No Lollapalooza do ano passado um dos shows mais incríveis que vi foi do Jamie Lidell. Lindo naquele casaco super colorido e cantando com aquela voz inacreditável. É show pra se emocionar. Não precisa conhecer, ter ouvido falar, se você gosta de boa música e tem uma queda por soul, é garantia de se derreter pelo moço. Já esteve por aqui em 2005 e agora retorna no dia 5 de maio para promover o novo álbum “Compass“, que tem colaboração de nomes como Beck, Feist, Chris Taylor (Grizzly Bear), Pat Sansone (Wilco), Gonzalez.
O show vai rolar na Clash
Multiply para animar a querer ir conferi-lo ao vivo:
Acho que foi o Estadão (procurei o link e não achei) que publicou um artigo contabilizando o quanto alguém gastaria se fosse em todos os grandes shows internacionais que rolaram aqui. A conta é grande e assustadora, mais ou menos R$ 14.000 só com ingressos, fora taxa de conveniência.
Enquanto a crise tem assolado lá fora, o Brasil tem nadado de braçada com um show atrás do outro. Isso compensa anos e anos que tivemos que acender velinhas para ter uma boa atração no ano pelo menos. Esse ano ninguém pode reclamar, pois boa parte dos artistas que estão em alta, tocaram por aqui. Os que estão em baixa também sempre aterrissam por aqui, afinal somos nostálgicos.
Claro que essa demanda toda inflacionou os espetáculos, pois pelo que andei lendo, trazer alguém de porte pode acabar gerando um leilão. Quem paga mais, leva. E claro, a gente sofre, o bolso esvazia e falta $ e ritmo para acompanhar tudo. Tudo isso só pra contar que tem mais show bacana essa semana!
Nunca vi um final de ano com tantas opções de shows como esse. Outra banda que aterrissa por aqui é o trio londrino de indie rock White Lies, formado em 2007. Eles tem apenas um álbum lançado em 2009, To Lose My Life, que tem encerramento da turnê com esse show que rola por aqui. O segundo álbum, Ritual, sai do forno em 17 de janeiro 2011.
Quem já assistiu “The Vampire Diaries” com certeza ouviu o delicioso hit “Death“:
O show acontece nessa sexta-feira, dia 10 de dezembro, no Unique para 1.500 pessoas. Para participar, a doação mínima é de R$ 95,00 e dá direito ao coquetel. Segue programação, que conta com discotecagem do DJ Zegon e do Busybwoy:
19h – Coquetel para convidados;
20h – Vernissage;
21h – Abertura ao público;
23h – Show com a banda White Lies;
SERVIÇO: Billabong Design For Humanity
Dia: 10/12 – sexta-feira
Horário: 21h as 02h00
Como participar: Doação mínima a partir de R$95,00 nas lojas Billabong e Star Point – SP
Onde: Hotel Unique: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700
Para fechar o post, o novo clipe da banda, “Bigger than Us”:
Uma das grandes atrações nesse Planeta Terra é a banda nova iorquina Yeasayer. Eu vi o show deles no Lollapalooza 2008 num dos palcos principais. Na época a banda ainda estava despontando e tocava em pleno início da tarde, com um sol de rachar e um público bem pequeno, mas é o tipo da banda que preenche o palco independente do tamanho que ele é.
Sentei nas escadas próxima a ala vip e fiquei assistindo o show até o final. Sabia apenas o nome, pois olhei na programação, mas na época eu não tinha a menor noção de quem eram eles.
O Yeasayer surgiu em 2006 e no ano seguinte já chamou atenção da mídia após sua apresentação no SXSW 2007. No ano seguinte passou a excursionar ao lado do MGMT (colocando-os no chinelo, sorry) e depois como banda de apoio do Beck.
Eu vi o show da turnê do primeiro álbum, All Hour Cymbals, com notas psicodélicas, folk e pop dos anos 80. Show que eu teria assistindo dançando rodopiando de braços abertos se não fossem os quase 40ºC derretendo minha cabeça.
No Brasil eles aterrissam com o segundo álbum debaixo dos braços, o Odd Blood, lançado no início desse ano, que é mais dançante e pop do que o primeiro. Os shows da banda são marcados por psicodelia visual e é bem vigoroso, impossível de ficar parado e não gostar deles. Confira aí e vai ouvindo incansavelmente o Odd Blood para cantar junto com eles do começo ao fim.
