o skol sensation
quinta-feira, abril 9th, 2009este texto já deveria ter estar aqui desde segunda, mas ele só conseguiu sair do pensamento pro teclado hoje. então, vamos lá.


sábado aconteceu a festa mais aguardada ( e comentada, tanto no bom, quanto no mal sentido ) deste primeiro semestre, o Skol Sensation no Anhembi – com a proposta de unir 40 mil (!!!!) pessoas vestidas de branco embaixo da Árvore do Amor com um espetáculo de unia cores, luzes, performances circenses, música e muita pegação – esta última foi conclusão pós- festa, ok?
desde o começo, eu via o Skol como um evento voltado ao público que gosta sim de música eletrônica, mas sem uma vertente específica, mas que antes disto, gosta de badalação, de ver e ser visto, de grandiosidade e muita diversão, e sendo assim ele conseguiu atingir seu objetivo – era só olhar pros lados e ver a animação de quem estava zanzando pela pista ou dançando.
se eu gostei? não muito, fato.
falta de informação por parte do staff, banheiros sujos, cerveja quente as 2 da manhã, camarote sem sofá, filas enormes nos bares e caixas, mapa de localização incompleto, som mal equalizado em vários momentos (principalmente no megamix) e a estrutura metálica do pavilhão ‘a mostra’ com certeza, fizeram o evento perder muitos pontos.
claro que a festa teve pontos positivos, como o sistema de translado ‘estacionamento – evento’, o cumprimento de horários dos sets e a animação dos DJs – nenhum deles me animou, e mesmo o Ferry Corsten – que eu já gostei bastante, ou me fez deixar o bate papo com os amigos para ir dançar.
se eu esperava mais? lógico.
porque a campanha foi bem feita, as imagens da versão gringa eram realmente sedutoras, a idéia geral da festa era interessante, e quando você chega lá, não se depara com toda a grandiosidade vendida – a começar pela árvore que não tinha metade do tamanho do prometido. quando decidi que eu ia (ganhei o convite da lalai, enquanto trabalhavamos com as mídias sociais do evento na garage interactive marketing) resolvi ‘entrar no clima sensation’: comprei a tal roupa branca, desencanei de pensar que ‘put your hands for detorit’ ia tocar metade do set do Fedde le Grand, das milhares de dancinhas rebolation que teria de ver, e tudo mais…e dei um voto de confiança pra festa. porque, afinal, eu estava mesmo curiosa para ver se seria tudo aquilo.
pois é, ou eu sou muito chata ou o Skol Sensation ficou me devendo as ‘tais sensações inesquecíveis’.
















