Social Media Yearbook
quinta-feira, julho 28th, 2011Hehehehehe… como é o perfil dos usuários de cada rede social. O do Google+ é genial…
Para visualizar maior, clica aqui.
[reloaded, renewed and still the same good thing]
Hehehehehe… como é o perfil dos usuários de cada rede social. O do Google+ é genial…
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Apresentação bem bacana e detalhada sobre redes sociais feita pelo Paul Adams, pesquisador do Google. Tem uma boa comparação sobre redes sociais na vida real e na Internet, que ainda não se misturam tanto quanto parece. É longo, mas vale conferir com calma até o final.
Essa é a versão 2, quem se animar, tem a versão 1 aqui.
Adoro previsões e recentemente comprei no eBay uma bola de cristal, para poder estimar impacto de ações para os meus clientes. Às vezes ela me surpreende, às vezes ela me decepciona.
Quem trabalha com Social Media sabe que há estimativas que são impossíveis de prever, como, por exemplo, quantos views vão ter um determinado vídeo. Outra solicitação comum é “plano de seeding para viralizar um vídeo ou uma ação”. O verbo “viralizar” me causa arrepios há pelo menos 2 anos. Vou eternamente agradecer a Viral Factory por ter falado na palestra que fizeram no NBC09, que eles fazem “virais”, mas nenhum irá custar menos de US$ 300mil. Um exemplo do que fizeram e jamais alguém diria que custou o que custou, foi o XXX Party, da Diesel.
A notícia boa é que tem muitos projetos bacanas de Social Media rolando no Brasil. Há muito o que aprender e a aplicar, além de quebrar de uma vez algumas por todas algumas crenças: não é fácil e nem barato fazer um viral, social media não é apenas seeding e ações com blogueiros.
Outra notícia boa é que há muito material bom espalhado pela web sobre o assunto. Resolvi compartilhar alguns reports que valem a pena serem estudados, seja por quem se interessa pelo assunto, seja para quem trabalha com publicidade e comunicação ou apenas para aqueles que gostam de ler sobre tendências. Have fun!
- Predicting the future with Social Media by Social Lab HP – acabou de sair do forno e é um estudo bem interessante, que faz um estudo para prever receitas de bilheterias de filmes, a partir de comentários no Twitter. A escolha foi feita porque filme é um assunto de interesse e muito discutido nas redes sociais, além de ter uma variação elevada nas opiniões. Os resultados também podem ser obtidos a partir das receitas das bilheterias. O estudo está bem detalhado e focado no Twitter.
- 20 eBooks gratuitos sobre Social Media
- 10 Ideas for the new decade by Edelman – não é somente sobre Social Media, mas tendências para essa década. O relatório se inicia justamente falando sobre como as redes sociais alteraram os modelos de negócios. E depois discorre sobre mobile, localização, mas sempre com social media permeando todas as frentes dos negócios.
- 25 eBooks, relatórios e artigos gratuitos sobre Social Media – tem do básico, de como começar um blog nos negócios, o que é Social Media até SEO na Web 2.0. Dá para perder um bom tempo por lá.
- EConsultancy, tem estudos de várias áreas. São todos pagos, mas a amostra do relatório, que é gratuita, já tem bastante informação valiosa.
- Behaviorgraphics Humanize the Social Web – um bom estudo feito pelo Brian Solis, para ajudar as empresas a estarem nas mídias sociais de uma forma mais humana, pois muitas empresas criam uma lista de onde precisam estar (um blog aqui, um podcast ali) para alcançar seus objetivos de marketing. Uma abordagem coerente é focar no público-alvo e definir qual tipo de relacionamento a marca quer construir com ele, baseando-se no que estão preparados para ter como relacionamento. A Forrester classifica comportamentos de social computing em uma escada de 6 níveis de participação, usando o termo Tecnographics “Social” para descrever a análise da população de acordo com a participação nesses níveis. Marcas, sites, e qualquer outra empresa que buscam as tecnologias sociais, devem analisar seus clientes no Technographics Social primeiramente, e a partir daí criar uma estratégia baseada nesse perfil. A partir daí ele descreve a hierarquia desse gráfico.
- The Global Social Media Check-up feito pela Burson-Marsteller, analisando a lista Fortune 100, nos EUA, para identificar como se e como elas estavam usando as mídias sociais. O resultado mostrou que 79% das empresas estão nas redes sociais e aponta o Twitter como a plataforma favorita. (dica do @barbato)
- A World of Connections – A special report on social networking, feito pela revista Economist e é pago. Faz uma análise bem detalhada do comportamento nas redes sociais, mostra as oportunidades de empresas pequenas tornarem-se grandes usando as mídias sociais, citando cases, além de discutir sobre privacidade. Vale a pena eu compartilho com meu leitor a minha compra.
- Blog Social Media por Raquel Recuero, que é uma expert no assunto e sempre tem artigos e discussões bem interessantes.
