A revista The Economist lançou com thinkingspace.economist.com com 9 convidados, entre músicos, designers, escritores e CEOs (Daniel Ek do Spotify e Jamie Lidell estão por lá). O visual é bacanudo em 3D e cada convidado tem seu perfil com biografia, playlist, links, etc. e ao acessar, o usuário é levado para um espaço pessoal com fotos, vídeos, objetos, etc.
A idéia é bacana, mas não sei se vai vingar. De qualquer forma, vale a visita.
Uma das grandes vantagens de namorar um geek é a quantidade de serviços novos que conhecemos, especialmente se ele é sueco, o que pode aumentar consideravelmente seu nível de nerdice e conseguir para você alguns serviços que são indisponíveis por aqui.
Uma das ferramentas mais bacana que ele me apresentou foi o Spotify, que é o que o iTunes poderia ser. Ele tem uma base gigante de músicas disponíveis e está disponível na versão gratuita e paga. A má notícia é que aqui nos trópicos só é possível utilizá-lo na versão paga, que custa 9,99 euros. Atualmente está disponível somente na Inglaterra e Suécia.
O streaming dele é infalível. Estou ouvindo o dia inteiro e as boas surpresas foram: encontrei todos os albuns nas buscas que fiz e não tive nenhuma parada no streaming, além dele trazer release de todos os álbuns cadastrados, as músicas mais ouvidas do artista, discografia que inclui coletâneas e assim como o last.fm, ele também mostra os artistas similares.
O Spotify possui também uma área de rádios divididas por décadas e estilos. Na home ele traz novidades sonoras e os cds e músicas mais ouvidas pelos usuários. O que eu mais curti é que você pode fazer playlist para enviar para outra pessoa, além de ir listando as buscas feitas e as músicas ouvidas. Também é possível integrá-lo ao last.fm.
Neste blog eu encontrei um tutorial de como utilizar o Spotify fora das áreas de cobertura gratuitamente.
Sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar. Aqui escrevo sobre meus projetos noturnos, diurnos, andanças, leituras, música, tecnologia e claro, muito papo furado.