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#Diadomiojo

quinta-feira, agosto 25th, 2011

Hoje é Dia do Miojo, afinal a gente tem dia pra tudo. Quem não passou dias tendo que economizar e mandando ver num miojão? Eu tenho larica de miojo e, de vez em quando, abocanho um sem dó.

Para comemorar esse dia, decidimos aqui na Remix compartilhar nossas receitas especiais, que faz o miojo ser um prato com certo requinte. Algumas pessoas também andam espalhando por aí suas receitas de babar.

Essa que segue foi feita pela @djmulher:

Miojo au Saumon Fumé
O prato mais sofisticado da baixa gastronomia

Ingredientes

1 pacote de miojo
80 gr de salmão defumado picado
1/2 cebola picada
1 colher de sobremesa de manteiga
3 colheres Creme de Ricota
Sal a gosto
Dill (Aneto) a gosto
Páprica picante a gosto

Modo de Preparo

Leve uma panela pequena com água ao fogo. Após levantar fervura, acrescente o bloco de miojo e cozinhe por 3 minutos. Despeje o macarrão no escorredor e reserve. Leve uma frigideira ao fogo baixo e acrescente a manteiga e a cebola. Após a cebola dourar, acrescente salmão defumado picado e deixe fritar por alguns segundos. Na sequência, acrescente 3 colheres de creme de ricota e salpique dill, sal e páprica picante a gosto.

Voilà. Você conseguiu elaborar uma receita num cenário muito comum na cozinha dos não-gourmands: você tem uma iguaria como salmão defumado no freezer, mas nada que combine. Só ele, o miojo. <3

E a trilha sonora perfeita:

Confira as receitas do Cozinha Pequena, Remix Social Ideas, Homem na Cozinha, DestemperadosPanelaterapia e a própria Nissin, que convidou 3 chefs paulistanos para compartilharem suas receitas.

Moda secreta existe?

domingo, novembro 15th, 2009

Os anos 2000 foram os anos de consagração do mercado VIP no Brasil. Ninguém mais queria saber se a festa seria boa, se o DJ era fodão, se só teria gente bonita. Todo mundo queria era ser VIP. O negócio tornou-se tão lucrativo que entrou em processo de ‘cebolização’: o famoso VIP VIP VIP, ou o camarote dentro do camarote dentro do outro camarote, com preços em escalada exponencial.

A coisa ficou tão bizarra que começou a degringolar, e claro, o povo foi procurar alternativas. Foi assim que apareceu a moda do segredo. O bar agora é secreto, apesar de todo mundo saber onde é. A festa é secreta, mas é veículada no jornal. O camarote agora não existe mais, pois todo o evento é um grande camarote, onde todos são os bons, e a plebe fica da porta para fora. Nada contra, mas acho que o que é secreto não precisa ser esfregado na cara de quem supostamente não deve saber, não? De repente me vem aquela propaganda que o menino gritava para a câmera: ‘Eu tenho! Você não tem!’

Esta semana fui convidado para um jantar secreto. Todas essas idéias me ocorriam enquanto eu divagava sobre as possibilidades desse evento. Mas me dei conta de que, pela primeira vez, a idéia de segredo foi usada de forma eficiente. Um taxi foi chamado para me buscar em casa e eu sequer sabia o endereço para onde iria. Fiz questão de não perguntar. Eu não sabia nada sobre o jantar além do fato de que iria comer. Nenhum convidado sabia quem os estava convidando, qual seria o cardápio, porque eles foram selecionados, quem eram os outros participantes. Quer dizer, um ou outro a gente sempre descobre, né? Mundinho pequeno.

Afinal, fomos todos para o Capim Santo, em uma sala fechada com uma grande cozinha/sala de aula, e tivemos uma noite agradabilíssima e com um maravilhoso buffet ao lado da chef Morena Leite. Primeiro todos nós fomos convidados a preparar nossas próprias entradas com tutoria da chef. Depois um jantar incrível foi servido: tabule de quinua, gateau de banana da terra, nhoque de batata doce, lagosta flambada, e muito mais.

Jantar SecretoJantar Secreto 1A chef Morena LeiteBiti Averbach cozinhandoFacundo Guerra no fogão

A Electrolux nos convidou para lançar oficialmente o site da nova linha Infinity, e montou todo esse mise-en-scène para instigar ainda mais o grupo escolhido para divulgar. Todas as maravilhosas receitas que provamos estão no site. Vale a pena guardar. Além dos convidados selecionados pela produção, foram convidadas cinco pessoas que participaram de uma brincadeira no Facebook do jantar. A escolha de uma ação de divulgação secreta foi correta por instigar os participantes, e por desmitificar o caráter excludente que essa nova ‘modalidade’ adquiriu.

Fotos (decentes) do jantar aqui.

Ovos mexidos

sexta-feira, março 6th, 2009

Eu tenho compulsão por ovos mexidos. Gosto em qualquer horário e como pelo menos uma vez por semana. Um dia desses eu estava vendo aquele filme bobo “Noiva em fuga” e ri um bocado quando a Julia Roberts é “desmascarada” por falta de personalidade porque ela não sabia como ela gostava de ovos mexidos. A cada relacionamento que ela entrava, ela dizia que gostava de ovos mexidos exatamente de acordo com a preferência do namorado, tanto que quando a ficha cai, há uma cena em que ela prepara vários tipos de ovos mexidos e experimenta cada um para ver qual ela gosta mais.

