Posts Tagged ‘nyc’

How to make it in America: I need a dollar

segunda-feira, abril 5th, 2010

Eu estou simplesmente apaixonada pela nova série da HBO, How to Make it in America, que tem até o Kid Cudi no elenco. Para quem gosta de NY e música, a série é obrigatória. A trilha é fantástica e é sempre publicada no blog da série.

Minha querida DJ Mulher, aka Ana Laura, e a dupla Pristine Blusters produziram um remix para a música tema da série, I need a Dollar, de Aloe Blacc. Confere :

Aloe Blacc – I Need a Dollar (Pristine Blusters & DJ Mulher ‘Millionaire’ Remix) from Pristine Blusters on Vimeo.

(Pretty) Girls & Lasers in da house

terça-feira, novembro 24th, 2009

Há um tempo atrás achei por acaso os djs (Pretty) Girls & Lasers num blog. Me esbaldei com set de verão divertido que eles fizeram, inclusive publiquei aqui no blog.

Escrevi para eles choramingando um set especial para o blog e eles prometeram que farão um no início do ano. Enquanto o set exclusivo não chega, eles me mandaram hoje dois mixes recém-saídos do forno com um email enorme super fofo, além de enviarem convite para uma festa que vão fazer no dia 02 de dezembro, em Nova York, com direito a listinha vip. Se alguém estiver indo para lá, fica a dica.

Party Flyer

Agora aproveita a quarta-feira musical e baixe os dois sets:

Parte 1:

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Parte 2:

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Tracklist:
(mais…)

Pavement, o reencontro

segunda-feira, setembro 21st, 2009

Picture 2

Pois então o Pavement, uma das bandas mais importantes do cenário musical alternativo americano, depois de 10 anos separada, anunciou, na última terça-feira, dia 15 de setembro, um dos reencontros mais esperados do público indie. Os motivos? A comemoração dos 20 anos de uma banda que não existe há 10, um show “beneficente” que irá alavancar ainda mais o Central Park Summerstage e, por que não, a “volta” de um grupo que não teve um fim muito bem definido. E quer saber de verdade? Nem importa quais são os motivos e sim que os ingressos da pré-venda do show, que ocorrerá somente em setembro de 2010, foram vendidos em apenas 2 minutos. E, por isso, foram necessários mais três dias de shows para aplacar o desespero dos fãs do Pavement. Isso é que é confiar no futuro. Enquanto isso, vou ficar aqui de dedos cruzados rezando pra continuar morando em NY e, quem sabe, conseguir um lugarzinho ao sol. :-P

I love NY

quarta-feira, setembro 16th, 2009

Sexta-feira foi 11 de setembro e eu queria ter feito minha homenagem a NY, que me pegou de jeitinho e me devolveu com uma depressão responsável por eu jogar tudo para o alto e recomeçar. Ah, NY!

escrevi a respeito aqui no blog, mas vale o repeteco, talvez para expressar um pouco mais sobre o efeito que uma cidade (e uma viagem) pode causar em você.

Demorei muito para me render à América e uma preguiça rançosa não permitia que eu mexesse um dedinho sequer para ir até lá. Quem me levou à América foi Radiohead. Melhor desculpa não existe. Lá estava eu, chegando por Chicago, para ver uma das minhas bandas favoritas, já que sobrevivíamos sob suspeita se a banda de fato um dia tocaria no Brasil ou não. Para minimizar o risco de não vê-la aqui eu fui até ela.

Atualmente tenho muitos amigos vivendo em NY e a maioria sequer cogita voltar para cá. Para mim NY é uma São Paulo que alcançou a vida adulta, além de ser um lugar a parte nos EUA. Algo inexplicável quase com uma pitada mística aconteceu comigo enquanto eu estava por lá. Eu não acredito muito nessas coisas, mas nunca voltei de uma viagem de férias tão transtornada.

nyc

Todas as certezas que eu carregava nas malas na ida não voltaram. NY mostrou por suas frestas coisas que eu não me achava preparada para ver. Quinze dias foram quase uma vida por lá e ao mesmo tempo tão poucas horas.

A correria, a diversidade, a arte, a cultura, o charme, os bares, os metrôs fétidos com pessoas que pareciam ter saído de um editorial, as lojas, o Central Park com tardes ensolaradas e tantos cantinhos cheios de charme preenche NY de uma maneira singular e encantadora.

Grandes cidades sempre me inspiram e viram minha cabeça. É isso que gosto nelas, o caos que provocam em mim. Foi assim que NY mexeu comigo. Voltei das férias não querendo minha vida aqui de volta. Queria algo novo e que fosse mais inspirador do que o que eu estava fazendo. Queria ter maior liberdade nas minhas escolhas e nos meus projetos.

Confesso que não sei ao certo o que se rompeu, mas passei uma semana em um estado que eu considerava ser uma depressão pós-férias. Era mais que isso. Em menos de um mês eu pedi demissão do meu emprego que me parecia tão seguro. Abri mão das certezas e resolvi arriscar. Não foi assim de sopetão. Joguei tudo para o alto e estou recomeçando. NY indiretamente mudou radicalmente a minha vida.

