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Planeta Terra: Yeasayer

terça-feira, novembro 2nd, 2010

Uma das grandes atrações nesse Planeta Terra é a banda nova iorquina Yeasayer. Eu vi o show deles no Lollapalooza 2008 num dos palcos principais. Na época a banda ainda estava despontando e tocava em pleno início da tarde, com um sol de rachar e um público bem pequeno, mas é o tipo da banda que preenche o palco independente do tamanho que ele é.

yeasayer

Sentei nas escadas próxima a ala vip e fiquei assistindo o show até o final. Sabia apenas o nome, pois olhei na programação, mas na época eu não tinha a menor noção de quem eram eles.

O Yeasayer surgiu em 2006 e no ano seguinte já chamou atenção da mídia após sua apresentação no SXSW 2007. No ano seguinte passou a excursionar ao lado do MGMT (colocando-os no chinelo, sorry) e depois como banda de apoio do Beck.

Eu vi o show da turnê do primeiro álbum, All Hour Cymbals, com notas psicodélicas, folk e pop dos anos 80. Show que eu teria assistindo dançando rodopiando de braços abertos se não fossem os quase 40ºC derretendo minha cabeça.

No Brasil eles aterrissam com o segundo álbum debaixo dos braços, o Odd Blood, lançado no início desse ano, que é mais dançante e pop do que o primeiro. Os shows da banda são marcados por psicodelia visual e é bem vigoroso, impossível de ficar parado e não gostar deles. Confira aí e vai ouvindo incansavelmente o Odd Blood para cantar junto com eles do começo ao fim.

MGMT: It’s working

quinta-feira, junho 17th, 2010

Não curti os últimos trabalhos do MGTM, mas essa música “It’s working” realmente funcionou. Gostei bastante, especialmente do clipe que foi dirigido pelo So Me.

mgmt – it’s working (official music video) from EL NINO on Vimeo.

Kid Cudi: Pursuit of Happiness

domingo, março 21st, 2010

A videoclipe da música “Pursuit of Happiness” ultrapassou 4 milhões de views com sua versão original. Agora foi lançada uma versão nova dirigida pela Megaforce. O clipe é tão incrível, que eu aposto que vai alcançar em views a primeira versão. Assista:


KiDCuDi.tv: Cudi Feat. MGMT & Ratatat – Pursuit of Happiness (Alternate Version) from DP on Vimeo.

É hoje a festa Ano Zero da Funhell

sábado, março 14th, 2009

Lembro-me do dia em que o Fabricio Miranda me chamou no messenger para discutir sobre um projeto que ele estava querendo fazer. A idéia era ter uma festa semanal às quartas-feiras na Funhouse, mas o dia que teria que ser aliado com o trabalho o deixou meio inseguro, afinal quarta-feira não é um dia fácil para promover festas, especialmente quando você tem um outro trabalho que te consome 10 horas diárias.

Dei a maior força, afinal o Fabricio é um cara que admiro e sabia o quanto ele desejava ter a festa dele e com a cara dele. Lembro-me da na época ter incentivado e ter me colocado à disposição caso ele precisasse de uma força para promover a festa. Ele não precisou. Em muito pouco tempo a Funhell dominou às quartas-feiras em São Paulo e virou uma das opçõess mais divertidas da cidade.

Foi um ano com 54 festas em que ele junto com o Fubah e Pomada (ah, adoro os nomes) juntaram muita gente bacana e se tornaram referência na noite. Me tornei tão fã do projeto que logo quis me juntar a eles para algum outro projeto paralelo e foi assim que nasceu a FCKu, que aos poucos vai conquistando seu espaço.

Eu tiro o chapéu para o trio que tem feito bonito, que tem juntado muita gente bacana, que é criativo e que tem contribuído para a diversidade da noite paulistana.