***esse post está em construção – farei updates para compartilhar uma boa lista que tenho separada por aqui, mas para não demorar para sair, já dá para ir aproveitando algumas dicas
A Razorfish liberou recentemente resultado de uma pesquisa fabulosa estudo sobre influência das marcas na social media. O blog “Click to Client” compartilhou alguns insigths que obteve com uma análise que fez sobre o relatório, que também vale a pena dar uma lida.
O estudo foi feito com um público entre 18 e 55 anos de idade num total de 1.000 consumidores, sendo que 56% responderam que gastam mais de US$ 50,00 por mês na web.
Comecei a folhear o relatório agora e logo mais faço um post a respeito:
Hoje li alguns textos falando sobre privacidade, individualidade, mudanças de hábitos por conta do crescimento das redes sociais. Acredito que essa discussão é mais acalorada no meio de pessoas que não nasceram conectadas, então para nós que fazemos parte desse grupo fica mais fácil comparar. Para quem nasceu conectado, essa discussão faz menos sentido. Vira aquela velha história “no meu tempo era assim”.
Há grupos tentando resgatar um pouco do pré-redes sociais, que é quem alterou drasticamente nossos hábitos. Para alguns esse pré deve equivaler a era Paleolítica (eu já ouvi coisas do genêro).
Em NY um grupo se reuniu para criar um evento, em que os convidados são escolhidos a dedo, que incluí escritores, artistas, blogueiros, etc, mas em que é proibida a utilização de gadgets. Ninguém twitta, ninguém fotografa, ninguém bloga a respeito. O projeto Protocols é encabeçado por Michael Malice, Jeff Newelt é editor das revistas Smith e Heeb magazines; Lux Alptraum, editor do blog pornô Fleshbot, pela artista Molly Crabapple e Justin Rocket Silverman, colunista do The New York Posts.
Malice defende que com essa restrição, as pessoas prestam mais atenção às outras. A luta do grupo é contra a ideia de que tudo que fazemos se transforma em uma crônica diária de nossas vidas e que acreditamos que qualquer que seja a experiência que temos, se não registrarmos, ela será perdida. O objetivo dos encontros é conectar pessoas influentes para discutir negócios e seus prazeres.
Eu, depois da reflexão que fiz aqui nesse blog, tenho tentado mudar um pouco meus hábitos. Sempre escancarei minha vida sem qualquer preocupação, mas por alguns motivos, isso começou a me incomodar e tenho tentado compartilhar menos as coisas que eu faço que não interessam a ninguém, assim também como tenho utilizado o meu celular cada vez menos para twittar sobre cada passo que dou, sobre o que eu estou fazendo ou vendo, etc… porque isso não é interessante para ninguém além de mim mesma.
Gostei da ideia do Protocols, especialmente porque ele foi criado por pessoas que vivem “on” e acho até que o mais difícil é fazer coisas interessantes e não poder compartilhar, mas gosto…. ninguém tira o prazer do momento, da escuta, do olho no olho. Hoje você vai a um evento e é cada um colado no seu celular se importando muito mais em mostrar o que está fazendo do que com o que está fazendo de fato.
E para fechar o post, nada melhor que esse documentário “We live in public”:
Frequentemente recebemos convites para novas redes sociais que surgem aos borbotões. Eu faço meu cadastro em todas para já garantir meu “login” lalai caso a rede vire um hit e eu uma adepta a ela. Confesso que minha maior chateação são redes que só permitem login com 6 caracteres. Alguém me explica o porquê? Afinal existem muitos nomes com 3, 4 e 5 letras.
O grande problema é também saber qual é a melhor rede e porque estamos nelas. Já me questionei várias vezes, mas acho que não sou muito o modelo correto para entender o comportamento das pessoas nas redes sociais. O meu caso é mais grave: é vício, tanto que fico conectada a maior parte do tempo e o twitter é a rede que está presente no meu dia-a-dia enquanto eu estou acordada (ou até tentando dormir). O fato é que eu sempre acho que estou perdendo alguma coisa estando desconectada. Ok, isso dá um super pano pra manga, mas a minha intenção nem é discutir isso neste momento.
Hoje vi um post divertido com perfis dos frequentadores das principais redes (esqueçam o orkut, porque ele só é referência no Brasil) e das mais populares no Brasil tem Facebook, Twitter e Myspace: A Completely Unscientific (Yet Accurate) Look at Social Sites. Se a dúvida é saber em qual delas você quer gastar mais tempo, dá uma olhada nessa pesquisa (sem qualquer fundamento científico) e veja se você está de fato gastando seu tempo na rede certa. Dá até para dar risada com alguns perfis.
Para complementar, vi também outra pesquisa sobre quais serão (ou já estão sendo) os grandes hits de 2009: blog ainda aparece em primeiro lugar e microblog (twitter, por exemplo) aparece em segundo.