Talvez foi ver a infinidade de opções e ao olhar para a sua própria vida, perceber que vive cercada de restrições e que a vida pode ir muito além e ser bem mais interessante.

Assim como pessoas, cidades tem o poder de me tocar de alguma maneira.  E é a maneira como ela me emociona e/ou provoca que faz eu me apaixonar. Foi assim com algumas poucas cidades do mundo e uma delas é NY.

Como fingir que você é um verdadeiro nova-iorquino

segunda-feira, julho 6th, 2009

Intervenção urbana em NYC

quarta-feira, maio 20th, 2009

Veja abaixo o vídeo da intervenção urbana feita em “outdoores digitais” pelas ruas de NYC. O trabalho é do pessoal do Wooster Collective.


Stained Glass Post-Pixelators
by posterchild

Estilo NYC

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009

BonobosNo UrbanEye [do New York Times] de hoje, a dica estilosa é a loja Bird, no Brooklyn. De acordo com a reportagem, novaiorquinos têm tornado a loja no novo hype fashion da cidade por conta das calças namorado, gravatas skinny/lápis e outros ‘garimpos’ que as donas da marca fazem mundo afora.

A matéria também tem dica de site de compras para homens. No caso, calças “tight-but-not-too-tight” que a Bonobos.com vende e – segundo o jornal – “caem melhor que jeans e ficam entre o sensual e o confortável.”

Bird - loja do momento no Brooklyn, Nova York.

Bird - loja do momento no Brooklyn, Nova York.

*Mark é jornalista e publicitário no Rio. Ele também mantém o Blog do Editor, na Paradoxo.

Cindy Sherman e seus auto-retratos

quarta-feira, dezembro 10th, 2008

A Cindy Sherman é uma das minhas fotógrafas favoritas. Há 4 anos atrás eu me lancei num estudo frenético de seu trabalho “Untitled Film” em conjunto com um dramaturgo, pois queria fazer uma performance e/ou peça inspirada no trabalho dela. Me debrucei em dissertações que achei em algumas universidades e referências ao seu trabalho. O resultado foi que eu pirei. Foi um ano em que mergulhei no universo dos duplos. O livro “O real e seu duplo” de Clement Rosset foi dissecado ao extremo como estudo complementar.

Não conseguimos concluir o trabalho. Piramos antes dele. Na época eu saquei que não tinha estrutura emocional para ir tão longe e com Cindy Sherman não dá para ser rasa

Hoje soube pelo blog “Desculpe a Poeira” que ela está expondo nos trabalhos na galeria Metro Pictures, em Nova York. Ela continua explorando na sua obra a beleza, a auto-imagem e o envelhecimento.

A exposição começou em 15/11 e vai até 23/12. Vai lá por mim se você estiver em NY. Eu vou morrer de inveja!

Leia mais aqui!

Williamsburg, o charme de NY

quinta-feira, agosto 28th, 2008

Eu demorei para decidir ir aos EUA e este ano fui levada para lá pela música, já que o objetivo das férias deste ano era ver Radiohead.

Depois de me esbaldar no Lollapalooza em Chicago, a próxima parada seria NY, que era o único lugar que eu tinha qualquer desejo de conhecer (mas uma preguiça danada).

Sempre que eu pensava em ir para NY, eu pensava em Manhattan e obviamente seus bairros elegantes, mas o choque inicial foi desolador: caí na famosa Times Square e achei tão horrível, que deu vontade de gritar e voltar para Chicago, que foi uma cidade pela qual eu me derreti.

Passado o susto, lá fui eu para o meu lar temporário em Williamsburg, no Brooklyn, que fica do outro lado da ilha. Manhattan tinha ficado para trás. Alguns amigos (chatos) diziam:

- Ahhh, lá é muito longe. O negócio é ficar em Manhattan onde está tudo.

Tudo o quê? Ok… no terceiro dias eu já estava babando por NY e me sentindo em casa. Conhecia todo mundo, andava pra cima e pra baixo, fazia baldeações no metrô num piscar de olhos, tinha referências para marcar encontros e já dominava a cidade que, inteligentemente, tem suas toda numerada.

E nada me alegrou tanto como estar em Williamsburg, que era um bairro que eu não tinha a menor vontade de sair de lá. Pois bem, assim como boa parte dos moradores de NY eu estava de quatro pelo bairro mais charmoso e descolado da cidade.

Obviamente os amigos que ficaram em Manhattan tiveram uma preguiça danada de ter que atravessar a ponte, que na verdade é feita de metrô e é uma estação apenas da ”ilha”. E eles perderam a chance de conhecer um dos lugares mais bacana pelo qual eu já passei na vida.

Há não muito tempo atrás Williamsburg não era o que é atualmente, que nasceu como um bairro industrial e foi um grande celeiro de imigrantes. Nos últimos 20 anos o lado Norte começou a receber vários artistas devido aos aluguéis baratos em espaços muito amplos, que outrora tinham sido fábricas. O bairro é repleto de lofts e foi em um deles que eu fiquei.