É com orgulho que dou parabéns e fico toda lisonjeada quando eles falam que eu sou madrinha. E claro, para comemorar uma noite assim não dá para juntar todo mundo na Funhouse, porque não vai caber. Então a festa rola hoje no Clube Glória com um line-up de primeira: o trio Fabricio, Pomada e Fubah, eu (Lalai), Lucio Ribeiro, Rafael Urenha, Gil Barbara, Database e um show dos americanos French Horn Rebellion, que faz uma empolgante mistura entre eletrônico, rock e dance music com o único objetivo de não deixar ninguém parado. A dupla é quem produziu o aclamado álbum”Time to pretend” do MGMT.

E ainda tem o Bronques (Last Night Party) registrando tudo. Já avisamos a ele que esta é a noite mais esperada do mês e ele está empolgadíssimo. Então prepare o figurino, tome muito pó de guaraná, porque a noite vai ser longa e divertida.

Para a lista amiga de R$ 20 – enviar email para funhell.party@gmail.com. Parabéns ao meu querido trio maravilha e vida longa a Funhell:

Pomada, Fabricio e Fubah

Nos vemos na pista mais tarde!!! Mais informações: www.funhell.com.br.

Artista do ano: TV on the Radio

domingo, dezembro 21st, 2008

Gosto de comparar as listas que as pessoas e revistas fazem, mas a que realmente traduz o que mais fez sucesso no ano são listas baseadas no que as pessoas mais ouviram de fato. Há duas listas populares: a do last.fm e a do iTunes.

A NME fez um grande favor reunindo várias listas, que tem Uncut, Pitchfork, Metacritic, Sunday Times, The Observer, Q entre outras.

Confira outras listas e os 3 primeiros lugares de cada uma: (mais…)

Melhores álbuns de 2008

domingo, dezembro 21st, 2008

Top 10 é algo muito relativo. Ontem fiquei zapeando na web várias listas e comparando. Há unanimidades, mas há disparidades também. Nem sempre o que eu considero o melhor foi o que eu mais ouvi. Depois de pedir a cada um dos meus colaboradores para fazer suas listinhas eu esbarrei na dificuldade de fazer a minha. Percebi que o que mais ouvi este ano foram cds lançados no final de 2007 e que ando mesmo atrasada com a música. 2008 também foi um ano em que ouvi mais músicas soltas do que cds inteiros. Para mim 2008 foi o ano do remix. Então retirei muita coisa do fundo do baú que foi revisitado numa nova versão por alguém. Há três listas que preciso fazer: top 10 dos melhores lançamentos do ano, top 10 das melhores músicas do ano e top 10 do que eu mais ouvi no ano. Vou começar pela primeira lista.

O que eu acho é que em 2008 saíram muitas coisas boas do forno e 2009 é um ano que promete musicalmente. Vamos ao que, na minha opinião, foram os melhores álbuns deste ano que está chegando ao seu fim. Não leve a ordem em consideração:

1) TV on the Radio - Dear Science,

2) Cut Copy - In Ghosts Colours

3) Primal Scream - Beautiful Future

4) The Presets - Apocalypso

5) Nine Inch Nails - Slip

6) MGMT - Oracular Spetacular

7) Fleet Foxes - Fleet Foxes

8 ) Portishead - Third

9) Santogold - Santogold

10) Girl Talk - Feed the Animals

Ainda estico a minha lista para Hot Chip (Made in the Dark), Glasvegas (Glasvegas), Ladytron (Velocífero), The Kills (Midnight Boom), The Whip (X Marks Destinations), The Ting Tings (We started nothing).

Do top10 eu apenas vi 3 ao vivo este ano: NIN no Lollapalooza, MGMT no Lollapalooza e no Tim Festival e Girl Talk no Lollapalooza e no All Points West. O NIN foi o mais lindo e emocionante, o MGMT, apesar de um belíssimo trabalho de estúdio, não me empolgou ao vivo, mas durante o dia e em local aberto funcionou melhor do que no Tim e Girl Talk me proporcionou uma das experiências mais empolgantes da minha vida, quando eu saí da pista e virei dançarina dele no All Points West. Dos demais eu vi apenas a nova turnê do The Kills no Lollapalooza, que fez um show muito superior ao apresentado aqui há alguns anos atrás.