Isso foi só um adendo porque eu tenho dificuldade de ir direto ao ponto e o objetivo do post é compartilhar uma receita deliciosa de ovos mexidos que a Bia Granja me mandou. E adivinha de quem é a receito de algo tão simples? É do Gordon Rasamsay, então se prepare porque é realmente simples e de lamber os beiços:

Faz aí e depois diga se não é delicioso!

O canibalismo está entre nós. De novo? Ainda?

terça-feira, fevereiro 17th, 2009

A notícia mais chocante da semana passada pra mim, e que demorou uns dias pra eu conseguir digerir (ops!!!) foi que 5 índios da tribo Fulina, do Amazonas, na divisa com o Acre (sim, o Acre existe), mataram um rapaz de 21 anos, deficiente mental, não índio, e, pelas características do resto do corpo encontrado, é possível que tenha havido canibalismo. Sim, os 5 índios, dentre eles uma mulher, provavelmente mataram o rapaz, esquartejaram o corpo e ainda comeram pedaços do jovem.

Pelo que eu li, o povo da Funai e todo mundo que cuida dos índios nega veementemente que tenha havido canibalismo. Vi o chefe da tribo na tv esses dias dizendo que as partes “comidas”do corpo foram devoradas por cachorros do mato, depois que os índios mataram, esquartejaram e estriparam o corpo.

Ah, e claro que apesar de todas as negativas, os índios estão sumidos, dizem que escondidos pela floresta.

canibalismo2

Não tô aqui julgando ninguém, quero com esse post apenas mostrar que certas coisas acontecem ainda no nosso século XXI bem debaixo dos nosso narizes sem que muitas vezes a gente fique sabendo.

Dando uma pesquisada bem rápida pela net encontrei textos que dizem que o canibalismo era uma forma até que usual na Europa até o século XVIII, onde em fórmulas de remédios era comum achar carne e sangue humano. Até o Iluminismo, acreditava-se que o corpo humano tinha um “período de validade”. Assim, pessoas mortas de forma não-natural tinham ainda um “resto” que poderia ser usado, daí os cadáveres de execuções eram muito disputados por médicos e farmacêuticos. Numa receita de um farmacêutico alemão do séc. XVII Johann Schröder, ele misturava pedaços de carne de um cadáver (morto em execução violenta porém sem sinal nenhum de doença) em rodelas misturados a mirra e aloe: seria um ótimo remédio para o estômago. Já na Dinamarca na mesma época, acreditava-se que beber sangue humano curava a epilepsia e que a gordura humana era boa para reumatismo e artrite.

Isso tudo sem falar em religião em geral, onde alguns protestantes bem antigos usavam o sangue humano como eucaristia e alguns monges faziam uma marmelada cozida a base de sangue humano.

Isso tudo só falando em Europa, sem citar povos indígenas como os Aztecas que arrancavam e comiam o coração de seus prisioneiros. Tomara, por favor, que essa moda não volte!

And the Noscar Trends goes to….

segunda-feira, novembro 24th, 2008

O concurso para ganhar 2 ingressos para o Nokia Trends chegou ao fim e chegou a hora de revelar quem foi o vencedor.

O corpo de jurados teve um feriado intenso e extremamente dedicado para poder fazer uma avaliação criteriosa das receitas contra ressaca que os concorrentes propuseram e a avaliação foi muito difícil. Para tal tarefa, experimentamos de forma randômica as diferentes receitas com as mais variadas formas de ressaca: fermentados e destilados, ressaca brava e uma leve cabeça gorda, ressaca física e moral…

Algumas dicas eram óbvias: café para quem é de café, coca para quem é de coca, mas a úlcera reclama. Banho apareceu bastante, mas ele é necessário mesmo sem ressaca, afinal somos limpinhos. Deitar no sol, dormir na chuva, rolou uma boa dose de clichês, alguns essenciais como os inseparáveis óculos escuros. O Lucio recomendou uma sessãozinha de cinema, que parece uma ótima, mas dependendo da escolha do filme pode ser um tiro no pé. O Renato lembrou bem que uma bela massageada na libido injeta uma confortante dose de serotonina quando mais precisamos. Muitas boas idéias, mas a grande vencedora é:

A BITI!!!! Segundo ela, nada melhor que beijos calientes para massagear a cabeça e o ego. Mas os beijos são como Engov, fazem bem depois, mas deve-se sempre garantí-los antes também. A todo tempo, na verdade. São eficazes, fáceis de encontrar, custam zero e devem ser ministrados oralmente da melhor forma possível. O Lalai Loaded testou e aprovou!

Biti, por favor entre em contato com os membros do juri para combinar a retirada dos ingressos e para fazer uma demonstração prática do seu método anti-ressaca. Aposto que você tem mais alguns segredinhos para nos revelar.