Após a invasão artística começaram a surgir galerias, cafés, bares, restaurantes e lojas. Hoje os aluguéis estão nas alturas, por todo canto se vê empreendimentos milionários sendo construídos, mas mesmo assim o bairro mantém seu charme.

Os melhores bares e festas que fui durante minha estadia em NY foi em Williamsburg onde é possível encontrar cerveja em um bar por US$ 2,00 (que com o tip vai para 3,00, mas ainda é um alívio quando não se paga menos de US$ 5,00 numa cerveja em qualquer bar em NY); jantar bem por US$ 20,00; ir nas block parties no final de semana durante a tarde; revirar o Beacon’s Closet, que é o brechó mais incrível de NY e onde arrematei um Ferragamo + 3 scarpins incríveis, além de vários casacos, vestidos e camisetas num gasto total de US$ 200,00; pegar algum show grátis (ou não) no McCarren Park Pool; ver gente mega-fashion a cada metro quadrado e ainda chance de cruzar com Agyness Deyn ou algum integrante do YYY, Larry Tee (que foi quem me hospedou) ou Rapture, que também moram lá.

Aliás, fui vizinha por alguns dias da Agyness, que mora no apartamento debaixo do que eu fiquei, mas não tive tal sorte de cruzar com a diva no elevador, mas entrei numa festa pequena em que não tinha valor de entrada e dei de cara com o Scottie B. tocando.

A minha dica é: se for a NY não deixe Williamsburg de fora do seu roteiro. Pegue o metro linha L e desça na estação Bedford e saia batendo perna. O blog Free Williamsburg é recheado de dicas bacana e se joga porque vale a pena. Se conseguir estadia por lá, sinta-se felizardo! Se quiser se sentir ainda mais em casa, fantasie-se de hipster caso ainda não seja um.

+ fotos

Festivais

quinta-feira, março 27th, 2008

Nada me excita tanto quanto a idéia de ir em um festival com bandas que eu gosto. Além disso ainda tem a outra parte boa que é reunir os amigos. Hoje estava conversando com um amigo que mora em Londres e a reclamação dele foi não ter amigos por lá, o que o desanima um pouco a encarar várias ótimas empreitadas por falta de companhia. Há não muito tempo atrás eu não conseguia entender porque para mim bastava ver bandas que eu amo e pronto.

No ano passado eu senti isso na pele. Fui ao ilovetechno em Gent, na Bélgica, que é o maior festival de música eletrônica do mundo e reúne 35.000 pessoas. Quando embarquei para a Europa o que mais me animava (depois do Interpol) era ir ao ilovetechno. Mal me continha, afinal o line-up era recheado de todos os maximalistas que adoro: Justice, MSTRKRFT, Boyz Noise, Klaxons, Goose, Digitalism, SMD entre outros.

Tive que esperar uma semana até a chegada do festival e no dia 10 de novembro eu embarquei sozinha num trem que me levou até lá. Já no trem eu senti falta dos amigos, afinal à minha volta rolava um fuzuê danado, pois o trem era exclusivo aos que estavam indo para o ilovetechno. Passei 9 horas lá entre um show e outro. Conheci algumas pessoas, mas no geral eu fiquei sozinha. Curti bastante os shows, mas descobri que eles são totalmente diferentes quando você está sem companhia. Os intervalos parecem ainda mais longos, a cerveja demora mais para acabar. Neste mesmo dia acontecia o Planeta Terra aqui em São Paulo e meus amigos foram em peso. Morri de saudades e no fundo eu quis estar aqui com eles, tanto que gastei todo o crédito do meu celular mandando sms para eles.

O saldo foi positivo, pois gostei muito da maioria dos shows que vi, mas faltou esse “quê” a mais e tratei de arrumar companhia para todos os shows que fui durante a minha viagem para poder compartilhar o momento com alguém. E é sempre outra coisa.

Agora estou aqui programando minhas próximas férias e novamente estou movida por shows, só que decidi levar alguém a tiracolo, pois definitivamente não sou uma pessoa que se diverte muito sozinha. E agora que começam a surgir os line-ups dos festivais de verão, eu começo até a ficar meio perdida nas minhas escolhas, então decidi que elas serão feitas de acordo com o conjunto: cidade, line-up e se há alguém que eu conheço que vá.

A princípio começo a decidir encarar o Lollapalooza que está com um line-up matador que tem Rage Against, NIN e Radiohead. De lá é rumar para NY para o APW que também está com um line-up bacana incluíndo Radiohead na sexta e no sábado. E nos dois tem também nossos brazucas CSS, que eu ainda não vi ao vivo depois que estourou mundo afora.

Felizmente tenho companhia para os dois festivais, mas se alguém mais se animar em se jogar na empreitada com a gente, está convidadíssimo.

E você, curte assistir show sozinho(a)?