A minha expectativa é que em 2009 eu possa ver ao vivo o restante da lista e acho que não será uma tarefa tão árdua.

Confira também os top10 que a Dani, Ana Laura, Fabilipo, Renato e do João Perassolo fizeram aqui no blog. E a próxima lista será meu top 10 com os melhores shows que vi em 2008. Aguardem!

Walter Meego – o pop da semana

sexta-feira, dezembro 5th, 2008

Eu ando numa fase bem pop. Na verdade eu sempre fui pop, mas disfarcei um bocado. Teve a fase do barulho, do trip-hop, da rebolação, quase me rendi ao minimal (aka torneirinha) e voltei para o barulho. Como sou instável e adoro mudar de idéia, eu voltei para o pop. 

E hoje minha recomendação de popismos é o Walter Meego, uma dupla de Chicago que lançou seu primeiro cdo Voyager em maio deste ano, já teve um remix feito pelo Van She Tech da música “Forever”, que faz a gente começar a dançar na cadeira e nos remete um pouco a sonoridade do MGMT.

Ouça as novas demo da dupla:

Yesterday\’s Gone (Original \’Tomorrowland\’ Demo)

Dollar Signs

IF. It All

TIM Festival, do divino ao descartável.

domingo, outubro 26th, 2008

Eu ia fazer um post rápido escrevendo só uma frase que seria mais ou menos um pedido aos organizadores do TIM Festival que ano que vem, ao invés de trazerem um Kanye West da vida, pra eles pegarem o tal cachê de milhões de dólares (e isso não é uma metáfora, é a realidade, ao que consta) e dividirem essa dinheirama toda em vários shows de bandas como The National.

Num festival em que um rapper mauricinho que se acha “a estrela mais brilhante do universo” e que faz um show que parece um musical infanto-juvenil baseado tanto em 2001 como na Xuxa, dirigido por alguém do nível do Hans Doner cobrando por um lixo desses o que cobra.  Ainda por isso a organização cobra vergonhosos R$ 250,00 de entrada fazendo com que um público minguado assistisse a palhaçada espacial do Kanye, não dava pra esperar mais nada o resto dos dias. E esse foi o primeiro deles. O show é tão meia boca que o telão poderoso falhou várias vezes durante a apresentação e em vários momentos o Kanye tinha que se virar pra alguém que estava no canto do palco, na mesa de controle do elevador que tinha no meio do palco e pedia pra baixar a tal plataforma ou subí-la e insistia, quebrando qualquer possível clima que ele vinha tentando criar durante sua apresentação. Na minha opinião, o único momento bom do show foi a música Gold Diger, que nada a ver com o tema futurista, pareceu um oásis no meio de um deserto (marciano?) de lixo pseudo-cabeça-espacial.

O bom é que no outro dia, na quinta feira, teve Neon Neon e Klaxons, duas bandas que mostraram que num festival decente com mais gente tocando e não com atrações diluídas em vários dias pra poder cobrar uma entrada abusiva por dia, o TIM seria muito relevante, como vai ser com certeza o Haagen Dasz Mix Music e o Planeta Terra.

Neon Neon mostrou que a mistura do indie com a eletrônica é super pertinente e funciona muito bem e surpreendeu os incautos presentes que não pararam de dançar com a banda de abertura. E o melhor, a atração principal Klaxons, uma banda porrada que faz o real disco-punk, não parava de falar do Neon Neon e elogiar e dedicar música, isso pra dar idéia da relevância de uma Gruff Rhys do Super Furry Animals no cenário da música atual. Klaxons quebrou tudo, não deixou ninguém parado e a ótima banda ao vivo parecia melhor ainda que suas músicas gravadas. Foi surpreendente ver os caras não deixando pedra sobre pedra.

Eu perdi a sexta feira, o Gogol, Yoda, Dan Deacon e afins, me arrependi, mas paciência, minha sexta foi um cu mesmo!

