Hoje, vamos desvendar um mistério maior que o do ET Bilu. Vamos provar para vocês fatos da vida e da carreira do vocalista do Strokes, até então desconhecidas do grande público.
Casablancas: de onde vêm? Para onde vão? Como se reproduzem. E as provas de que Julian é, na verdade, o filho de Michael Jackson e de Amy Winehouse. Acompanhem:
- Você nunca desconfiou? Casablancas = Casa+Blancas.
CASA = HOUSE (Winehouse) / BLANCAS = Michael Jackson morreu BRANCO.
- O primeiro cd dos Strokes é Is This It, de 2001. Último cd do Michael? This Is It, de 2009.
ÁLBUM DE FAMÍLIA
- De Michael, o pequeno Julian herdou traços bem característicos. Tem os olhos profundos e cansados, o sorriso tímido, além da notável semelhança no estilo de vestir.
- O DNA não deixaria negar, além de ter os olhos da mesma cor, os cabelos bagunçados e a voz rouca, Julian herdou da mãe, Amy, a queda por bebidas e o gosto por dizer “no, no, no” a Rehab
CURIOSIDADE
Se você digitar: julian casablancas tattoo no Google, vai ver Michael Jackson aparecer bem no meio da página. Isso porque, a briga foi feia quando Julian resolveu fazer sua primeira tattoo, apoiado pela mamãe tatuadona. O pai foi extremamente contra.
- Para se defender, Julian disse que o desenho da tarântula em seu braço era uma homenagem à “Human Nature”. Michael o castigou mandando pentear o cabelo e usar gel.
SEGREDOS DESVENDADOS
- Há quem diga que Julian aceitou tocar no Planeta Terra pois queria conhecer a famosa montanha-russa do Playcenter, que o remetia a que Michael tinha em sua casa em Neverland. – (CLARO QUE NÃO É POR CAUSA DAS CRIANÇAS, PQP VCS. AFF!)
- Mas voltando aos fatos: todos sabem que Amy vivia a chorar por um amor que se foi. Inclusive, seu 2º álbum, ”Back to Black” foi na verdade uma tenativa de voltar com Michael.
EXTRA!! EXTRA!!
- “A capa de Is This It é uma referência do Julian ao seu pai, Michael Jackson”. Confessou Colin Lane, fotógrafo da arte, desmistificando a versão de que a foto é de sua namorada flagrada saindo do banho. “ O Julian já tinha tudo arquitetado em sua cabeça. A luva é uma sutil referência ao Michael”, concluiu o fotográfo.
Fonte: TheTruth, edição 25, abril de 2010
- “Era uma criança depressiva porque nunca conseguiu fazer o passinho famoso de seu pai”. Fonte: Joseph Jackson, avô de Julian à revista O! de 21 de maio de 2009.
- Como pai e filho sempre se completam, encontramos este mix de Jackson e Strokes, que nunca havia sido divulgado. A gravadora nos mandou em primeira mão. É emocionante:
CONCLUSÃO
- Julian Casablancas é um musico talentoso, que ficou órfão em um curto período de tempo. Em 2011, gravou o álbum que seria intitulado “Angels”, para homenagear os pais. Porém, com medo de sofrer bullying, a banda optou por mudar o nome para “Angles”.
Vai, Julian. Nós da tocoblurpeganofogo sabemos do seu segredo e estamos com você.
Força. THIS IS IT.
Estudo científico realizado por: Thaisy Pecsén, Julie Fernanda, Felipe Cavalcante.
- a primeira edição do Glastonbury rolou em 1970 e custou £1 para entrar
- o clipe de Billie Jean, foi o primeiro videoclipe de um artista negro a ser veiculado na MTV
- no período em que o Napster existiu (1998-2001), as vendas de CD aumentar mais de US$ 500 milhões (tá, meu bem?)
- 95% de downloads que rolam de músicas, são ilegais
- 2,4 bilhões de CDs são produzidos anualmente
- as vendas de vinil tem aumentado, só no último ano o aumento foi de 41%
- o Spotify fatura mais que iTunes no seu país de origem, a Suécia
- em um mês o turntable ganhou 300.000 usuários (e tiraram ele da gente! humpf) e já está valendo US$ 37 milhões
- o Facebook já anuncia sua plataforma de música e logo mais alcança 1 bilhão de usuários
NY Times publicou recentemente um visualização – feita com a técnica de processing – no qual se pode observar todo o tráfego gerado para o site do jornal a partir das 17h20, quando o site TMZ anuncia a morte do cantor. Assista ao vídeo logo abaixo:
Michael Jackson morreu e eu não me manifestei por aqui. Ele marcou bastante minha adolescência e lembro das noites grudadas na TV esperando o lançamento dos seus clipes. Claro que eu aprendi todas as suas coreografias e quando comecei a discotecar, vários dos seus hits fizeram parte do meu set, incluíndo Billie Jean, que eu toquei exaustivamente até ser proíbida por alguém com ameaça de não ir mais às minhas festas.
