Posts Tagged ‘série’

How to make it in America: I need a dollar

segunda-feira, abril 5th, 2010

Eu estou simplesmente apaixonada pela nova série da HBO, How to Make it in America, que tem até o Kid Cudi no elenco. Para quem gosta de NY e música, a série é obrigatória. A trilha é fantástica e é sempre publicada no blog da série.

Minha querida DJ Mulher, aka Ana Laura, e a dupla Pristine Blusters produziram um remix para a música tema da série, I need a Dollar, de Aloe Blacc. Confere :

Aloe Blacc – I Need a Dollar (Pristine Blusters & DJ Mulher ‘Millionaire’ Remix) from Pristine Blusters on Vimeo.

Sex and the City parte II

domingo, janeiro 10th, 2010

Que mulher não enlouqueceu diante dos episódios da extinta série Sex and the City, que jogue a primeira pedra. Se não se seduziu pela série, é porque provavelmente não assistiu. Além de toda a história “mulherzinha jeito de ser”, as identificações diversas em vários episódios, o melhor mesmo sempre foram os desfiles intermináveis de roupas do quarteto Carrie, Samantha, Miranda e Charlote.

Eu acompanhei esporadicamente Sex and the City pela TV, mas não teve jeito: fiz a maratona, vi as seis temporadas em duas semanas e senti aquele vazio imenso quando a série terminou e eu não teria mais o que ver (o que geralmente sinto quando séries que gosto terminam). Depois fiz até um blog inspirado na série, mas que morreu como ela.

Aí veio o filme, que concordo com a maioria que não é lá grande coisa, mas o fato não é ser bom, porque acho mesmo difícil um filme superar qualquer série que seja, o fato foi alimentar um espacinho no nosso imaginário sobre o que tinha rolado com as 4. E obviamente se deleitar novamente com todo o figurino do filme, além de ainda ter NY como cenário do filme.

Eu não teria apostado um centavo sequer, mas a continuação vem aí. Não boto muita fé de que vai ser muito diferente do primeiro, mas ok, como disse minha amiga Daniele, o que eu quero mesmo é me esbaldar com as roupas, afinal quem não concorda que elas tem o guarda-roupa dos sonhos?

Aí vai o trailer do filme para quem ainda não viu. Ele estréia dia 26 de maio em NY e deve chegar aqui na sequencia. Aguardamos!

Vanity Fair: especial Mad Men

segunda-feira, agosto 10th, 2009

O mundo está em polvorosa com a estréia da próxima temporada do Mad Men no dia 16 de agosto. A revista Vanity Fair pegou carona na estréia fazendo um super especial da série com um editorial incrível, assinado pela (falida) Annie Leibovitz, na edição de setembro. Participam do editorial os atores Jon Hamm and January Jones.

A Vanity Fair assume a preferência pela série, considerando-a uma das melhores da TV e a mais estilosa. Confira o ensaio, arrume fôlego e leia as sete páginas com um belo estudo sobre a série no site da revista.

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Todas as séries a um clique

segunda-feira, junho 29th, 2009

Hoje a Renata Chebel mandou um link valiosíssimo no twitter, o Project Free TV, que disponibiliza online todas as séries que se possa imaginar.

Boa pedida para os viciados em série.

A sonhadora

quinta-feira, novembro 20th, 2008

Alice mora em Palmas, Tocantins, onde trabalha como guia turística e vai se casar com Henrique. Quando recebe a notícia da morte do pai, que não via há anos, ela vai a São Paulo para o enterro. Lá encontra a segunda mulher do pai e sua meia-irmã, Regina Célia. E acaba ficando na cidade para resolver questões da herança.” Se tivesse lido apenas essa sinopse, não teria ido atrás de assistir aos episódios de Alice, a série que a HBO Brasil produziu e exibe desde setembro, aos domingos. Fato é que a série tem direção geral do Karim Ainouz (o diretor dos longas Madame Satã e O Céu de Suely), o que já garante um nível mínimo de qualidade para cada um dos treze episódios. E a Alice do título, vivida pela atriz Andréia Horta, poderia ser qualquer jovem adulto que saiu de sua cidade e veio morar em São Paulo, casual ou propositalmente – e, em certo nível, ela é, também, a representação de boa parcela dos jovens adultos que moram na cidade onde este blog está sediado.

Tem um episódio em que ela está numa festa em uma cobertura com uma vista absurda da cidade, e, nesta mesma festa, ela conhece um carinha que consegue pra ela um frila na abertura da Mostra de Cinema. Quer situação mais São Paulo? Alice dá uns beijos num dj gringo em outra festa, que a leva para uma noite no Maksoud Plaza e, quando ela sai de lá, a câmera capta a Av. Paulista, o trânsito, os ônibus e a loucura habitual e cartão de visitas da cidade. Corta. Alice está no brechó da tia, localizado no edifício Copan. A série é, assim, uma bela homenagem à terra da garoa, de tal maneira que é muito bacana você ver um produto totalmente nacional e de viés mercadológico completamente fora dos clichês nordeste/Rio-violento/filme-cabeça/Globo-filmes.

Alice e a tia, Luli

Alice e a tia, Luli

Contagem regressiva: Spoon

terça-feira, novembro 4th, 2008

Contagem regressiva para o Planeta Terra, que promete mais uma vez se firmar como o melhor festival de música do ano, e a agitação é geral. Todo mundo organizando planilha para saber que shows ver e quais perder, especulações sobre o playback do Bloc Party no VMB, discussões inflamadas sobre o Kaiser Chiefs como headliner, fora a histeria acerca da amigdalite que ceifou a apresentação do Calvin Harris. Aconteça o que acontecer, o único show que eu não perco um minuto é o da banda texana Spoon.

Eles tiveram um belo break em 2007 com o último álbum, Ga Ga Ga Ga Ga, mas a banda se formou em 1993 e já gravou outros 5 discos, além de uma série de EPs. Os dois primeiros, Telephono (1994) e A Series of Sneaks (1998), para mim, são duas grandes bobagens. Barulhentos e confusos, eles não decidem se querem ser shoegaze, pós-punk ou pop mesmo. No fim não é nada.

Nos anos 2000 eles deram uma reviravolta depois de romper com a Elektra Records e assinar contrato com a Merge. Seus três álbuns seguintes, Girls Can Tell (2001) e Kill the Moonlight (2002) e Gimme Fiction (2005) definiram o estilo da banda e puseram eles na cena indie. Eu, sinceramente, não sei dizer qual deles o meu favorito, pois são muito parecidos, e todos muito bons.

Com a chegada do último álbum, o Spoon conseguiu implacar um décimo lugar na Billboard, e começaram a se apresentar em programas como Saturday Night Live e o talk show do David Letterman. Mas até aí eles já tinham músicas na trilha de várias séries (The O. C., Os Simpsons, Chuck, Bones e Scrubs) além de colaborarem no soundtrack do filme Stranger Than Fiction, incluindo ainda músicas de dois de seus álbuns em versão instrumental no score.

O Ga Ga Ga Ga Ga é realmente excelente, e foi muito bem aceito pela crítica. Mas recomendo a quem gostou ir atrás dos três anteriores, que seguem a mesma fórmula: mistura de hits agitados com bateria marcada, com baladinhas com ar de blues, vilões acústicos, pianos melodiosos, big band, e sempre com um pé no indie, outro no pop. Eles têm letras nervosas que contam os percalços da banda, e uma boa dose de engajamento político, mas no fim das contas Spoon é música para curtir, não para pensar.

Lost

sexta-feira, outubro 31st, 2008

E o promo da temporada nova de Lost, heim?