Mas sábado, ah, sábdo. The National mostrou que eu estava certo em esperar tanto esse show e estava mais certo ainda por ter passado horas e horas e mais horas esse ano ouvindo tanto seu álbum Boxer. “I know I dreamed about, for 29 years before I saw you”. Uma banda com uma letra dessas numa música não é qualquer coisa, gente. Que banda, que músicos, que engenheiro de som fudido que equalizou o som perfeitamente durante o show, deixando com que todos nós tivéssemos a oportunidade de nos deliciarmos com canções perfeitas tocadas e interpretadas mais perfeitamente ainda. Eu confesso que em dois momentos eu chorei durante o show de alegria e de emoção: Matt Berninger, o vocalista, é o tipo de cara que durante uma canção morre e faz com que morramos juntos. Fazia tempos que eu não via um show de rock que me pegasse não só pelas entranhas, mas também pelo cérebro e pelo coração. Geralmente essas coisas de dissociam num show de rock, que pra mim é o melhor de música ao vivo que existe. Eu pirei com Muse uns meses atrás ao vivo, mas The National, ai ai ai , me lembrou os shows do Nick Cave, do Jesus And Mary Chain, do Radiohead no lançamento do OK Computer. Foi o show do ano pra mim.

E depois veio a farsa MGMT. O que me irrita em bandas hoje em dia é essa necessidade de se mostrarem roqueiras, com influências do heavy metal, nesse caso do Led Zeppelin. Bom, geralmetne essas bandinhas aparecidas são umas farsas e o MGMT não é exceção. Bandinha que começou com uma pegada psicodélica, hippie porcaria e que agora resolveu que o leggal é fazer show e vem tentando ao vivo. Eles deviam ensaiar uns 2 anos e em 2010 saírem em turnê. Alguém por favor avisa pra eles que deixar o som super alto não atenua a falta de talento? Com 3 músicas boas, um show de 1 hora é um saco, constrangedor.

Conclusão? Só por terem trazido The National eu tiro meu chapéu pro TIM, via-se que era uma banda perdida no tipo de festival que fizeram. Mas, por favor, repensem ano que vem, façam direito, espelhem-se em quem tem feito certo.

(foto by HelenaN)

Promoção relâmpago: ganhe ingressos para o Tim Festival

segunda-feira, outubro 20th, 2008

Nesta quarta-feira começa o Tim Festival, que teve duas baixas: The Gossip e Paul Weller, mas mesmo assim ainda restam boas atrações para serem vistas: Kanye West, Klaxons, Neon Neon, Gogol Bordello, The National e MGMT. Desta lista a única que eu ainda não vi foi Neon Neon, que promete.

Se você ainda não comprou seu ingresso e está aí no sofá titubeando se vai ou não vai porque não está afim de desembolsar dinheiros, eu vou te ajudar! Estamos DANDO alguns pares de ingressos para todos os shows. Válido somente para moradores da cidade de São Paulo:

-1 par para Kanye West [22/10 - quarta]

-2 pares para o Bossa Mod [23/10 - quinta]

-3 pares para Novas Raves – Neon Neon, Klaxons [23/10 - quinta]

-3 pares para Tim Festa – Gogol Bordello, Dan Deacon, Switch, Junior Boys, DJ Yoda [24/10 - sexta]

-1 par para The Cats – The Bill Frisell Trio (com Kenny Wollensen & Tony Scherr), Enrico Pieranunzi Trio e Tomasz Stanko Quintet [24/10 - sexta]

-2 pares para Ponte Brooklyn – The National, MGMT, Cérebro Eletrônico [25/10 - sábado]

Os ganhadores serão os primeiros a deixar comentário com email para contato. Informe os dias que deseja ir por ordem de preferência (será dado um par por comentário).

Para ver programação complete acesse aqui!