Quando soube da notícia, eu voei para o blip e fiquei lá ouvindo o Michael sem parar. E tá, eu confesso: eu chorei! E sim, fiquei desolada e não acreditando na notícia. Gostava mesmo do rei, que foi quem fez eu querer ansiar tanto pela pista para mostrar minhas super coreografias.
Hoje o Phelipe me mandou um tributo incrível que fizeram a ele. Tem todo mundo lá: Kid Cudi, 50 Cent, Eminem, Jay-Z, Lil Wayne, Notorious Big, etc.
Eu conheci a Anorak magazine há algum tempo, pois como trabalhava com moda infantil, o centro das minhas pesquisas era o universo dos pequeninos. A revista é publicada a cada três meses e tem como maior apoiador (patrocinador?) ninguém mais ninguém menos que a H&M.
Há umas semanas me lembrei da revista, e resolvi comprar um exemplar pela internet. Que por sinal chegou semana passada, embalada num envelope com o meu endereço e nome escritos à mão – achei fofo.
Bom, num primeiro momento a sensação é a de: “poxa, por que não temos algo assim no Brasil?” A publicação é toda colorida, com uma pegada esperta e cheia de ilustrações legais! O que eu achei mais bacana, é que a revista fala numa linguagem sem tratar a criança como “boba”. E dá dicas legais até para os crescidos. Tanto que uma das indicações de um bom programa a se fazer em Londres, logo nas primeiras páginas, era ir conferir algum show do Michael Jackson…
Ainda tem indicações de crianças sobre livros que elas gostaram de ler, tem uma fotonovela fofa de um urso de pelúcia e um macaco em Amsterdam e mais algumas histórias ilustradas – por ilustradores diferentes – que focam no público dos 6 aos 12 anos.
Como a temática dessa edição era “Palavras”, a parte dedicada aos passatempos é cheia de espaços e lacunas onde o pequeno tem que completar sentenças – e até criar as suas! E ainda nessa linha, uma parte bacana é a seção de coisas antigas, que conta que há muito tempo, o idioma falado na Inglaterra era o francês! (Nem eu sabia dessa!)
Impressão geral? A Anorak com certeza é feita por adultos que, além de serem legais, adoram o universo infantil. Um prato cheio para amantes de brinquedos, toy arts, cultura e novidades fora do trivial. :)
Ontem a noite saí pra jantar com minha filha antes de ir a pré-estreia do SPTERROR. Enquanto esperava a comida chegar, comecei a ser bombardeado por ligações e sms´s dizendo quem Michael Jackson tinha morrido. Difícil de acreditar em princípio, mas a ficha vai caindo aos poucos. Qaundo ele fez show por aqui em 93, minha ex estava grávida da minha filha e eu chorei ao final do show quando ele cantou a péssima “Heal The World”. O amigão Dudu Marote tava comigo e disse que eu só tinha achado bacana porque eu ia ter uma filha logo e por isso eu estava sensível. Hoje eu concordo com ele, claro. E 15 anos depois, eu jantava com a Isabella na hora que soube que o cara tinha sido encontrado morto e o que ela me disse é que só sentia porque não iria vê-lo ao vivo.
Bom, nada de melhor agouro pro início de um festival de cinema fantástico por aqui que a morte de um “mostrinho” (desculpem, mas era sim) momentos antes. E ao chegar no Reserva Cultural, dou de cara com o mestre dos mestres José Mojica Marins chegando junto.
Aliás, aqui vai um parêntese rápido. Um repórter/apresentador da Tv Cultura com uma folha de pauta em mãos, na minha frente, perguntando pro assessor de imprensa do festival quem era o tal José Mojica Marins que ele precisava entrevistar. O assessor aponta o cara e o repórter diz “não, aquele é o Zé do Caixão”. O assessor confirma e ele então, rindo, diz, “ah, eles são a mesma pessoa! agora eu entendi!” Sim, isso na minha frente. Eu quase vomitei no pé do repórter essa hora, de raiva.
Depois disso tudo, entrei pra assistir “Halloween, O Início”, do Rob Zombie. Adoro o Rob Zombie, desde sempre e como diretor de filmes, mais ainda, porque o cara é cruel e despudorado. E ele escreveu o roteiro e produziu e tal. E o filme é bom demais. Cheio de closes, como um bom filme de terror tem que ser, pra mostrar as podreiras mesmo!
