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Os melhores videos de 2009 no Vimeo

sábado, janeiro 2nd, 2010

Não sei vocês, mas eu sou muito fã do Vimeo. A filosofia de trabalho deles [já viu o lipdub de Flag Pole Sitta? :P ], a proposta da rede social/site/hospedeiro de vídeos, coisetal.

O pessoal lá publicou a lista dos 25 videos favoritos de 2009 eleitos pelo staff deles: veja aqui.

O mais legal é que tem um video de um brasileiro no meio, o qual posto abaixo:

Mais videoclipes

sexta-feira, novembro 14th, 2008

Complementando o post da Lalai, mais dois videoclipes bacanas:

Uma animação bem legal, apesar de eu achar a música bem chatinha:

O clipe novo do Beck com a Chloë Sevigny:

Beck – Gamma Ray

ciberpolitica

segunda-feira, fevereiro 11th, 2008

Insistamos na evidência: algo da política contemporânea está passando cada vez mais pelos circuitos da Internet e, em particular, por essa lógica — ora exuberantemente criativa, ora irremediavelmente simplista — do “transmita você mesmo” que o YouTube consagrou com o aparato, e também a influência, que conhecemos.

Assistimos, agora, a um acontecimento muito particular (e particularmente fascinante) chama-se Yes We Can e é uma canção de Will-i-am, dos Black Eyed Peas, de apoio a Barack Obama, senador do estado americano do Illinois, atualmente na corrida para a nomeação do candidato democrata à presidência dos EUA. Yes We Can, dirigido por Jesse Dylan (filho mais velho de Bob Dylan), arrisca-se a transformar-se num evento histórico, desses que são capazes de sintetizar os vetores essenciais de toda uma conjuntura artística e política.
Yes We Can foi revelado em 1º de Fevereiro, no programa ABC News Now, surgindo depois no YouTube e em sites como o ThinkMTV. Nele assistimos a uma prodigiosa colagem, convertendo as palavras de Obama em material da própria canção, num jogral de alternâncias que tem tanto de drama teatral como um exercício mc.

Will-i-am e mais cerca de três dezenas de notáveis — incluindo Scarlet Johansson, John Legend, Amber Valetta e vários atores dos elencos das séries CSI e Grey’s Anatomy — apresentam-se num novo (ciber)espaço que, de fato, nos obriga a repensar os mecanismos tradicionais de concepção, elaboração e transmissão do discurso político.

No limite, este é um video que desmente a noção corrente segundo a qual vivemos numa “civilização da imagem”. Na verdade, como se prova, a importância das imagens é (ou pode ser) cada vez mais inseparável da revalorização da palavra.