Já citei aqui da série de eventos que está rolando no MIS, envolvendo arte, cinema & música, produzido pela Rojo®NOVA e patrocínio da ABSOLUT.
Na quinta-feira, dia 05 de agosto, rolam shows de 2 artistas islandeses: Sóley e Sin Fang Bous (fundador da banda Seabear). Foram disponibilizados pouquíssimos convites à venda e já se esgotaram, mas para quem perder, as duas bandas se apresentam novamente no sábado no mesmo horário (a partir das 19h30). Para quem curte folk, os shows são imperdíveis.
Assista o clipe para se animar em ir:
Se animou? Então compartilha com a gente porque você acha que deve ir. Amanhã no final do dia sortearei um par de convites entre as pessoas que deixaram comentário (vale apenas um comentário por pessoa). E já anota aí que no dia 12 vai ser a vez do Fuck Buttons.
UPDATE:
O ganhador do sorteio foi o Felipe Rocha, que pelo comentário mereceu e na sorte, ganhou.
Há notícias que nos fazem ganhar a semana. O mês. O ano. Depende de quanto tempo você a espera. O show do Air é algo que eu aguardo desde os anos 90. Nunca vi. Fui para festivais e eles nunca tiveram no line-up. Viajei bastante e nunca coincidiu uma agenda sequer. Enfim: uma das minhas pendências musicais era ver o show do Air, banda que já idolatrei até quase ajoelhar (ok, um pouco de exagero, mas ah, quem não sucumbiu ao Sexy Boy?).
Aparentemente minha amargura, se nada trágico acontecer, vai ser apaziguada em outubro, quando a banda aterrissa em terras brasileiras para 3 shows em outubro: 14 Rio de Janeiro; 15 em Belo Horizonte e 16 aqui em São Paulo. Anota, fica de olho e não deixe de ir, porque esse com certeza faz parte do Top 5 shows para ver.
Aproveita para matar as saudades e se deleite um pouco ao som da banda, que nunca decepcionou. E guarde $$$, porque aparentemente vem aí uma enxurrada de bons shows & festivais.
Aclamado pela pública e crítica após o lançamento de seu primeiro álbum, “Dystopia”, a turma caiu nas graças de festivais no mundo todo, além de serem convidados frequentemente por nomes como Cut Copy, the presets e dragonette para criar remixes para seus sucessos. Na pista do Hot Hot, o grupo também apresentará algumas faixas do segundo álbum, que será lançado este ano.
O Midnight Juggernauts existe desde 2004, mas acho que devo ter começado a ouvi-los em meados de 2007 quando lançaram o Dystopia. Sempre cruzei os dedos para que alguém os trouxessem para um dos nossos festivais, já que era impensável traze-los para tocar em clube. Ninguém trouxe… cheguei a cogitar no ano passado, mas quando soube cachê, custos com viagem e rider técnico, fiquei desolada e desencanei.
Felizmente o Hermes, responsável pelas sextas-feiras no Hot Hot, também ama a banda e ralou para conseguir traze-los. E o dia D chegou. Hoje eles fazem um show exclusivo dividindo a noite com o Funhell DJs. E vale lembrar que vai ser um show para apenas 400 pessoas…
Para quem ainda não se convenceu e está reclamando do preço não muito atraente (R$ 120), vale considerar que o Justice já indicou a banda como revelação favorita na lista da Pitchfork. Inclusive eles já fizeram turnê mundial em conjunto e tocaram nos principais festivais.
A parte boa é que rola pagar em 2x no cartão (foi o que fizemos aqui em casa! hehehehe), além de incentivar promoters a investir em melhores atrações, que ninguém cogita em trazer. Elas custam caro e, geralmente, não são as mais rentáveis para nós. Acaba sendo realização de sonho pessoal (não só nosso, mas de todos que curtem o artista). Muita gente manda email, reclama que não investimos, mas quando fazemos isso, as pessoas reclamam dos preços, mas infelizmente não dá para fazer muito diferente. E não é sempre, né? Então vale a pena…
Se joga no myspace, que com certeza você vai reconhecer alguns hits que já rolaram bastante nas nossas pistas. E assista ao clipe do single Vital Signs:
o Skol Sensation é um evento polêmico desde seu anuncio em 2008.