Bom, esse “Halloween” conta o começo da piração do Michael Myers, ele com 10 anos de idade passando de dissecar gatos e ratos pra matar amiguinhos da escola e na noite das bruxas, destruir quase a família toda, sua irmã, o namorado, o padrasto tosco deixando viva apenas sua irmãzinha bebê e sua mãe gostosa.
A sequência que conta bem esse início de doideira é Myers, gordinho, cabelo na cara, máscara de palhaço (recorrente, aliás, nos filmes de Rob Zombie, né?), sentado na frente de sua casa e sua mãe, stripper, dançando na boite ao som de “Love Hurts” momentos antes dele, Michael, começar a chacina. Lindo e poético!
Daí pra frente ele é internado num manicômio e tratado por um médico quase doidão, vivido por ninguém menos que Malcom MacDowell que numa bobeada, deixa o moleque com uma enfermeira enquanto conversa com a mãe gostosa dele e o moleque ´~ao perde tempo e trucida a mulher com um garfo.
17 anos se passam, Myers cresce, um monte, e volta pra sua cidade atrás da irmãzinha que cresceu. Claro que numa noite de Halloween e claro que matando todo mundo que vai encontrando pelo caminho.
E isso tudo muito bem filmado, com uma trilha ótima e uma edição quase perfeita. Claro que os sustos a gente quase sempre sabe quando vão acontecer, mas quando acontecem, surpreendem pela crueldade. Prepare-se, porque nesse filme não tem aquele susto que não é: sempre é!
Todos os itens da Neverland, a casa do Michael Jackson, foram para leilão. O Paul Scheer foi lá dar uma olhada e fotografou seus preferidos. Claro que tem muita coisa bizarra, afinal Michael é rei e alguém duvidava disso? Todas as fotos podem ser vistas no Flickr do Paul.
Fizemos nossas listas, mencionamos o que mais ouvimos e até concluí que o artista de 2008 foi TV on the Radio, já que ele esteve presente em pelo menos 8 de cada top 10 feito por revistas, blogs e jornais. Pensei bastante a respeito e o meu artista do ano foi Girl Talk. Talvez eu o eleja um pouco tarde, já que a essas alturas ninguém está mais olhando para trás e sim correndo atrás do que pode ser o grande booom de 2009, mas este post está na minha cabeça há algum tempo e eu precisava escrevê-lo.
Girl Talk tocou no Brasil no Tim Festival de 2007. Em São Paulo o seu show foi na The Week na noite eletrônica. Infelizmente eu perdi, pois tinha Rebel no mesmo dia. Foi com pesar que no dia seguinte ouvi todo mundo comentando sobre um dos melhores shows do Tim daquela edição. Antes disso ocorrer, eu e o Fabilipo tínhamos cogitado dele tocar no aniversário do Glória, mas que acabou fechando outra atração. Afinal quem era Girl Talk?
Na minha última viagem aos Estados Unidos eu tive a oportunidade de assistir a dois shows dele, porém o primeiro coincidiu com outro show e acabei abrindo mão. Deixaria para vê-lo no All Points West em NY. O álbum“Feed the Animals” tinha acabado de ser lançado e eu mal o tinha ouvido. Confesso que, apesar de imaginar um show muito divertido, eu não imaginei o quanto ouvir Girl Talk poderia causar uma sensação incontida de felicidade.
Quando o Larry Tee me ligou perguntando se eu gostaria de dançar no palco com o Girl Talk, eu mal pude conter minha alegria, afinal se show já era considerado incrível para quem assistia, imagine para quem participasse diretamente dele. Essa experiência, que eu já citei várias vezes, foi com certeza uma das mais divertidas da vida. Assistaasequênciaaqui (eu sou a de fita rosa na cabeça e camiseta de zebra).
Desde então “Feed the Animals” tem sido tocado repetidamente no ipod, no computador e às vezes até nos meus sets. O cd foi lançado para download gratuito ou pagar US$ 5,00 para bonus track ou US$ 10,00 para receber o CD físico.
E tanto eu, quanto o Fabilipo e a Dani (que aderiu ao cd recentemente de tanto que falamos dele) temos discutido o quanto ouvir este álbum nos deixa feliz. Se em algum momento eu não estou legal, eu já corro para dar play nele. E nos meus devaneios sobre o porque deste cd ter tal eficiência como a pílula da felicidade, não foi difícil encontrar a resposta.
Com este repertório não há como não embarcar numa viagem ao tempo, especialmente se você viveu os anos 80 e 90. Por isso eu digo: Girl Talk é gênio!
*Vale relembrar aqui o post que a Dani fez sobre o Remix Manifesto e dar um pulo no site oficial, especialmente em semana de Campus Party quando um dos assuntos discutidos é Creative Commons
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.