E nossos festivais de “verão”?

terça-feira, outubro 14th, 2008

Enquanto mais da metade do mundo se joga nos festivais de verão que rolam entre maio e um pedaço de setembro, a gente fica aqui roendo as unhas esperando nossos festivais chegarem e eles não são de verão. O grande problema é que é muita coisa num espaço curto de tempo. Com preços nas alturas e bolso vazio, vale escolher bem o que ver. Eu estou na fase de ver se gosto muito.

O fato de ter ido ao Lollapalooza reduziu consideravelmente minha lista de prioridades em shows. Fui ao Skol Beats apenas para acompanhar os amigos, pois já tinha visto Justice e Digitalism. Sinceramente eu não curti o festival, achei o line-up irregular e fugi do local antes da hora, pois não tinha nada lá que incentivasse continuar.

O Tim Festival que está com a programação extensa, mas sem grandes nomes, não me restou muito para ver, já que o que eu gosto eu já vi e Gossip, que estava na minha lista, foi cancelado. Talvez eu repita a dose e assista MGMT e The National, mas vai depender do ânimo. Provavelmente eu reveja Klaxons, já que tem Neon Neon no mesmo dia. O que decidi é que como não restou nada, eu vou rever o Kanye West no dia 22.10 que faz um dos melhores shows que eu já vi. Infelizmente ele é o mais caro da lista. Tem Gogol Bordello, que eu reveria, mas tenho Rebel no mesmo dia.

Logo na seqüência vem o Haagen Dazs Mix Music, no dia 01.11 na Vila dos Ipês, que traz Uffie & Feadz, The Glimmers, VHS or Beta (DJ set) e Yuksek. Da lista eu só vi Uffie. O Haagen Dazs, como eu falei num post anterior, mudou o formato e está mais bacana que a primeira edição. Os preços também melhoraram e ele continua open bar e claro, sorvete a noite toda, além de começar a ter maior presença em redes sociais. Vou ter que esticar na ressaca, já que no dia anterior tem a festa de 1 ano da Crew no Glória com a dupla de Chicago, Flosstradamus.

E já emenda o Planeta Terra, que dos festivais grandes é o que mais me agrada, afinal line-up de primeira e a maioria das atrações eu nunca vi ao vivo. É o tipo festival perfeito: bom preço, um dia só, horários não tão conflitantes (o de 2007 foi bem difícil fazer escolhas do que ver de acordo com meus amigos, já que na época eu estava fora). Tem Offspring, Breeder, Foals, Jesus and Mary Chain, Calvin Harris, Spoon e Kaiser Chiefs (das atrações que eu realmente curto, ou seja, 85%). Esse rola no dia 08 de novembro e estão trabalhando bem com redes sociais: facebook, last.fm (criaram perfil ao invés de evento, mas eu já tratei de criar um evento lá), orkut, blip.fm, twitter e blog (que não tem um formato muito bacana para leitura).

Quanto ao Nokia Trends ninguém sabe. O Nokia Mob Jam já está rolando há algum tempo, inclusive terá uma edição na festa de 1 ano da Crew e quem participa desta vez, além da atração Flosstradamus, é o Fabrizio Martinelli, que é nosso DJ residente. Porém, nada se fala muito do festival e nem há data prevista. Em época de calendário bombando, não dá para dar mole deste jeito, pois a chance de ser “meia-boca” é grande.

Além dos festivais, ainda tem as atrações que desembarcam aqui para shows solos, como Madonna (que eu não vou); R.E.M. que tocam em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo (que aliás, logo na sequência do Planeta Terra) e Duran Duran também em novembro, nos dias 21 e 22.

Enfim… haja disposição, tempo e dinheiro para acompanhar a maratona que abriu com Skol Beats e termina no final de novembro. Depois é voltar para a sala de espera e ficar meses a fio aguardando o calendário 2009, mas como chegamos à conclusão, as bandas chegam no Brasil com pelo menos 1 ano de atraso, com exceção das bandas mais antigas, que muitas chegam com anos de espera e outras nem chegam (como Radiohead).

Resumindo: se pensarmos um pouco já dá para prever boa parte do calendário 2009.