a proposta é grandiosa e, para os mais apaixonados pela música eletrônica o line-up e o lado circense não agradam. mas preconceitos a parte, a festa foi bem sucedida e com certeza o maior evento eletrônico indoor já feito no país.
este ano o Sensation tera o tema The Ocean Of White, ou seja, a árvore do amor da edição passada dá lugar a um o palco giratório central, localizado sob uma anêmona cenográfica gigantesca; dançarinas com figurinos exóticos, fontes de água que juntam-se a performances de artistas de rapel, que descem da estrutura do teto com fogos de artifício e efeitos especiais além de águas-vivas cenográficas que completam o visual. ufa! haja cenografia.
nesta 2ª edição, a tradicional praça de alimentação dá lugar a amplo espaço gourmet. quanto aos ingressos, nada muda: camarote premium, diamond e pista; e eles começam a ser vendidos no próximo dia 28.
sim, será gigantesco e elaborado. e com o conceito de te levar para uma imersão no mar da sua alma. e claro, o traje é branco.
a festa acontece de novo no Anhembi no dia 17 de abril e contará com 3 atrações internacionais principais: o veterano Felix DaHousecat, o DJ Tocadisco e o holandês, ainda pouco conhecido por aqui, Chuckie.
já comece a pensar no modelo e boa festa!
Depois de, no ano de 2003, perder o show do Pixies em Londres e, depois de dois anos, não conseguir vê-los em Curitiba, nada me faria desistir do show deles aqui em Nova York, ontem, no Hammerstein Ballroom. Nem o torcicolo que não me deixava mover a cabeça direito. Chegamos no teatro lotado e conseguimos achar um lugarzinho na frente do palco em meio a protestos de alguns gringos. Problema deles, pensei. Não saio daqui sem cantar “Here Comes Your Man” quase que no microfone!
O show começou no horário previsto, às 9 horas (aliás, uma coisa que eles sabem fazer por aqui é respeitar o público: nada de atrasos!). O palco era simples, sem frescuras: um telão pra vídeos e umas bolas de papel que subiam e desciam de acordo com a música. E, pra falar a verdade, o público não parecia se preocupar nem um pouco com isso. A banda entra e abre o show com “Dancing The Manta Ray”, um dos quatro B sides que eles levaram, todos do Doolittle. A platéia vai ao delírio (inclua-me nisso!) e o show segue seu curso delirantemente natural: “Debaser”, “Wave of Mutilation”, “Here Comes Your Man”, “Hey”, “Gouge Away”, “Where is My Mind” e, por fim, “Gigantic”. Surtei…
Pixies @ Hammerstein Ballroom in NYC – 11/23/2009
“Dancing The Manta Ray”
“Weird At My School”
“Bailey’s Walk”
“Manta Ray”
“Debaser”
“Tame”
“Wave of Mutilation”
“I Bleed”
“Here Comes Your Man”
“Dead”
“Monkey Gone to Heaven”
“Mr. Grieves”
“Crackity Jones”
“La La Love You”
“No. 13 Baby”
“There Goes My Gun”
“Hey”
“Silver”
“Gouge Away”
Bizz 1:
“Slow Wave of Mutilation (UK Surf)”
“Into the White”
Bizz 2:
“Isla De Encanta”
some of “Vamos”
“Nimrod’s Son”
“Where is My Mind”
“Gigantic”
Pronto, aqui estão os videos do show do Chromeo. Aconteceu na sexta-feira, no Fillmore, uma casa de shows em Manhattan. Os atrasos foram bem brasileiros, o preço da cerveja era quase proibitivo, o público ia de hipsters fashionistas a casais típicos do Shopping Iguatemi no domingo a tarde, mas a empolgação da platéia e a qualidade do som eram de primeira. A banda de abertura até agora eu não descobri qual era, mas o som era bem bacana e deixou o povo no ponto para pular sem parar durante a apresentação principal. Eu só não pulei mais durante o show do Chromeo para poder fazer esse vídeos para compartilhar aqui. Juro que tentei amenizar o ruído na captação de som, mas as latas de cerveja de 700ml não ajudaram muito.
Ontem fui no show do Chromeo no Fillmore e foi uma surpresa incrível. Não deixou nada a desejar para os shows brasileiros porque todo mundo ‘pogava’ muito o tempo todo, como diria a DJmulher.
Vou deixar só uma fotinho para deixar vocês com água na boca, depois eu ponho os vídeos.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.