vindas no Jardim das Delícias do clube.
E neste final de semana tem a Virada Cultural, que vai reunir mais de 800 artistas e tem uma expectativa de reunir 3 milhões de pessoas. Tem música para todos os gostos possíveis e acontece em vários locais da cidade de São Paulo. Um dos locais (Rua Anchieta – perto da Sé) vai abrigar somente os clubes noturnos paulistanos. Cada clube convidou um DJ residente para tocar e o Clube Glória convidou a dupla dinâmica da Vai (Paula & Gil) e eu, que toco das 12h20 às 13h20 no domingo!!!
Num momento jabá, quero compartilhar hoje a entrevista que o Vitor Angelo fez comigo para o Jornal Metro.
O dj Zegon é um dos caras mais queridos do cenário brasileiro de música em geral. Já foi dj do Planet Hemp, é um dos maiores djs de hip hop daqui, toca na Crew com sets absurdos de mashups inacreditáveis e hoje em dia fica viajando o tempo todo com seu projeto N.A.S.A. (North America South America) em parceria com o dj americano Squeak E. Clean. Aqui vai uma conversa rápida com o cara, onde eu peço pra ele contar como tá sendo essa explosão, já que eles tocaram dias atrás no Coachella, festival americano considerado o mais importante hoje no mundo. E também falamos do seu álbum “Spirit Of Apollo” e de como os “milhares” de convidados tocaram e cantaram com o N.A.S.A.
Começando do fim, como é tocar no maior e mais prestigiado festival de música do momento, o Coachella?
O Coachella pra qualquer Banda/DJ é um dos principais festivais do mundo e termômetro para um artista. Com certeza o maior e mais conceituado festival nos EUA. É uma grande realização, mas para mim pode parecer loucura, mas gosto mais da vibe de clube do que de festivais, curto o público perto dos toca-discos .
Os monstros, as bailarinas e principlamente os vídeos nos seus shows são únicos, em apresentações de artistas do mesmo calibre que vocês. O quanto isso faz diferença pra quem assiste? Qual o retorno que vocês têm disso?
Um ponto que sempre tive como DJ era de não ser mais um, de me diferenciar. E com o NASA não é diferente, a gente arma o circo, e o palco vira uma festa, como a cabine da CREW. Acho que por causa do disco a expectativa em cima da gente é grande, as pessoas às vezes acham que sempre vamos trazer todos convidados que tivemos no disco, e rola uma cobrança mesmo. Tocar com vídeo é uma viagem à parte, manipular e fazer scratch com imagens é muito divertido pra gente e acho que para o público também. Nosso “Circo Intergalático” tem dado o que falar. Teve um caso de tocarmos em um festival na Europa, antes de algum DJ (medalhão) com bem mais nome do que a gente, e quando ele entrou (só tocando com toca-discos) o público não se empolgou como no nosso show. Nossas marcianas fazem o maior sucesso. Alguém viu que o próprio Cobra Snake roubou nossa ideia? Ele tá fazendo uma série de festas “Star Trek” usando dançarinas verdes, com biquinis prateados, exatamente como as nossas, mas acho isso legal, ser copiado é um ótimo sinal.
Um festival desses com tanta gente diferente tocando, como é o “normal” hoje em dia de misturas, o público é diferente do que vocês estão acotumados a ter em clubes? E como é a recepção desse povo “diferente” e novo pra vocês?
Eu acho que tanto eu quanto o Squeak e Clean somos DJ’s ecléticos e sempre preparamos o set de acordo com a ocasião. É ótimo atingir novos públicos e às vezes esse público que está vendo pela primeira vez se empolga mais que o tradicional publico hipster/electro. Tem também o público do hip hop que, muitas vezes pelo disco do N.A.S.A. ser basicamente um disco de rap (com fusões,mas rap) espera ouvir isso, e acaba dando de cara com algo inusitado para ele. Muitas vezes alguns caras bem do rap mesmo chegam para mim e falam “cara você me fez dançar techno pela primeira vez !!!” Engraçado que não tocamos Techno, mas os mash-ups com Hip Hop/Electro, B-more, Rock, etc. fazem os públicos diferentes se unirem.
Tocar num festival que tem show do Paul MacCartney faz diferença? Dá pra encontrar o cara e tirar uma foto com o Beatle?
Hehehe… Não, o Paul nem circulou entre os mortais, eu até tentei, mas não dá para chegar perto dele, nem do Michael Jackson….
O quanto tocar no Coachella traz de “dividendos” pra uma banda como o N.A.S.A.?
Traz bons dividendos. Não estamos milionários, mas quase, hehehe… brincadeira. Tocar no Coachella abriu porta para outros muitos festivais que estávamos para confirmar, como Summersonic (Japão), Wireless (UK), Montreaux (Suiça) e outros. Gastamos todo o cachê e mais ainda na produção, mas valeu a pena…
Sair na capa da URB faz muita diferença também, na lista de promessas de 2009?
Sempre fui fã da URB, compro a revista e estar na capa ajuda a subir o passe, melhora bem os cachês, abre muitas portas. Também saímos na capa da Bounce (Japão) e o disco disparou de vendas por lá: divulgação nunca é demais.
O quanto isso tudo que tá acontecendo agora vai deixar o Dj Zegon mais longe ainda da Crew esse ano?
Puts, vai deixar bastante longe infelizmente. Nesse semestre acho que só toco num sábado, talvez em junho. Passei menos de 30 dias esse ano em SP, fizemos Europa em fevereiro, EUA, Canada e China em março e agora em abril EUA (Coachella) e Mexico (que medo!!!) e em 2 semanas já saio para Japão e Austrália e julho Europa de novo, agosto Japão e EUA de novo e por aí vai.
Quando vai ter o show do N.A.S.A. na Crew?
Estamos planejando Outubro para Tour na América do Sul com parada obrigatória na Crew, talvez na festa de aniversario, certo?
O casting que vocês têm de convidados no álbum é invejável. Como vocês chegaram nos principais deles? Quem ficou de fora que vocês queriam e não conseguiram?
E o casting do disco parece de mentira, né? Bom foram mais de 5 anos de paciência, correria, bons contatos, milhares de ligações e emails e por incrível que pareça alguns deles com Kanye West , David Byrne, Tom Waits, Karen O. , M.I.A., Santigold , eram todos ou ficaram amigos, não foram tão difíceis. No disco a gente tentou todo mundo que você possa imaginar como Bjork, James Brown, David Bowie, sem medo, pois o pior que pode acontecer é ouvir um não. Chegamos a falar com o James Brown diretamente, mas ele estava sempre em tour até a semana que faleceu…
E hoje a noite na Crew? O que vai ter de surpresa?
Tenho algumas surpresas, com alguns remixes secretos que fiz pro N.A.S.A. e também uma aberura que fiz em homenagem ao México, de onde cheguei ontém e onde a situação está preta. Também vou tocar um pouco do “the best of” dos meus sets no Crew, não só novidades …
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Então hoje, dia 28 de abril, a partir das 23h59 tem a CREW no D-Edge com o Dj Zegon, REBEL! djs, Fabrizio Martinelli, Killer On The Dance Floor, Database, Roots Rock Revolution e Tchiello K.
Pra ver dj Zegon tocar hoje à noite na D-Edge e entrar na lista amiga, só mandar um email pra festacrew@gmail.com até às 18h. O valor é R$ 15,00 e mulher não paga até a 1h.
Nesse vídeo, um pouco de mash-up ao vivo do N.A.S.A. com Beastie Boys, Fake Blood e os monstrinhos:
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.